quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Paganismo e semitismos

De seguida, um curioso artigo que casca na merdenca que é o paganismo e que eu descobri no blogue Gang da ervilha. Apesar de, aparentemente, ser um blogue de alguém que se alimenta da conspiração anti-judaica (logo, negacionista do Holocausto e pró-causa palestiniana) e do mito do arianismo (racialista), pelo menos é também pró-cristão e anti-pagão. Há com certeza muita informação importante a reter aí que é para os verdadeiros patriotas ocidentais (cristãos) usarem como arma de arremesso contra os divertidos e atrasados adoradores de paus, pedras e ídolos imundos com correspondências internacionais conforme a latitude. Se a descristianização e o reavivar do paganismo no Ocidente são um facto, coisa que agrada deveras aos anticristãos, então porque é que o Ocidente está decadente e a caminhar para a ruína? É precisamente por causa da descristianização da superior civilização ocidental e do reavivar do paganismo que se está a destruir o Ocidente e a conduzi-lo de volta à verdadeira Idade das Trevas! E depois ainda há quem diga estupidamente que o Cristianismo é inimigo do nacionalismo (os polacos, por exemplo, que o digam)! É preciso acabar com o revisionismo histórico típico da esquerdalha que os pagãos do século XXI insistem estupidamente em fazer.


Paganismo e semitismos


Encontramos uma aversão tão forte ao Cristianismo por parte dos pagãos, de um modo geral, que somos obrigados a questionar esta coisa de "paganismo". É que escutando os argumentos e declarações de pagãos e judeus, perguntamos-nos qual a diferença? Não são assim tão diferentes de um judeu ou de um filosemita como Nietzsche. Este último via na Igreja o mal da humanidade mas não se sentia minimamente importunado com os inúmeros judeus e rabinos que viviam à sua volta na Alemanha. É ocasião para interrogarmos-nos o porquê de ser neste pensador do séc. XIX (entre muitos outros) que muitos pagãos encontram inspiração? 

Não significa que todos sejam assim, mas de uma maneira geral a maioria professa, talvez sem o saber, o mesmo ódio para com o Cristianismo que os judeus igualmente professam. Isto é curioso. Talvez seja lícito pensarmos como o Abade Meinville: "O paganismo está de retorno, mas sob a tutela do Judaísmo." 

De Nietzsche a Benoist 

Tomemos o exemplo de Nietzsche à letra, que pouco ou nada critica o Judaísmo ou o judeu salvo para acabar sempre e sempre a descarrilar o seu ódio contra o cristão. Críticas ao Cristianismo vocês vão encontrá-las em abundância, apenas teriam dificuldades em escolher uma se a isso fossem obrigados. Mas se por um lado não encontramos críticas aos judeus, excepto para bem centrar o seu ódio, para já vamos conseguir enxergar alguns elogios ao "povo eleito" aqui e ali, meio dissimulados: "... respeito perante o Antigo Testamento! Nele encontro grandes homens, uma paisagem heróica e algo raríssimo sobre a terra, a incomparável ingenuidade do coração forte; mais ainda, encontro um povo. No Novo, porém, nada senão pequeninas manobras de seitas, nada senão rococó da alma, nada senão volutas, tortuosidades e bizarrias, mero ar de conventículo, não esquecendo ainda um ocasional sopro de doçura bucólica, próprio da época (e da província romana) e não tanto judeu quanto helenístico." [1]. 

E detestava odiosamente todos os anti-semitas: "... tampouco me agradam esses novos especuladores em idealismo, os anti-semitas, que hoje reviram os olhos de modo cristão-ariano-homem-de-bem, e, através do abuso exasperante do mais barato meio de agitação, a afectação moral, buscam incitar o gado de chifres que há no povo..." [1]. Mais uma: "Nós artistas entre os espectadores e os filósofos nos sentimos reconhecidos por isso — aos judeus." [2] 

Hitler admirava este homem? Em que sentido? Estes pequenos extractos de Nietzsche são apenas uns poucos no meio de tantos. Hervé Ryssen, um historiador e talentoso escritor, examinou toda a obra de Nietzsche e chega a esta conclusão: "Em cada um dos seus livros, Nietzsche balança os seus aforismos em desordem, a granel, sem dar a impressão de nenhuma acção de sequência no seu pensamento, e, na maior parte do tempo, sem nada explicar ao leitor. É por isso que você balbucia, ao ler a sua prosa. "Descartes é superficial", escreve ele por exemplo, sem nenhuma explicação [3]. Seus leitores vão assim pensar estar a lidar com um génio. [...] O sucesso de Nietzsche, obviamente, gozou da complacência das autoridades morais dominantes, que viram nele principalmente um meio de enfraquecer a Igreja" (Ryssen apenas considera "Zarasthrouta" como uma excepção, uma obra de arte da literatura). 

