terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Ana Maria Braga, o islamismo, e a "indústria do coitadismo"

A apresentadora da TV Globo Ana Maria Braga fez, no dia 20 de Novembro, uma série de segmentos no seu programa sobre o islamismo, mostrando uma versão higienizada do islão, e caindo no "conto do coitadismo", de que "os pobres muçulmanos são tão perseguidos, tadinhos." 

O motivo disso foram os assassinatos a sangue frio que os valorosos mujahadin soldados de Alá cometeram em Paris. Sempre que os maiores atentados acontecem existe uma campanha por parte da imprensa para mostrar os muçulmanos como vítimas (apesar deles não serem os alvos dos jihadistas, mas sim os infiéis kufars), noticiam-se "crimes de ódio" contra muçulmanos que não podem ser verificados, e, tudo isso, sem que muçulmano algum condene os seus irmãos muçulmanos que cometeram as atrocidades. Isso porque o Maomé disse, segundo um hadice de Muslim (Livro 32 Número 6267): 

"Abu Huraira relatou que o Apóstolo de Alá disse: 'O servo que esconde as falhas dos outros, neste mundo, Alá irá esconder as suas falhas no Dia da Ressureição'." 

Eu tenho a certeza de que a apresentadora tem um bom coração e está projectando os seus valores, baseados no conceito cristão da Regra de Ouro: "faça aos outros aquilo que você quer que seja feito a você". Acontece que, no islamismo, esta regra não existe. No islamismo, o que vale é o Alcorão (48:29): 

"Maomé é o Apóstolo de Alá. Aqueles que o seguem são cruéis com os descrentes mas misericordiosos uns para com os outros."

Num primeiro segmento, Ana Maria Braga mencionou a campanha que um grupo de aproximadamente cinco muçulmanos fez numa rua de Paris chamada "abrace um muçulmano". Ela começou este segmento se valendo da mentalidade do politicamente correcto de que todas as religiões são iguais. Ela disse que os muçulmanos são iguais aos católicos (sem saber que os católicos não cortam fora o clítoris das suas crianças, como preconizado pela lei islâmica, a sharia, e praticado até os dias de hoje em países como Egipto e Indonésia). O que ela também não menciona é que enquanto que os cristãos e ateus franceses vão e abraçam os muçulmanos, por ser esta uma característica da civilização ocidental, o mesmo não aconteceria nos países de maioria muçulmana. Nestes países, cristãos e ateus são perseguidos. Por exemplo, enquanto eu escrevo este artigo, o governo da Província de Aceh, na Indonésia, está promovendo uma campanha para destruir templos cristãos. O governo está implementando a sharia. Que tal a Ana Maria Braga mencionar isso no seu programa? Que tal a Ana Maria Braga convidar alguém da Voz dos Mártires para falar sobre a perseguição dos cristãos ao redor do mundo, que acontece como prescrito pela sharia?

Omar Abdul Rahman, também conhecido como "xeique cego" ou como o 
"Emir da Jihad" está carente e também precisa de um abraço - coitadinho dele
Esta é mais uma dentre as mais de 1.000 (mil) igrejas destruídas 
pelo governo da  Província de Aceh, na Indonésia. Os cristãos de lá não
tem ninguém que os abrace. Talvez a Ana Maria Braga possa 
usar o tempo do seu programa para chamar a atenção do que ocorre
Num outro segmento, ela tenta esclarecer sobre o islamismo e o costume dos muçulmanos. Ana Maria, os muçulmanos não são o problema. O problema é a sharia, e o facto que se inculca na mente dos muçulmanos que eles têm o dever religioso de implementar a sharia onde quer que eles vivam. O problema não é religioso, mas político. Tanto faz se uma pessoa reza virada para Meca ou para Jacarépaguá. O problema é quando preceitos religiosos devem ser impostos sobre todos, inclusive sobre quem não pertencer à religião. E este é exactamente o problema do islamismo! Veja aqui um resumo do que existe de mais podre na sharia. E a sharia é imutável por ser considerada como a lei de Alá. É por isso que o islão é contra a democracia. Acorda, Ana Maria! 

E num outro segmento, um professor de História, Clóvis Bulcão, foi falar sobre o Estado Islâmico. O interessante é que, durante a entrevista, ele próprio se desqualificou como especialista. E isso ficou claro com a confusão que foi feita, com afirmações do tipo "é o mesmo Deus que o cristão" (os teólogos discordam), ou algo como cristãos fizeram muitas barbaridades e dando como exemplo eventos ocorridos como decorrência da Reforma Protestante (ocorridos 1500 anos após Jesus Cristo, enquanto que o islão já nasceu belicista, e tem sido belicista desde então até hoje, facto ignorado pelo professor). Ao ser defrontado com a questão fundamental se o Estado Islâmico é islâmico, o professor tenta responder deixando o islão de lado e projectando a nossa história, como se existisse algum paralelo, e vindo com a narrativa de que os jihadistas estão fazendo uma interpretação errada do islamismo, quando na verdade eles estão seguindo o islamismo como praticado por Maomé. O equívoco do professor é comum de ser feito dentre aqueles que não conhecem a história do islão e nem a história de Maomé. Na verdade, o Estado Islâmico é islâmico e segue Maomé nos seus mínimos detalhes. 

