sábado, 31 de outubro de 2015

Dia das Bruxas = Dia da Reforma Protestante


Hoje é o dia das bruxas, mais conhecido por Halloween, palavra essa que vem da expressão inglesa All Hallow's Eve, ou seja, a Véspera (do Dia) de Todos os Santos. Supostos entendidos divergem quanto às origens desse evento macabro (palavra que, curiosamente, surgiu do livros dos Macabeus, dois livros bíblicos que os protestantes rechaçaram), com uns a dizerem que as origens são pagãs e outros a dizerem que não, que são cristãs. Pessoalmente acredito que as origens são pagãs (celtas) mas que o evento em si pode tanto ter sido cristianizado como continuado a ser pagão. E passo a explicar: do ponto de vista pagão, os disfarces servem para enganar os espíritos, que vêm, acreditam eles, à Terra neste dia, que é para que assim os espíritos não levem pessoas juntamente com eles lá para o submundo. Os pagãos a sério nem escondem as suas reais intenções nesta data: adorar o Demónio e congratular-se com as almas que são perdidas e condenadas. Afinal de contas, diz a lenda pagã dos celtas que a noite de Halloween é a noite do Jack O'Lantern, que ofereceu a alma ao diabo e cuja alma penada ficou reduzida à famosa abóbora vazia iluminada por dentro. É também na noite de hoje que rituais satânicos, encontros esotéricos e sessões com druídas e magos atingem o seu esplendor. Já do ponto de vista cristão, o Halloween é festejado como forma de deboche, gozando com o Demónio e os seus lacaios malignos. Fantasiar-se de diabo, bruxa, esqueleto, vampiro ou zombie (este último agora muito na moda) não é senão uma forma de gozar precisamente com as entidades e os espíritos malignos que essas personagens representam. Em vez de cultuar espíritos malignos, os primeiros cristãos substituíram-nos pelos santos, sendo portanto a véspera do Dia de Todos os Santos. O Papa Gregório IV dedicou o panteão dos deuses romanos a todos os santos exactamente para erradicar superstições e ocultismos pagãos ligados a esta data.
Curiosamente, a data de hoje é mesmo mais recordada como sendo o dia das bruxas do que outra coisa. Por acaso faz hoje também precisamente 498 anos que se deu a Reforma Protestante iniciada pelo louco e bêbedo do monge Martinho Lutero, na Alemanha. Ele acabou excomungado, mas infelizmente deixou neste mundo uma legião imensa de desencaminhados, que curiosamente não são todos eles adeptos da sua seita que é luterana e que, consciente ou inconscientemente, preferiram agarrar-se ao Demónio, e talvez também às bruxas, do que a Jesus Cristo. Talvez com alguma honestidade se possa mesmo afirmar que o dia 31 de Outubro é mesmo um dia fatídico para a humanidade, pois surgiu uma bruxaria maléfica que dá pelo nome de protestantismo.

«Messi tem sorte, não tem ninguém com quem se comparar»


Pelé, o melhor jogador de futebol de todos os tempos, afirmou que o Messi é o melhor jogador do mundo da actualidade e que é um sortudo porque não tem ninguém com quem se comparar. Disse que o astro argentino é parecido com o Maradona, "o último grande jogador na Argentina", mas não deixa de apontar algumas falhas ao número 10 do Barcelona e da Argentina: "não joga bem de cabeça", "usa mais a esquerda e não é ambidestro".
Considero o Messi o melhor jogador da actualidade, mas dizer que ele não tem ninguém com quem se comparar, e aí salta logo inevitavelmente o nome do "nosso" Cristiano Ronaldo, só pode mesmo ser uma brincadeira de mau gosto ou talvez mesmo algum ataque de falta de lucidez. As qualidades do Ronaldo são precisamente os defeitos do Messi: bom a jogar de cabeça e com os dois pés.
Disse certa vez o antigo craque brasileiro Romário que o Pelé calado é um tratado de sabedoria futebolística...

Benfica reage à derrota no dérbi com goleada


O Tondela foi presa fácil para o bicampeão nacional, que precisava urgentemente de dar uma resposta positiva depois da inesperada derrotada em casa frente à lagartada. Ao contrário do que estava à espera, o italiano Cristante não foi usado por Rui Vitória (passar-se-á alguma coisa?), que preferiu antes apostar no jovem moçambicano Clésio para o lado direito da defesa, no brasileiro Talisca no meio campo e ainda teve tempo para lançar o jovem Renato Sanches na segunda parte. A goleada começou a ser construída bem cedo, logo aos 4' com um cabeceamento vitorioso de Jonas, que marcou finalmente após três jogos em branco. Berger, aos 11', colocou a bola na própria baliza num mau alívio, Gonçalo Guedes fez o 3-0 perto do fim da primeira parte e já perto do fim da partida, aos 82', o hispano-marroquino Carcela confirmou a goleada. "Um clube desta grandeza impõe que entre sempre para ganhar, mas também sabemos que era fundamental somar os três pontos. Fizemos aquilo que pretendíamos, a reacção foi boa e postura também foi boa", afirmou Rui Vitória. Esta primeira vitória fora de casa para o campeonato permitiu ao Benfica fazer 15 pontos e subir provisoriamente para o 3.º lugar. Apesar de já ter três derrotas sofridas, é actualmente a equipa com o melhor ataque do campeonato: 20 golos.

Suécia: jornalista apedrejada


Ainda em Estocolmo, a jornalista Valentina Xhaferi queria muito saber porque é que num bairro problemático empestado de alógenos na capital sueca, em Tensta, a polícia costuma ser recebida à pedrada e decidiu ir para lá fazer uma reportagem. A corajosa mulher ainda conseguiu entrevistar um fulano que aceitou ser entrevistado lá no bairro, mas imediatamente surgiu um alógeno irritado a perguntar porque é que ela e o operador de câmara estavam ali a filmar e chamou reforços. "Ficaram muito zangados e ele disse que iria arranjar pedras para nos mostrar o que era um apedrejamento. Quando o vi armado com uma pedra eu só queria sair dali para fora", contou Valentina. "Era impossível acalmá-los. Recuei e tentei acalmar toda a gente, enquanto tentava tirar a mim e ao meu colega dali para fora. Fiquei muito ansiosa e tive a sensação de que a situação ia explodir. Foi quando o tipo nos atirou uma pedra. (...) Eles (os agressores) pensaram que nós tínhamos passado a fronteira e que estávamos na sua terra". O vídeo pode ser visto aqui.
Segundo as autoridades suecas, existem cerca de 55 localidades problemáticas na Suécia. Ou seja, cerca de 55 conclaves étnicos e muçulmanos, com fronteiras delimitadas e tudo! E viva o multiculturalismo!

Suécia: imigrantes africanos ilegais violam jovem


Na capital sueca Estocolmo, uma jovem de 23 anos foi violada por quatro imigrantes ilegais provenientes de África no passado dia 9 de Setembro. A violação durou horas e os violadores, que são suspeitos de vários outros crimes, têm entre 13 e 16 anos de idade (a foto parece ser enganadora).
Esta é mais uma daquelas notícias que vós não vereis nos principais mé®dia porque a Suécia é um país fantástico, espectacular, acolhedor, multiculturalista e progressista e casos como este aqui não passam na verdade de invenções e brincadeiras de mau gosto que só servem para denegrir a imagem dos imigrantes ilegais que procuram uma vida melhor e fazer aumentar os votos da horrível extrema-direita. No caso, o partido dos Democratas Suecos (Sverigedemokraterna).

62 elefantes chacinados no Zimbabué


Foram encontrados 62 elefantes mortos no Parque Nacional de Hwange, no Zimbabué, onde foi abatido o leão Cecil por um caçador americano. Estes elefantes terão alegadamente sido drogados e mortos no último mês por guardas do parque que alegaram baixos salários e também o pagamento dos mesmos em atraso. Defendem eles que deviam receber mais porque o trabalho deles é de risco, pois têm de lidar com os caçadores furtivos.
Ora, deixai-me lá ver se eu percebi bem a cena: querem melhores salários porque têm de proteger os elefantes dos caçadores furtivos, aqueles mesmo que querem matar os elefantes por causa do marfim, e depois, como ficaram amuados, decidiram fazer o mesmo que os caçadores furtivos? Enfim, é assim o fantástico país do ditador racista e genocida Robert Mugabe que venceu recentemente o Nobel da Paz chinês, o Prémio Confúcio...

110 mil portugueses emigraram em 2014


Segundo dados da Secretaria de Estado das Comunidades, com base no Relatório da Emigração, cerca de 110 mil portugueses emigraram em 2014. Os países mais procurados são o Reino Unido, a Suíça, a França e a Alemanha. O relatório estima que existam 2,3 milhões de portugueses emigrados, sendo a França o país com a maior comunidade portuguesa (quase 600 mil em 2011).
Será que esses portugueses que não são piegas conseguiram arranjar trabalho nos países de destino? Será que eles foram para lá fazer o que os nativos não querem fazer? Será que eles podem equiparar-se aos "refugiados", como os que supostamente são da Síria e fogem da guerra por causa do Bashar al-Assad?

O PS é um bando de trafulhas


O Observador recuperou uma notícia de 2009 que diz o seguinte: o governo de Sócrates, que venceu as eleições com maioria relativa como venceu agora a coligação, não teve nenhum partido a desafiá-lo. O próprio Sócrates foi ao Parlamento queixar-se dos outros partidos e defendeu a legitimidade do seu programa porque afinal o PS tinha vencido as eleições, tão simples quanto isso.

"Sabemos todos que o novo quadro parlamentar não confere a nenhum partido uma maioria absoluta. É verdade. Mas isso não significa que as eleições não tenham tido um partido vencedor. Porque tiveram. E os portugueses deram até ao partido vencedor aquilo que se pode considerar uma vitória clara", disse então o "engenheiro" que já esteve preso. O PSD e o CDS-PP, se se juntassem, teriam mais votos que os súcias e , tal como hoje, o presidente da República não podia dissolver o Parlamento, pois este não pode ser dissolvido por um presidente com menos de seis meses no cargo ou que já esteja nos seus últimos seis meses de função. Para António Costa, o discurso é diferente: "A maioria dos portugueses expressou uma vontade de mudança", contrariando o que disse na altura Sócrates: "O governo que aqui se apresenta, diante do Parlamento, é o governo que corresponde à vontade dos portugueses, livre e democraticamente expressa nas urnas. Este é, pois, um governo com inteira legitimidade democrática para governar nos quatro anos desta legislatura! (...) Pois bem: o governo que os portugueses escolheram, está aqui para apresentar exatamente o mesmo programa que os portugueses votaram! O programa que o governo submete à apreciação desta Assembleia é aquele que foi apresentado como programa eleitoral e de governo pelo partido que ganhou as eleições – apenas expurgado, naturalmente, das referências partidárias ou de mero balanço da legislatura passada. Esta é, sem dúvida, a melhor forma de garantir o respeito integral pela vontade expressa dos eleitores!", afirmou o ex-preso.

Pedro Passos Coelho bem que se queixou da falta de abertura dos restantes partidos para dialogarem. O Sócrates chegou a fazer o mesmo, acusando-os de "autoexcluírem-se, deliberadamente, de qualquer contributo sobre o teor do programa do governo". "Então o governo, não apresentando o programa do PS, devia afinal de contas apresentar o programa de quem?! (...) Não podem por isso estranhar que o governo apresente aqui o programa que é o seu! (...) Do que se trata, é de o Parlamento – que representa a nação, em resultado das eleições legislativas – reconhecer que este XVIII Governo Constitucional, empossado pelo senhor presidente da República, corresponde, de facto, ao resultado das eleições", insistiu então o antigo primeiro-ministro súcia.

Um comentador do blogue O Insurgente, JP-A, não se esqueceu de atacar o antigo presidente súcia da República, Jorge Sampaio, por causa do que aconteceu em 1996 nos Açores depois das eleições regionais:

"1996: o PS de Carlos César acabou de ganhar, pela primeira vez, as eleições regionais dos Açores. Problema: ganhou em votos, mas em mandatos está empatado com o PSD, 24 para cada um. PSD e CDS, perdedores das eleições, mudaram de liderança. Deu-se uma aproximação entre PSD e CDS (que não existira até aí) e o novo líder social–democrata avançou com o projecto de um governo maioritário, com apoio do CDS, bastando para isso fazer cair o governo do socialista Carlos César com uma moção de rejeição. 'Estava tudo entendido com o CDS, tudo feito', recorda Carlos Costa Neves, o então líder do PSD-Açores. De resto, aponta, de acordo com o estatuto dos Açores, a autonomia é um 'sistema parlamentar puro, não é semi-presidencialista, uma mudança nas alianças parlamentares deveria dar uma mudança no governo'. Não foi isso que aconteceu. 'Tive uma audiência com o presidente Jorge Sampaio, em que ele me disse preto no branco que não daria posse a esse governo e convocaria eleições'. O argumento, recorda, é que quem 'tinha ganho as eleições era a linha adversa ao PSD, esquecendo ou tomando como irrelevante o argumento da maioria parlamentar'. Costa Neves admite que ainda assim teria arriscado, mas o seu grupo parlamentar dividiu-se e o PSD já não apresentou moção de rejeição. O ex-dirigente diz que Sampaio 'interpretou abusivamente a Constituição': disse-lhe que usaria o artigo da Constituição que permite a um presidente da República dissolver o parlamento regional quando estão em causa actos contrários à Constituição, 'o que não era manifestamente o caso, tratava-se de uma mera alteração da maioria parlamentar'. O ex-chefe da Casa Civil de Jorge Sampaio, João Serra, recordou ao Público, em Junho último, as razões de Sampaio: 'Fez saber que convocaria eleições e que não dava governo a quem não tivesse ganho nas urnas'. Ou seja, ao PSD. Ficou tudo na mesma em matéria de governo. Por coincidência, Carlos César, hoje presidente do PS, tem integrado com António Costa as rondas negociais para viabilizar uma solução de governo. “Tenho-me lembrado muito daquele episódio nos últimos dias', remata Costa Neves".

Os socialistas são uma merda e, desculpai-me lá a frontalidade, todos os que apoiam também não são melhores. É que se compactuais com estas incoerências então só me dais razão. Não gostais do Pedro Passos Coelho? Votai então num partido ou numa coligação que vença as eleições! Respeitai todos os eleitores que deram a vitória à PàF por muito que queiram que Portugal ande para trás como tem andado sempre que os súcias mandaram no país! Ainda por cima, desta vez, um primeiro-ministro súcia terá o apoio dos comunas da velha guarda e dos neocomunas! Porque é que se fossem partidos de extrema-direita já seria preocupante, horrível, fascismo, o caos, etc. mas com partidos marxista-leninista e trotskista já parece não haver problema nenhum? Tudo vale para mandar um governo de Direita abaixo, né?