E aqui vemos como um escritor vulgar, fica um génio graças ao domínio judeu sobre a Alemanha, que esse mesmo Nietzsche reconhece. O mais intrigante é que vamos encontrar Hitler como um grande admirador deste puro anti-cristão e filosemita! Mas que viu Hitler que nós não vimos? 

Avançando, não será hora de nos questionarmos sobre este movimento pagão? Se houver dúvidas, vejamos um outro grande pensador da nossa época, Alain de Benoist, um grande íntimo do falecido judeu Arthur Koestler (Arrrgh! Mais um pagão influenciado por um semita! [4]). Este, do qual temos muitas conferências e artigos disponíveis na web, vamos encontrar igualmente muitas críticas ao Cristianismo, num estilo mais correcto, menos grosseiro que Nietzsche. Benoist é um grande defensor da cultura europeia, sem dúvidas, mas apesar de tudo e, tal e qual como Nietzsche, não vamos encontrar uma só critica ao Judaísmo nem ao judeu. Mas porque será? Porventura é o Cristianismo que domina a oligarquia financeira apátrida? Porventura é o Cristianismo que abriu as portas a toda esta imigração? Porventura é o Cristianismo o causador dos milhões de mortos da 1ª e 2ª guerra mundiais? Dos milhões de mortos do bolchevismo? É ele o causador dos transtornos em todo o Médio Oriente? Foi ele que roubou a terra aos palestinianos? 

Não quero com isto lançar duras críticas ao paganismo ou neo-paganismo ou lá o que lhe desejem chamar. Mas eu não estou de acordo com esses movimentos pagãos ou no mínimo olhá-los com desconfiança, e pessoalmente sou anti-pagão e pró-cristão. Isto não me desobriga de admirar a pertinência de certos pensadores como Alain de Benoist, uma mente brilhante em suma. Não me impede de ler e ter o gosto da mitologia pagã. Mas não sabemos o porquê, o judeu e o Judaísmo ficam sempre esquecidos ao contrário do cristão e Cristianismo que são sempre e constantemente criticados. 

Algo não está certo com estes movimentos. Pelo passado, onde o judeu tenha surgido, sempre criou os mesmos problemas seja em que época for e em relação com qualquer que seja a crença dominante. Isto é perfeitamente verificável se lermos os historiadores da antiga Grécia e alguns do Império Romano. Mas a tendência do pagão e ateu é o de sempre acusar o cristão de todos os males do judeu. Levando qualquer pessoa menos advertida a pensar que o Cristianismo é a causa da propagação do câncer talmudista. Na antiga Grécia, o Cristianismo não existia. Mas talvez um pagão há-de sair algum dia com a seguinte: "Vocês é que foram os culpados!"; ou talvez se encontre um manuscrito da antiga Grécia a culpar os cristãos (sic). 

No tempo do Império Romano, o Cristianismo começa-se a difundir e aos poucos os pagãos romanos vão tal e qual como Nietzsche e Benoist na nossa época, esquecer os judeus. É curioso isto! Nós vamos mesmo encontrar os judeus muito próximos de alguns imperadores romanos, do menos com a influência necessária de maneira a incentivá-los a matar cristãos. Esta influência é de tal maneira que a sociedade romana acaba por favorecer a comunidade judaica como o constata o historiador Jean Juster: "Mas a sua característica é, de um ponto de vista político, a defesa dos judeus e aprovação do seu particularismo nacional..." [5]. Para não sairmos fora de contexto com esta citação de Juster, a "característica" à qual ele se refere, diz respeito aos ataques lançados contra o Cristianismo. Justifica-se então a razão pela qual certos historiadores afirmam que a comunidade judaica detinha alguma influência junto às autoridades romanas, chegando como citado acima, a influenciar certos imperadores. Diz-se mesmo, por exemplo, que a esposa de Nero era judia [6]. 

