segunda-feira, 23 de novembro de 2015

62.º Grande Prémio de Macau


Realizou-se o 62.º Grande Prémio de Macau que começou no passado dia 19 e terminou ontem, dia 22. O certame contou no total com a presença de 80 mil pessoas a assistir nas bancadas. Nos dias de treinos, somaram-se 22.500 pessoas na assistência, com os dias de corridas a fazerem 60 mil lugares serem ocupados.


Na Taça de Carros de Turismo de Macau da CTM, Paul Poon e Samson Fung, dois veteranos das provas locais e amigos de longa data, levaram os dois Peugeot RCZ do Teamwork ao triunfo. Tratou-se da quarta vitória do veterano piloto-empresário Poon, campeão da especialidade de Hong Kong, dominando os acontecimentos da prova desde o primeiro dia e obtendo tempos que o permitiriam alinhar na Corrida da Guia. O ex-vencedor do extinto Troféu Hotel Fortuna, Chou Keng Kuan, foi o terceiro classificado e o melhor de Macau, beneficiando de um erro cometido por Andrew Lo a duas voltas para o fim. Três luso-descendentes de Macau ficaram nos dez primeiros, a saber: Filipe Souza (quinto classificado), Célio Alves Dias (oitavo) e Jerónimo Badaraco (nono).


Na Taça de Mundo FIA de GT houve uma estreia vitoriosa: o piloto alemão Maro Engel, ao volante de um Mercedes-Benz AMG SLS GT3, partiu da pole-position depois de ter vencido a corrida de qualificação de sábado e dominou a prova a seu bel-prazer. Em segundo lugar ficou o também alemão René Rast e em terceiro o holandês Martin de Muecke. "Estou muito satisfeito por ser o primeiro vencedor desta corrida mas também estou orgulhoso da minha equipa. Vencer aqui hoje (ontem) é fantástico, eu adoro este lugar e esta pista. É inacreditável. Estou tão, tão feliz. E tão, tão orgulhoso por ser o primeiro vencer", disse o alemão.


Infelizmente a performance dos pilotos portugueses ficaram aquém das expectativas. Os McLaren 650S GT3 de Álvaro Parente e André Couto não foram nunca capazes de rivalizar com os outros carros. O portuense Álvaro Parente começou em 9.º na grelha de partida e acabou em sexto. "Não temos velocidade de ponta suficiente. O balanço do fim-de-semana em geral é muita frustração. Em todas as rectas não estamos a lutar de igual para igual. Na zona das curvas e contra-curvas tivemos muito fortes, tivemos bem. Mas, pronto, chegámos à recta e deixamos lá tudo. Não temos hipótese. Terminámos no sexto lugar, não foi horrível. Dentro do que temos em termos de carro, diria que foi bom. Gostei muito de vir aqui, esta pista é um desafio. Estou satisfeito com a corrida. Se eles me chamarem outra vez, eu venho com todo o gosto e muito contente", afirmou. Já André Couto, que regressou a uma terra que muito bem conhece ou não representasse ele Macau apesar de ser lisboeta, sofreu um violento acidente na sexta-feira e foi obrigado a abandonar a corrida de qualificação devido a um problema do acelerador. Partindo do fim da linha da grelha de partida, Couto só podia lutar para recuperar o máximo de posições possíveis, ficando em 11.º lugar depois de ter subido nove posições. "Consegui chegar ao fim em 11.º, não é o melhor. (Os problemas com o carro) fizeram com que tivesse só de procurar um resultado, ainda que nada de especial. Positivo sim, para quem saiu em 20.º e ficou em 11.º. Em termos de performance não. O carro até estava em boas condições, mas Macau é assim, sempre difícil", disse Couto.





Na 49.ª edição do Grande Prémio de Motos houve um herói improvável: o piloto britânico Peter Hickman. Em segundo e terceiro lugares ficaram os também britânicos Martin Jessopp e Michael Rutter. "Não existe nenhum segredo, o Circuito da Guia é muito complicado de aprender, no ano passado só consegui completar metade da prova, por isso este ano foi um bocado começar do zero. Senti-me muito bem com a moto também, foram necessárias fazer algumas pequenas alterações, mas nada de especial, apenas pequenos detalhes. O mais importante em relação a mim, foi ter feito reconhecimento do circuito. A equipa fez também um grande trabalho e estou muito satisfeito", afirmou Peter Hickman.


Na Fórmula 3 venceu o piloto sueco Felix Ronseqvist, igualando o recorde do italiano Edoardo Mortara que venceu duas vezes a Taça Intercontinental FIA de Fórmula 3. Na corrida de qualificação, na véspera, Felix Rosenqvist terminou em segundo, mas beneficiou da decisão do júri da prova que penalizou de forma polémica o vencedor, o italiano Antonio Giovanizzi, devido a uma choque com outro carro (as imagens não provam que o italiano teve culpa). "É um sentimento especial vencer duas vezes seguidas. Só um piloto fez isso antes de mim. A corrida de hoje foi muito boa e tivemos a boa estratégia, defendi a minha posição. Este ano tive de mais para conseguir, mas isso é sempre bom e nunca é fácil vencer aqui. Foi algo que me fez provar a mim mesmo que eu consegui. É a melhor demonstração de que merecemos, quando vencemos duas vezes", afirmou Ronseqvist ao jornal Hoje Macau.


E pronto, para o ano há mais. Desta vez já sem o engenheiro João Costa Antunes, que trabalhou na administração do Grande Prémio de Macau durante longos 42 anos e coordenou o maior evento desportivo de Macau durante mais de uma década. "O Grande Prémio vai deixar saudades na medida em que é um projecto de grande dimensão a que dedicamos muito empenho e paixão. Mas na minha vida profissional, eu diria que há sempre um momento em que é difícil começar e depois é com alegria que vemos os nossos esforços e o trabalho de conjunto de uma equipa a dar frutos. É sempre uma transição", despediu-se assim, realçando que as bases para o futuro estão lançadas.

4 comentários:

KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...

DE ASIATICA GOSTOSINHA VC´S TÃO MUITO BEM SERVIDO É SÓ NÃO DEIXAR VIRAR UMA DETROIT SENÃO SÓ VAI TER AUSTRALOIDE MEDONHA E SANOIDE REPULSIVA PRA BAIXO

FireHead disse...

Sim, de asiáticas gostosinhas estou eu farto de ver aqui e considero-as bem mais femininas que muitas brancas. E vê lá, não digas isso muitas vezes, que tu assim desiludes os teus camaradas anti-judeus e racialistas. Eu como não sou como vocês, posso perfeitamente dizer o que digo. :)

Ivan Baptista disse...

Muitas Brasucas talvez a maioria, são de sangue asiático, mesmo sendo de sangue ameríndio, para mim, são parecidas com as asiáticas mas mais "vermelhas" (morenas) .

As Brasileiras teem um jeito feminino, seja lá de que raça ou mistura forem .
São muito mais doces que as tugas, secalhar porque na mente das mulheres, gostam daquilo que é diferente, pois não sei..
Qualquer português mesmo sendo uma merda ambulante, consegue ter mais sucesso com uma brasuca do que uma tuga.
É caso de estudo..

FireHead disse...

É normal. Há teorias que indicam que os índios da América possuem os mesmos ancestrais que os asiáticos. Possivelmente deve-se a migrações quando o mundo ainda era só um continente, o Pângea.

Tem cuidado com as brasucas. Eu não te quero desiludir, mas pela experiência que eu tenho, parece que muitas delas gostam dos tugas em Portugal mais por causa do passaporte e também da conta bancária, carteira, etc. :P