sexta-feira, 8 de abril de 2016

Islão: o que os outros dizem

Dom The Conservative: a bonita Youtuber e blogueira americana anti-islâmica Dom Azarel, que é uma conservadora cristã especialista em religiões e assuntos do Médio Oriente, diz a verdade sobre o islão: só existe uma interpretação alcorânica aprovada por Alá, a do Maomé. E Maomé é, como todos nós sabemos, o "homem perfeito" que existiu na Terra para os muçulmanos, sendo um exemplo que todos devem seguir.

Tirai o cavalinho da chuva, rapazes, que a Dom é casada e já é mãe!

Amigo de Israel: "Diz-se que a taxa de desemprego nos subúrbios de Bruxelas, no infame bairro de Molenbeek, agora visto como o terreno fértil jihadista da Europa, é de 30%. Esta é uma taxa relativamente elevada na Europa Ocidental, mas não é incomum nos países do sul da Europa e do mundo árabe. Há pobreza em Molenbeek, mas é uma pobreza relativa. Não há fome, não há sem-abrigo, não há falta de instalações médicas ou de escolas. Se compararmos com o nível de vida médio de Marrocos ou do Egipto, o de Molenbeek corresponde ao padrão confortável de classe média. Como em todos os países da Europa Ocidental, muitas instituições e agências belgas oferecem apoio a famílias com necessidade de moradia, alimentação, educação ou cuidados médicos. As oportunidades de sucesso, de instrução e de que todos os cidadãos sejam membros respeitados da sociedade, não têm comparação com as existentes nos países de origem de muitos imigrantes. No entanto, o ressentimento é profundo nas gerações mais jovens de famílias de imigrantes vindos de Marrocos. Na Holanda, a imigração proveniente de Marrocos e da Turquia, é uma realidade que sai muito cara ao contribuinte: os imigrantes são maiores consumidores de serviços do Estado-Providência do que o cidadão médio. Não possuindo grandes habilitações literárias, os imigrantes ocupam os postos de trabalho não qualificados, absorvem mais benefícios sociais e subsídios de desemprego do que o cidadão médio. Como grupo, eles recebem mais dinheiro do que pagam em impostos. Eles ocupam um lugar mais importante nas estatísticas de criminalidade do que os seus números ditariam. Há muitas histórias de sucesso, mas também há tendências decepcionantes. A radicalização, por exemplo. E a situação belga é ainda pior".

54% dos muçulmanos da Europa odeiam o Ocidente...
Vlad Tepes: Existem mais bairros islamizados tipo Molenbeek no Ocidente, como por exemplo em Roma, capital de Itália. "Seria interessante fazer uma contagem honesta quanto à quantidade de áreas como esta pela Europa, pelo Canadá e pelos Estados Unidos da América fora".

O mais incrível é que continua a existir gente estúpida que diz
que as no-go zones não existem e que a islamização é um mito!!

Daily Mail: a britânica Michelle Pavey, de 30 anos, foi violada por um grupo de cinco muçulmanos em Novembro de 2009, mas só agora é que ganhou coragem para contar o que lhe aconteceu. O crime aconteceu na pequena localidade de Radstock quando Michelle ia até a um restaurante da multinacional Kentucky Fried Chicken, por volta das 16:00. Um dos violadores era um refugiado afegão de 19 anos, Ahadullah Khugiani, que estava na terra dos bifes a viver de subsídios de integração. Este foi condenado a oito anos de prisão, mas acabou por não cumprir a pena toda porque acabou por ser deportado. Os restantes quatro conseguiram sair do Reino Unido para não serem presos. "O que me aconteceu naquela noite deixou-me marcada para toda a vida. Mesmo agora, ainda tenho dificuldades na minha relação íntima com o meu marido. Ainda hoje me custa a acreditar que uma simples caminhada durante a tarde terminou em semelhante terror", disse Michelle.

Mais uma vítima da riqueza multicultural tão adorada pela esquerda...

VICE News: cresce o anti-semitismo na Europa como consequência da imigração islâmica. Em França já muitos pais judeus estão a retirar os seus filhos das escolas públicas para as protegerem dos alunos muçulmanos. Em 2015, 8000 judeus que estavam em França mudaram-se para Israel.

E depois ainda há alucinados que dizem que os judeus controlam o mundo promovendo
o multiculturalismo e a islamização, menos, claro em Israel... De certeza que ficam agora muito 
contentes por saberem que muitos judeus estão a ir-se embora para Israel, para a pátria judaica.

Gatestone Institute: o jornalista italiano Giulio Meotti, do Il Flogio, fez um cálculo baseado em várias pesquisas sobre quantos jihadistas podem atacar a Europa, sejam eles cidadãos europeus ou refugiados. Eis os dados por ele apurados: entre os jovens muçulmanos europeus, 42% em França, 35% o Reino Unido, 29% em Espanha e 22% na Alemanha apoiam o terrorismo suicida; 27% dos jovens muçulmanos britânicos têm simpatia pelos terroristas que atacaram a revista Charlie Hebdo; em dezenas de escolas francesas houve um minuto de silêncio em favor dos terroristas que atacaram em Paris; baseado nos comentários das redes sociais e da blogosfera, os mais entusiastas com o Estado Islâmico (EI) estão no Qatar (47%), no Paquistão (35%) e na Bélgica (31%), que por acaso fica na Europa e é o coração da maçónica União Europeia; há mais comentários pró-EI em países como o Reino Unido, a Espanha e a França do que na Arábia Saudita e no Iraque; na Holanda, 80% dos turcos-holandeses não vêem nada de mal no EI; no Reino Unido, um em cada cinco muçulmanos apoiam a ideia de um califado; há mais muçulmanos britânicos no EI do que no exército do país; 42 milhões de pessoas no mundo árabe simpatizam com o EI; depois do ataque à revista Charlie Hebdo, a rede de televisão Al-Jazeera perguntou se as pessoas apoiavam o EI e 81% delas responderam que sim; há 1,6 mil milhões de muçulmanos no mundo e mesmo que os "radicais" sejam 10%, vamo supor, já que são supostamente uma "minoria", ainda assim já representam 160 milhões de pessoas.

