segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mais consequências da crise dos refugiados (IX)


Na Alemanha, a invasão de refugiados migrantes económicos continua a tirar casas aos autóctones, como podemos ler aqui neste artigo do qual destaco as seguintes notícias:
  • Em Hamburgo, a segunda maior cidade alemã, as autoridades municipais introduziram um projecto de lei que visa confiscar terrenos e edifícios comerciais vazios para alojar os imigrantes ilegais. "O confisco proposto de terras e edifícios comerciais particulares vagos é uma pesada agressão contra os direitos de propriedade dos cidadãos de Hamburgo. É como se fosse uma expropriação realizada pelo Estado", disse André Trepoll, da União Democrata Cristã da Alemanha (CDU), partido da Angela Merkel. Já a líder do Partido Liberal Democrata (FDP) em Hamburgo, Katja Suding, disse que o projecto de lei significa "passar dos limites de maneira inaceitável... Medidas coercivas dessa natureza irão apenas alimentar o ressentimento contra os refugiados".
  • Em Tübingen, o presidente da câmara Boris Palmer fez propostas para alugar ou comprar propriedades vagas para abrigar os imigrantes ilegais, ameaçando confiscar as propriedades daqueles que ousarem não aceitar as suas propostas por uma questão de "emergência", de acordo com a lei policial (Polizeigesetz).
  • Em Reno, as autoridades confiscaram um resort privado na cidade de Olpe, em vez de o ter comprado, para poder abrigar cerca de 400 imigrantes ilegais. De acordo com o Ministro do Interior do Norte de Vestefália, Ralf Jäger, as propriedades podem ser confiscadas sempre que houver uma "ameaça à ordem ou segurança pública" e o perigo da falta de moradias para os migrantes enquadra-se perfeitamente neste caso.
  • Em Braunsbedra, um proprietário despejou dezenas de residentes de um edifício de apartamentos para acolher imigrantes ilegais. Markus Skowronek, o proprietário do edifício, disse assim para as câmaras: "Peço que vocês saiam desse recinto. Vocês estão proibidos (Hausverbot) de entrar no edifício. Por favor saiam da propriedade. Desculpem. Caso contrário terei que chamar a polícia. Por gentileza, saiam".
  • Em Lübbecke, professores e estudantes receberam ordens para evacuarem, em menos de 24 horas, a escola Jahn-Realschule para alojar 300 imigrantes ilegais. Os estudantes receberam ordens para que retirassem imediatamente os seus pertences e ficassem em casa por uma semana até que fossem encontradas salas de aula alternativas. Marion Bienen, a directora da escola, disse o seguinte: "Os meus alunos também são seres humanos. Vocês não podem tratá-los dessa maneira. Foi-lhes dado 15 minutos para que retirassem os seus pertences da sala de aula. Em seguida tiveram que se retirar. A evacuação ocorreu como se estivéssemos em tempos da guerra... Não houve discussão. Ninguém nos alertou de antemão".
  • Em Berlim, o Instituto para o Desenvolvimento Urbano, o sector imobiliário e as associações de empréstimo (Berliner Institut für Städtebau, Wohnungswirtschaft und Bausparwesen, IFS) alertaram que, dado o ingresso do número exorbitante de imigrantes ilegais, a procura por moradias irá suplantar por muitos anos a oferta. "Considerando que os migrantes não têm condições de alugar propriedades novas, a grande maioria só consegue pagar por moradias populares, uma reacção em cadeia de mudanças (Umzugsketten) deve ser iniciada, na qual as famílias de renda mais alta comprem ou construam residências mais caras para si, para deixarem as moradias populares para os migrantes", informou o IFS, não explicando contudo o porquê de esperar que os cidadãos alemães, que estão vivendo de acordo com suas possibilidades, devam, de repente, assumir dívidas para adquirirem residências mais luxuosas.
O caso já falado aqui da enfermeira Bettina Halbey, expulsa da sua própria casa onde já vivia há 16 anos por causa dos invasores refugiados:


A onda invasora de refugiados migrantes económicos está também a fazer com que o salário mínimo na Alemanha baixe. Segundo um relatório do Centro de Estudos Económicos, uma grande instituição de pesquisa e consultoria com sede em Munique, a maioria dos migrantes que chega à Alemanha não tem as qualificações mais elementares para conseguir emprego no país, o que significa que eles ficarão sob tutela do Estado, por tempo indefinido, sobrecarregando a economia alemã. O relatório aconselha reduzir o salário mínimo como alternativa para evitar uma escalada na taxa de desemprego, "para assegurar que a crise dos refugiados não sobrecarregue de maneira contínua o contribuinte alemão, os refugiados precisam de encontrar um emprego o mais rápido possível, de modo que possam contribuir para o seu próprio sustento. Teme-se que muitos deles não conseguirão encontrar emprego com a remuneração mínima de 8,50 euros por hora, pelo facto da sua produtividade ser simplesmente baixa demais. Por esta razão o salário mínimo deve ser reduzido, para que o desemprego não aumente".

Como se isso não bastasse, os alemães vão ter de adiar a reforma (dos 63 anos para os 70) para poderem pagar esta invasão de alógenos. Está previsto que a Alemanha gaste cerca de 6 biliões de euros por causa dos 800 mil migrantes económicos que ainda vão chegar este ano ao país. "É melhor nós aumentarmos a idade da reforma para os alimentarmos", falou, assim mesmo, o presidente do Instituto Ifo, Hans-Werner Sinn.


Entretanto, enquanto os políticos exigem que os alemães dêem mais de si para garantir que os imigrantes ilegais se sintam em casa, os refugiados migrantes económicos vão gozando com a cara dos voluntários alemães que os ajudam, como o que aconteceu num abrigo para refugiados. "Já faz cerca de uma semana que 500 migrantes e refugiados estão alojados no ginásio do nosso bairro. Fui até lá porque eu queria ver as condições daquele local com meus próprios olhos. Havia cerca de dez veículos que pertenciam à Cruz Vermelha e a voluntários. "Idosos acima de 60 anos de idade estavam a descarregar mesas e bancos de camiões, limpando-os com um balde de água e um pano, carregando-os em seguida para dentro do hall... O que realmente me deixou furioso foi ver a incrível preguiça dos homens mais jovens. Todos na casa dos seus 20 e 30 anos de idade, sentados, fumado, olhando para os seus telemóveis, enquanto os voluntários de 60 anos trabalhavam incansavelmente... Enquanto eu via como os voluntários da Cruz Vermelha estavam a trabalhar e ninguém os ajudava, presenciei uma cena inacreditável: um senhor já de certa idade estava a tentar carregar uma mesa para dentro do hall quando um refugiado retornava do centro da cidade com um saco de compras. O voluntário idoso levantou a mesa até certo ponto, olhou para o migrante e movimentou a cabeça pedindo para que o migrante lhe desse uma mão. O migrante parou por um momento e simplesmente foi-se embora. Quase não acreditei no que eu tinha acabado de ver", contou uma testemunha.

Ainda na Alemanha, em Siegertsbrunn, um pastor protestante aposentado, Ulrich Wagner, sugeriu que os requerentes de asilo venham a ter direito a prostituição paga (isso é coisa que se diga, meu?)! O ex-pastor disse que os requerentes de asilo, na sua maioria jovens, têm "uma necessidade sexual" portanto é preciso ajudá-los porque não têm mulheres para satisfazê-los; só não disse foi quem é que deve pagar as prostitutas! O ex-pastor, que se tornou pastor sabe-se lá como, ainda que o protestantismo não seja verdadeiramente cristão, sabe que a sua "igreja" dificilmente aprovaria a sua decisão (certamente porque consegue ter a presunção de ter algo de cristão), mas lá lançou a sua laracha: ele deve ser o único responsável perante o seu ídolo!

O centro de refugiados da cidade de Augsburgo ficou do jeito que nós podemos ver no vídeo que se segue. O centro ficou assim desde que há uns dias atrás os alógenos chegaram e começaram a deitar lixo pela janela fora:


Migrantes económicos histéricos, sendo poucos deles sírios, ocuparam um edifício do Estado enquanto faziam exigências ao governo alemão que tão generosamente os acolheu. Pois é, a Alemanha tem de curar toda a miséria do mundo...


O chefe da União da Polícia Rainer Wendt falou, numa entrevista, da crescente criminalidade praticada pelos invasores alógenos que fazem-se passar por refugiados: assaltos a mercearias, violações de mulheres e também de crianças nos centros de refugiados, perseguições aos cristãos, lutas pelo controlo de território, conflitos entre sunitas e xiítas, desrespeito pela lei alemã, etc. Os alógenos sabem muito bem que podem ser criminosos à vontade que isso não lhes retira o estatuto de refugiados.


Na Hungria, foram descobertos, como já foi anteriormente referido neste blogue, telemóveis abandonados pelos refugiadistas e que contêm imagens chocantes de execuções e torturas. Não há dúvida que esses jihadistas que se fazem passar por refugiados, daí o termo refugiadistas, quiseram livrar-se das provas que os incriminem.


A invasão de alógenos também está a pôr em risco os lares dos suecos, o que está a deixá-los apreensivos. Vale a pena ler o artigo da jornalista Ingrid Carlqvist sobre a situação da Suécia islamizada e multiculturalista e divulgá-lo ao máximo porque dos poucos casos relatados por ela no passado mês de Agosto não falam os grandes mé®dia. Ficamos aqui com as notícias do artigo que têm directamente a ver com os refugiados migrantes económicos:
  • Segundo o Serviço de Imigração da Suécia, há cerca de 50 mil candidatos a asilo em vários conjuntos habitacionais destinados ao aluguer. Em 1992, a "Comissão de Avaliação de Riscos e Ameaças" (Hot-och riskutredningen) estabeleceu que o governo devia ter o direito de confiscar propriedades, principalmente as de veraneio, de cidadãos suecos em tempos de crise. No início de Setembro, a colunista Anna Dahlberg, do Expressen, um dos maiores diários da Suécia, exortou os suecos a "abrirem caminho" e "entregarem as chaves dos seus apartamentos aos mais necessitados".
  • Mohamed Husein, um refugiado somali, queixou-se por não ter ainda recebido a nacionalidade sueca após três anos, como precisam os somalis de esperar se não tiverem condições de provar a sua identidade! O que o Husein queria era o passaporte sueco para poder voltar para o seu país, do qual ele alega ter fugido, para "visitar a sua mãe e estabelecer contactos comerciais"...Um rapaz alegadamente de 17 anos e refugiado do Afeganistão foi acusado de ter violado uma mulher na noite de 10 de Janeiro num abrigo para jovens em Västerbotten, no norte da Suécia. A polícia acredita que ele violou uma mulher alcoolizada, portanto, segundo a lei, numa "situação particularmente vulnerável".
  • Os políticos do pequeno condado meridional de Örkelljung, habitado por cerca de 10.000 habitantes, enviaram uma desesperada carta ao governo em que implorava por ajuda para resolver os problemas causados pela onda de requerentes de asilo. O Serviço de Imigração abriu as portas de moradias em Örkelljung para cerca de 250 candidatos a asilo em apartamentos, um antigo motel e uma série de residências privadas de famílias, incluindo moradias para crianças refugiadas desacompanhadas. Os políticos locais assinalaram na carta que a taxa de criminalidade aumentou e que a polícia teve que ser chamada inúmeras vezes. Na carta constam estupros, ataques, agressões e roubos em lojas, bem como o encerramento temporário do centro para jovens Centrumhuset. A mistura de diversos grupos étnicos, segundo consta, teve como consequência tumultos, ameaças e greves de fome. "A situação afecta todos os que vivem e moram no nosso pequeno condado. O clima está a ficar cada vez mais pesado, muitas pessoas estão assustadas e sentem-se inseguras e isso pode levar ao crescimento da xenofobia, antagonismo e exclusão". Em resposta, os políticos foram acusados pelos principais mé®dia e o Serviço de Imigração anunciou que não ia fazer nada em relação ao condado porque os requerentes de asilo não podem ser alojados doutra maneira "porque não é assim que fazemos as coisas na sociedade".



O que é que distingue o centro de acolhimento de refugiados da Suécia que nós podemos ver no vídeo seguinte de uma selva?


