O jornalista egípcio Ibrahim Issa diz o óbvio: a barbaridade cometida pelo Estado Islâmico (EI) é baseada em fontes islâmicas e os «clérigos» muslos têm medo de dizer isso. "Eu gostava de ver um simples clérigo da (Universidade de) Al-Azhar no Egipto a ter a coragem de admitir que Abu Bakr (o líder do EI) queimou um homem vivo", disse o jornalista.
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