terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Islão: o que os outros dizem


Donald Trump afirmou no sábado durante um comício que houve muçulmanos a festejar os atentados que ocorreram a 11 de Setembro de 2001 e assegurou que "por todo o mundo, os muçulmanos enlouqueceram", informa a secção "Outros Mundos" do jornal desportivo A Bola. Na semana passada, Trump disse que o próprio foi testemunha de como milhares de muçulmanos celebraram os atentados em Nova Jérsia. Depois dos atentados em Paris, a 13 de Novembro, o terrorismo ganhou força na pré-campanha das eleições presidenciais norte-americanas e Trump parece que continua bem lançado na corrida presidencial, ele que chegou a afirmar que não se opunha à criação de uma base de dados de muçulmanos.


A mesma fonte informa que um duplo atentado suicida atribuído aos terroristas islâmicos do Boko Haram fez pelo menos 10 mortos, no dia 21 de Novembro, numa cidade a norte dos Camarões. Segundo a maçónica ONU, o Boko Haram transformou a região da fronteira da Nigéria com o Chade numa zona de guerra e anda a ser, felizmente, combatido por uma coligação de países vizinhos. E no Egipto, homens encapuzados abriram fogo contra uma viatura da polícia, matando quatro polícias e os passageiros do carro antes de fugirem, entre as pirâmides de Gizé. O Estado Islâmico (EI) já reivindicou a autoria do crime. Também o grupo Mars, ligado ao EI, atacou um posto de controlo, matando cinco polícias.


Na Bélgica, a mesquita de Attadamoune recebeu uma carta ameaçadora de um tal "Estado Cristão" que diz que todos os muçulmanos serão abatidos como porcos e os seus negócios destruídos, informa o sítio informativo RT. A carta foi encontrada por um dos líderes islâmicos, Jamal Habbachich, que já o encaminhou às autoridades belgas. Habbachich afirmou ao Le Parisien que outras duas mesquitas belgas também receberam cartas ameaçadoras e está preocupado com o crescente aumento da islamofobia na Bélgica, que continua em estado de sítio por causa do que aconteceu no passado dia 13 em Paris.
Bom, ter fobia significa ter medo e não me parece que os tipos, malucos ou nem por isso, do "Estado Cristão" estejam com medo dos muçulmanos. Ah, mas que se lixe, se querem dizer que isso é islamofobia, pois que seja... e ela que cresça cada vez mais...


O director de uma escola italiana de Milão, Instituto Garofani de Rozzano, decidiu cancelar as festividades natalícias por causa da "diversidade" e do "respeito por outras religiões", que é o mesmo que dizer que é simplesmente por causa dos muçulmanos. De acordo com o sítio La Gaceta, felizmente a decisão de Marco Parma, de 63 anos, irritou os encarregados de educação, o primeiro-ministro Matteo Renzi e, claro, os nacionalistas da Liga Norte. "O Natal é mais importante que um director a ser provocador", reagiu assim Renzi, e o líder nacionalista foi mais longe e exigiu a demissão de Parma porque "cancelar as tradições é um favor ao terrorismo".
Pois é, e depois ainda há quem diga que os muçulmanos podem ir à vontade para a Europa que isso não influencia em nada o modo de vida europeu e não sei quê...


Em França, a muçulmana Christiane Ebrahimian, que se veste à ninja, perdeu o seu emprego no departamento psiquiátrico do Hospital de Nanterre depois dos pacientes se terem queixado por ela não mostrar a sua fronha. Segundo o UK Daily Mail, a mulher ainda apelou ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos... mas perdeu a causa. 
Há muçulmanas em França que continuam a desafiar a lei da proibição total do véu integral aprovado em França em 2010. Que gente besta.


A TV Record, que é controlada, como todos nós sabemos, pela seita Igreja Universal do Reino de Deus, conseguiu ser isenta o suficiente e fazer aquilo que os principais canais televisivos não fizeram: mostrar uma concentraçãozinha do PNR (Partido Nacional Renovador) em Entrecampos, Lisboa, no dia 26 de Novembro, contra a chegada de refugiados em Portugal. O líder do partido, José Pinto-Coelho, afirmou que o acolhimento de refugiados muçulmanos é uma invasão islâmica. E não é mentira nenhuma.


E por falar em refugiados muçulmanos, informa o jornal britânico Independent que, na Suécia, mais de 14 mil refugiados que estavam em situação de ser deportados do país desapareceram misteriosamente! "Nós não sabemos simplesmente onde é que eles estão", disse Patrick Engstrom, uma fonte da polícia de imigração, que acrescentou que a maior parte dos recursos da polícia está centrada no controlo fronteiriço.

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O vídeo de cima foi extraído do blogue anti-islâmico Bare Naked Islam. Nele podemos ver refugiados invasores do Irão com as bocas cozidas como forma de protesto por não os deixarem ir para a Alemanha, onde podem chular à grande e à francesa (neste caso, à grande e à alemã).
Os refugiados estão obrigados a pedir asilo no primeiro país sem guerra mais perto da terra em guerra de onde eles fogem. A partir do momento em que chegaram ao sul da Europa e exigem ir para um outro país deixam automaticamente de ser refugiados para passarem a ser migrantes económicos. Uma verdade que infelizmente muitas bestinhas não querem ver nem saber.

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Soube através do blogue THYSELF, O LORD que o blogueiro/escritor americano crítico do islão Robert Spencer falou, como podemos ver no vídeo de cima, dos aspectos teológicos da jihad numa palestra na Universidade Franciscana de Steubenville, no Estado norte-americano do Ohio, no passado dia 14 de Outubro. Os avós do Robert Spencer foram vítimas de perseguição no mundo islâmico por serem da Igreja Católica Grega Melquita, uma igreja sui juris em plena comunhão com o Papa.


Os meios de comunicação de apologética católica, como os sítios/blogues da Frente Universitária & Estudantil Lepanto, Legião Eucarística, AGNUS DEI ou As Cruzadas, revelaram recentemente o que disse S. João Bosco acerca do pseudo-profeta pedófilo e assassino do Maomé (QAMESE). Na sua obra "História Eclesiástica", S. João Bosco, o padroeiro da juventude, chamou Maomé (QAMESE) de "famoso impostor de Meca", um "epiléptico" que soube aproveitar-se da sua enfermidade para fundar uma seita "que era uma mistura de paganismo, Judaísmo e Cristianismo". Maomé (QAMESE) afirmou "com jactância que era superior ao divino Salvador" e que "não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para estabelecer a verdadeira religião mediante a força". Maomé era também um "homem perturbador" e "astuto" cuja seita favorece "a libertinagem", o que lhe deu "prontamente muitos sequazes" e "um formidável exército de bandidos".
Como antigo aluno salesiano com todo o orgulho, só me apraz dizer: salvé, D. Bosco santo!

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