quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal luso-venezuelano sem bacalhau


Infelizmente nem todos os nossos compatriotas vão poder passar o Natal comendo bacalhau: na Venezuela, muitos portugueses e luso-descendentes vão passar um Natal diferente devido aos preços elevados e à escassez de produtos básicos. "Estou triste. Este ano será diferente. Não poderei fazer os pastéis de bacalhau nem o bacalhau à Gomes de Sá, porque não se consegue bacalhau em nenhuma parte. O bacalhau sempre foi caro, mas mesmo caro não há", lamentou Conceição Aguiar, de 60 anos, salientando que não há ovos nos mercados e existem outros produtos a preços incomportáveis como o azeite. "No outro dia vi uma garrafa de litro de azeite português e quando perguntei o preço disseram-me quase 8000 bolívares (1164 euros à taxa oficial de 6,30 bolívares por dólar americano, aplicada para as importações prioritárias), imagine isso é o salário de um mês, é impossível comprar", acrescentou.
Apesar de dois em cada três venezuelanos rejeitarem o chavismo, a esquerdalha da Venezuela está disposta a fazer de tudo para se manter no poder. Desesperada, a escória esquerdista insiste em criar um novo órgão não eleito de poder paralelo, comunitário, e claramente inconstitucional.

4 comentários:

RICARDO DA SILVA LIMA disse...

Uai, mas os esquerdistas não se preocupam com o povo? :P

Só que não rsrsrsrsr.

FireHead disse...

Isso dá para ser historicamente confirmado, né? :P

Anónimo disse...

Maravilhas do comunismo

Antes uma desigualdade de riquezas do que uma igualdade de miséria!

FireHead disse...

O que há no comunismo é uma maior igualdade de miséria, uma pequena igualdade de riqueza e uma enormíssima desigualdade entre riqueza e pobreza.