domingo, 15 de novembro de 2015

A crise dos refugiados é um plano esquerdista


O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, uma das vozes que têm-se levantado contra a crise dos refugiados em nome da defesa da Europa cristã, disse que "tudo indica que a esmagadora maioria destes migrantes votará nos partidos de esquerda assim que eles se tornarem cidadãos (com nacionalidades europeias)", reforçando assim os esquerdistas o seu eleitorado, acrescentando que "é impossível não imaginar que existe um grande plano por trás disto". Em entrevista à revista suíça Die Weltwoche, disse também que "Muitos de nós estamos a dar voltas à cabeça em relação a esse assunto. A Alemanha é a chave. Se os alemães dissessem amanhã 'Estamos cheios, já chega', a enchente seria travada imediatamente". O "grande plano", segundo Orbán, é a concretização das ideias defendidas "pela esquerda europeia e pelos democratas americanos radicais" com vista ao fim dos países tradicionais e à sua substituição por um único e gigantesco Estado europeu. A maioria dos que tentam entrar na Europa não são refugiados, mas sim migrantes económicos que querem um "estilo de vida da Alemanha ou da Suécia" e que poderão determinar "o fim da Europa".
Assertivo, uma vez mais, Viktor Orbán.

2 comentários:

Anónimo disse...

orban é uma fraud , mudou o discurso para nao perder mais eleitores ao jobbik. os nacionalistas hungaros os odeiam
alem disso ,deixou ele centenas de milhares de invasores usarem a hungria para adentrar a alemanha.

FireHead disse...

O Jobbik é nazi, não é nacionalista de Direita. Não tem nada a ver com a FN, o PVV ou o SD. O Jobbik e a Aurora Dourada são a verdadeira falsa oposição.