Hitler e o paganismo 

Tem de se esclarecer muitos mitos à volta do paganismo de Hitler ou da Alemanha nazi. Os NS (nacionais-socialistas) actuais reclamam-se herdeiros do neo-paganismo supostamente emanante da Alemanha nazi. Ora, particularmente, se observarmos sobretudo o começo do NSDAP, observamos que isto não é verdade [7]. Em claro o partido de Hitler nunca se reclamou de alguma crença pagã seja ela qual for. Pelo contrário, parece que se tiver de se reclamar de alguma crença, ele declara pertencer a um “Cristianismo positivo” sem alegar alguma confissão em particular. [8] 

Deve-se considerar que quase todos os dirigentes NS eram cristãos. A grande maioria dos soldados alemães eram cristãos. Não são raras as vezes em que os arqueólogos encontram restos de soldados alemães mortos há mais de 70 anos em que não tenham uma cruz nos seus haveres. 

Alguns podem alegar que tal e tal dirigente NS tenha criticado o Cristianismo, isto é certo, mas não nos leva a concluir que o NSDAP era anti-cristão e pró-pagão. Nem os problemas existentes a uma época entre a Igreja e a Alemanha nos permitem afirmar tal coisa. Por testemunho temos o artº 24 do programa do partido que contraria esta visão que alguns desejam ou desejariam inculcar por conveniência à Alemanha hitleriana. 

O 1º sionista-messiânico de todos os tempos: um pagão! 

Foi aliás, e pode-se dizer com uma certa ironia, que o primeiro grande sionista-messiânico deste mundo foi um imperador romano pagão: Júlio, o Apóstata. Este assim que lhe foi possível assumir o poder, instaurou o paganismo. E o curioso desta história é que se resolveu a construir o templo dos judeus, para além de os admirar. E as obras de construção do templo começaram, mas infelizmente para os judeus, pararam assim que o imperador morreu. É curioso não? Ficaríamos menos espantados se fosse um judeu a fazê-lo, mas não, foi um pagão o primeiro grande sionista-messiânico! Se julgava que fosse um cristão, um budista, um ateu, um judeu... enganou-se completamente. Era um pagão! Talvez não seja exagerado qualificarmos Júlio, o Apóstata como o pai do sionismo-messiânico, pelo menos o seu grande precursor. Exagerando um pouco, perguntamos-nos então com que autoridade um pagão pode-se dizer anti-sionista se o primeiro dos sionistas da história da humanidade foi precisamente um pagão? Imaginem só, Júlio, o Apóstata e Joseph Nasi terem vivido à mesma época? Juntar-se ia a fome com a vontade de comer. 

Isto dito, nem sempre o paganismo viu com maus olhos o Cristianismo, como é o caso sobretudo do paganismo nórdico e celta dos então ditos "bárbaros". O factor "judiofílico" não estava presente ou misturado entre os pagãos bárbaros, daí a relativa e fácil compreensão. Como então poderia um pagão reivindicar-se legitimamente anti-cristão se os ancestrais pagãos europeus acolheram de mãos abertas o Cristianismo? 

Poderíamos aprofundar a história do paganismo e a sua relação com os judeus com mais precisão. Por exemplo lembro-me de uma excepcional que me vem à mente: cada vez que os gregos e cristãos importunavam as festas judaicas, eram punidos pelos dirigentes romanos com trabalho forçado nas minas. [9] Ai de aquele que criasse confusão numa festa judaica! O paganismo greco-romano tratava logo de o punir, fosse ele pagão ou cristão! Contava sobretudo não importunar os talmudistas. 

Pode-se questionar o paganismo de mil e uma maneiras e pôr em destaque a sua estreita colaboração com o semitismo. Coisa que estes não cansam de acusar o Cristianismo como se tivessem as mãos limpas. Olhemos para alguns deuses semitas do panteão greco-romano a título de exemplo: Mitra, Sérapis, Taweret... Que pensar deste semitismo nas divindades greco-romanas? Existem várias divindades semitas no paganismo greco-romano. Alguns dirão: mas não são divindades judaicas. Certo, mas são deuses semitas, tal e qual os judeus ou egípcios o são. O sangue é o mesmo. Não é por um português ser português ou por um grego ser grego que deixam de ter sangue ariano, certo? 