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Governo cai no dia 10 de Novembro


A coligação, que venceu democraticamente as eleições legislativas, tem os dias contados: a esquerdaria unida vai apresentar uma moção de rejeição no Parlamento para derrubar o governo de Direita (ou melhor, da direitinha) no próximo dia 10 de Novembro.
O PS está mesmo decidido em cometer suicídio aliando-se a extremo-esquerdistas (ui, já imaginastes se fossem extremo-direitistas? Aqui d'El Rey que era "fassismo"!!), tal é a ambição de António Costa em ser primeiro-ministro à força toda. Como é que os lunáticos queriam que o Cavaco Silva não dissesse o que disse sobre a possibilidade de haver um governo de medidas extremistas? Tanto os comunas como os bloquistas estão-se a cagar para o caso do governo de Costa vir a correr mal, pois quem fica queimado é apenas o Costa... mas, como ele tem genes indianos, não deverá haver mal nenhum! Vejo, todavia, um lado positivo no caso do governo PSD/CDS-PP ir abaixo por causa dos imbecis esquerdistas: é de maneira que, nas próximas eleições, volta com maioria absoluta. O problema é que até lá Portugal já estará de novo destruído...
Chiça, ainda bem que eu já não estou em Portugal! E já estou como o outro: "Volta, Salazar, e não perdoes estes filhos da puta!"

Mais consequências da crise dos refugiados (XIII)

Uma nova pesquisa de opinião pública organizada pela Sputnik e promovida nos EUA e em países europeus pela agência Populus revelou que 51% das pessoas entrevistadas acreditam que as autoridades dos seus países não deveriam conceder abrigo aos "refugiados".


Os "refugiados" muçulmanos estão a trazer raparigas menores de idade grávidas e meninas noivas à Europa. São os novos valores culturais aos quais o velho continente, já cansado de moralismos e do Cristianismo, vai ter de se habituar em nome do progressismo, da tolerância e da igualdade.

Mas, como é óbvio, os mé®dia só se preocupam em mostrar-nos imagens de "refugiados" com mulheres, crianças, sonhos desfeitos, fuga à guerra, pobreza, miséria, etc. Mostrarem-nos a realidade de que a esmagadora maioria dos "refugiados" é composta por jovens do sexo masculino que não são aleijados, famintos ou pobres e que contribuem para o aumento da criminalidade nos países que os acolhem (violações, roubos, destruição de instalações, etc.) é que está mas é quieto...


Em Londres, um refugiado muçulmano tentou violar uma mulher em 2013 e livrou-se de ser deportado porque conseguiu, em tempo útil, entregar um pedido de asilo alegando que é da Síria... apesar de possuir a nacionalidade egípcia! A fragilidade do sistema judicial britânico fez com que o governo de David Cameron não conseguisse deportá-lo por alegadamente se tratar de um "refugiado de guerra"...

Em França, a companhia de caminhos de ferro, SNCF, provocou uma vaga de protestos depois de ter decidido permitir aos "refugiados" viajar de comboio sem precisarem de pagar! Também o governo gastou 1,5 milhões de euros para transportar "refugiados" em aviões privados! Isto poderá ser mais um trunfo para a hipotética vitória do nacionalismo em França (oui!) e para uma desastrosa e histórica derrota do Partido Socialista francês...


Os refugiados cristãos e também os gays estão a ser maltratados pelos seus camaradas muçulmanos na Alemanha. "Eles acordaram-me antes de madrugada durante o Ramadão e disseram que eu deveria comer antes de o sol nascer. Quando me recusei, eles disseram que eu era um kafir, um descrente. Eles cuspiam em mim", disse o cristão Said. "Tratavam-me como um animal e ameaçaram matar-me". Também uma família cristã do Iraque foi forçada a regressar ao seu país: "Eles gritavam com minha a esposa e batiam no meu filho; e diziam: 'Vamos matá-lo e beber o sangue dele". Já o homossexual Rami Ktifan pensava que não ia mais precisar de esconder a sua "orientação": "Eu pensei: eu estou na Europa agora. Na Alemanha não vou ter que me esconder mais". Ktifan acabou por ser abusado verbal e fisicamente. É assim a nova Alemanha nazi, mas nazi por causa dos que vêm de fora...


A foto de baixo é uma imagem que retrata bem a invasão da qual a Europa está a sofrer. Tratam-se de alógenos "refugiados" a percorrerem os Balcãs porque querem ir mamar para a Alemanha, entre outras coisas, como violar loiras, tanto adultas como crianças. Isto vai continuando a acontecer numa altura em que a maçónica União Europeia já anunciou o acolhimento de mais 100 mil "refugiados"! Portugal também começou por ter de aceitar 3000 "sírios" e agora já vai nos 4500... A coisa não vai parar!


E por falar em Portugal, parece que o país vai mesmo receber só "sírios"... segundo o Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, nas próximas semanas é esperada a chegada a Portugal de 45 refugiados vindos do Egipto, entre eles eritreus e sudaneses que se calhar também fugiram das suas terras por causa do ditador sírio Bashar al-Assad! São "sobretudo famílias com crianças pequenas" e serão reinstaladas em Penela, distrito de Coimbra, e na área de Lisboa. A parte mais fixe é que esses 45 "refugiados" não fazem parte do lote dos 4500 "refugiados" que Portugal aceitou receber até 2016...

As pessoas que vivem ao pé da fronteira austríaca estão chocadas com o comportamento degradante dos "refugiados". Tal já está até a fazer com que a população local esteja a armar-se que é para poder defender-se.



Será por causa de tudo isso que a Áustria vai erguer um muro na fronteira com a Eslovénia para controlar a invasão... por pressão da Alemanha que recuou na política de acolhimento de "refugiados"?


Na Suécia, um grupo de "refugiados" recusou-se a sair do autocarro que o levou ao seu suposto destino, um centro de acolhimento de "refugiados" num agradável parque natural para passar férias, porque eles não querem estar numa localidade rural!

A Suécia é o segundo país que mais acolhe "refugiados", a seguir à Alemanha. O mais engraçado é que o refugiado sírio Mahmoud Bitar disse à BBC para que os "refugiados" não bazem para lá porque aquilo não é como muitos andam a pensar:


Um "refugiado" muçulmano da Síria, que chegou à Suécia no final do Verão passado alegando que queria fugir da guerra na sua terra, atacou sexualmente 21 mulheres e crianças até ao final de Outubro! A vítima mais nova do alógeno tem apenas quatro anos e o mais provável é que ele não tenha que ser repatriado, pois segundo a lei, estabelecido pelo anterior governo em acordo com os esquerdistas dos Verdes, todos os "refugiados" sírios podem ter permissão de permanência permanente no país...

E na Holanda, os "refugiados" ingratos consideram que aquilo que o governo holandês lhes oferece não é "suficiente" e exigem ir-se embora:


Óptimo, bazem então de volta para as suas terras! Ah, e não voltem!

App para 'ménage à trois'

Existe desde Julho uma app que ajuda as pessoas a ter sexo a três, o 3nder, que conta já com mais de um milhão de utilizadores, a grande maioria nos EUA. A app, que também já tem em versão portuguesa, só pode ser instalada num sistema operativo iOS, permite aos utilizadores ocultar a sua verdadeira identidade mas é preciso que a amizade virtual surja primeiro através do Facebook. O nome 3under é inspirado no nome Tinder (aplicação de encontros) e na palavra threesome (sexo a três).

China aboliu política do filho único implementada em 1979


Agora todos os casais chineses podem ter um segundo filho 

A direcção do Partido Comunista Chinês (PCC) decidiu abolir totalmente a política de "um casal, um filho", permitindo a todos os casais ter um segundo filho, anunciou hoje a agência oficial noticiosa chinesa Xinhua. 

A decisão foi anunciada após uma reunião de quatro dias à porta fechada entre o Comité Central do PCC, a cúpula do poder na China, e que serviu para delinear as prioridades do 13.º plano quinquenal (2016-2020). 

Em 2013, a direção do Partido Comunista Chinês decidiu aliviar a política de "um casal, um filho", implementada em 1979, permitindo aos casais em que ambos os cônjuges são filhos únicos ter um segundo filho. A China tem atualmente 1370 milhões de habitantes.

"Era inevitável", comenta à Lusa um funcionário de um órgão estatal chinês, aludindo à crescente pressão no sistema de pensões do país, fruto do rápido envelhecimento da sociedade. 

