sábado, 3 de outubro de 2015

Activista violada e marginalizada


Uma activista da organização "Sem Fronteiras" que se dedica a ajudar os "migrantes" em Ventimiglia, em Itália perto da fronteira com a França, foi violada durante mais de uma hora por um "migrante" do Senegal na floresta de pinheiros perto de Balti Rossi. Passado um mês, a mulher de cerca de 30 anos resolveu relatar o caso à polícia. Só não o fez mais cedo porque tinha sido convencida pelos seus camaradas activistas a não "causar estrilho", pois um escândalo desses poderia prejudicar os outros "migrantes" e a própria organização "Sem Fronteiras". A activista contou à polícia que os seus gritos tinham sido abafados pelo som de uma festa dos "migrantes" que estava a decorrer em alto som (típico...) e acabou por ser marginalizada pelos seus companheiros de luta que a acusaram de ter "atitudes muito libertinas e provocantes" (sim, a culpa de ela ter sido violada é... dela!) e de "talvez por despeito", disseram, "foi para a polícia em Ventimiglia para relatar o suposto estupro". De acordo com os moradores da zona, tem havido menos cidadãos franceses que para lá vão comprar bebidas alcoólicas e tabaco por causa do "clima de medo" provocado pelas acções dos "Sem Fronteiras".
Ficou muito bem patente que para o esquerdume a integridade de uma mulher não vale nada perante a "necessidade" de ajudar "migrantes" ilegais em solo alheio. São sacrifícios que têm de ser feitos no altar do multiculturalismo selvagem e da ditadura do relativismo para a concretização do objectivo máximo esquerdista/maçónica: a destruição e consequente substituição do Ocidente.

Sem comentários: