sábado, 10 de outubro de 2015

Mais consequências da crise dos refugiados (VIII)

Na Finlândia, "refugiados" exigem dinheiro porque não querem comer a comida que lhes é oferecida. Um deles até veio queixar-se para a TV dizendo que ninguém se preocupa com eles e pede para que as pessoas os ajudem, coitadinhos.


"Refugiadas" muçulmanas recusam-se a ser atendidas por médicos homens e os "refugiados" muçulmanos não querem ser atendidos por médicas nos hospitais alemães. As médicas e enfermeiras têm receio de se aproximar dos "animais africanos", como lhes chamam, pois estes comportam-se como selvagens, chamam-lhes putas, querem condições especiais para a prática do islão nos hospitais e exigem que tudo seja de borla. Os mé®dia alemães estão demasiado decididos em salvaguardar a honra dos "refugiados", nem que para isso tenham que deixar de dizer ao povo alemão que já houve profissionais da saúde agredidos. Num dos casos, um "refugiado" muçulmano jogou urina infectada com o vírus da sífilis à cara de uma enfermeira.



Para além dos mé®dia, as próprias autoridades alemães andam a ocultar a verdade ao povo. Crimes cometidos por "refugiados", como roubos e violações, estão a ser deliberadamente ignorados, mas quando os ataques são feitos por alemães contra centros de "refugiados" ou mesmo directamente contra os "refugiados", isso agora, nada escapa!


Ainda na Alemanha, na cidade de Dessau, a rapariga da foto de baixo, Rokstan M., era uma síria de 20 anos que ajudava os "refugiados" na tradução e que foi violada em grupo por muçulmanos da sua terra natal. Como ficou "densonrada" por causa disso, Rokstan M. foi posteriormente apunhalada várias vezes até à morte pelos seus próprios pai e irmãos a mando da sua mãe! "Eu estou à espera da morte. Mas eu sou demasiado nova para morrer", escreveu Rokstan M., que vivia na Alemanha já há dois anos, no WhatsApp antes de morrer.


Num centro para "refugiados" num país qualquer da Europa (Holanda?), os "refugiados" muçulmanos exigem sexo. Sim, eles queixam-se que não podem levar gajas para o centro para "refugiados" porque vivem lá uns 400 homens e as gajas acabariam por ser violadas em grupo. Um dos "refugiados" até disse que o médico lhe tinha pedido para ter sexo com o maior número possível de mulheres por ter "bolas demasiado grandes"...


Assim é claro que o nacionalismo vai continuando a crescer para os males dos pecados dos idiotas úteis amantes do politicamente correcto, do multiculturalismo selvagem e do esquerdismo apátrida. Na Alemanha, à medida que o influxo de "refugiados" continua, vão continuando também a surgir protestos de grupos patriotas contra a islamização. Os mé®dia esquerdistas, como a BBC, não podiam, como é óbvio, fazer outra coisa senão entrar em modo histérico, algo já habitual, e acusar os patriotas, que estão preparados para uma guerra civil, de serem uma cambada de extremistas de Direita ou nazis. A narrativa marxista é óbvia e ela não prima pelo bom senso.


O realizador polaco Krzysztof Zanussi afirmou que o seu país não quer "refugiados" sírios porque eles são (na sua maioria) muçulmanos.


Não é por acaso que os mé®dia esquerdistas polacos fazem de tudo para camuflar o crescente ódio do povo polaco contra o islão em favor do marxismo cultural.


Também fora da Europa os "refugiados" andam a provocar problemas: no Uruguai, o fantástico país do não menos fantástico comuna José Mijuca, um "refugiado" sírio chefe de família agrediu funcionários do governo durante uma reunião na cidade de Juan Lacaze depois de saber que não iria receber visto para entrar noutro país. Os "refugiados" sírios queixam-se do custo de vida no Uruguai.


Para terminar esta entrada, a oitava da série "Consequências da crise dos refugiados", o governo japonês anunciou que o Japão não vai aceitar "refugiados". De acordo com o primeiro-ministro nipónico, Shinzo Abe, o Japão necessita de melhorar as condições de vida da sua própria população, principalmente mulheres e idosos, antes de aceitar os "refugiados" da Síria. "É uma questão de demografia. Eu diria que antes de aceitar imigrantes ou refugiados, devemos ter mais actividades para as mulheres e os idosos, e temos de elevar a nossa taxa de natalidade. Há muitas coisas que devemos fazer antes de aceitar imigrantes", afirmou, com uma admirável lucidez.


Que pena os países ocidentais não seguirem o exemplo do Japão e continuarem a preferir a sua própria destruição...

4 comentários:

Ricardo DA SILVA LIMA disse...

Graças a DEUS, algum líder político teve "culhões" para dizer a verdade. Parabéns ao senhor Shinzo Abe, ao menos desta armadilha ele está livrando o seu país.

Agora, pra piorar, só falta a nossa "presidanta" Dilma querer receber milhares destes "refugiados" sírios. Aí é que Brasil vai se lascar mesmo :P.

Anónimo disse...

Simples e Objetivo: ou os refugiados aceitam as condições dos países acolhedores, ou então, vazam, e voltem para Síria, Afeganistão, Paquistão e outros tões daquele Oriente Médio. A Europa não precisa deles, são eles quem precisam da Europa!
Estou ansioso para as eleições da França, que vença a direita e que surja um efeito dominó em todo oeste europeu!

FireHead disse...

Ricardo,

O Japão é dos países mais nacionalistas do mundo. É claro que isso não tem a ver com o facto de aceitar ou não refugiados, mas vê-se que há nacionalismo quando em primeiro lugar estão os japoneses e não os outros. Aliás, isso nem sequer devia ser nacionalismo, mas sim simplesmente bom senso.

Nestas matérias o povo nunca é consultado. Porque é que os países ocidentais, que têm orgulho em ser países democráticos, não realizam referendos para saber se os seus povos estão interessados em acolher refugiados? Têm medo de alguma coisa?

FireHead disse...

Anónimo,

Pois, o problema é que todos querem fazer passar a imagem de que os refugiados são todos uma cambada de coitadinhos que fugiram de cenários horríveis quando na verdade uma maioria, eu atrevo-me mesmo a dizer uma esmagadora maioria, deles é composta simplesmente por chulos e parasitas que querem ir para a Europa mamar. Só para não falar que muitos são também os refugiados que vão para a Europa só para fazer merda.

Que tudo isto sirva para fazer com que os partidos nacionalistas cresçam ainda mais e cheguem para tomar conta dos destinos dos seus países. Não basta que a Marine Le Pen vença em França, é preciso que ela faça também um bom trabalho que é para os restantes países da Europa verem.