sexta-feira, 15 de abril de 2016

Aumentam os ataques anticristãos em Espanha


A outrora Espanha dos grandes reis católicos não quer ficar para trás em relação aos países terceiro-mundistas como o Paquistão e está actualmente a sofrer um aumento de ataques laicistas contra o Catolicismo. Entre os impulsionadores desse verdadeiro retrocesso civilizacional está o partido extremoesquerdista Podemos, liderado pelo "professor" Pablo Iglesias Turrión. Nos últimos seis meses foram registados bastantes ataques anticristãos em Espanha, desde assaltos e ofensivas a igrejas, passando pelo desprezo às tradições católicas até à pura e imbecil zombaria gratuita, como o que fez o anormal do "artista" Abel Azcona, que roubou mais de 200 hóstias consagradas - o que constitui um crime - e formou com elas a palavra "pederastia".
Como se já não bastasse a islamização, os traidores do Ocidente querem a todo custo acabar com superior civilização ocidental. O esquerdismo é um cancro.

De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos (2 Coríntios 4:8-9).

10 comentários:

Adilson disse...

Pelo amor de Deus! Até quando? Eu que não moro na Espanha já ouvi e li diversas das comunidades muçulmanas o desejo insano de tomar a Península Ibérica! Pelo amor de Deus! Quero ver até quando o Vaticano e as dioceses locais vão ficar mudos e no "paz e amor"! Já passou da hora dessas bestas serem expulsas da Europa!

Até!!!

FireHead disse...

O problema dos esquerdistas é que eles ao estarem contra o Cristianismo estão apenas a reduzir a defesa do Ocidente, pois quem está contra o Cristianismo está naturalmente contra a superior civilização ocidental. Ora, o objectivo da esquerda é precisamente destruir a superior civilização ocidental e alia-se ao islamismo que tem o mesmo objectivo. O problema é que os muçulmanos numa primeira fase, e isto está comprovado historicamente, aproveitam-se das abébias da esquerda e depois, quando já forem em número significativo, vão perseguir os próprios esquerdistas (como por exemplo a comunidade LGBT). No dia em que os muçulmanos se tornarem maioria, aí a esquerda morre também. É por isso que é mesmo verdade quando se diz que a esquerda cava a sua própria sepultura e, não contente com isso, quer-nos levar juntamente com ela.

wind disse...

Bom fim de semana:)

Teresa Isabel Silva disse...

Estas guerras sempre existiram mas ultimamente tem sido demais!

Bjxxx
Ontem é só Memória | Facebook | Instagram

FireHead disse...

Wind,

Finalmente! O tempo passa mesmo a voar. :)

FireHead disse...

Teresa Isabel Silva,

Eu acho que quem tem dois dedos de testa, e mesmo que não seja cristã ou tenha alguma filiação religiosa, deveria entender que o Cristianismo faz parte da História e cultura de Espanha, tal como de Portugal, por isso que deviam respeitá-la. Quanto muito deviam ser indiferentes a isso ao invés de andarem a atacá-lo.

Beijinhos.

Sr. Hamsun disse...

O esquerdalho espanhol nunca engoliu a derrota na guerra civil. Se voltarem ao poder hão-de renovar a perseguição anticristã. Até que ponto, é o que veremos. Até essa é uma razão forte para Portugal manter umas forças armadas devidamente equipadas, pelo reflexo que a instabilidade em Espanha pode trazer ao país. Infelizmente, não é isso o que se vê.

FireHead disse...

Sr. Hamsun,

Não é preciso que o esquerdalho assuma o poder em Espanha para haver, e cada vez mais, ataques anticristãos, como se pode ver. Quanto a Portugal, por este andar, mais depressa está a seguir as pisadas dos anticristãos espanhóis. A França, a filha predilecta da Igreja, a outrora Espanha dos grandes reis católicos, e mesmo Portugal, a Nação Fidelíssima, vão de mal a pior, enquanto que os países europeus verdadeiramente cristãos (Polónia, Hungria, Eslováquia, etc.) vão resistindo e permanecendo... ocidentais.

Douglas Sulzbach disse...

A Espanha já deixou de ser católica e patriota há muito tempo, um exemplo perfeito das façanhas que o marxismo consegue!

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

E o mais preocupante é que tanto a Espanha como Portugal não tem grande expressão do nacionalismo, muito possivelmente porque as ditaduras de extrema-direita que houve até "muito tarde" nos dois países levaram a uma muito eficaz propaganda de desinformação esquerdista às suas populações. O mesmo acontece de forma inversa em relação aos países do bloco do leste europeu saídos do comunismo, como a Polónia ou a Ucrânia, que não querem nada com o comunismo.