quinta-feira, 24 de março de 2016

Trump, ataques terroristas, refugiados e islão

Depois dos ataques terroristas islâmicos em Bruxelas, o esquerdista britânico Piers Morgan perguntou o seguinte: "Quando o assunto é o terror, não é já tempo de começarmos a ouvir seriamente o Donald Trump?"

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"Odeiem o Donald Trump como quiserem, mas pelo menos ele parece reconhecer a magnitude da ameaça (terrorista islâmica) e ao menos ele tem propostas firmes para tentar derrotá-la".

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Um jovem americano de ascendência cubana explica o porquê de votar no Donald Trump: "Racismo e estupidez são maus, por isso vote no Trump".

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Um apoiante belga do Donald Trump enviou uma mensagem para os Estados Unidos. Isto foi no dia 13, ou seja, antes dos atentados de Bruxelas:

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Os bombistas suicidas muçulmanos de Bruxelas: os irmãos Brahim El Bakraoui e Khalid El Bakraoui, dois filhos de imigrantes que já possuíam a nacionalidade belga e que já estavam anteriormente ligados a actos de criminalidade violenta.


Então e não é que o terceiro homem suspeito do atentado no aeroporto de Bruxelas, Najim Laachraoui, veio da Síria como "refugiado"? Esse alógeno foi recrutado na Hungria por Salah Abdeslam a 9 de Setembro de 2015. Não se matou e está agora a monte.


Um professor recebeu uma visita da polícia depois de ter escrito no Twitter que os estudantes muçulmanos celebraram os atentados de Bruxelas. No mínimo surreal.


A decisão da chanceler alemã Angela Merkel de deixar entrar no seu país milhões de "migrantes" está a ser um autêntico desastre. Será a Alemanha o próximo alvo do terrorismo islâmico?


Não sabemos. Mas sabemos que o Estado Islâmico já emitiu um comunicado em árabe e em francês em que ameaça os Estados aliados, que o grupo terrorista acusa de serem "cruzados" (mesmo com toda esta apostasia, mas pronto...). "Pela graça de Alá e seu benefício, uma célula secreta de soldados do califado - que Alá lhe conceda o poder e a vitória - correu na direcção da Bélgica cruzada que nunca deixou de combater o islão e os muçulmanos. Alá deu assim a vitória através das mãos dos nossos irmãos e lançou o medo e o terror no coração dos cruzados, em plena terra deles. (...) Prometemos aos Estados cruzados que são aliados contra o Estado Islâmico, dias sombrios em resposta à sua agressão contra o nosso Estado. E o que vos espera será mais duro e mais amargo, com a permissão de Alá. Louvado seja Alá, que fez os nossos ataques precisos e nos concedeu o sucesso. Pedimos-lhe - glorificado seja ele - que aceite os nossos irmãos entre os mártires", pode ler-se no comunicado.


A verdade é que infelizmente já não existem mais cruzados como os de antigamente (cruzados a sério, logo não estamos a falar dos alucinados como podemos ver por aí e que vivem muito longe dos alvos dos terroristas islâmicos) que impediram que a Europa fosse hoje um continente islâmico. Se ainda existissem cruzados hoje em dia seria sinal de que o Cristianismo ainda estaria forte e pujante na Europa. Infelizmente não é o caso e a Europa ainda vai sofrer muito mais com o terrorismo islâmico. E tudo isso por culpa dos próprios europeus que fizeram questão de apostatar.


A alta representante da maçónica União Europeia para a Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, chorou lágrimas de crocodilo durante a conferência de impresa após os atentados em Bruxelas - isto depois de ter apelado para que a Europa se deixasse invadir por muçulmanos. "Nenhum imigrante interceptado no mar será devolvido ao seu país de origem", chegou certa vez a dizer a mulher. Política humanitária com um preço elevado, é o que é.

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A candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, a encornada da Hillary Clinton, exige que a Europa continue a receber invasores muçulmanos porque a sua maior preocupação é o desencadeamento da "islamofobia" por causa destes novos atentados! Também em Portugal, idiotas úteis como o Pacheco Pereira e o primeiro-ministro à força, António Costa, demonstraram o quão dhimmiescos (submissos) eles são.


A Polónia, uma das nações mais fortemente católicas da Europa, aproveitou os atentados de Bruxelas para declarar que não quer mais receber a quota de refugiados que foi atribuída ao país pela maçónica União Europeia.



Então mas estes católicos polacos não ouvem o que o Santo Padre diz? Sacanas! Todos excomungados, já!