Origens do melting-pot ocidental: o paganismo greco-romano 

Parece também, que foi na época do greco-romanismo que assistimos a uma espécie de cosmopolitismo, e certamente a 2ª civilização, após a egípcia, a pôr em prática o melting-pot à americana. Tal e qual como Barack Obama surge à frente dos USA, nós vimos um árabe surgir à frente do Império Romano. A um momento é dada a nacionalidade romana a todas as populações dentro do território, fossem eles de que raça fossem. Razão pela qual vamos encontrar um árabe como imperador: Filipe, o Árabe. Este é o mesmo processo que os judeus hoje utilizam para todos os imigrantes que desembarcam na Europa, dar-se-lhes a nacionalidade dos autóctones e seguidamente oferecer-lhes cargos de relevo. É caso para ousarmos dizer que o melting-pot à americana inspirou-se nas "virtudes" pagãs melting-potianas do greco-romanismo. 

Conclusão 

À parte as minhas incisões algo provocatórias ao paganismo, que nada mais são que uma maneira de demonstrar que se pode facilmente retornar contra os actuais movimentos neo-pagãos o que estes incessantemente culpabilizam o Cristianismo, de ser uma via do semitismo talmúdico. Como pretender a esta acusação se foi do meio do paganismo que surgiu o primeiro sionista-messiânico? Como ousar acusar os cristãos como a causa do melting-pot se a nossa civilização actual herdou do paganismo greco-romano esse mesmo melting-pot? Obviamente reconheço em toda a sinceridade que estes casos todos não significam que tenham sido causados pelo paganismo em si. Mas eles desenvolveram-se num ambiente pagão. Isto é factual. E tocamos somente em alguns pontos, porque a matéria daria para escrever um longo livro. [10] Não é por acaso que um cristão olhe com uma certa desconfiança para estes movimentos pagãos. 

Os neo-pagãos devem reconhecer sucintamente, que apenas estão a fazer o jogo dos cabalo-talmudistas a cada vez que acusam o Cristianismo disto e daquilo. A maioria das acusações são apenas simples mentiras que se propagaram desde a época iluminista até aos nossos dias. 


Autor: Gang2 Ervilha 

Notas: 

[4] http://files.alaindebenoist.com/alaindebenoist/pdf/entretien_sur_le_paganisme.pdf - "Eu devo por exemplo a Arthur Koestler, que recebeu-me várias vezes em Londres nos seus últimos anos de vida, de me ter introduzido a uma crítica rigorosa de todas as formas de reducionismo." 
[8] Por "confissão em particular" entenda-se entre Catolicismo, protestantismo, ortodoxismo, etc, etc. 
[9] «Protecção das reuniões judaicas. 
Os gregos pertubavam, de facto, ou interdiam por leis, decretos especiais; mais tarde, os cristãos, com a sua propaganda, suscitavam tumultos. A autoridade romana sempre se manteve do lado dos judeus: ela fez retirar às cidades os seus decretos especiais e punir os gregos e cristãos pertubadores. Neste caso, estes eram culpados de injúria extrema que terminava por serem enviados para as minas (nota: assim o futuro Papa Calisto foi enviado para as minas da Sardenha por ter perturbado uma reunião judaica...).» Ver aqui
Les juifs dans l'Empire Romain, p. 412 
[10] Já agora olhemos para alguns dos versos nórdicos de "Wola, a Sábia", para constatarmos mais "semitismos" (sic): 

«1- Escutai-me, filhos de Heimdall, inteligências santas, superiores e inferiores! Quereis que vos conte os prodígios feitos pelo pai das predestinações? Eu aprendi cedo o antigo canto sobre os homens. 

2- Eu lembro-me dos gigantes nascidos com o nascer dos dias, esses gigantes que em tempos me ensinaram a sabedoria. Eu lembro-me dos nove mundos, dos nove céus; eu vi brilhar a primeira matéria ainda enterrada na terra. 

(Bíblia: os gigantes assemelham-se aos Nephilims de Gén. e no livro de Enoch é dito que os gigantes ensinaram a sabedoria aos humanos. Arrrrgh! Um semitismo!) 

3- A manhã pertencia ao tempo, logo que Ymer se pôs a construir; não havia areia, não havia mar, nem vagas frescas. A terra não existia, nem o céu elevado; não havia erva, mas somente o abismo de Ginnung. 

(Bíblia: Gn 1:2 - Era a terra sem forma e vazia; trevas co­briam a face do abismo. Arrrrgh!! Ora aqui está um outro semitismo!) 

4- Até ao momento em que a abóboda celeste foi levantada pelos filhos de Boer, essas criaturas magnificas de Midgard; o sol até lá só enviava os seus raios sobre as montanhas geladas; e desde então as plantas verdes cresciam no solo. 

