sábado, 19 de dezembro de 2015

SOS Racismo: 25 anos a promover o racismo

A fórmula-chave para se vencer qualquer debate e silenciar a 
oposição numa sociedade dominada pelo politicamente correcto é 
gritar "RACISTA". Se a oposição não se calar mesmo assim, gritem 
novamente "RACISTA" com cara de indignados e continuem a gritar 
até que a oposição se cale. Nunca se esqueçam, vencer um debate no 
século XXI é muitas vezes como vencer um duelo no faroeste, quem 
"sacar" do adjectivo primeiro, vence. O SOS Racismo sabe isto melhor 
que ninguém...
A organização racista, lusófoba, anti-portuguesa e anti-caucasiana, SOS Racismo, celebrou esta semana 25 anos de existência. Na prática, tratam-se de 25 anos a espalhar mentiras, ódio e a fomentar a não integração daqueles que a organização afirma defender. 

O SOS Racismo é uma vesícula ligada à extrema-esquerda e trata-se de uma organização que ao longo de toda a sua existência tem alinhado na defesa do mais radical e lunático internacionalismo que se pode imaginar. 

Devo dizer que nunca ouvi falar de uma única ocasião em que o SOS Racismo se preocupou em defender uma vítima caucasiana, vítima da violência praticada por não caucasianos. Nem uma! Se eu estiver enganado, agradecia que me corrigissem, apontando-me um único exemplo e eu retiro tudo o que aqui afirmo. 

Podia até apresentar inúmeros exemplos de violência praticada contra agentes da autoridade e portugueses caucasianos por não caucasianos e não conheço uma única circunstância em que o SOS Racismo tenha protestado, salvo para ainda vir muitas vezes defender os agressores nos órgãos de (des)informação social e tentar fazer destes as vítimas de uma suposta "opressão branca" que só existe é nas suas cabeças. 

O objectivo oculto e não declarado do SOS Racismo é nada mais do que o de fomentar um sentimento contínuo de culpa nos portugueses caucasianos e promover a constante vitimização das comunidades não caucasianas residentes em Portugal. O politicamente correcto é a arma mais comum usada por esta organização, para tentar fazer silenciar qualquer oposição ou crítica e destruir assim as defesas psicológicas e culturais dos autóctones, em favor de povos alógenos. 

No fundo, o que o SOS Racismo apregoa é uma espécie de SIDA doutrinal que foi injectada na sociedade pelas elites reinantes - a superclasse mundialista - apostadas em destruir a todo o custo qualquer vestígio da Nação dos portugueses. Para as elites levarem a cabo este nefasto objectivo, é necessário primeiro minar a moral da Nação e a sua auto-estima, por isso nada melhor do que lavar o cérebro dos autóctones desde pequeninos (de pequenino se torce o pepino...) e incutir-lhes ódio contra si próprios, contra a sua cultura e contra a sua Pátria. É neste projecto maquiavélico que o SOS Racismo participa, é óbvio que esta organização não passa de um mero peão controlado pelas elites reinantes, mas é um peão influente o suficiente para que mereça ser combatido e rebatido onde quer que actue. 

Como ferramenta do internacionalismo fanático que é, anti-patriótica e promotora do mais vil racismo contra os portugueses caucasianos na sua própria terra, não é ilógico propôr que organizações como o SOS Racismo devam de ser pura e simplesmente ilegalizadas e assim banidas da nossa sociedade que odeiam e desejam destruir a todo o custo.


 João José Horta Nobre
14 de Dezembro de 2015