sábado, 26 de dezembro de 2015

Brunei e Somália proíbem publicamente o Natal


O Brunei e a Somália, ambos países islâmicos, proibiram as celebrações públicas do Natal. No país asiático, a decisão partiu do sultão Hassanal Bolkiah, que há uns tempos atrás instalou a lei da sharia. Para os cristãos, que constituem cerca de 9% do pequeno país da ilha do Bornéu, poderem celebrar o Natal é preciso que o façam de forma discreta "dentro das suas comunidades e desde que informem as autoridades" para não "prejudicar a fé da comunidade muçulmana"! Como se isso não bastasse, a partir de Maio vai passar a ser proibido consumir bebidas alcoólicas e o furto vai passar a ser punido com mutilações, e um ano depois o adultério, a sodomia e insultos ao islão e ao pseudo-profeta Maomé (QAMESE) serão punidos com a pena de morte. Já no país africano, Mohamed Khayrow, do Ministério da Justiça e dos Assuntos Religiosos da Somália, afirmou que não é "algo correcto" os muçulmanos celebrarem o Natal. A partir de agora, os cristãos da Somália, país onde vigora a sharia desde 2009, só vão poder comemorar o Natal em casa. O Ano Novo também já não pode mais ser comemorado publicamente porque no calendário islâmico, que é tão pagão como qualquer outro calendário lunar, o novo ano não começa no dia 1 de Janeiro.
E pronto, é assim a "religião da paz"...

2 comentários:

Anónimo disse...

e na europa se proibe costumes islamicos de vestimenta e alimentação

FireHead disse...

Proíbe-se? Onde? Mesmo em França, com a lei da proibição do uso do véu integral já em vigor, continua a haver muslas que desafiam constantemente a lei. Quanto à alimentação, se a Europa não é civilizacionalmente islâmica, por que raio é que haveria de facilitar os muçulmanos neste aspecto? Tipo, eu se for para um país muçulmano também não poderei comer carne de porco, né?