Ainda na sua entrevista, o professor diz que a jihad é o conceito de auto-superação. Ele está correcto. Porém, ele erra ao ignorar que este conceito inclui tanto um aspecto interior e pessoal e um aspecto exterior e violento. E que a jihad violenta e armada é mencionada muito mais vezes do que a "jihad interior". E o pior de tudo é que ele diz que a jihad armada surgiu muito tempo depois da morte do profeta, como se isso tivesse sido uma reinterpretação. O nobre professor se equivocou. Maomé foi o primeiro jihadista e todo o seu sucesso veio não devido a uma pregação pacífica, mas sim devido a sua acção militar através da jihad

O professor Bulcão, dentro de um espírito de cooperação, eu sugiro uma leitura sobre a definição de jihad sob a óptica da sharia, e uma outra sobre como os doutores do islão definem a jihad. E fica também a sugestão de leitura do livro The Quranic Concept of War

Outro erro cometido pelo professor Bulcão foi o de afirmar que o que os jihadistas fazem não está escrito no Alcorão. Ele disse "eu já li o Alcorão de cabo a rabo e não está escrito nada disso". Puxa, leu mesmo professor? Mas esqueceu de ler com a luz acesa, não foi? Você não leu a Sura 9, que define como os muçulmanos devem tratar os judeus e os cristãos? E a Sura 8 que permite roubar os infiéis? E os versos 4:24, 33:50 e 4:3 que permitem a escravidão sexual? Os versos 5:32-34 que estabelecem as punições para quem fizer "guerra contra Alá"? Ou os 164 versos de jihad violenta no Alcorão

E veja o que uma pessoa que realmente conhece e estuda o assunto diz a respeito:

video

Bem, vocês já sentiram o tom do programa. Lamentável. Perdeu-se uma oportunidade de se aprender sobre o islão e sobre Maomé. Perdeu-se uma oportunidade de se questionar de modo sadio e maduro as implicações que as acções militares e belicistas de Maomé tiveram na índole do islão e como ela influenciou o desenvolvimento do islamismo, tanto em termos históricos como em termos geográficos. 

Dizer que, a exemplo de Jesus ou Buda, Maomé foi um pregador pacífico é mentira ou ignorância. Vamos falar a verdade. Maomé foi um senhor da guerra, e é considerado como o exemplo de conduta do islão. As consequências disso são tremendas, e fazer um programa que leve as pessoas a manterem as suas cabeças enterradas na areia é um desserviço. 

Vou terminar este artigo com o Verso da Espada, um verso que ab-rogou tudo o que existia de "pacífico" no Alcorão: 

9:5 - Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [tornem-se muçulmanos], abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo.


José Atento

Fonte: Lei Islâmica em Acção

4 comentários:

Anónimo disse...

Quem criou as condiçoes para o isis existir foi o loby judaico-israelense .


A desestabelizaçao no iraque e arredores é algo planejado desde os inicio dos anos 80
http://irishsavant.blogspot.ie/2014/12/a-simple-answer.htm


A propria midia israelense se gabou de que foram acessores judeus de bush os responsaveis pela mentira das armas quimicas e consequente agressao e desestabilizado do iraque
http://www.haaretz.com/news/features/white-man-s-burden-1.14110

http://www.ipsnews.net/2004/03/iraq-war-launched-to-protect-israel-bush-adviser/

É fato conhecido que al qaeda participou nas primaveras arabes recebendo ajuda do governo CONTROLADO americano .

É fato conhecido que o tal ISIS recebeu armamentos americano e ajuda medica israelense.
http://m.huffpost.com/us/entry/3438625


" Israel fornece ajudar militar e medica para rebeldes sirios denuncia comissariado da ONU ! Comissarios da ONU denunciaram que durante o ultimo 18 meses o governo de israel atraves de seus militares tem fornecido ajuda medica e militar para os rebeldes sirios .De acordo com os inspectores , os encontros entre militares isralenses e rebeldes sirios são frequentes e ocorrem nas golinas de golã !"
http://www.presstv.ir/detail/2014/12/07/389114/un-report-reveals-israeltakfiri-links/

FireHead disse...

Exacto! Os judeus estão a criar grupos terroristas anti-judaicos porque eles têm uma sede invencível de auto-destruição e como eles não conseguem matar-se a eles mesmos, criam terroristas islâmicos, o ódio de estimação deles, que é para os eliminarem.

E é agora que vem a observação irrefutável dos grupos terroristas islâmicos que não atacam nunca Israel apesar de estar perto deles? :)

Anónimo disse...

Pois é firehead, como respondes a essa última questão? O capital judeu sempre foi utilizado em proveito próprio, a campanha anti-Irao é um exemplo disso ou não? Os judeus sempre souberam tratar de si próprios, quando a Europa deixou de ir nas suas lenga-lengas viraram-se para os USA. Não estou a diaboliza-los mas a história dos seis milhões e de serem uns coitadinho para mim não pega...

FireHead disse...

Sim, como é que se responde à questão... do facto dos muçulmanos odiarem os judeus e mesmo assim não atacarem Israel (excepto os "palestinianos", mas se calhar isso não conta). Ora, se calhar é por Israel ser militarmente muito superior a esses países islâmicos todos?

Quanto à história dos seis milhões, se para ti não pega, o problema é teu.