quarta-feira, 30 de março de 2016

O que os muçulmanos comuns reservam aos ateus

Esta é a opinião de jovens muçulmanos, num país considerado relativamente aberto - para os padrões islâmicos. Os ateus não são seres humanos e devem simplesmente ser mortos:

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Ficou famosa neste blogue a intervenção pública de uma senhora que saudou o Ramadão com um vibrante "Allahu Akbar! Saudações, a todos os muçulmanos, de uma sua semelhante ateísta". 

Alguém escreveu: "Se a senhora vivesse num país islâmico cortavam-lhe a cabeça por crime de apostasia. O islão é uma religião supremacista, que prega a escravatura e a execução dos infiéis".

E ela, toda despachada: "Nada, afinal, que a religião católica, por exemplo, não tivesse já feito! Deixe-se de extremismos e aprenda a respeitar os seus semelhantes".

A "semelhante", entre outras lições de moral filo-muçulmana esquerdista ateísta, ainda acusou o nosso blogue de "fomentar o ódio, a xenofobia e a divisão e dizer que defendemos a liberdade e a democracia!" 

E acrescentou: "Quem, como ele, incita ao ódio e à rebelião, quem como ele deita acha após acha na fogueira da diferença para alimentar o fogo do ódio e da vingança, que poderá saber sobre liberdade e democracia? Todos os credos, todas as raças, todos os povos têm direito à sua forma de ser, aos seus costumes, às suas tradições! Há que respeitar os outros, pois, quer queiramos quer não, somos mesmo todos iguais". 

Portanto: matar, estuprar, torturar, dizimar todo o infiel, como manda o islão, é "ter direito à sua forma de ser, aos seus costumes, às suas tradições!"

Alguém respondeu a esta luminária ateísta filo-islamista: "Faça o favor de sair deste fórum porque, segundo a sharia, as mulheres não têm opinião!" 

E assim a calou.

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Mas esta senhora (que até é boa pessoa, mas fizeram-lhe lavagem ao cérebro) está longe de ser caso isolado. Hoje em dia "pensa-se" assim. E a extrema-esquerda, que nos média e nas Universidades orquestra este fenómeno, que é por natureza ateísta, come islão às colheradas, e continua a achar que os muçulmanos têm o direito de nos ir trucidando aos milhares, em todo o mundo, diariamente.

É este o fascismo que se abateu sobre a Europa: não se pode expor a realidade da ideologia demoníaca do islão, que se é logo presenteado com uma chuva de impropérios, com a cadeia, ou com a adaga de um filho de Mafoma na garganta.

"Odeia religião! Baba-se toda pelo islão!"
Os ateus serão dos primeiros a serem executados em praça pública quando a sharia (a lei islâmica) cá chegar. Mas a lavagem cerebral é de tal ordem, que continuam a recusar-se a acreditar que gente não judaico-cristã possa não ser toda ela perfeição, bondade, virtude! 

Olavo de Carvalho explica como o ateísmo e o islamismo andam de mãos dadas pelos mesmos objectivos: destruir a liberdade e a democracia!

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