quinta-feira, 7 de abril de 2016

EUA/muçulmanos: "Uma pequena aula de História"


Quando os EUA nasceram, no final do séc. XVIII, havia uma grave crise com os muçulmanos do norte da África. Eram povos oficialmente muçulmanos, que viviam sob as leis do Corão.

- Estes islâmicos atacavam os navios que passavam pelo Mediterrâneo, incluindo os americanos, sequestrando, escravizando e matando ocupantes, além de saquear a carga. Os navios americanos eram normalmente protegidos pela marinha inglesa antes da independência dos EUA, mas depois de 1776, era cada um por si. 
- Os piratas muçulmanos cobravam fortunas para resgate dos reféns e os preços subiam sempre a cada sequestro bem sucedido. Thomas Jefferson opôs-se veementemente aos pagamentos, mas foi vencido pelo voto. Os EUA e as outras nações com navios sequestrados, aceitavam pagar os resgates e subornar os piratas. O presidente americano era George Washington. 
- Por volta de 1783, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e John Adams vão para a Europa como embaixadores, para negociar tratados de paz e cooperação. Os EUA nasceram em 1776 e desde então, estavam mergulhados na Guerra de Independência. Assim que a situação acalmou, essas três grandes figuras saem em missão diplomática para representar o país. 
- Em 1786, depois de dois anos de conversações diplomáticas com os islâmicos, Thomas Jefferson e John Adams encontraram-se com o embaixador dos povos que ficavam na região de Trípoli, actual Líbia, chamado Sidi Haji Abdul Rahman Adja. Jefferson estava incomodado devido aos ataques que não acabavam, mesmo com todos os esforços de paz. Quis saber por isso, com que direito os muçulmanos continuavam a sequestrar e a matar os americanos. 
- A resposta que ouviu, marcou Jefferson para sempre: "o Islão foi fundado nas leis do profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras, que é direito e dever declarar guerra contra os seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos; e que todo o muçulmano que for morto na batalha irá de certeza para o paraíso." Jefferson ficou chocado. Ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os que considerava infiéis e que quem morresse na batalha iria para o paraíso. 
- Durante 15 anos, o governo americano pagou os subornos para poder passar com os seus navios na região. Foram milhões de dólares, uma quantia que representava 16% de todo orçamento do governo federal. O primeiro presidente do país, George Washington, não queria ter forças armadas permanentes, por não ver riscos de ataques ao país, mas os muçulmanos fizeram mudar esta ideia. Os subornos serviriam para evitar a necessidade de ter forças militares permanentes, mas não estavam a funcionar porque os ataques continuavam. Quando John Adams assume a presidência dos EUA, as despesas sobem para 20% do orçamento federal. 
- Em 1801, Jefferson torna-se no terceiro presidente americano e, mal tinha esquentado a cadeira, recebe uma carta dos piratas aumentando o preço da autorização para navegar naquela área. Jefferson fica louco e, agora como presidente, diz que não vai pagar nada. 
- Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Trípoli tomaram conta da embaixada americana e declararam guerra aos EUA. Foi a primeira guerra da América após a independência. A marinha de guerra americana foi criada exactamente para esse conflito. As actuais regiões da Tunísia, Marrocos e Argélia juntaram-se aos líbios na guerra contra os americanos, o que representava praticamente todo norte da África com excepção do Egipto. 
- Jefferson não estava para brincadeiras. Mandou os seus navios para a região e o conflito durou até 1805, com a vitória americana. O presidente americano ainda colocou tropas ocupando o norte de África, para manter a situação sob controlo. 
- Thomas Jefferson ficou realmente impressionado com o que aconteceu. Ele era contra as guerras e escreveu pessoalmente as leis de liberdade e tolerância religiosa que estão na origem da Constituição Americana, mas entendeu que o Islão é totalmente diferente, era uma religião imperialista, expansionista e violenta. 
- Jefferson mandou publicar o Corão em inglês em 1806, lançando a primeira edição americana. Ele queria que o povo americano conhecesse o Corão e entendesse aqueles povos do norte da África que roubava, saqueava e matava, cobrava resgates e que declarou guerra quando os pagamentos cessaram. 
- Durante 15 anos, um diplomata de Jefferson chegou a dizer, que os americanos eram atacados porque não atacavam de volta, sendo vistos como fracos. A fraqueza americana foi um convite para os muçulmanos daquela época, como é hoje para o ISIS. 
- Só houve paz na região quando Jefferson atacou e venceu a guerra, ocupando depois o território. Só assim foi conseguida a paz. 
- Barack Obama quer saber hoje como os muçulmanos estão na história americana? Eles estão como os motivadores da primeira guerra; foram eles que forçaram a criação das forças armadas que nem existiam, e fazem parte até do hino dos marines que começa com "From the Hills of Montezuma / To the shores of Tripoli" (Dos montes de Montezuma / Para as praias de Trípoli "... 

Afinal... "Quem não conhece a História, está condenado a repetir-lhe os erros!" Os europeus, parece que também esqueceram os pesadelos por que já passaram devido ao terror muçulmano, especialmente o turco. Quem lucra com estas convulsões sociais, são os senhores da globalização, o Bilderberg.


Fonte: O Séculos das Nuvens

4 comentários:

Adilson disse...

Opa!

Eis um tipo de postagem que me alegram. Gosto de história, principalmente das que ainda estão limpas do marxismo cultural e da psicologia das massas tão utilizadas pelos inimigos da Tradição.

Até.

Vasco disse...

Artigo muito bom. Dos melhores publicados no blogue. Outros sites deveriam seguir o exemplo.

FireHead disse...

Adilson,

Palpita-me que o Barack Hussein Obama não deve conhecer esta parte da História do seu próprio país...

FireHead disse...

Vasco,

O blogue do Sr. Hamsun costuma ter coisas muito interessantes. :)