terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pequim "reconhece" comunidade portuguesa de Macau


Uma delegação de 20 portugueses que vivem em Macau, entre eles portugueses de Macau (isto é, portugueses naturais de Macau) e portugueses de Portugal que vivem em Macau (o que significa que a tarja que aquela gente segura na foto é enganadora porque nem todos os que lá estão são de Macau), esteve com dirigentes da província chinesa de Fujian no início deste mês a convite do Governo Central com o objectivo de intensificar a amizade com a província que tem laços históricos com Macau (muitos residentes em Macau são de Fujian) e aprofundar os conhecimentos sobre a China moderna.
O convite a esses portugueses foi feito pelo Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, liderado por Li Gang, e o encontro serviu para reflectir uma vez mais o reconhecimento de Pequim pela contributo da comunidade portuguesa, seja ela macaense ou não, para o desenvolvimento de Macau. A comitiva liderada pelo presidente da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), José Manuel Rodrigues, foi recebida com "uma grande hospitalidade" e muito cuidado, tendo a província de Fujian constituído uma "agradável surpresa", devido ao seu nível de desenvolvimento.
A presidente da direcção da Casa de Portugal em Macau, Maria Amélia António, que não é macaense, disse ao Tribuna de Macau que se sentiu honrada com o convite para participar na viagem, frisando que em si constitui o "reconhecimento do papel que os residentes de língua portuguesa têm no desenvolvimento de Macau, na manutenção das características do território e na diferença que a comunidade constitui e valoriza constantemente" a RAEM. "Podiam perfeitamente deixar-nos e ignorar-nos, mas fizeram questão que fôssemos fazer esta viagem", afirmou, por sua vez, Miguel de Senna Fernandes, o presidente da Associação dos Macaenses. "O que está em causa não são as pessoas em si, mas a comunidade que todos nós, muito ou pouco, corporizamos. É isto que o Governo Central dá valor, porque aos olhos deles são macaenses que estão no terreno, no activo". "O Governo Central sempre lidou connosco com muito carinho e reconhece que o nosso papel é relevante na sociedade porque ajudamos a construir o Macau do passado, do presente e estamos com a comunidade chinesa a construir o futuro", afirmou o arquitecto Carlos Marreiros.
Há que baixar a cabeça e agradar aos donos de Macau...

4 comentários:

tvranivs nostratorvm disse...

Kk sinae ja reocupou o grosso de macau virtualmente extinta pra ke mais?vcs sao fosseis tipoo guarda branco ke sobrou da era tuga depois se aposenta e vem um de sinae reconkista completa

tvranivs nostratorvm disse...

Sorte do indico aki nas americas kem dera ke fosse meia duzia de gatos pingados mouriscos da iberia

tvranivs nostratorvm disse...

Alias o indico acaba em malaca ne?ai ja e pacifico

FireHead disse...

«Kk sinae ja reocupou o grosso de macau virtualmente extinta pra ke mais?vcs sao fosseis tipoo guarda branco ke sobrou da era tuga depois se aposenta e vem um de sinae reconkista completa»

Fósseis, hahaha. É por isso que ainda cá estamos. É por isso que a China nos quer quer. É por isso que a China fez do português uma língua oficial de Macau e fez de Macau uma plataforma de ligação com o mundo lusófono. Que chatice.

«Sorte do indico aki nas americas kem dera ke fosse meia duzia de gatos pingados mouriscos da iberia»

Imigra para a Europa, pá. Se conseguires...

«Alias o indico acaba em malaca ne?ai ja e pacifico»

Sim, muito pacífico...