segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Porque é que não se dá ouvidos ao Estado Islâmico?

O Estado Islâmico já tinha avisado que entre os refugiados que a Europa recebe estão terroristas infiltrados, admitindo querer inundar a Europa com cerca de 500 mil refugiados. Ainda assim, nada parece fazer mudar de opinião aos crónicos defensores do acolhimento dos refugiados em solo europeu.

Antes de mais, os que me conhecem sabem que eu não sou totalmente contra a ida de refugiados para a Europa! A questão é que os europeus deveriam antes de mais preocupar-se em fazer uma triagem e ver quais dos ditos refugiados é que são verdadeiramente refugiados que precisam de ser ajudados no lugar de os ajudarem a todos sem excepção. A verdade verdadinha é que existem mesmo refugiados que não passam de lobos disfarçados de ovelhas e várias são as fontes credíveis que demonstram isso mesmo. As pessoas estão a fugir da Síria porque alguém se lembrou de promover uma tal coisa de nome Primavera Árabe, de 2010 e que lixou países como o Egipto, a Tunísia, a Líbia, querendo agora continuar a causar estragos na Síria porque o ditador Bashar al-Assad pelo visto ainda lá vai resistindo heroicamente. Pelo meio surgiu um grupo terrorista que dá pelo nome de Estado Islâmico e que já se alastrou até lá, fazendo com que os idiotas úteis, aqueles mesmos totós que apoiaram a Primavera Árabe em nome do fim das ditaduras e em favor da democracia, agora ficassem tão caladinhos porque, se de um lado está o horrível e nojento ditador Bashar al-Assad, do outro está o demoníaco Estado Islâmico - qual deles escolher, seus encalacrados? Os totós encolhem os ombros e assobiam para o lado, pois aparentemente já ninguém se lembra que aconteceu uma Primavera Árabe. Já lavaram as mãos, mas agora arcam com as suas consequências. Dizem que é um dever acolherem os refugiados porque este êxodo é culpa do Ocidente. Atiraram uma pedra contra uma colmeia e agora, como consequência, têm uma multidão de refugiados, qual enxame de abelhas, desesperados para invadir as suas terras ocidentais.

Os idiotas úteis agora também vêm com a teoria da treta de que se os refugiados fossem mesmo terroristas, não arriscariam as suas vidas para chegarem até a Europa. O líder máximo dessa carneirada, o António Guterres, alto-comissário para os refugiados da maçónica ONU (abordarei o tema da Maçonaria sobre a crise dos refugiados numa outra posta), chegou mesmo a afirmar que os terroristas chegariam à Europa pela via aérea, e não correndo o risco de vida em frágeis embarcações. Como se os terroristas não tivessem bases de apoio já colocados na Europa! Repito: o próprio Estado Islâmico já avisou que há terroristas infiltrados entre os refugiados, portanto porque é que não levam isso a sério? Qual é que é a parte que não querem entender?

Vamos aos factos relatados por meios de comunicação social que podem ser levados pelo menos um pouco a sério.


O jornal britânico Sunday Express afirmou que 4000 jihadistas do Estado Islâmico penetraram na Europa como refugiados a partir da Turquia. Passaram pelo Mediterrâneo, chegaram à Itália e depois disso chegaram à Alemanha e à Suécia.

A também britânica BBC, nada dada ao anti-politicamente correcto, descreveu o que contou um assessor do governo da Líbia: há militantes do Estado Islâmico que estão a ser contrabandeados para dentro da Europa através de gangues que operam no Mediterrâneo.

Também terroristas do sexo feminino estão a ser enviadas para a Europa, informou o Daily Mail. Estas terroristas pertencem à brigada Al-Khansaa e têm o objectivo de cometer atentados contra igrejas. Entre elas há inglesas (estima-se que são cerca de 60 mulheres), francesas, espanholas e até portuguesas!

No vídeo que se segue, um refugiado fez um sinal ameaçador para a câmara de um canal húngaro:


Também o puto refugiado que podemos ver no vídeo de baixo, chegado a um país da Europa vindo sabe-se lá de onde, fez um gesto ameaçador para uma câmara qualquer que por acaso o filmou todo feliz em plena fase de inocência da sua vida (e é uma das coisas sobre os refugiados que os principais meios de comunicação social como a RTP, a TVI, a SIC ou a CMTV não se lembram de passar). Longe de nós ousarmos sequer insinuar que as crianças muçulmanas são endoutrinadas a odiar os "infiéis"!


