quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mais consequências da crise dos refugiados (X)


Imagens reveladoras confirmam que o Estado Islâmico e outros grupos terroristas muçulmanos com jihadistas que se fazem passar por "refugiados sírios" e que já entraram na Europa aos magotes são um autêntico cavalo de Tróia que vai ficando cada vez maior. Em breve os jihadistas estarão em número suficiente para criar um exército islâmico em solo europeu pronto para cometer mais atentados na Europa, desta vez de modo organizado e em grupo, e não apenas através de lobos solitários.


O candidato presidencial republicano à Casa Branca Donald Trump atacou a chanceler alemã Angela Merkel por permitir a entrada de combatentes muçulmanos na Europa:


A antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Finlândia Kristiina Ojalund disse que a União Europeia está a empurrar os europeus para uma catástrofe com a política das portas abertas. "A maior parte desses 'refugiados' muçulmanos não são refugiados de todo, eles são parasitas económicos alienígenas ilegais que fazem parte de uma invasão planeada da Europa".


Entretanto, em Calais, os refugiados, que supostamente fugiram dos horrores da guerra e da perseguição em África na Síria, montaram uma discoteca no mato para terem uns agradáveis momentos de puro divertimento. Realmente já mereciam depois de tudo aquilo por que já passaram...




E na Alemanha, uma escola em Lübeck obrigou os seus alunos entre os 13 e 14 anos a uma actividade no mínimo engraçada: ajudar os refugiados num centro de refugiados.


Ajudar os refugiados já faz parte do currículo escolar...


Graças à crise dos refugiados, o partido nacionalista austríaco, o Partido da Liberdade (FPÖ), conseguiu o seu melhor resultado de sempre: ficar em 2.º lugar nas eleições municipais na capital com 31% dos votos, atrás dos social-democratas. O líder do FPÖ, Heinz-Christian Strache, um assistente dentário de 46 anos que aprecia música rap e comida kebab (nada incompatível com isso de ser da extrema-direita), teve o mérito de conseguir apelar ao voto jovem (na Áustria pode-se votar a partir dos 16 anos) com a sua intenção de construir um muro para impedir a entrada de refugiados no país. Mesmo assim foi insuficiente para tirar do lugar o social-democrata Michael Häupl que governa a câmara de Viena juntamente com os Verdes e que contaram com o apoio dos simpatizantes e solidários para com os migrantes económicos e terroristas islâmicos...

Em Portugal, país que receberá em dois anos cerca de 4500 refugiados (de início eram "só" 3000, ainda vos lembrais?), o Conselho Português para os Refugiados (CPR) ajudará os refugiados a arranjar casa e também trabalho! Para isso conta com a ajuda de empresas, autarquias, instituições de solidariedade social e particulares! "Temos recebido muitas ofertas, mais de mil, das mais variadas áreas. De privados, alguns mostrando o desejo de receber famílias, outros crianças, muitos querem ser voluntários. Temos contactos de autarquias, instituições como o Inatel, com quem vamos celebrar um protocolo, que tem unidades hoteleiras e estão dispostos a receber algumas famílias. Já fomos contactados por algumas empresas para a área do emprego. Há contactos da hotelaria e restauração, que podem ser respostas interessantes. Há um movimento grande de solidariedade e uma oferta muito grande, que tem de ser trabalhada de forma a termos uma resposta ágil e coerente", disse Teresa Tito de Morais, a presidente do CPR, ao Diário de Notícias.


Obrigado, CPR, por se preocupar com os mais de meio milhão de portugueses que se encontram no desemprego e os 2 milhões de portugueses que vivem com dificuldades. Ainda bem que o CPR existe...


Centenas de dinamarqueses fecharam simbolicamente a fronteira com a Alemanha em protesto contra a islamização da Europa. Também na Finlândia houve uma revolta entre os nativos por causa da entrada de refugiados, principalmente gajos oriundos do Iraque, o que os levou a barrar a fronteira com a Suécia. O lado mais cómico é que esses próprios refugiados que foram para a Finlândia ficaram desiludidos com o país lapão. "Podem dizer ao mundo que odeio a Finlândia. É demasiadamente fria, não há chá, não há restaurantes, não há bares, não há ninguém nas ruas, apenas carros", disse um deles. A Finlândia deve receber até 30 mil refugiados até ao final do ano, oito vezes mais do que em 2014, mas já houve mais de 200 pedidos de entrada cancelados. É mesmo caso para dizer que o frio e a falta de chá, restaurantes, bares e gente nas ruas são importantes aliados da Finlândia... O pior é que há lojistas que dizem que "homens escuros" ou "meridionais" têm andado a praticar pequenos roubos e perturbar as mulheres, o que parece dar ainda mais força ao partido nacionalista, Partido dos Verdadeiros Finlandeses, que já é o segundo mais votado.


Lá vamos nós de novo: quo vadis, Europa?

4 comentários:

Anónimo disse...

A Finlândia é o único país nórdico que sempre soube tratar os imigrantes como merecem, sempre deu prioridade aos finlandeses!
Eu confesso que se a língua finlandesa não fosse tão complicada com suas vogais dobradas e palavras gigantescas, eu até pensaria em morar lá!

FireHead disse...

Muitos portugueses, e acredito que brasileiros também, acostumados ao "bom tempo", às praias, aos calções e aos chinelos não devem gostar mesmo nada de mudar-se para lá, que faz muito frio por causa do clima semi-polar. :)

Anónimo disse...

Bem, isso também, os brasileiros do Sul até que já estão acostumados mais com o frio (não tem comparação, mas já se dá uma ideia), mas o frio se tornaria aspecto secundário quando o país em questão oferece segurança, qualidade na educação e saúde, enfim. Por exemplo: os maometanos do Oriente Médio, adoram a Suécia e a Noruega, e olha que muitos deles vêm das regiões extremamente tropicais, e depois que chegam lá não querem retornar mais (nós sabemos a verdadeira razão pelos quais eles não querem sair).

FireHead disse...

Olha, eu por exemplo sempre gostei mais do frio do que do calor, pelo que eu penso que conseguiria adaptar-me perfeitamente à Finlândia. O problema é mesmo o que tu referiste, a língua, e apesar de acreditar que com o inglês já daria para me safar, a integração só se daria mesmo efectivamente sabendo a língua do país em questão. Quanto aos maometanos, eles são sustentados que nem uns animais domésticos e quanto ao frio não é problema nenhum se eles estiverem no aconchego e conforto dos seus lares (oferecidos) com aquecimento central...