sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ex-muçulmano crítico do islão obrigado a sair da Alemanha

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Isto porque ele, o autor e académico germano-egípcio Hamed Abdel-Samad, vivia com constantes ameaças de morte por parte dos, claro, adeptos da "religião da paz" por expor a verdade sobre o islão. No Facebook, Hamed, que é filho de um imã, escreveu que já estava a sentir-se muito desconfortável na Alemanha. Depois de um pregador islâmico egípcio, Assem Abdel-Maged, ter pedido a sua cabeça por ter insultado o "profeta" Maomé, Hamed queria protecção policial 24 sobre 24 horas em Munique, onde vive e trabalha no Instituto da História e Cultura Judaicas da Universidade de Munique. Tal não lhe foi concedido, portanto teve que mudar-se para um sítio onde possa viver com normalidade. "Quero estar longe do islão, quero estar longe de tudo", desabafou.

Hamed Abdel-Samad e a sua esposa Connie algures em Copenhaga, na Dinamarca
Já nem num país civilizado e desenvolvido como é a Alemanha, o motor da Europa como dizia Karl Marx, se pode viver em segurança usufruindo da bendita liberdade de expressão. Isto porque a islamização é mesmo real e não um mito como defendem os desfasados da realidade.

2 comentários:

Adilson disse...

Já não tenho dúvidas: os esquerdopatas que governam a Alemanha desejam mesmo é destruir, da mesma forma os porcos vermelho que hoje dominam a Europa. Tudo isso poderia ser evitado na Alemanha, se os porcos vermelhos de Berlim não tivessem tido a chance de voltar para a Alemanha Ocidental! Bem... mas agora é tarde!

FireHead disse...

Esse tipo era muçulmano, o pai dele é um imã... não se deveria dar ouvidos a essa gente que percebe melhor do islão que os politiqueiros correcto que insistem na fábula de que o islão é compatível com os valores ocidentais??