Confirmou-se também que muitos dos refugiados sírios não são na verdade sírios, mas sim do Paquistão, do Bangladesh ou do Afeganistão. O jornal alemão Tagespiel revelou que a polícia búlgara encontrou mais de 10 mil passaportes sírios falsos entre os refugiados que pretendiam ir para a Alemanha.

Os traficantes cobram entre 8000 a 10 mil euros pelas viagens nos barcos ilegais. Ora, se os refugiados são, supostamente, pobres como dizem, como conseguem eles pagar as travessias? É a família que lhes manda o dinheirinho? Enganem-me que eu gosto!

Porque é que muitos desses refugiados são homens jovens, que pelos vistos se vestem bem, estão bem alimentados e possuem iPhones? E que dizer dos patetas dos alemães que aplaudiram a chegada dos refugiados a Munique como se fossem uns heróis?


Vejam o que é que o acolhimento dos refugiados na Alemanha também se lembra de provocar: confrontos entre refugiados num campo de acolhimento em Dresden. Um autêntico fracasso do multiculturalismo!


Também na Alemanha, mas num asilo para refugiados perto de Estugarda, foi detido um membro do Estado Islâmico que estava lá como refugiado, um marroquino de 21 anos, que entrou para lá com um passaporte falso depois de ter solicitado refúgio no asilo do distrito de Ludwigsburgo. 

Como as autoridades alemães não querem que as pessoas pensem que há refugiados que são maus, decidiram censurar comentários "racistas" e "xenófobos" contra os refugiados no Facebook: o ministro da Justiça alemão afirmou que o Facebook tem sido um "parque de diversões da extrema-direita" (e um "parque de diversões da extrema-esquerda", não? Ah, isso já não incomoda, pois a liberdade de expressão não é para todos...), sendo necessário combater o "ódio". Tudo serve para o povo alemão não ter conhecimento da selvajaria de muitos desses refugiados, como por exemplo os do vídeo que se segue e que andaram em confronto com a polícia alemã:


Ainda na Alemanha, o Escritório para a Protecção da Constituição está a investigar mesquitas e muçulmanos suspeitando que os extremistas islâmicos estão a querer recrutar refugiados sírios nos campos de refugiados. Um dos principais responsáveis é o influente orador salafista (uma corrente ultraconservadora do islão sunita) Pierre Vogel, um alemão nativo convertido à seita islâmica (na foto ao lado), informou o Daily Telegraph.

O Daily Mail noticiou que o Estado Islâmico tenciona fazer atentados como o do 11 de Setembro na Europa no espaço de dois anos. A Fundação Britânica do Contra-Terrorismo teve acesso a um documento que indica que a organização terrorista enviou jihadistas para a Líbia para depois seguirem como refugiados para a Europa.


O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, já veio dizer que a União Europeia já não é um local seguro por causa dos refugiados. "Nenhum membro do governo diz que qualquer migrante é um terrorista, isso é absurdo", mas "entre as centenas de milhares de pessoas já chegadas, pode haver vários milhares de pessoas potencialmente muito perigosas", insistiu, lamentando que no espaço Schengen "milhares de pessoas estejam a fugir atravessando as fronteiras e ninguém as detenha", o que "põe em perigo o peso da União Europeia no mundo".

Não nos esqueçamos também do objectivo declarado - é oficial - do Estado Islâmico de "retomar" a Península Ibérica, que é o Al-Andalus para os muçulmanos. Convém não nos esquecermos também que para os muçulmanos todas as terras que tinham sido por eles conquistadas serão sempre terras muçulmanas. Mas, no que diz respeito a Portugal, penso que os muçulmanos não terão uma tarefa fácil, pois já dizia o Júlio César que os lusos não governam nem se deixam governar...


Mudando de assunto, vamos agora falar da islamização da Europa, algo que não é um mito como defendem certos iluminados mas sim a mais pura das verdades. A inglesa Stacey Dooley confirmou com os seus próprios olhos o grau de islamização que já existe na sua terra natal, Luton, ou melhor, Lutonistão. O vídeo contou com uma conversa com o líder do grupo Sharia 4 UK, o imã "radical" Anjem Choudary. O objectivo do terrorismo no Ocidente é precisamente destruir a civilização ocidental, que se deve ao Cristianismo, para impor o islão no Ocidente, e este tipo de terrorismo não é feito somente sob forma de atentados mortais, mas também através do crescimento demográfico islâmico e o consequente aumento da sua influência nas sociedades ocidentais.



