quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mais consequências da crise dos refugiados (IV)

Um jornalista alemão está escondido depois de ter recebido ameaças de morte por ter denunciado a corrupção política por detrás da invasão muçulmana na Europa. Os esquerdistas e os muçulmanos não o perdoam por alertar para o perigo da islamização e do genocídio branco.


E quem duvida do que disse o jornalista, o melhor é ouvir o que a própria Angela Merkel diz. A chanceler alemã praticamente manda vir com os alemães que estão com medo da infiltração islâmica no seu país por causa das suas consequências: subsídio-dependência alógena, criminalidade (violação, pedofilia, etc.) e terrorismo.


Vai crescendo o número de casos de estupro de mulheres alemães e também das próprias refugiadas em centros de abrigo para refugiados na Alemanha, crimes esses cometidos por refugiados que estão a ser minimizados pelas autoridades alemães e pelos mé®dia pelos motivos psicopatas que já estamos cansados de saber (evitar sentimentos anti-imigração, coisas que o António Guterres e demais bestas não querem). De acordo com o UK Daily Mail, diplomatas avisaram os líderes da maçónica União Europeia que o acolhimento e partilha de refugiados entre os Estados-membros vão fazer com que haja "sangue nas paredes". "Isto é mau para a Europa", disse um diplomata de um dos países que se opõem às quotas. "Em breve veremos que o rei vai nu. Perdeu-se o bom senso hoje (por causa do acordo a que chegou a União Europeia sobre a colocação de 120 mil refugiados)", afirmou, por sua vez, o ministro do Interior da República Checa, Milan Chovanec.


A Hungria acusa a maçónica União Europeia de estar a encorajar a invasão muçulmana que põe todos os países europeus em risco.


Marine Le Pen, igual a si própria, atirou-se à maçónica União Europeia dizendo que a sua França, governada pelo súcia François Hollande, prefere dar prioridade aos estrangeiros em vez dos próprios franceses. A líder nacionalista acrescentou ainda que os valores muçulmanos não se enquadram no Ocidente comparando a invasão de refugiados muçulmanos na Europa à "invasão bárbara de Roma".


Os refugiados não têm respeito nenhum pelos mortos, como podemos ver nas seguintes imagens recolhidas num cemitério na Croácia. Acredito que eles respeitar os mortos até respeitam, mas só os deles, ou seja, os muçulmanos que já foram com os porcos, e não os católicos.


Também na Croácia podemos ouvir o seguinte testemunho de um porco selvagem refugiado muçulmano que se queixa da comida, que não presta, e que quer ir para a Alemanha porque é "muito bom" por lá.


Em Portugal, quase 100 autarquias já se disponibilizaram para receber refugiados (vale a pena ler os comentários), que todos nós já estamos fartos de saber são na sua esmagadora maioria muçulmanos, em vez de ajudarem os portugueses que precisam de ser ajudados...


Quo vadis, Europa?

2 comentários:

Zé Pitaco disse...

"União Europeia", cambada de comunistas como o Durão Barosos e o trotsquista pederasta judeu Daniel Chon-Bendit, drogados, pederastas, maçons, judeus, multiculturalistas e outros porcos "democratas" que todos vão ser mortos pelos muçulmanos quando vão dominar a Europa Ocidental, mais alguns 10 ou 15 anos!

FireHead disse...

Mas continuo sem perceber qual é a ligação entre a Maçonaria e os judeus... Mas então também é objectivo dos judeus tornarem Israel num antro multiculturalista como a Europa? Ou é agora que entra a parte do "ah e tal, os judeus só fazem isso com os outros porque em Israel são todos nacionalistas e tal, blá blá blá"? Se calhar é por causa disso que até na Eurovisão já houve um transexual a representar Israel...