"A questão agora é saber quem é que tem tempo e dinheiro para criar duas crianças?", acrescentou. 

Hoje, nas grandes metrópoles chinesas, muitos jovens rompem com a tradição, optando por casar tarde e ter apenas um filho, independentemente da flexibilização ditada pelo Governo. 

A população activa começou a diminuir e a taxa de fertilidade, que na década de 1970 era 4,77 filhos por mulher, desceu para 1,4, atingindo quase o nível de alerta de 1,3, considerado globalmente como "a armadilha da baixa fertilidade". 

Segundo dados oficiais, em 2050, um terço da população chinesa terá 60 ou mais anos e haverá menos trabalhadores para sustentar cada reformado. 

Entretanto, e fruto da tradição feudal que dá preferência a filhos do sexo masculino, a política de filho único gerou um excedente de 33 milhões de homens: no final de 2014, a diferença, à nascença, era de 115,8 rapazes por 100 raparigas. 

Os números sugerem um outro efeito perverso da política: de acordo com dados oficiais chineses, desde 1971, os hospitais do país executaram 336 milhões de abortos e 196 milhões de esterilizações. 

A maioria dos abortos ocorre quando o feto é do sexo feminino. 

Para Pequim, a política de filho único tratou-se de um mal necessário, permitindo o aumento do Produto Interno Bruto 'per capita', da esperança média de vida (agora em 75 anos) ou do nível de escolaridade da população.


Fonte: DN

Benfica perde final da Bolinha 2015

O Windsor Arch Ka I (em chinês, 名門世家加義; "Mêng Mun Sai Cá Cá Ií") é o novo campeão da Bolinha. O clube, orientado pelo brasileiro Josecler Filho, venceu na final o Benfica de Macau (澳門賓菲加; "Ou Mun Pan Fei Cá") por 1-0 num jogo electrizante muito bem disputado que mereceu bancadas cheias e transmissão em directo na TDM.

O Benfica de Macau vestiu a jersey alternativa que é branca como a do Benfica original
O Glorioso macaense entrou cheio de vontade de resolver logo a partida, tendo criado boas ocasiões para o efeito, mas pouco conseguiu verdadeiramente incomodar o guarda-redes adversário Domingos Chan, já com mais de 40 anos e funcionário público de Macau. Na segunda parte, os encarnados tiveram uma grande oportunidade de inaugurar o marcador, mas Domingos Chan correspondeu com duas defesas de grande nível no mesmo lance, e como quem não marca arrisca-se a sofrer, o Ka I chegou à vantagem imediatamente a seguir a isso, perto do minuto 40, por intermédio do avançado brasileiro William Carlos Gomes, que na Liga de Elite (Bolão ou futebol de 11) representou precisamente o Benfica e sagrou-se o melhor marcador da prova. Uma facada que o Benfica não merecia, mas o futebol é mesmo assim: só ganha quem marca. Na recta final o Benfica procurou desesperadamente o empate, mas o Ka I soube defender e explorar, sempre com muito perigo, o contra-ataque.

Muitas pessoas nas bancadas, entre elas chineses, portugueses e também franceses!
Depois de ter feito o triplete no ano passado, este ano o Benfica conquistou apenas o campeonato de futebol de 11. O Ka I foi uma autêntica besta negra do Glorioso, roubando-lhe primeiro a Taça de Macau e agora o título da Bolinha. Em terceiro lugar da competição ficou o Night Walker, que venceu os Sub-23 por 3-2 antes do jogo da final.

No final do encontro, o jornalista e meu amigo Rui Cid entrevistou logo o autor do golo
Parabéns ao Ka I pela vitória e parabéns também aos encarnados do território que souberam dignificar o manto sagrado da filial do bicampeão nacional! Para o ano é para lutar pelo tri!

Será desta, Cristante?


Rui Vitória não dá por garantido, mas a jovem promessa italiana Bryan Cristante poderá vir a ser aposta nos próximos jogos do Glorioso, frente ao Tondela e ao Galatasaray. Ainda sem qualquer minuto de utilização esta época, Cristante poderá beneficiar do castigo do grego Samaris na Liga dos Campeões e da lesão contraída pelo sérvio Fejsa (novamente...) no dérbi com o Sporting.
Recordemos que o Cristante chegou à Luz na época passada rotulado de craque, tanto assim é que o seu anterior clube, o colosso mundial AC Milan, arrependeu-se de ter vendido o médio de 20 anos por "apenas" 6 milhões de euros. No seu primeiro ano de águia ao peito, disputou 15 jogos - praticamente para as taças - e marcou um golo. Sem espaço na equipa, apesar de Rui Vitória supostamente apostar em jogadores jovens, Cristante permaneceu no clube apesar das ofertas que chegaram à Luz, tanto para aquisição do seu passe como para empréstimo (parece que o Nápoles chegou a acenar com 16 ou 20 milhões de euros) - mas o italiano afirma que ficou porque quis, porque quer lutar por um lugar na equipa.
Faço minhas as palavras do benfiquista Tomás Gomes, do site Bola na Rede: "Eu não sei o que se passa e não especulo porque não assisto aos treinos, mas não deixa de ser um caso que me deixa importunado. Os media portugueses já nem falam do nome dele. Nada se sabe sobre Cristante, apenas que treina e nada mais. Na minha opinião, este jovem merece uma oportunidade na equipa principal, merece mostrar o porquê do investimento de 6 milhões de euros e o porquê de ser apelidado um grande talento. Pizzi não tem lugar naquele meio-campo, e se demos tantas oportunidades a jogadores que já desperdiçaram tantas, como é o caso de Ola John e Eliseu, porque não dar a oportunidade a Cristante? Nélson Semedo teve uma oportunidade e agarrou-a. Não é melhor do que Maxi mas mostra um grande potencial e não tenho dúvidas de que o vá desenvolver ao longo desta época. Espero que em breve tenhamos notícias deste jogador, que todos sabem onde está mas que ninguém vê sem razão nenhuma ao certo".
Forza, Cristante! Dà il meglio di te!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Demonstração de segurança da Emirates no Estádio da Luz

Mais precisamente no dia 25 do corrente, antes do dérbi.

Chelsea eliminado da Taça da Liga

Mais um jogo do Chelsea, mais uma derrota para os blues. O campeão inglês foi afastado pelo Stoke City nas grandes penalidades após um empate a uma bola nos 120' de jogo dos oitavos-de-final da League Cup. O belga Eden Hazard falhou um penálti, ou melhor, o guarda-redes Jack Butland é que o defendeu, assim é que é, pois há que dar mérito é ao guarda-redes que defende um penálti do que demérito a quem o falha.

Dizem que o holandês Guus Hiddink poderá render José Mourinho
Parece que agora qualquer equipa consegue ganhar ao Chelsea, né? É por isso que o CRAC também conseguiu vencer, no Estádio do Cabrão Ladrão Cavalo Marinho Cagão Dragão, a essa equipa, que afinal está mal, muito mal mesmo... nem o Atlético de Madrid está tão mal assim!


No final do jogo, José Mourinho disse que a sua situação geral é "fantástica". "Não preciso de garantias sobre o meu trabalho. A minha situação geral é fantástica. Tenho um dia de folga amanhã (quarta-feira), uma família fantástica. Posso dormir bem em todas as noites. Vou aproveitar o meu dia e quinta-feira vai ser mais um dia como os que tenho tido nos últimos 15 anos da minha vida – honesto e dedicado". E acrescentou: "Há uns meses, ganhámos jogos e fomos campeões. As pessoas diziam que havia coisas mais importantes do que os resultados. Agora, as mesmas pessoas dizem que os resultados são o mais importante. O que alguns escrevem pode ser muito mau para os jogadores, mas o que eles responderam neste jogo foi: 'vocês são estúpidos'. Deram tudo, jogámos muito bem e poderíamos ter fechado o jogo na primeira parte. Depois de termos sofrido o golo continuámos a tentar. É mais difícil quando jogamos mal e perdemos do que jogarmos bem e perdermos. Saímos tristes, mas com um sentimento positivo".


