terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Europa está paralisada e mutilada


O filósofo, ensaísta e professor Eduardo Lourenço viveu décadas em França, onde acompanhou o aprofundamento das diferenças entre os nativos e vários gerações de muçulmanos, e acredita que a convivência entre os europeus e os muçulmanos é um problema por resolver. "O que se observa agora é um problema político que se coloca a todos os franceses devido à questão da islamização em várias regiões do país. Que resulta da chegada de grupos de imigrantes que vêm do Magrebe e que se adaptam dificilmente a comportamentos como são os dos códigos habituais e universalistas da vida francesa, seja porque exigem estatutos particulares em várias situações, como é o caso de assuntos escolares, como se esta gente que vem de outro lado não se conseguisse adaptar e mantivesse as sempre difíceis relações com o islão", disse assim ao Diário de Notícias no início deste ano, após os ataques terroristas islâmicos contra a redacção do Charlie Hebdo.
Em Março, Eduardo Lourenço disse à Renascença que os desafios da Europa são imprevisíveis. O islão tem uma "barbaridade colectiva que já não se conhecia há algum tempo", como se "voltássemos 1000 anos atrás". Além disso, "a construção da Europa está um pouco paralisada e outra vez com muitas contradições internas". O também autor do livro "O Labirinto da Saudade", homenageado no Festival Literário da Madeira, descreveu "a incompatibilidade visceral de duas culturas", mas diz que "não é só a religião que está em causa: são maneiras de ver as coisas e particularmente a maneira como se perfila de um lado e de outro a relação entre homens e mulheres".
Eduardo Lourenço afirmou agora recentemente à RTP que a Europa de hoje em dia não está preparada para enfrentar o islão e a islamização. "A Europa perdeu sempre com o islão", defende, considerando a Rússia como um irónico protector da Europa no que diz respeito à invasão islâmica devido à forte presença da Igreja Ortodoxa, habituada desde séculos a lidar com os muçulmanos, ao contrário da actual Igreja Católica rendida ao ecumenismo forçado à pala do desastroso Concílio Vaticano II e apostada no "diálogo" com seres irracionais que adoram um ídolo imundo como é o árabe Alá. Para o pensador, só a Rússia é capaz de travar o terrorismo islâmico.

2 comentários:

Anónimo disse...

Todos paises do medio oriente(anteriormente as guerras travadas em alguns dos mesmos em beneficio de israel )em principal siria,turquia ,jordania e irã dão de 1000 a 0 em qualquer buraco do quinto mundo da cristã america latina e africa - que por sinal sao onde estao os paises mais violentos do mundo.

FireHead disse...

O mesmo comentário mentecapto que por vezes é por aqui feito. Do que é que tu estás então à espera para zarpares para um paraíso islâmico então, ó bardamerda?