Um Youtuber negro que se identifica como The Doctor of Common Sense (E.T. Williams?)
deu os parabéns ao Ocidente por ter aceitado refugiados, entre eles mais de 8000 terroristas.

História Maximus: "A produtora oficial de propaganda do Estado Islâmico, a al-Furqan Media, tem sido uma máquina extremamente eficaz na produção de material de propaganda espectacular, que é capaz de rivalizar até com os melhores filmes de acção de Hollywood, com a diferença de que na produção destes últimos, as mortes são simuladas e não reais, como acontece nas peças do Estado Islâmico. (...) O desejo do Estado Islâmico em dar-nos a conhecer a sua propaganda é tanto, que até legendaram o filme integralmente, de forma a que os "infiéis" possam todos entender bem a mensagem..."

"O filme acima (O Ranger das Espadas IV), único no estilo e no género, é possivelmente
o melhor filme de propaganda que alguma vez se fez na história da humanidade."

New York Post: no Paquistão há grupos de verdadeiros muçulmanos que estão a lutar pelo seu legítimo direito de praticar crimes de honra, como desfigurar ou matar as suas mulheres ou filhas se estas os desonrarem. Tudo começou depois do governo paquistanês ter introduzido uma lei que protege as mulheres de qualquer tipo de violência. Os verdadeiros muçulmanos acusam o governo de estar a "destruir o sistema familiar no Paquistão" (LOL?). No Paquistão acontecem frequentemente os ditos crimes de honra que passam quase sempre despercebidos aos meios de comunicação social.

Tolerar o islamismo não é muito diferente de tolerar o nazismo...
Eyewitness News: na Flórida, nos Estados Unidos, um académico islâmico afirmou que "matar gays é a coisa misericordiosa a fazer". "A única maneira dos gays e das lésbicas poderem ser perdoados (do pecado que é a homossexualidade) é morrerem".

O académico islâmico por acaso não tem uma vozinha assim esquisita?

Bare Naked Islam: um programa de televisão australiano fala de um jovem refugiado afegão que foi acolhido na Austrália com a sua família e que se radicalizou ao ponto de desejar a morte dos australianos. "Nós recebemos migrantes muçulmanos, damos-lhes abrigo, comida, assistência social e como é que eles nos agradecem?"

"Nós demos abrigo aos migrantes muçulmanos e agora eles querem matar-nos."

4 comentários:

Adilson disse...

A minha indignação é pelo fato de que as principais vítimas das selvagerias dos muçulmanos e das políticas porcas que os apoiam são pessoas que estão mais expostas. Veremos quando as bestas começarem a atacarem os lugares e as pessoas certas, quais sejam: as residências e todos aqueles que contribuíram para isso. Já não perco mais tempo com o blá-blá-blá de quem deveria ser chutado da vida política.

Douglas Sulzbach disse...

Hoje eu encontrei uma notícia num portal uruguaio, sobre um ataque de inspiração islâmica ocorrida na cidade de Paysandú, distante uns 370 km da capital Montevideu. Segundo o mesmo, um comerciante líder de uma comunidade judaica foi morto à facadas por um maluco que havia se convertido ao Islamismo dez anos atrás. Foi em plena luz do dia, algumas pessoas testemunharam ele gritando "Alá é grande" em árabe enquanto desferia os golpes. Depois que ele foi preso, o uruguaio que trocou o nome por Abdullah Omar, não negou que fez isso porque seu profeta ordenou, mas a imprensa pediu clemência pois tratava-se de um "doente mental" que não sabia o que fazia, ele já tinha antecedentes criminais, para variar, a mídia esquerdista não divulgou o caso, que aconteceu no passado dia 08/03.
Esses são os legítimos lobos solitários, que matam em nome de Alá por ordens do Estado Islâmico, como também aquela babá que degolou aquela criança na Rússia.

FireHead disse...

Adilson,

Não tenhas tanta esperança nisso. Ainda agora foi violado um político esquerdista lá na Noruega e este tipo... ficou com pena do alógeno que o violou e que vai ser deportado!

Uma vez li algures na net que a Noruega é um dos países mais ateus do mundo com o comentário "países verdadeiramente civilizados" e não consegui deixar de soltar uma gargalhada. De facto nota-se que com gente civilizada desta é que as coisas estão bem...

FireHead disse...

Doulgas Sulzbach,

Isso também tem acontecido na Europa, como muçulmanos em França, convertidos ou de nascença, a cometerem atrocidades e serem desculpados pelos idiotas úteis e os agentes do politicamente correcto por serem "desiquilibrados". A diferença entre eles e o Anders Breivik é o facto do Breivik não ser muçulmano; aliás, é pelo facto de Breivik, apesar de maçon, ser anti-islâmico.