5- O sol, esse amigo da lua, estendia com vivacidade a sua mão direita para o sul, sobre os cavalos do céu. Ele não sabia onde estavam as suas casas, as estrelas não sabiam onde se fixar, a lua ignorava o poder que dispunha. 

6- Então todas as potências, os deuses santos, dirigiram-se para os seus tronos para entrar em deliberação. Eles deram nomes à Noite e aos seus filhos. A Manhã, a Tarde e o Anoitecer foram encarregados de contar os anos. 

(Biblia: Gn 1:5 - Deus chamou à luz dia, e às trevas cha­mou noite. Passaram-se a tarde ­e a manhã; esse foi o primeiro dia. Arrrrrrrrgh! Ora aqui está mais outro semitismo!) 

Tomei a liberdade de usar um tom sarcástico, mas podemos ver quantos "semitismos" quisermos e desejarmos seja qual for o recito nórdico-pagão. E a verdade é que existem muitas e muitas semelhanças que levantam muitas questões sobre uma antiguidade comum desconhecida. Obviamente não significam que sejam "semitismos", é só para demonstrar que "semitismos" existem em todo o lado, basta utilizar as ginásticas retóricas dos neo-pagãos e revertê-las contra eles mesmos.

11 comentários:

Adilson disse...

Bom dia, meu nobre, FireHead.

Belíssima e riquíssima é esta postagem para o dia de hoje. Eu sempre quis ter em mãos um blog que tratasse sobre esses temas, e hoje você nos deu a dica. E realmetne há sim uma grande idiotização das sociedades ocidentais a longo prazo em andamento. Aqui no Brasil, muitas famílias já começam por educar seus filhos em casa, pois já perceberam que as escolas já não nada oferecem mais. Todavia, a destruição já foi feita, e a loucura já se faz sentir. Tenho visto até mesmo cristãos incapacitados de entender o que está acontecendo no mundo. E muitos deles já estão tomando obras do tipo de "Game of Trone" como uma literatura de riqueza cultural. Ou seja, muitos cristãos são incapazes de entender que o paganismo tematizado em certos livros é apresentado como um modelo moral. Ora isso é um absurdo.

Abraço, meu nobre!

FireHead disse...

Aqui já é final da tarda. :)

Estou neste momento a recolher material anti-pagão para colocar aqui no blogue. Já tenho mais uma posta no prelo para daqui a uns dias. Isto porque eu já estou fartinho de andar a ler imposturas anticristãs por parte dos pagãos na blogosfera.

É claro que nem todos os anticristãos são pagãos; também há os ateus, os agnósticos, etc. Mas cada coisa a seu tempo.

A apostasia e a crise da fé já foram profetizadas, meu caro. O Ocidente, salvo algumas nações como a polaca, está a cavar a sua própria sepultura à medida que vai continuando a afastar-se do Cristianismo em prol das palermices pagãs que só visam destruir a civilização. Por muito que nos custe, o melhor é aceitarmos a realidade. Pessoalmente eu já canalizei todas as minhas esperanças noutras áreas, como por exemplo na Ásia, ou mais precisamente na China, que é um terreno absolutamente fértil para o crescimento explosivo do Cristianismo.

Um abraço, camarada!

Anónimo disse...

Não passas de um fanático de merda!

FireHead disse...

Tu não passas de um cabrão filho da puta mal parido!

Quanto aos restantes anónimos que são uma cambada de anormais, ide todos para a real puta que vos pariu, seu cabrões de merda! Chupai a pila aos vossos ídolos e enfiai-os depois no cu com força!

:)))

FireHead disse...

Já agora, não resisti em colocar aqui dois divertidos comentários sobre o assunto que podem ser encontrados no blogue O regresso da Primavera:

https://oregressodaprimavera.wordpress.com/2016/02/20/nietzsche-e-os-pagaos/comment-page-1/#comment-97

«Ambos os autores desses blogues me parecem ser pessoas intelectualmente desonestas. Ainda recentemente o autor do História Maximus veio ao meu blogue chamar-me de «traidor» e «nazi», entre outros impropérios de teor homossexual, por causa desta publicação:

http://accao-integral.blogspot.pt/2015/10/nao-importa-em-quem-votem-nada-vai-mudar.html

O interessante é que o referido autor faz campanha pró-pagã e anti-cristã, valendo-se em grande parte de argumentos judaicos, como por exemplo, de rabinos medievais ou de rabinos modernos de Israel. Que curiosa esta aliança judaico-pagã, não?»