O que vale é que a Taça da Liga inglesa deve ser um troféu que ninguém quer ganhar, como a Taça da Liga de Portugal, daí ser quase sempre o Benfica a vencê-la. Também o Arsenal e o Manchester United foram surpreendidos na competição, tendo sido despachados, respectivamente pelo Sheffield Wednesday (0-3), orientado pelo português Carlos Carvalhal, e pelo Middlesbrough (nas grandes penalidades).

A ratoeira

A situação económica nacional parece uma armadilha montada para caçar o próximo governo. Apesar disso, a atracção pelo poder é tal, que todos os partidos se atropelam para entrar na ratoeira. A insólita circunstância deve mais ao acaso do que ao planeamento, mas o resultado é iniludível. 

Comecemos pelo queijo que atrai a vítima incauta. A situação conjuntural mostra-se promissora. A economia cresce há dois anos e o país saiu com sucesso do programa de estabilização há um; a balança externa é positiva e o défice orçamental aproxima-se dos requisitos europeus. Tudo aponta para uma época favorável, aproveitando os próximos governantes os sacrifícios impostos pelos anteriores. 

O petisco, porém, é mero engodo, pois os sinais positivos são em grande medida aparentes. A realidade é muito diferente da imagem que a coligação PSD-CDS usou como bandeira nas últimas eleições, e que lhe deu a vitória. Há várias bombas retardadas que gerarão problemas graves nos próximos tempos, exigindo medidas duras. 

O crescimento não é suficiente ou sequer sustentável. O desemprego continua altíssimo e perdeu a dinâmica de descida, enquanto o investimento se recusa a atingir um nível decente. No Orçamento, depois de tanto esforço, atingiu-se apenas o limite máximo do intervalo permitido. Pior, a indiscutível redução do défice foi conseguida sobretudo à custa de medidas contingentes e temporárias, com poucas reformas na máquina. Preferiram-se cortes em salários e pensões, que na campanha todos os candidatos se propuseram eliminar. Por isso a tão falada consolidação orçamental está ainda muito longe. Por sua vez, o lado privado da situação financeira não é mais favorável. As empresas continuam descapitalizadas, os bancos permanecem frágeis e a taxa de poupança das famílias encontra-se no mínimo histórico. A conjuntura só é boa se comparada com a anterior. 

Dois elementos agravam o quadro periclitante. Primeiro, o cansaço da austeridade. O país, embora longe de ter suportado o ajustamento necessário, sente-se com o dever cumprido e merecedor de alívio. O segundo é a vontade explícita que todos partidos manifestaram na campanha de lho conceder, prometendo tudo o que a ilusão exige. 

Assim, qualquer governo que resultar da negociação pós-eleitoral vai ficar mal, faça o que fizer. Se cumprir as promessas, verá a troika regressar em breve; se tiver juízo e proceder como a situação exige, é crucificado por engano aos eleitores. Esses não perdoarão o terrível choque quando a dureza da realidade for compreendida por um país mergulhado em ilusão. A surpresa será fatal para quem estiver no poder, que só então compreenderá ter caído numa armadilha. 

A culpa da ratoeira é do anterior executivo, que mostrou incapacidade para realizar reformas verdadeiramente sólidas e duradouras. Mas a esquerda não se pode dizer inocente, pois sempre negou a emergência nacional e foi-se opondo violentamente até às tímidas medidas ensaiadas. 

Se a coligação PSD-CDS se mantiver no poder, haverá uma certa justiça poética, sofrendo ela as consequências da sua timidez reformista. Mas a situação mais irónica é a de um governo do PS. Presidindo ao longo desequilíbrio que precipitou a crise e vendo-se forçado a pedir ajuda externa, esteve na oposição durante a execução da austeridade. Então fingiu hipocritamente opor-se às medidas indispensáveis. Agora, com a limpeza feita, quer regressar para beneficiar do equilíbrio arduamente conquistado. Não contava perder as eleições, mas emendando com a inesperada unidade à esquerda mantém o plano de aproveitar o próximo surto de progresso. 

Quando a expectativa se mostrar cruelmente falsa, o governo anterior, agora na oposição, dirá credível mas hipocritamente que deixou o país em boas condições, pelo que a culpa dos sofrimentos, realmente inevitáveis, cabe toda à liderança de esquerda. A qual, por sua vez, carrega dois problemas adicionais. O primeiro é a falta de credibilidade junto de mercados e parceiros, seja pela sua aberrante composição ideológica seja pelas promessas ilusórias que insiste em apregoar. O segundo é que António Costa tem de enfrentar todas as dificuldades enquanto executa um número de verdadeiro malabarismo político. Precisa de, com as duas mãos, manter no ar, sem nunca se tocarem, pelo menos quatro bolas: PCP, BE, ala esquerda e ala direita do PS, os inimigos mais irredutíveis da política portuguesa. 

Por ilusão do povo e cobiça política, estamos a entrar num período de surpresa e desilusão, até a troika voltar com maioria absoluta.


Frentes populares

A ideia de ‘unidade das esquerdas’ num país como Portugal, onde o leque político-partidário com representação parlamentar vai do centro-direita à extrema-esquerda, pode e deve causar perplexidade. 

O regime saído do golpe de Estado militar de 1974 e do PREC que se lhe seguiu, exorcizou, denegriu e proibiu as direitas e a Direita, inventando até, para isso, um preceito contra ‘organizações fascistas’. Assim, sem formações políticas nem quadros partidários e sob uma pressão constante de diabolização, a direita viu as suas ideias rotuladas como impróprias para consumo por pessoas honradas e de bom coração. E o ‘povo da direita’ teve que se arranjar com o que havia. 

Como o centro e as esquerdas também competiam entre si, os eleitores de direita foram votando ‘útil’, oscilando, conforme o tempo e as circunstâncias, entre o PS, o PSD e o CDS. E até deram vitórias a coligações ou partidos do centro-direita: à primeira AD em 1979, à primeira maioria cavaquista nos anos 80 e ao PSD e CDS em 2011. 

A ambiguidade dos partidos do ‘arco da governação’ quanto a matérias ideológicas tem sido a regra. O PS, ora foi socialista, ora meteu o socialismo na gaveta, ora namora ao centro, ora à esquerda. Na ânsia de não serem acusados de «salazarismo» ou de «fascismo» pela DGCI (Direcção-Geral da Correcção Ideológica), os dirigentes políticos da não-esquerda também foram banindo toda e qualquer referência aos valores de orientação permanente que identificam a direita política. Deus, a nação, a família, o trabalho, a justiça, parecem ter sido abandonados e trocados pelo liberalismo e pelo europeísmo radicais. 

Com a ‘direita’ neste vazio defensivo e as esquerdas a multiplicarem-se em proclamações e variantes ideológicas – até ‘patrióticas’ –, todos vão procurando cautelosamente disfarçar as suas ligações históricas. 

Ninguém associará as animadas e simpáticas coordenadoras do BE às figuras sinistras de Trotsky e da Quarta Internacional; muito menos o rosto bem português e de bom português do secretário-geral do PCP lembrará a tradição ortodoxa do Partido Comunista, a União Soviética, José Estaline e o gulag. Só o MRPP, ao sanear o mal-sucedido timoneiro (que não cedendo à nova vaga continuou a pedir morte aos traidores), lembrou os métodos de alguma esquerda radical que agora quer passar por libertária. 

De resto, as frentes populares foram curtas e correram mal ou muito mal, com os parceiros pensando sempre na melhor forma de se livrarem da muleta da esquerda ou da direita. Os socialistas alemães de Weimar foram os que foram mais longe, quando se aliaram aos corpos francos para liquidarem os spartakistas; na Rússia, os bolcheviques foram acabando com todas as outras esquerdas e as frentes populares de 1936, a espanhola e a francesa, também acabaram por se desfazer. 

