quinta-feira, 28 de abril de 2016

Para que lado a Europa está a virar?


Uma interessante notícia da agência Sputnik: segundo dados estatísticos sobre as preferências eleitorais dos europeus entre 2014 e 2016, há um aumento significativo da popularidade dos partidos nacionalistas na Áustria, Hungria, Países Baixos, Suécia e Itália, um pequeno aumento na Alemanha, uma estagnação em França e queda no Reino Unido e na Noruega. 


O artigo nada diz em relação aos países como a Espanha e Portugal, onde o nacionalismo é praticamente inexistente muito possivelmente devido às suas recentes ditaduras de Direita, nem da Polónia, Ucrânia, Eslováquia, República Checa ou Eslovénia, países saídos da esfera soviética.

4 comentários:

Anónimo disse...

Estranho em Uk e França não subir com todos os problemas e perda de identidade que eles têm tido...será porque as minorias já são quase maiorias nesses países anulando assim a direita nacionalista-cristã? cumprimentos

J. Machado disse...

E são governo em quantos países? Talvez somente na Hungria.
Quando me recordo que na segunda volta das eleições em França em alguns departamentos juntaram-se 5 partidos para derrotar a Frente nacional chego à conclusão que em outros países, quando for eminente a vitória de um partido nacionalista, o centrões juntar-se-ão aos esquerdistas e ficará tudo na mesma.

FireHead disse...

Anónimo,

No Reino Unido deve ter sido por causa de alguma má jogada do UKIP. Quanto à França, a Frente Nacional (FN) continua a estar no topo das preferências; o problema lá é a possibilidade de voltar a acontecer o que já chegou a acontecer no passado: o partido socialista ajudar o seu rival UMP para evitar que a FN chegue ao poder.

FireHead disse...

J. Machado,

Na Hungria está lá o Orbán, mas não me parece que ele seja de um partido verdadeiramente nacionalista. Aliás, na Hungria há o Jobbik, mas parece que esse é um partido nacionalista com pouco crédito porque é do estilo Aurora Dourada da Grécia, que é claramente nazi.

E não, a Polónia é governada por nacionalistas. O presidente polaco também é declaramente nacionalista.

Para evitar que as alianças impeçam que os partidos nacionalistas ganhem é preciso que os partidos nacionalistas consigam a maioria absoluta... caso contrário, se houver essas alianças, não há nada a fazer.