terça-feira, 29 de março de 2016

Islão: o que os outros dizem


Informa o Huffington Post UK que o Estado Islâmico executou na Sexta-Feira Santa o padre Tom Uzhunnalil conforme tinha prometido. O sacerdote salesiano natural de Kerala, Índia, foi sequestrado no passado dia 4 no Iémen pelos jihadistas e é agora mais um de muitos mártires que hão-de estar a clamar pela vingança de Deus.


Mais uma Páscoa, mais um atentado terrorista muçulmano contra os católicos. Desta vez foi no Paquistão, mais precisamente em Lahore, capital de Punjab que conta com uma presença significativa de cristãos, com um suicida muçulmano a fazer-se explodir e a levar com ele 72 pessoas, na sua maioria crianças e mulheres, que comemoravam a Páscoa. O ataque foi reivindicado pelo grupo Jamaat-ul-Ahrar, composto por dissidentes talibãs, o que apenas mostra uma vez mais ao mundo que não é só o Estado Islâmico que está a declarar guerra contra o Cristianismo e consequentemente contra o mundo. "O alvo eram os cristãos", disse o porta-voz desta facção, Ehsanullah Ehsan, citado pela agência Reuters.


Cinco muçulmanos menores de idade violaram de "forma violenta" uma espanhola de 18 anos em Málaga, na Andaluzia espanhola, informa o Málaga Hoy. Os "jovens" são ainda suspeitos de terem praticado outros crimes, como furtos a estrangeiros.

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Na Alemanha, uma mãe conta-nos, no vídeo do Youtube disponibilizado pelo Vlad Tepes que podemos ver em cima, como é que é ter um encontro multicultural com os amigos muçulmanos do seu filho, que foi agredido. Como se não bastasse a impunidade dos alógenos, a polícia alemã invadiu a casa da família porque o pai apareceu com uma pistola de sinalização em defesa do rapaz. O vídeo de cima é um vídeo que não vemos nos principais meios de comunicação social, até porque a própria polícia alemã tem ordens para abafar todos estes casos que vão acontecendo e que envolvem alógenos.


Ainda na Alemanha, agora em Hamburgo, uma menina de apenas sete anos foi violada no passado dia 22 do corrente por cinco muçulmanos árabes que foram recentemente acolhidos no país de Angela Merkel como refugiados, informa o Bild Zeitung.

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Os "refugiados" muçulmanos exigem o seu "direito" de transpor a fronteira da Macedónia para poderem ir parasitar para os países mais ricos da Europa como, claro, a Alemanha ou a Suécia. O vídeo do Youtube que podemos ver foi colocado no sítio anti-islâmico Bare Naked Islam.

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Em Arby, um "bairro problemático" de Estocolmo, capital da cada vez mais islamizada Suécia, viu-se carros da polícia a arder, como se pode ver no vídeo de cima colocado no sítio Fria Tider.


E já que falamos de "bairros problemáticos", então não é que o jornal esquerdista PÚBLICO afirma que a zona mais africanizada de Portugal, a linha de Sintra, mais precisamente as localidades de Mira Sintra, Mem Martins e Algueirão, serviu de base para os terroristas islâmicos? "Serem portugueses é estarem em casa confortáveis nos problemas e virtudes. Assim tem sido e as forças de segurança não têm conhecimento de processos de radicalização nesta comunidade. Ou de militância a favor do Al-Andaluz, que reclama a inclusão de Portugal e Espanha no grande califado, o objectivo territorial do Estado Islâmico. Os cerca de 15 portugueses que se radicalizaram, cinco dos quais já morreram nos combates da Síria e Iraque, ou estavam no estrangeiro - caso dos que moravam em Londres -, ou eram a segunda ou terceira geração de emigração portuguesa em França e no Luxemburgo, com problemas de identidade e inclusão", notou o estudioso Fernando Reinares.


O Partido Nacionalista Renovador afirmou, no seu sítio internético oficial, que "o sistema está mais preocupado com o crescimento do nacionalismo do que com o terrorismo islâmico" ao mandar "reprimir uma manifestação nacionalista". "Na Europa, como em Portugal, estes traidores não hesitam em colocar de lado as diferenças, se é que elas existem, para tentar impedir o avanço dos partidos nacionalistas. É mesmo natural que estes ditos 'amantes' da tolerância, da democracia e da liberdade de expressão aumentem a repressão contra os patriotas que ousem levantar a voz contra esta invasão. Mas ninguém pára o crescimento nacionalista, sobretudo quando na questão do terrorismo, quem nos desgoverna, age de forma cobarde, tíbia e mesmo colaborante na esmagadora maioria dos casos", pode ler-se no sítio.


