sexta-feira, 22 de abril de 2016

O muçulmano Muhammad Ali sobre a identidade racial

O famoso antigo pugilista Muhammad Ali (محمد علي), nascido com o nome Classius Clay há 74 anos, falou, no passado, num programa qualquer sobre a questão da identidade rácica, o que é algo que hoje em dia chocaria de frente com os adeptos do politicamente correcto e com os promotores da Nova Ordem Mundial. Acontece que Muhammad Ali, como um bom espécime norte-americano que é, também possui ascendência estrangeira, no caso branca até, pois além da maioria herança genética africana ele também tem sangue irlandês e inglês. Aliás, ele passa mais por um mulato do que propriamente por preto.


Em seguida, Muhammad Ali diz que sempre perguntou porque é que tudo é "branco", incluindo Deus. Criado como protestante baptista, seita religiosa de grande parte dos afro-americanos, Muhammad Ali converteu-se à seita islâmica depois de ter entrado no movimento muçulmano sunita conhecido como Nação do Islão (Nation of Islam - أمة الإسلام‎), fundado em Detroit e que é visto como um grupo separatista que vê os brancos como, enfim, os eternos maus. Só não sabe ele que o Maomé (مُحَمَّد), o criador da sua seita, além de muito possivelmente ter sido um coraixita branco, incentivava a escravização dos pretos e considerava-os seres inferiores, além de que o islão é todo ele anti-raça preta. Ainda hoje na língua árabe preto é abd (عبد‎) e abd significa escravo.


Allahu Akbar (الله أكبر) para ti, Muhammad Ali!

4 comentários:

Ivan Baptista disse...

Não fales mal do Homem ó Firehead, então quer dizer, mandas uma posta lá em cima, a relativizar a miscigenação, e por aqui, achas que todos os que defendem a sua linhagem, é passar-se por criminoso .
O homem não disse nada de racista, disse só que tem orgulho em conservar a sua linhagem, embora o homem também tivesse alguma coisa de irlandês ou inglês, na sua maioria a herança genética era africana .
Não foi o que tu escreveste, " há pessoas que têm todo o direito de não quererem nada com quem lhes é em muito ou em tudo diferente sem que isso possa ser considerado racismo " .
Se for por ai, também eu sou uma mistura, mas vejo-me mais como sendo caucasiano do que outra coisa, identifico-me mais como sendo um europeu, do que outro continente .
E não vejo mal nenhum defender o que é europeu :) Não sei que antepassados eu tenho, e não me surpreenderia nada se por exemplo , de há mil ou dois mil anos atrás , ter tido uma mistura de Africano por exemplo .
Mesmo assim, continuo a achar-me mais próximo de um caucasiano :) Isso é crime ? Deixa-te lá disso , somos livres de conservar a nossa linhagem e identidade ;) Eu que eu cá já estou mesmo é farto é da moda da ditadura da diversidade .
Prefiro 1000 x ser um conservador , hehehe :)

FireHead disse...

Eu falo mal do homem por ele ser estúpido o suficiente para se ter convertido à seita islâmica que adora tanto pretos como eu gosto de comer tendões. Não disse nada sobre a ideia dele de defender a sua a raça. Eu sou pela liberdade das pessoas e defendo que as pessoas têm o direito de gostar de quem quiserem, seja de que raças forem, e isso não é o mesmo que andar a incentivar a mestiçagem como já me acusaram de andar a fazer. Um branco tem o direito de só gostar de brancas e isso não faz dele racista, pois gostos são gostos - não se discutem. Do mesmo modo que um branco tem todo o direito de só gostar de amarelas que isso não faz dele um genocida ou alguém que esteja contra a sua própria raça. Não podemos levar as coisas a esse extremo. Acho bem que haja brancos que gostem e queiram ter brancas como acho bem que haja brancos que se interessem por amarelas (uma grande pancada dos brancos). Para mim é completamente estúpido um branco que, por ser racialista, prefira envolver-se com uma branca que é feia como o caraças e fazer filhos com ela só para ter descendência branca ao invés de poder estar com uma asiática muito linda de morrer. A vontade de preservar a raça a todo o custo é melhor do que ter uma descendência bonita? Não generalizando nunca, é claro...

Olha, eu sou 75% branco e considero-me caucasiano embora não o seja a 100%. Porque culturalmente eu sou ocidental e a minha língua materna é o português. Isso do ser europeu ou asiático é mais a naturalidade e o aspecto físico, pois o que não falta são africanos ou asiáticos que culturalmente são ocidentais e vice-versa. Isso é muito relativo. Agora se me perguntares se eu sou ou não europeu eu digo-te que não. Eu sou asiático. Sou de Macau. Logo, sou asiático, mas português. Um português do Oriente. Existem ainda comunidades portuguesas no Oriente porque, quer certas pessoas gostem quer não, os portugueses fizeram História no mundo ao tornarem-no mais pequeno e deixado herança em muitos lados. Como patriota eu valorizo o nosso legado. Quem não o faz não pode ser nacionalista como certos tipos que até têm nojo do passado de Portugal, pois isso tornou possível a existência de Eusébios e Yannicks Djalós.

Ivan Baptista disse...

Olha, no meu caso eu tenho maioritariamente ascendência latina . Mas tenho tombem ascendência de uma costela alemã que provavelmente, também é alguma coisa de judeu ashkenazi .
E como todos os outros meus antepassados provavelmente, serião o que são os portgses na sua maioria . Ou seja ,celta-iberos, grecos ,visigodos, romanos,cartagineses e + etc.. Se tu achas que eu tenho preferência pelas etnias mediterrânicas . Bom, sim 'e um pouco verdade, prefiro as latinas morenas do que as nórdicas louras, mas culturalmente ,prefiro alguém próximo de mim . E se isso quer dizer preservar a etnia,olha, como tenho dito, eu tenho alguma coisa de Deutschland e alguma coisa mais, mas continuo a preferir o que está mais próximo . A parte cultural, tombem faz parte :)

FireHead disse...

Os portugueses são de base latina, eu sei meu caro. Quanto ao sangue judeu, também não é de admirar, pois os judeus andaram em Portugal e na beira interior parece que há um forte contributo genético dos judeus sefarditas.

Isso da cultura não é algo marcadamente definitivo. Há casais multirraciais e multiculturais que são felizes. Os portugueses, muitos deles, sempre se deram bem com chinesas que conhecem e com quem se casam e fazem filhos aqui em Macau. Talvez seja esta uma vantagem de muitas chinesas, sobretudo as de antigamente: a sua capacidade de integração e assimilação. Muito facilmente as chinesas que se juntavam aos portugueses convertiam-se ao Catolicismo, aprendiam o português e adoptavam os padrões de vida ocidentais. Talvez seja isso algo mais difícil de conseguir com outros povos.