A Fundação de Alívio Humano (Human Relief Foundation), baseada em Bradford, no Reino Unido, decidiu ajudar só os refugiados genuínos no Líbano e na Jordânia depois de ter constatado a porcaria da realidade: 97% dos alegados refugiados que estão estacionados em Calais são homens que não têm motivos reais nenhuns para ali estar! Isso só foi descoberto depois de a organização ter decidido ir para o terreno ver com olhos de ver o que é que esses migrantes económicos andam a fazer, como por exemplo deitarem fora comida e roupa que não querem. Além do mais, eles estão felizes por lá estar. "Pensei que eles tinham uma razão válida, mas a maioria deles não tem... eles querem ir (para o Reino Unido) por causa do dinheiro, duma melhor situação económica", disse o chefe-executivo da organização, Kassim Tokan. "Não há razão para eles estarem aqui... Os sírios na Jordânia têm uma vida melhor".


Parece que felizmente já começam a surgir cada vez mais ex-apoiantes do acolhimento de refugiados migrantes económicos e terroristas...

2 comentários:

Saraiva disse...

Todas as outras imagens e vídeos de destruição, selvajaria, violações originados por esses Neandertais, infelizmente já conhecia. Agora um pastor protestante aposentado Alemão??
Fiquei atónita e fico decepcionada e triste por saber que existem “espécimens” repugnantes destas que possam ser tão “iluminados” das TREVAS...um pastor mesmo que reformado? O que ele sugeriu prostituição paga? Nem a zoofilia (actividade sexual com animais) os Neandertais mereceriam, quanto mais com seres humanos, mesmo que sejam prostitutas! Esse Sr. Ulrich Wagner deveria ter vergonha e nunca sair da sua habitação. . .era bom que a ele acontecesse como a “pobre" enfermeira Bettina Halbey.
Nem as imagens seguintes esses Neandertais mereciam. . .se fosse a dona do carro chamava logo polícias, vários polícias. . . Não admira que a Volkswagen esteja envolvida na MANIPULAÇÃO dos testes de EMISSÕES POLUENTES…também pudera! Aqui está a explicação, mas como é fabricada na Alemanha não me preocupa nem um pouco, o problema é que os poluidores também chegaram à Autoeuropa em Palmela.
(Um aparte – não sei porque é que desfocaram as trombas, aquela fuça deveria ser vista POR TODA A GENTE).


https://www.youtube.com/watch?v=8DQ52hdN9uk


Outro exemplo de civismo e multiculturalismo – migrantes ilegais arrastam as pessoas do carro e. . .não tenho palavras. . .

https://www.youtube.com/watch?v=4wANstzYN3Q

Como nem toda a gente vem ler as mensagens (suponho eu) esteja completamente à vontade de exibir qualquer vídeo que eu menciono nas mesmas...para os "refugies lovers" verem e aprenderem, quantas mais provas, melhor...

Beijinho,
Filomena

FireHead disse...

A mim não me surpreende que haja pastores, ex-pastores ou até mesmo padres que defendem coisas mirabolantes e completamente anticristãs. Há pessoas que pregam a conversão e esquecem-se que elas próprias é que deviam começar por ser convertidas.

Chamar a polícia? Para quê, para fazer algo mal aos refugiados? Não dá, a polícia não faz nada. E se vier a fazer, mantém tudo em sigilo absoluto. Não vá nada que fuja à atenção dos principais mérdia vazar e contribuir ainda mais para o descontentamente dos autóctones em relação aos refugiados! Cheguei aqui a falar do caso de Calais e de Lesbos onde os autóctones estão a sofrer à pala dos invasores. Os mérdia, ou não falam dos problemas que os refugiados arranjam, ou então viram o problema ao contrário: focam nos crimes cometidos directamente contra eles ou contra os centros de acolhimento por parte dos "selvagens" dos nacionalistas, da extrema-direita, dos nazis, etc. Tudo tem que ser feito para calar a revoltar e legitimar a invasão quer o povo goste e concorde quer não.

https://www.youtube.com/watch?v=8DQ52hdN9uk = LOL!! Carrofilia!! Vou ver se não me esqueço de colocar este vídeo aqui no blogue, está brutal!! XD

https://www.youtube.com/watch?v=4wANstzYN3Q = gostei do carro que atropelou uns quantos selvagens. A ver se também coloco este vídeo aqui no blogue...

Obrigado por trazeres aqui vídeos "interessantes" que reflectem, infelizmente, a mais pur(t)a da realidade.

Beijinhos.