É que há, de facto, ideias e princípios diferentes e consequentes, além das conjunturais raivas ao ‘inimigo principal’. E as ideias e os princípios têm consequências. Na esquerda e na direita. E até no centro.


Como manda o Clube de Bilderberg


Há seis anos que o jornalista Rui Pedro Antunes segue o “clube” mais poderoso, que agora expõe evitando teorias da conspiração

Uma primeira conclusão pode ser retirada da investigação do jornalista do DN, Rui Pedro Antunes, de que a democracia se instalou em Portugal mediante a concordância do então secretário-geral da NATO. Como se pode perceber logo às primeiras páginas da investigação intitulada Os Planos Bilderberg para Portugal, quando se descreve como a “organização que é um braço armado das ideias atlanticistas de Bilderberg, terá concordado com os restantes membros do clube em não intervir na revolução”. 

Os argumentos que o autor expõe neste trabalho não remontam apenas ao 25 de Abril de 1974, pois há um capítulo bem recente sobre a “crise do irrevogável”, protagonizada por Paulo Portas, em que não faltam argumentos para mostrar que 18 dias após ter participado na reunião do Clube de Bilderberg o líder centrista tinha mais apoios institucionais do que antes, designadamente após ter estado num debate em que lhe tinham sido doutrinadas as políticas da União Europeia. 

Não se vão adiantar as novidades e novos argumentos que estão nesta investigação, mas pode utilizar-se um desabafo do então presidente do governo regional da Madeira, Alberto João jardim, ao fazer questão de acusar no que respeitava à mudança de posicionamento de Portas. Até porque já alertara para a coincidência de o ex-líder do Partido Socialista, António José Seguro, ter sido convidado para o mesmo encontro e de terem viajado juntos. Seguro não foi o único socialista a participar das reuniões e a ganhar mais poder. Segundo Rui Pedro Antunes, a lista é grande: Jorge Sampaio e José Sócrates, António Guterres e António Costa. Presenças sempre marcadas por coincidências: no caso de os dois primeiros nomes serem “os dois portugueses que Balsemão convidou e que foram primeiros-ministros de Portugal”. No caso dos dois outros nomes: “Tal como António Guterres, Costa foi a Bilderberg ainda antes de ser líder [do PS].” 


João Céu e Silva
JTM/DN

Dinamarca: 'sharia' e ataques à polícia

Houve mais uma manifestação islâmica em favor da introdução da lei da sharia em Copenhaga, na Dinamarca:


Selvagens muçulmanos atacaram a bófia, também na capital do país, durante a celebração da auto-mutilação islâmica xiíta do Ashura:


Até quando os dinamarqueses vão continuar a tolerar isto?

A França já chegou a ser a filha predilecta da Igreja

As seguintes imagens são imagens do triunfo do secularismo, ateísmo, agnosticismo, relativismo, etc. Nelas podemos ver igrejas a serem destruídas em França. Na sequência da lei de 1905 que dita a separação entre o Estado e a Igreja, muitas propriedades da Igreja, muitas delas património, foram apropriadas pelo Estado e o número de crentes diminuiu vertiginosamente, algo que depois também coincidiu com o fatídico Concílio Vaticano II. Para piorar, muitas igrejas são convertidas em mesquitas, o que é um sinal assaz evidente da islamização, uma consequência do triunfo acima citado, que muita gente insiste em negar.




O Anticristianismo há muito que foi profetizado, tal como a apostasia. A guerra contra o Cristianismo não é apenas por parte dos muçulmanos mas também, acima de tudo, dos traidores ocidentais que não passam dum cavalo de Tróia que quer destruir a superior civilização ocidental. Todos eles hão-de pagar bem caro por esta afronta.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Cerimónia solene do Dia do Armistício em Hong Kong


O PSD recuperou a tradição de homenagear os portugueses que participaram na defesa de Hong Kong nos vários conflitos da I Guerra Mundial em 1941.


A tradição tinha sido quebrada depois da transferência de soberania de Macau, em 1999, mas agora ela foi restaurada, tendo uma delegação portuguesa liderada pelo deputado do PSD pelo círculo fora da Europa, Carlos Páscoa, e coordenada pelo meu amigo macaense Vitório Rosário Cardoso, conselheiro nacional do PSD pelo círculo fora da Europa e colaborador do semanário O Diabo (rubrica "Frente Oriental"), marcado presença na cerimónia solene que homenageou todos aqueles que participaram nos teatros de operações como os portuguees que estavam incorporados na Royal Hong Kong Regiment (The Volunteers).


A mesma delegação portuguesa marcará de novo presença em Hong Kong na cerimónia do próximo dia 8 de Novembro, Remembrance Day (Dia da Lembrança), para recordar estes mesmos homens valentes.

Fisco penhora 3000 casas


De acordo com o CM, há portugueses que continuam a perder a casa para a máquina fiscal que, por dia, penhorou e vendeu sete imóveis por falta de pagamento.
Despacha-te, Fisco! Os "sírios" estão já a chegar a Portugal!!

RTP, a classificadora

A RTP abriu a manhã com a notícia das eleições na Polónia: a esquerda foi varrida do parlamento. Sem apelo nem agravo... o comunismo passou uma lição na Polónia de terror, sangue e morte.

Ganhou, segundo a mui esclarecida e doutrinadora RTP, "um partido xenófobo". Não sei já o que este termo quer dizer na comunicação social. Contudo defender os valores de uma pátria e de um povo, defender a cultura própria desse povo, defender as tradições das gentes que compõem, guardar as suas raízes ancestrais, garantir a segurança da população, aplicar as leis do país a todos os que nele habitam é agora xenófobo. É-se branco e tem-se opinião dissonante com os mandamentos globais... é-se xenófobo, nazi, racista! Tanto gastarão esta palavra que ela deixará de valer o seu significado. 

Ontem foram só maravilhas com duas refugiadas sírias (enroladas num lenço) e dois refugiados igualmente sírios a estudar em Portugal. Durante toda a reportagem nunca foram vistos a conviver com outros colegas portugueses. Estão agradecidos a Sampaio e companhia: propinas pagas, alojamento pago e cantiga paga. É bonito. Mas há portugueses que não podem ir para a Universidade por não terem dinheiro e muitos arriscam contrair empréstimos que, no fim do curso, constitui um encargo assinalável. 

Lamento... sou xenófobo (pelos padrões actuais)!


Fonte: Lura do Grilo

«Europa de Leste... quem a viu e quem a vê»

Em Portugal o centro-esquerda (PS) e a extrema-esquerda (BE) conseguiram pôr em causa o (dito) processo democrático durante algumas semanas. Ultrapassado (por agora) esse imbróglio, apresentaram no Parlamento os primeiros projectos de lei da nova legislatura, que passam por aumentar o acesso às técnicas de procriação medicamente assistida (filhos fabricados no laboratório), adopção de crianças por pessoas do mesmo sexo e o fim das taxas moderadoras para o aborto. 

No Brasil os escândalos de corrupção sucedem-se, e o maior responsável por isso, o Partido dos Trabalhadores (PT) consegue transformar uma economia em crescimento num desastre económico. Enquanto isso, o PT tem andado ocupado a apoiar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a contracepção e o aborto. 

Na Polónia acabou de ser eleita uma primeira-ministra católica: Beata Zydlo ("Beata", só o nome é um programa). O seu partido defende o fim do aborto legal, da procriação medicamente assistida (o contrário do que se passa em Portugal), e recusa-se a aceitar o programa ideológico imoral imposto pela União Europeia. Além disso, pela primeira vez na história daquele país não haverá nenhum partido de extrema-esquerda nem de centro-esquerda no Parlamento. 

