sábado, 21 de novembro de 2015

O António Costa disse que o Syriza é um "novo sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha"...


O Syriza, irmão gémeo do Bloco de Esquerdume e do Podemos, que entusiasmou muito os esquerdistas de Portugal como o António Costa, aprovou mais medidas de austeridade no parlamento grego, coisa que nós pensávamos que o partido liderado por Alexis Tsipras era incapaz de fazer. Se o pacote de medidas não fosse aprovado, a Grécia não receberia a próxima fase do terceiro programa de resgate. Como consequência, dois deputados demitiram-se.
LOL, que fartote! Parabéns, Syriza!!

4 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Toda a esquerda é uma fraude. Só não vê quem não quer...

FireHead disse...

Os esquerdistas não vêem. É por isso que ainda existem esquerdistas. Mas o pior é haver gente que não é de esquerda e que diz que a esquerda faz falta, tipo que o PS faz falta em Portugal para a democracia, etc. etc. É claramente gente que não sabe ainda o que é que é a esquerda.

Ivan Baptista disse...

E quem julga que a esquerda PS é esquerda, dá-me um fartote de rir...

O socialismo pode ser utópico, mas prefiro a ideologia socialista do que o, salve-se quem poder .
É que é igualmente utópico pensar que se pode ser igual a um Ricardo Salgado, Sócrates ( o mafia, hurm hurm perdão, o politico ), ou até mesmo um Belmiro, À, esqueci-me do Ronaldo, o melhor do mundo, mas ele é só um e mais nenhum .
O que é que interessa o homem ir até Marte se tens desigualdades acentuadas e exclusão social ?

Parece que a intenção é de se fazer um mundo saído de um filme de ficção cientifica, onde uma elite vive numa cidade espacial na orbita terrestre , e o resto da humanidade, a viver numa imensa Favela na terra ( https://www.youtube.com/watch?v=hvGE2nP4ga8 )

FireHead disse...

Pá, ninguém duvida que o comunismo (socialismo) é muito bonito na teoria. É claro que é, seria maravilhoso se pudesse de facto ser posto em prática. Acontece que é impossível, portanto esquece lá isso.

Salve-se quem puder? Então tu não concordas que quem mais faz mais merece ter? Ou achas bem que tu que trabalhas mais que eu tens o dever de fazer com que eu ganhe tanto como tu?

Curiosamente, os países que mais combatem as desigualdades e as exclusões não são os países esquerdistas, mas sim os capitalistas. Porque será? Se calhar porque podem. Não estou a ver líderes comunas, como os que já foram com os porcos, a ser reconhecidos como filantropos.

Quanto ao teu último parágrafo, isso já acontece, mas no planeta Terra mesmo, entre os pedrestes. De um lado uma classe protegida e longe dos problemas que els próprios promovem, e de outro a classe sofredora, que sente na pele esses problemas. É por isso que é entre os que sofrem que se gera os sentimentos populistas.