quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

«Invejo tanto o meu marido, gostava tanto de ter estado com ele para me fazer explodir»

A viúva de um dos kamikazes do Bataclan, Samy Aminour, concedeu uma entrevista ao diário Le Parisien em que afirma que tem inveja do marido e que gostava de ter estado com ele para se fazer explodir. Kahina, de 18 anos e na Síria, também queria ir "aterrorizar a população francesa, que tanto sangue tem entre as suas mãos". A jovem, que possivelmente é uma europeia convertida ao islão, conheceu Samy em 2013, acompanhou-o à Síria, enalteceu a violência e assegurou que, enquanto continuassem a ofender o islão e os muçulmanos, "todo o mundo" iria ser um potencial alvo de atentados e "não só os polícias ou os judeus". "Em França e em outras partes vives bem, e aqui muita gente morre. É injusto. Dentro de pouco, se Alá quiser, a França e toda a coligação (contra o Estado Islâmico) vai saber o que é a guerra em casa. Vocês matam-nos, nós matamos-vos. A equação é simples", acrescentou.
A Kahina que expluda, mas longe dos inocentes.

2 comentários:

wind disse...

E matá-la já, não? lololol

FireHead disse...

O direito humano mais fundamental consagrado pela ONU é o direito à vida, logo ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém. Isto é, pelo menos, o que eu aprendi, daí não entender como é que organizações de defesa dos direitos humanos, como a Amnistia Internacional, também são capazes de estar do lado dos abortistas...