O que é que os idiotas úteis vão continuando a fazer perante os sinais por demais evidentes? Aplicam a táctica da avestruz: enterram a cabeça na terra.

4 comentários:

Lura do Grilo disse...

É uma piedade muito perigosa. Teremos mais tarde ou mais cedo que julgar quem nos tenta tirara a nossa cultura e entregar-nos ás feras.

Anónimo disse...

Já comentei sobre o por quê do silêncio dos (des)governantes sobre a invasão islâmica, mas não foi publicado. Então, permita-me mencionar alguns Links Boa leitura:

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2015/09/marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2015/09/marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/search?updated-max=2015-02-18T03:16:00Z&max-results=10&start=38&by-date=false

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2014/12/feminismo-preparou-caminho-para-islao-1.html

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2014/11/o-plano-coudenhove-kalergi-e-o.html

Eduardo

FireHead disse...

Lura do Grilo,

Farto-me de ler, no meio nacionalista da Internet, palermas que acusam o Cristianismo de estar por detrás desta "piedade muito perigosa", referindo-se, estupidamente, ao carácter universalista do "credo abraâmico" para justificar o acolhimento indiscriminado dos refugiados na Europa. É inegável que existem associações ligadas à Igreja que estão por detrás desta iniciativa, juntamente com escória esquerdista, porque afinal de contas a actual Igreja está mais que apostatada e isso não é novidade para ninguém. Mas por detrás de toda esta vontade de aceitar refugiados está a imposição dos mesmos e ninguém me tira a ideia de que tudo isto está a ser arquitectado e não é seguramente pela Igreja, mas sim por forças obscuras, por sinal bem pagãs e verdadeiramente universalistas.

Cito aqui um pequeno excerto daquilo que escreveu o primeiro cônsul-geral de Portugal em Macau, o Carlos Frota, que escreve para o jornal Tribuna de Macau:

"Que desafios para a Europa?

Um dos receios que me parece dos mais irónicos é o do perigo da islamização da Europa, pela massa humana dos refugiados, imaginando-se já esses recém chegados a construir novas mesquitas, em cada canto de rua disponível.
A Europa de súbito tornou-se de novo religiosa, cristã, católica? Maioritariamente descrente, como se sabe, entretida no jogo das várias filosofias seculares, à Europa pouco deveria importar mais uma contribuiçãozinha religiosa ou filosófica: afinal há tantas...
Há que reconhecer-se todavia: a Europa sempre lidou mal com o Islão e com os respectivos prosélitos... e vice-versa.
O velho Continente não integrou as comunidades muçulmanas, e agora está a ser condicionada pelos grupos islâmicos os mais radicais. A que responde a extrema-direita europeia, erguendo a bandeira da reconquista cristã...
A tentação do regresso ao passado?"

E aponto aqui a principal causa: foi precisamente a partir do momento em que a Europa deixou de ser cristã, abandonando os alicerces da sua própria civilização, que começou a ir pelo cano abaixo, como podemos ver actualmente. É por o Cristianismo estar a ser combatido, e dele próprio se ter transformado (mas mesmo assim incapaz de destruir o verdadeiro Cristianismo), que temos agora o caos promovido por sabe-se lá quem.

FireHead disse...

Eduardo,

Não me lembro de ter chegado a censurar comentários teus. Talvez tenham ido parar à pasta dos spam.

De resto, eu conheço o blogue Marxismo Cultural e sei que é muito útil. A globalização promovida pelo grande capital é um argumento muito usado pelos nacional-socialistas, possivelmente para explicarem o seu esquerdismo oculto. Como alguém de Direita, eu sou a favor do capitalismo em oposição ao socialismo, da livre iniciativa privada sobre o colectivismo, mas isto não significa que eu seja partidário do capitalismo selvagem, que é uma outra coisa. Nem todos os fins justificam os meios.

Será agora o capitalismo uma característica da esquerda por promover a imigração? Se formos por aí, será que podemos considerar esquerdistas todas as pessoas que emigram à procura de melhores condições de vida? Os grandes cérebros que precisam de ir para os EUA porque lá há quem lhes dê condições e os aproveite são esquerdistas?

Quanto ao feminismo, eu possuo conhecimentos q.b. Cheguei a falar, recordo-me, duma feminista aqui no meu blogue que até defendeu o direito à mutilação genital feminina. Está mais que claro que ninguém com dois dedos de testa pode dar cavaco às feministas. O feminismo é patológico.

O plano Kalergi assenta que nem uma luva na Nova Ordem Mundial.

Cumprimentos.