terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Ainda sobre o tiroteio de San Bernardino...

O ataque terrorista que houve recentemente em San Bernardino, na Califórnia, foi um ataque jihadista. Esta é que é a verdade nua e crua por muito que a tentem deturpar. Até porque o próprio FBI já confirmou a ligação entre os terroristas e o Estado Islâmico.


Os jihadistas planearam matar ainda mais gente, mas a coisa não lhes correu de feição. Os próximos jihadistas já deverão ter mais sorte...



A verdade sobre o massacre com destaque para a hipocrisia dos principais mé®dia, do presidente norte-americano mulato Barack Hussein Obama e da comunidade "pacífica" islâmica:


A loira Tomi Lahren ataca o Barack Hussein Obama, a Hillary Clinton, o CAIR (Conselho Americano para as Relações Islâmicas) e os mé®dia:


O crítico do islão Robert Spencer, director do Jihad Watch, informa que os vizinhos dos terroristas sabiam que alguma coisa de mal se estava a passar mas nada fizeram porque não queriam ser considerados racistas:


As vítimas mortais do tiroteio:


Esta é a melhor foto de sempre do muçulmano Syed Farook (Farooq Saeed, como se escrevia inicialmente):


Agora vejamos uma coisa gira da parte dos desmiolados esquerdistas: o branco ateu norte-americano Dylan Roof matou há uns tempos atrás vários negros numa igrejola protestante e o crime foi considerado uma "guerra racial" no país. O Syed Farook e a sua escumalha muçulmana fizeram o que fizeram mas a culpa não é deles.


A próxima edição do New Yorker era para ter inicialmente esta capa em relação aos atiradores jihadistas. Segundo os jornalistas, o problema não está no islão, mas sim na facilidade que os norte-americanos têm no acesso às armas...


A jornalista Melissa Harris-Perry, da MSNBC, ficou revoltada com o facto das fuças da mulher de Syed Farook, Tasfeen Malik, terem sido reveladas ao público, algo que "é muito grave" porque ela andava sempre com a fronha coberta e assim os jornalistas acabaram por ofender o islão!


Por fim, mais um caso surreal: a jornalista Linda Stasi, do New York Daily News, atirou a culpa do sucedido ao judeu Nicholas Thalasinos, um colega de trabalho do Syed Farook com quem tinha "várias discussões acaloradas sobre polícia e religião"! "Foi o ódio do funcionário municipal (para com o islão) que levou o casal ao ódio e à morte de 13 pessoas inocentes", afirmou a gaja!


E depois como é que não querem que o Donald Trump barre a entrada de muçulmanos nos EUA se ele vencer as eleições?



'Bora lá, Trump!!

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