Europa de Leste... quem a viu e quem a vê.


João Silveira

A única maioria absoluta que existe em Portugal

Apesar da indefinição que reina na vida política, as eleições legislativas de quatro de Outubro produziram uma maioria absoluta inequívoca: 70 por cento dos eleitores votaram nos projectos que se comprometem a manter o défice público abaixo dos três por cento, a reduzir a dívida pública e a respeitar os compromissos assumidos com os nossos parceiros europeus. 

Não pode haver mensagem mais clara: 70 por cento dos eleitores pedem aos políticos portugueses que resolvam o problema do buraco nas contas do Estado, que façam baixar o stock de dívida, que garanta a confiança dos investidores nos mercados internacionais, que garantam que os impostos não vão aumentar mais e até comecem a baixar, que os cortes de salários e o congelamento de pensões sejam progressivamente afastados. 

Mais, esta maioria absolutíssima pede que os políticos resolvam os problemas que são pagos para resolver. 

Esta maioria está farta de truques e tácticas que seguem os interesses dos partidos e esquecem os interesses do país. Na semana passada fiquei a saber foram congelados mais dois projectos, de valor superior a 100 milhões de euros e que iriam criar mais de 500 postos de trabalho. 

Esta maioria receia com razão que os investidores comecem a retrair as decisões de investimento e a criação de novos empregos. 

O que esta maioria receia é que os juros da dívida pública voltem a subir em flecha e que tenhamos de voltar a pedir um resgate aos credores internacionais. 

O que esta maioria absoluta receia é que venha a ser chamada em breve a pagar mais impostos e a sofrer novos cortes de salários pensões e subsídios. Esta maioria absoluta é composta pelos votos do CDS, do PSD e do Partido Socialista. 

Nenhum destes votantes viu até agora um acordo escrito assinado por António Costa, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa a comprometerem-se a manter o défice público abaixo dos três por cento do PIB e a controlar a despesa pública. 

Se e quando houver esse acordo terão acabado os cheques em branco passados à tal maioria que ainda ninguém viu.


José Gomes Ferreira

António Costa anda a aldrabar-nos

Na sua caminhada para primeiro-ministro, António Costa começou por pedir uma maioria absoluta. Como a maioria absoluta estava difícil, chegava maioria relativa. Como a maioria relativa estava difícil, chegava ao PS ter mais deputados do que o PSD. Como o PS não teve mais deputados do que o PSD, chegava um acordo de legislatura com o Bloco e com o PCP. Como o Bloco e o PCP não falam um com o outro, chega um acordo de legislatura com o Bloco e um outro com o PCP. Como o PCP não quer acordos de legislatura, é possível que chegue um acordo de investidura. E se o PCP nem um acordo de investidura quiser, António Costa há-de contentar-se com um acordo verbal e um bacalhau. 

A seriedade deste procedimento é nula. Quase toda a gente achou que Cavaco foi excessivo na sua intervenção, mas parece-me que quase toda a gente desvalorizou a passagem mais importante do seu discurso. O Presidente falou de forma muito directa de uma “alternativa claramente inconsistente sugerida por outras forças políticas”, acrescentando de seguida: “É significativo que não tenham sido apresentadas, por essas forças políticas, garantias de uma solução alternativa estável, duradoura e credível.” 

Convém olhar bem para os adjectivos usados por Cavaco e compará-los com aqueles que polvilhavam a frase mais importante proferida por António Costa após o encontro entre ambos no dia 12 de Outubro. Disse então o líder do PS: “Tive ocasião de informar o Presidente da República sobre a criação de condições para podermos ter em Portugal um governo que seja estável, credível e consistente para os próximos quatro anos.” 

Por muito limitado que seja o vocabulário de Cavaco, não terá sido por milagre que os adjectivos que ele escolheu na sua comunicação encaixam na perfeição nos adjectivos que António Costa utilizou à saída de Belém. Costa falou em governo estável, Cavaco disse que não havia solução estável. Costa falou em governo credível, Cavaco disse que não havia solução credível. Costa falou em governo consistente, Cavaco disse que a alternativa era “claramente inconsistente”. Costa falou em governo “para os próximos quatro anos”, Cavaco disse que não havia uma solução “duradoura”. 

É fácil adivinhar o que se passou: ao verificar a espantosa discrepância entre aquilo que ouviu da boca de António Costa e aquilo que António Costa resolveu comunicar ao país à saída do encontro entre ambos, Cavaco sentiu-se aldrabado. Pouco dotado de sentido de humor, não achou nenhuma piada aos malabarismos retóricos de Costa e optou por lançar um agressivo aviso ao país, a ver se conseguia acordar algumas consciências. Que o efeito da sua comunicação tenha sido unir o PS, como alguns socialistas se apressaram a celebrar, diz menos sobre a falta de jeito do Presidente da República do que sobre o estado miserável em que se encontra o PS. 

Vale a pena recordar que o último socialista com o qual Cavaco Silva teve de coabitar chamava-se José Sócrates, e o resultado de tão bonito convívio foi aquele que conhecemos. Como é óbvio, o Presidente não pode assistir impávido àquilo que considera ser uma golpada parlamentar, só possível porque os seus poderes se encontram diminuídos, e a faltas de lealdade de um candidato a primeiro-ministro que ainda nem sequer tomou posse. Cavaco só falhou numa coisa: sugeriu que o problema estava no PCP e no Bloco. Ora, o problema está, evidentemente, no PS.


Uma comédia vermelha

Entre as misérias que o salazarismo nos legou, uma das piores foi o mito de que o PCP combateu a ditadura em nome da liberdade. No mundo real, o PCP lutava por uma ditadura mais repressiva, da qual aliás se espreitou o grotesco rosto em 1975. Em 2015, é ridículo - e sobretudo triste - ter de o lembrar. Mas a lenda da "generosidade" comunista resistiu ao 25 de Novembro, à queda do Muro e à enésima divulgação das carnificinas pedagógicas inspiradas por Marx. Em países sem tradição autocrática recente, o comunismo, em qualquer das sangrentas variantes, é o tique nervoso de uns poucos excêntricos, geralmente confinados à universidade ou ao manicómio. Graças ao Estado Novo, os comunistas nativos chegam a 20% no Parlamento. E, em estimativa moderada, a uns 50% nos media. 

É por isso que, por cá, cada avanço da "extrema-direita" no "estrangeiro" equivale às trombetas do Apocalipse, enquanto a ascensão caseira de PCP e BE é a abertura necessária a forças e eleitores injustamente marginalizados. Nestes dias, não faltam idiotas úteis e inúteis a celebrar o fim do "arco da governação". Embora feiinha, a expressão não é absurda: convém limitar o governo de uma democracia a partidos cujo desígnio não consista na aniquilação da dita. Isto para dizer que Cavaco Silva esteve bem. Imagine-se uma história alternativa. 

Imagine-se que o PS ganhava as eleições sem maioria nem indícios de apoio parlamentar. Imagine-se que o PSD e o CDS ensandeciam e namoravam os deputados do PNR e do recém-legalizado MIRN para estabelecer uma frente de direita e formar governo. Imagine-se que o presidente António Guterres rejeitava a possibilidade sob o argumento de que a frágil situação nacional não deveria ser comprometida por forças avessas aos, cito, "grandes compromissos", do euro à NATO, do Tratado Orçamental à UE. Quantos dos que agora berram contra a "parcialidade" de Cavaco Silva berrariam nesse dia contra a "parcialidade" de Guterres? 

Desconfio que poucos: para a esquerda, a parcialidade naturalmente só incomoda quando não a beneficia. Os ataques desenfreados de Soares às maiorias de Cavaco (ambas sem o MIRN e o PNR) foram uma espectacular manifestação de consciência cívica. Os truques de Sampaio para despachar a maioria absoluta da "direita" (de novo sem o MIRN e o PNR) e consagrar Sócrates foram a prova de que tínhamos estadista. A aparente rejeição de Cavaco a qualquer "solução" que envolva a extrema-esquerda é, a acreditar no berreiro que por aí vai, uma vingança inconstitucional. 