Na Bélgica os muçulmanos são 6% da população do país mas constituem também 60% dos parasitas que vivem às custas do Estado (Investors). Muitos dos muçulmanos, mesmo estando em condições de trabalhar, não querem arranjar trabalho porque recebem cheques pecuniários do Estado belga. Este até subsidia mesquitas e os próprios imãs! O problema é que mesmo assim nada disso é suficiente para evitar atentados terroristas cometidos pelos próprios muçulmanos, que acusam a Bélgica de ser um Estado cruzado e inimigo do islão...

10 comentários:

Diana Fonseca disse...

Estou sempre a dizer que um dia nos toca a nós!

FireHead disse...

Atentados terroristas em Portugal?? Não dizem que Portugal é um país de brandos costumes apesar de ter sido um território anteriormente ocupado pelos mouros e de estar na lista dos territórios a ser recuperados pelo islão de acordo com o Estado Islâmico? :|

Adilson disse...

Boa noite, meu nobre!

E lá vamos nós novamente! Ai, ai, ai! Então tá explicado: essa corja de muçulmanos violadores e inimigos declarados do Ocidente vão continuar crescendo e jamais vão parar de cometer duas aberrações. Por quê? Simples, a postagem de hoje e muitas outras já publicadas aqui explicam: são as esquerdas desses países que sustentam os muçulmanos; são essas esquerdas que estão plantando o fim dos povos desses países. Então, para acabar com o avanço dessas bestas deve-se simplesmente tirar as esquerdas do poder; devem ser afastadas. Não há outra solução. O mal deve ser cortado pela raiz. A principio, meu nobre FireHead, quando serão as próximas eleições na Alemanha para ocupar o cargo da Merkel, a inimiga do povo alemão?

Só lamento muito pelas vítimas desses animais. E só posso rezar, nada mais. Isso faz doer a alma.

Abraço.

Lura do Grilo disse...

A congregação não confirma o martírio do sacerdote ainda.

FireHead disse...

Adilson,

Não sei quando serão as eleições legislativas na Alemanha, mas já decorreram as regionais e aí a Merkel já sofreu uma pesada derrota, culminando ainda com o crescimento da AfD.

Os esquerdistas temem mais o crescimento do nacionalismo do que o crescimento do terrorismo, meu caro. Tudo vão fazer para que os nacionalistas não cheguem ao poder, nem que para isso continuemos a assistir a mais atentados terroristas islâmicos porque o islão é a "religião da paz", os que cometem atentados são todos uns extremistas e pior seria os países europeus serem controlados por nacionalistas, estes sim, são verdadeiramente terroristas, quiçá genocidas mesmo, como se pode ver no caso da Polónia...

Em França, por exemplo, os nacionalistas franceses já sabem com o que podem contar: mesmo que os socialistas não ganhem, eles farão de tudo para que seja os seus rivais da UMP a conseguir o poder, isto porque não querem que a FN vença. Foi, aliás, assim que impediram que o Jean-Marie Le Pen chegasse a presidente e também foi assim que impediram que a FN conquistasse mais posições nas últimas eleições regionais depois de uma primeira volta promissora.

No Reino Unido há o UKIP que cresce, na Holanda há o PVV que cresce, na Suécia há os Democratas Suecos que crescem, na Finlândia há os Verdadeiros Finlandeses que crescem... só em país menos afectados pelo multiculturalismo e pelo ódio islâmico, como Portugal e a Espanha (ainda), é que os partidos nacionalistas não têm hipóteses nenhumas. Não deixa também de ser curioso a posição acertada dos antigos países soviéticos, que sabem muito bem o que é que é o comunismo e o islão. Que pena a Áustria, que historicamente também já levou com ameaças islâmicas, não ter aprendido a lição. Enfim, é esperarmos que a Europa acorde o quanto antes e consiga pelo menos minimizar os danos que já estão anunciados.

Um abraço.

FireHead disse...

Lura do Grilo,

Pois, também já li por aí que ele afinal (ainda) não foi executado. Só soube disso através do blogue THYSELF, O LORD do camarada Pedro Erik.

Douglas Sulzbach disse...

Está mais do que claro o porquê dos países africanos e alguns asiáticos (maioria muçulmana) serem tão pobres e violentos: para eles não existe a cultura do trabalho, de laborar, a cultura deles, além de rezar com o .. pra cima, também é de vadiar, viver de subsídios (no caso quando estão em países ricos), ao mesmo tempo que acusam os brancos e a Europa de serem os grandes culpados pela situação pré-histórica em que se encontram!

FireHead disse...

Douglas Sulzbach,

De facto não conheço uma única nação muçulmana que seja verdadeiramente rica no sentido do desenvolvimento. A Turquia, em boa parte, foi laicizada, bem como a Malásia, o que pode ser excepções, e os países do Médio Oriente só são ricos graças ao petróleo e por sua vez nada seriam se não fossem o Ocidente - e mesmo assim são países de enormes disparidades e ainda com muita miséria. E depois temos países verdadeiramente retrógrados como a Arábia Saudita, o Brunei e mesmo regiões como o norte da Nigéria...

Portuguesinha disse...

Fiquei triste.
Dispensava estas noticias. Bem sem que não deixam de ser reais e deviam até ter mais destaque na nossa imprensa «LIVRE» (daí apreciar tanto a liberdade de expressão, que não oculta nem seleciona).

Tb li na net que a Alemanha tinha um comportamento governamental muito estranho para com os muçulmanos mas fiquei reticente... Porque é atroz! Não os responsabilizar pelos atos como se fossem um outro cidadão qualquer mas dar-lhes trato especial, por ser comum assassinatos de honra na religião deles? A imprensa omite a religião em casos de violência, por exemplo... Para mim isso não é informar, ao se omitir um dado relevante, está-se a impedir a verdade de passar, o conhecimento. O julgamento cada qual tira o seu mas os fatos são fatos e devem fazer parte de qualquer informaçãons media.

FireHead disse...

Portuguesinha,

Tu sabes bem que estas notícias são reais mas acredita que o que não falta é gente que não acredita que elas são mesmo reais! Há gente que acredita que isto é tudo uma conspiração contra o islão levado a cabo por cruzados ou simples racistas ou xenófobos. Há gente que entende que o nacionalismo é coisa de retardados mentais e que o caminho certo é abrir os braços e também às pernas a seres estranhos à civilização humana. Até parece que Taiwan, a República da China, é um antro de retardados mentais...

A Alemanha está a ser fortemente atingida pelo politicamente correcto. Lá não se pode apontar o dedo aos muçulmanos e dizer a verdade acerca do que eles fazem. Preferem antes apanhar os bufos e os xibos, pois crime pelo visto é denunciar os que denunciam os criminosos. Outros há que, perante isso, vão buscar casos em que os coitadinhos e os oprimidos são vítimas, que é para nos fazer ver que os maus são verdadeiramente os europeus, ou então mostrar-nos casos em que os coitadinhos e os oprimidos fazem coisas boas, tornando-se heróis, que é para, de certo modo, apagarem as coisas más relacionadas com os coitadinhos e os oprimidos. Como se uma mão lavasse a outra.

A imprensa tendenciosa omite estas coisas importantes que não convêm. Por exemplo na Suécia, a criminalidade cometida pelos estrangeiros e muçulmanos nunca é referenciada como sendo criminalidade cometida por alógenos, já quando são suecos brancos a cometê-la, todos dizem que foi cometida precisamente por suecos brancos. E depois também há casos engraçados de subversão, em que a imprensa transforma alógenos em suecos brancos para atirar a culpa aos suecos brancos. Já cheguei a falar de casos destes aqui no blogue, não vá alguém estar a ler isto e dizer que eu ando para aqui a inventar cenas.

Está-se a fazer de tudo para impedir que o nacionalismo e a extrema-direita cresçam. Para os lunáticos esquerdistas, social justice warriors ou simples aleijados mentais o verdadeiro perigo é sempre a extrema-direita e nunca os muçulmanos. É por isso que vão continuar a acontecer atentados terroristas islâmicos na Europa e o Estado Islâmico já fez questão de se referir novamente a Portugal, esse país de brandos costumes que no passado escorraçou com os mouros de lá para fora...