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O autor e blogueiro norte-americano Robert Spencer, um famoso crítico do islão, não tem dúvidas: está na hora dos governos europeus caírem! "Um novo Hitler está na Europa. Não é Donald Trump. Não é a 'direita'. O novo Hitler é muito parecido com o velho Hitler: ele odeia judeus. Ele tem desprezo pelo património histórico da civilização ocidental. Ele gosta de governar com punho de ferro e subordinar qualquer outro poder à sua vontade. Ele respeita unicamente a força, e despreza a fraqueza. O novo Hitler não é apenas um homem, mas milhões - milhões de pessoas que acreditam numa ideologia que ensina a guerra e a subjugação dos povos livres sob seu calcanhar. (...) É hora de correr com eles. Todos eles: os multiculturalistas, os relativistas culturais, os internacionalistas, as elites que trouxeram esta morte e destruição sobre Bruxelas hoje, sobre Paris ontem, e sobre o resto da Europa amanhã. A Europa, se quer sobreviver como uma casa de pessoas livres, deve modificar o seu sistema político e os seus media. Isso ainda pode ser feito de forma pacífica, e deve ser feito rapidamente. Se a Europa quiser sobreviver como uma casa de pessoas livres, ele precisa de governos que reconheçam que os 'refugiados' que invadem os seus países incluem um número incontável de assassinos jihadistas que pretendem matar o seu povo e destruir as suas sociedades. (...) Esta é uma guerra. É uma guerra pela sobrevivência. É uma guerra que irá determinar se a Europa (e a América do Norte não está muito atrás) vai viver em liberdade ou na escravidão. As actuais elites políticas e mediáticas europeias estão a promover a escravidão do seu povo. Devem ser profundamente repudiadas".


É necessário os terroristas muçulmanos matarem quantos mais inocentes que é para as pessoas acreditarem finalmente duma vez por todas que o islão não é a "religião da paz"?


Eis como funcionam as coisas:

4 comentários:

Anónimo disse...

eu conheço um muçulmano ligado ao isis, ele falou que isso é onda antiga vem desde da epoca das guerras antigas, gregos vcs persas, romanos vcs punicos e cruzados vcs oriente medio, isso ta no sangue e nunca vai acaba esse odio é herança antiga

FireHead disse...

Claro que é. A violência está no genes do islão. Não têm eles como profeta um "homem perfeito que deve ser seguido por todos os muçulmanos", alguém que é ele próprio um terrorista, um exterminador e pedófilo??

Adilson disse...

Trump esmaga!

Não há outra solução: há um hegemonia esquerdistas na Europa. È uma raça que não quer sair do poder e vai "fazer o diabo" pra fica no poder (como diz a ex-guerrilheira Dilma que está destruindo o Brasil! E pra tirar esses porcos vermelhos e maçônicos do poder vai ser difícil, já que contam com uma imensa massa de europeus idiotizados pelas mentiras e falcatruas do politicamente correto. As universidades já não servem pra nada, senão pra sugar as verbas públicas e formar filhotinhos de Marx, Engels, Kant, Gramsci, Piaget, Sartre, Foucault, Adorno e por aí se vai. Creio que apenas as nações como a Polônia, Hungria, Ucrânia, e,olha só, a Rússia, se salvarão seu povo das loucuras da União Europeia. Nações que ainda gozam de considerável conservadorismo também tem chances de vencer.

Eu já tô de mente cansada só de vê a insanidade mental que está devastando a Europa. Os fundadores da Escola de Frankfurt realmente conseguiram fazer um estrago na Europa.

Abraço.

FireHead disse...

Até parece que tu não sabes que hoje em dia as universidades são grandes antros de esquerdismo. Olha, eu estudei na antiga escola colonial lá de Portugal, o ISCSP, e o meu curso foi fundado pelo antigo ministro do Salazar para as colónias, o grande Adriano Moreira, fundador do CDS-PP, ainda hoje é vivo e continua a ser uma enorme enciclopédia andante. Já naqueles tempos eu ouvia lá estudantes dizerem que o ISCSP era só fasços, que é tudo pessoal da extrema-direita, elitista, etc., mas era algo completamente estúpido porque tirando um ou outro catedrático, era quase tudo de esquerda e doentiamente maçónica e multiculturalista. Os esquerdistas invertem as coisas e qualquer coisinha que não lhes agrade, mesmo que seja algo sem significância, é logo anti-esquerda, cabalas, conspirações, enfim, é só gente complexada.