Apenas um pormenor: não é. A Sagrada Constituição permite que o PR faça o que ameaçou fazer e, face ao avanço de radicais perigosos e derrotados, prefira um governo dito de "gestão". A esquerda não gosta? A "direita", por acaso a "direita" que elegeu Cavaco Silva, sim. Legalidade por legalidade, legitimidade por legitimidade, é tudo questão de gosto. 

Eu limito-me a achar que as consequências de um governo limitado na decisão são menos nefastas do que as consequências de um governo ilimitado na alucinação. Haverá quem ache o contrário e julgue que o PR escolheu o partido em lugar do país. Por acaso, é evidente que escolheu o país em lugar do partido: para o PSD (e a coligação), oito meses de oposição a um bando de nulidades chantageadas por fanáticos seria uma mina eleitoral. Seria porém uma calamidade talvez definitiva para Portugal. 

Se, como é plausível, Passos Coelho e Portas recusarem o arranjo da "gestão", assistirão na plateia à comédia da "muralha de aço" (este PS demente já adoptou a expressão) e, lá para Julho, garantem maioria nunca vista. O problema é que, entretanto, o hilariante espectáculo terá tornado anacrónica a proverbial comparação com a Grécia: a curto prazo, habilitamo-nos a ser a Venezuela. E não sobrará ninguém para rir. 


Sexta-feira, 23 de Outubro

Bonequinhos de corda 

"A gente já sabe que o governo vai cair, pá", afirmou Jorge Coelho na Quadratura do Círculo. E o sorriso dele resumia todo um mundo. Um mundo em que os mesmos deputados em que a esquerda fundamenta o discurso de vitória valem exactamente zero. 

Já antes da "comunicação" de Cavaco Silva, a esquerda achava que indigitar Passos Coelho seria "perda de tempo". Depois da "comunicação", a impaciência converteu-se em típica indignação, mas manteve-se a certeza de que não valeria a pena acreditar na individualidade de uma única das cabecinhas que enfeitam a Assembleia da República. E se, porque nunca fizeram outra coisa na vida, não admira que os serviçais de PCP e BE se prestem a tamanho vexame, há certa melancolia em suspeitar que os parlamentares socialistas se satisfazem com o papel de bonequinhos aos quais o chefe dá corda para aprovar ou vetar o que o chefe decide. 

Ao apostar tudo, ou quase tudo, na vontade própria dos bonequinhos, Cavaco Silva exagerou no optimismo. Ou me engano bastante ou os "espíritos livres" do PS esgotaram-se nos três ou quatro casos de independência revelados desde 4 de Outubro. Não consta que nos próximos dias se multipliquem as rebeliões: por muito que abominem a abdicação perante os partidos comunistas, a ambição de partilhar um pedacinho do poder é grande, e o medo de arriscar a carreira é maior ainda. À esquerda e não só à esquerda, a vasta maioria dos "representantes do povo" não representa nada, excepto a fraude a que o regime desceu. E que abre caminho a regimes piores.


Rir é sempre o melhor remédio

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Do Quase Não Reza a História

Mais um excelente vídeo motivacional do grande benfiquista Guilherme Cabral lançado no Youtube pouco depois da derrota frente ao Sporting:


Contigo já festejei muito, já chorei sim mas acima de tudo já aprendi muito... 
Aprendi o quanto vales para mim e a dimensão que tens no mundo, e o mais engraçado é que é nas derrotas o quanto mais sentimos tudo isso... 
Seria fácil falar de ti e erguer o teu símbolo no peito apenas quando vences, mas isso só aconteceria se tu fosses apenas um clube. 
E tu, meu Benfica... Tu és mais que um clube... 
És o dono das minhas euforias mas também das minhas lágrimas, o dono dos arrepios, oiço o teu hino da perplexidade cada vez que entro na Luz e do sorriso que encaro no rosto cada vez que olham para mim e me dizem somente "Granda Benfica!"... 
Porque tu, meu Benfica... Tu és maior do que todos os clubes do mundo juntos e bem sei que ganhaste essa dimensão fruto da história que tens e da sabedoria que guardas dentro de ti... Sabedoria que ganhaste nas vitórias mas, acima de tudo, que ganhaste nas derrotas... 
Por isso deixa lá os outros ficarem a pensar que morreste que nós, os que te sentimos, sabemos bem o quão vivo estás e o quanto ainda tens para nos dar. 
E nós cá estaremos... Lado a lado para hoje juntos nos levantarmos, e amanhã juntos nos levantarmos!

Porque é que ainda existem inúmeros anormais que são pró-Palestina?

O "parceiro da paz" de Israel, o líder da autoridade "palestiniana" Mahmoud Abbas, afirmou que todas as gotas de sangue (dos judeus) são bem-vindas para os terroristas muçulmanos em Jerusalém:


Os idiotas úteis do Ocidente costumam chorar baba e ranho quando vêem imagens de crianças "palestinianas" feridas ou mortas à conta dos judeus que os principais mé®dia adoram mostrar ao mundo inteiro, mas não estão nem aí para as crianças "palestinianas" que são endoutrinadas a odiar os judeus até à morte através da TV:


Um canal de televisão da Palestina incita os árabes a matarem judeus, algo que os estúpidos dos mé®dia não querem que a gente veja:


O reitor dos estudos islâmicos da Universidade Islâmica de Gaza, Subhi Al-Yaziji, aprovou a matança de todos os judeus, mulheres e crianças incluídas:


O imã Khaled Al-Mughrabi, da mesquita de Al-Aqsa e professor de estudos islâmicos, afirmou que os judeus adoram o demónio (mas o Alá é que é um ídolo pagão...) e que todo os filhos de Israel serão exterminados pelos muçulmanos porque o profeta Maomé (que a merda esteja sobre ele) disse aos muçulmanos para matar todos os judeus:


No dia 23 do corrente, o "clérigo" Abu Hamza Ashur, também de Gaza, apelou a ataques bombistas suicidas contra os israelitas porque, por Alá, é assim que os muçulmanos vão aniquilar os judeus:


Uma mãe "palestiniana" mostrou-se orgulhosa do seu filho que foi abatido depois de ter matado dois judeus e quer ela própria matar também judeus:


Não deixa de ser curioso os líderes árabes concordarem que a Palestina e os "palestinianos" não existem porque são uma invenção árabe. O vídeo que se segue é óptimo para todos os totós que acreditam que Israel roubou a Palestina aos "palestinianos":

De metaleira a muçulmana


A jovem espanhola María Ángeles, de 22 anos, chama-se agora Maryam al-Andalusiya e foi detida na semana passada no aeroporto de Barajas, em Madrid, quando tentava viajar para a Turquia com o objectivo de se juntar ao Estado Islâmico na Síria. Durante um ano, María, que costumava partilhar vídeos dos Metallica nas redes sociais, converteu-se ao islão e passou a postar vídeos que ensinam as mulheres a usar o hijab. Ninguém da sua família desconfiou de nada apesar do seu irmão já ter chegado a apanhá-la a assistir a vídeos de jihadistas. De acordo com o El País, María saiu de casa na passada segunda-feira com "roupa normal" e foi detida em Barajas com um véu negro. O caso está a alarmar os investigadores devido à rapidez e eficácia da conversão à seita idolátrica islâmica do exterminador e pedófilo Maomé (que a merda esteja sobre ele).

Sismo mata pelo menos 238


Um sismo de magnitude 7,5 da escala de Richter que se fez sentir durante um minuto no Afeganistão, no Paquistão e na Índia provocou pelo menos 238 mortos e milhares de feriados segundo uma balanço provisório.