domingo, 18 de outubro de 2015

Uganda: pastor morto após debate vitorioso com muçulmanos


No Uganda, mais precisamente na aldeia de Kalampete, no distrito de Kibuku, o pastor protestante Samson Nfunyeku, da "igreja" do Uganda (em comunhão com a seita anglicana) e apoiado por outras "igrejas", debateu com uns "clérigos" muçulmanos e conseguiu provar, através da Bíblia, que o islão é uma falsidade. O pastor, de 59 anos e responsável por converter muitos muçulmanos para o protestantismo, acabou por ser brutalmente assassinado no dia seguinte. Deixou sete filhos e 16 netos.
No Uganda, apesar de, segundo a Wikipédia, mais de 40% da população ser cristã (católica), há também qualquer coisa como 36% de anglicanos (protestantes) fruto do colonialismo britânico. Os muçulmanos representam cerca de 12% da população mas mesmo assim eles perseguem os cristãos e sobretudo os muçulmanos que deixam a seita islâmica apesar da lei do Uganda permitir a conversão religiosa.
Se fosse no Ocidente, uma vitória num debate com os muçulmanos seria catalogado de "racismo" ou "islamofobia". Em África, a vitória num debate com os muçulmanos dá direito à morte. Os adeptos da "religião da paz" não sabem fazer as coisas por menos.

2 comentários:

Anónimo disse...

Eu preciso reconhecer, alguns países africanos são exemplos no combate ao Islã, esses tempos a Angola até queria proibir o Islamismo no país, não sei que fim levou isso, imagino que houveram muitos protestos, mas os exemplos estão aí, é só o Ocidente superior e mais avançado se basear neles!

FireHead disse...

Parece que proibiu mesmo. Cheguei a falar sobre isso aqui no blogue.

O Cristianismo tem uma forte presença em África e, por mais incrível que pareça, existem muitos cristãos negros conservadores e defensores da fé. No Vaticano há cardeais negros bastante conservadores com o Francis Arinze, Robert Sarah ou Peter Turkson. Este último é claramente islamofóbico.