«Sim. Em especial no caso do Gladius há uma argumentação muitas vezes distorcida. E é engraçado, precisamente, o recurso a conceitos das religiões monoteístas quando dão jeito, a glorificação do cosmopolita e pró-islâmico Nietzsche e outras incoerências.»

:)

Anónimo disse...

Tu e o Orlando Braga pensam que vão ir para o céu, mas estão muito enganados. Quando morreram vão mas é ser comidos e de seguida CAGADOS pelos bichos!

FireHead disse...

A sério? Quem te disse isso, o teu ídolozeco de madeira? Ou de pedra?? Já o enfiaste no cu?

Tenho-me divertido a censurar comentários de deficientes mentais anónimos nesta posta. Não fazia ideia que fossem mesmo muitos. Uma cambada de escória podre.

SETAS PARA OS CAMINHOS disse...

FireHead.

Existe um vídeo na Internet de um dissidente russo de nome Yuri Bezmenov em que este, demonstra em uma palestra, de forma bem clara, o método usado pelos neo-pagãos socialistas, de como se infiltrar em uma sociedade e extermina-la pela sua fraqueza moral.

No final do vídeo, este dissidente faz as ultimas advertências e deixa bem claro o seguinte:, diz ele.

-Só há um meio de nos livrarmos deste tipo de influência e a unica forma é:
ORAI, ORAI bastante.

Repetindo quase que as mesmas palavras de Jesus de Nazaré.

O que me deixa intrigado é que ninguém, absolutamente ninguém presta atenção a este conselho final do palestrante, só ficam a se abismarem com a metodologia usado pelos neos-pagãos socialistas, mas querer entender de como se livrar da maldição, ninguém quer. Parece-me que inconscientemente há algo que impede os homens de verem o óbvio.

Estamos vivendo uma cegueira infernal.

FireHead disse...

E eu não percebo como é que tu perdes o teu tempo em tentar convencer fanáticos anticristãos. Eles vivem num mundo à parte e alimentam-se de mitos e mentiras para justificarem o seu Anticristianismo.

Obrigado pela informação. Vou ver se consigo encontrar o vídeo que falas. Ainda tenho no prelo mais um artigo sobre o paganismo para colocar em breve aqui no blogue, mas, claro, vou continuando a ver se coloco mais textos sobre este tema.

Anónimo disse...

A igreja católica tem imensos ídolos de madeira e barro, os incontáveis santos e santinhos e as infindáveis nossas senhoras que metem em casa em cima dos móveis. Não bate certo com as escrituras. O vaticano talvez evite falar no assunto de modo a não perder crentes que provavelmente se sentiriam ofendidos se pusessem em causa os seus ídolos.

FireHead disse...

A Igreja Católica tem imensos ídolos de madeira e barro, os incontáveis santos e santinhos e as infindáveis Nossas Senhoras que metem em casa em cima dos móveis? Que mentira só ao alcance de ignorantes que não sabem o que é que são os ídolos. Um ídolo substitui Deus, coisa que santos, santinhos e Nossa Senhora não faz, logo os santos, os santinhos e a Nossa Senhora não são ídolos. Raciocina, seu burro.

É o facto de haver imagens e estátuas? Que mal tem isso? O Templo Santo dos Santos também as tinha. É só ler a Bíblia mais precisamente o livro de Reis. A criação de imagens é proibida pela Bíblia? Se forem de ídolos, sim. Caso contrário a Bíblia não diria que é permitido criar imagens como uma serpente de bronze ou mesmo os querubins da Arca da Aliança. Estar contra as imagens que não são de ídolos faz de ti um iconoclausta, burro. Estuda mais mas é, meu caro.

O Vaticano talvez evite falar no assunto de modo a não perder crentes? Achas que a Igreja nunca se pronunciou sobre a idolatria e sobre a mais que batida questão das imagens? Estás a precisar de te actualizar. Lê isso no Catecismo da Igreja Católica. A gente já vive no século XXI.

Os crentes de verdade não ficam ofendidos com o que quer que seja. Só os burros, como os protestantes, é que são tapadinhos o suficiente para pensarem que os católicos têm ídolos como têm os pagãos. Ídolos de barro e madeira têm os pagãos que até paus e calhaus adoram.