sábado, 12 de março de 2016

O Catolicismo é forte e cresce depressa em África e na Ásia

De acordo com o semanário O Clarim, a população mundial de católicos tem-se mantido, com base nas estatísticas, de forma notória e estável, na percentagem de 17,5%/18% nos últimos 50 anos. Especialistas em demografia acreditam que o cenário é muito positivo a nível global, com a Igreja Católica a demonstrar uma enorme vitalidade, crescimento e expansão. Até 2050 deverá haver no mundo mais 370 milhões de católicos, um crescimento de 29% entre o ano passado e 2050, o que resultará que a população católica na Terra chegue aos 1,64 mil milhões.
Uma coisa, no entanto, não deixa de ser verdade: para as estatísticas, o número de católicos faz-se baseado nos registos da Igreja e todos nós sabemos que o que não falta neste mundo são ex-católicos ou falsos católicos. Por isso que convém realçar que apenas 20% dos 23% de católicos na Europa é que praticam o Catolicismo. Outro facto é o decrescimento do número de vocações desde 1980. Nos últimos 35 anos o número de sacerdotes europeus baixou 17%.
Em África e na Ásia as coisas são muito diferentes. Em África, onde a percentagem dos que se afirmam católicos ronda os 16%, o número de sacerdote quase que duplicou desde 1980 e a percentagem de "católicos praticantes" ronda os 70%. Já na Ásia o Catolicismo cresceu, desde 1980, 115%, continuando com o mesmo vigor actualmente. Todavia, os católicos asiáticos ainda são só 3,5% da população do maior continente do mundo. A taxa de prática católica na Ásia mantém-se elevada e acima de tudo com valores estáveis: 55% nos anos 90 do século passado, 52% na primeira década do século XXI e 53% a partir de 2010, com ligeira recuperação. A ordenação de sacerdotes asiáticos está em crescimento, bem como o número de baptismos e de casamentos.
Segundo o académico Vítor Teixeira, da Universidade Católica Portuguesa, a Igreja Católica na Ásia tem aumentado a sua influência com o aumento do número de institutos de educação, de saúde, de beneficiência e assistência. "Afinal, a Igreja Católica nasceu neste continente, a sudoeste. E é na Ásia onde afinal continua a crescer", rematou.

4 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Que bom... acabam-se os cristãos brancos, ficamos com os pretinhos e os chinocas! Não admira que o papa Chico goste tanto de iminvasores!

FireHead disse...

O problema é que não vão acabar só os cristãos brancos. Por este andar, são os brancos no geral que desaparecem mesmo, sejam eles cristãos, agnósticos, ateus ou pagãos.

O Papa Francisco gosta tanto de "iminvasores" como os esquerdistas e entre eles há uma boa parte de ateus, pagãos ou agnósticos. Pelo menos o Papa lidera uma instituição que historicamente detestou tanto os "iminvasores" que até os combateu. Dos outros não sei se pode dizer o mesmo.

Os pretinhos deverão ter guia de marcha quando os brancos se acabarem porque acabar-se-á a maminha para eles e os asiáticos não estarão nem aí para fazer metade do que fazem os brancos em nome duma suposta histórica culpa da raça branca.

E mesmo que a população mundial acabe, ainda sobrarão chineses no mundo. :P

Já que o Ocidente está praticamente condenado à ruína e à extinção, e ainda por cima por culpa própria, a esperança da humanidade terá que residir noutros cantos do mundo. Pessoalmente tenho muitas dúvidas que o Ocidente se safe, tanto assim é que já estou conformado com o futuro chinês do mundo. Já até me ando a preparar para isso. É na Ásia que está o futuro.

Douglas Sulzbach disse...

A revitalização do Cristianismo na Europa vai depender da China num futuro próximo, ela tornando-se católica e sendo a potência, vai acabar influenciando as outras partes do mundo. Também ressalto que os Estados Unidos anda a converter-se do Protestantismo ao Catolicismo, é outra esperança, mas claro, a China é mais garantida!

FireHead disse...

Sim, mas não digas isso muito alto porque a conversão dos EUA ao Catolicismo deve-se sobretudo à forte imigração hispânica. :)

Não é irónico? O Ocidente, de onde partiram os cristãos para evangelizar, é actualmente o lugar que agora, mais do que nunca, precisa de ser evangelizado. Já dizia muito bem o Pe. António Vieira que antigamente baptizava-se os convertidos e que hoje é preciso converter os baptizados...