terça-feira, 22 de setembro de 2015

A crise dos refugiados faz parte da Nova Ordem Mundial?


Fiquei de falar sobre a Maçonaria na questão da crise dos refugiados, conforme deixei explícito nesta entrada aqui. Pois bem, o que é que está por detrás desta crise de refugiados? Porque é que as pessoas fogem das suas terras em conflito? O que é que levou à criação do Estado Islâmico, por exemplo?

Já vimos que foi o Ocidente que provocou a Primavera Árabe e a queda dos ditadores seculares (que protegiam as minorias como os cristãos) do Egipto (Hosni Mubarack), da Líbia (Muammar Kadhafi), e, antes disso, do Iraque (Saddam Hussein), sendo que na Síria a ditadura secular de Bashar al-Assad ainda não foi abaixo porque este continua a dar luta aos terroristas financiados pelo Ocidente. Quem é que não sabe que por exemplo um dos maiores financiadores do terrorismo islâmico e da islamização no Ocidente, a Arábia Saudita, é uma "aliada" dos Estados Unidos do Barack Hussein Obama?

Também já abordámos aqui neste blogue o facto da Alemanha ver o acolhimento dos refugiados como uma resposta à sua oferta de trabalho e também ao seu declínio populacional. Tal não passa precisamente de um objectivo da Nova Ordem Mundial. Há um claro interesse em levar um caos globalizado ao mundo para que a Nova Ordem Mundial possa concretizar-se e um conflito mundial generalizado é um dos passos para tal. A Europa está simplesmente a começar a sentir as consequências de querer ignorar a verdade e assobiar para o lado relativamente ao cerne da questão, estando as elites reinantes interessadas em impor posteriores soluções ao problema, isto é precisamente a Nova Ordem Mundial.

O geopolítico norte-americano Thomas Barnett falou da promoção do caos no Ocidente referindo-se à estratégia actual dos Estados Unidos na "globalização sem choques" que põe em prática "quatro fluxos duráveis e sem obstáculos". A crise dos refugiados faz parte de um destes "fluxos duráveis e sem obstáculos" que não podem ser impedidos por nenhuma instituição, como a ONU ou a União Europeia (pelo contrário: elas, ambas maçónicas, impulsionam a crise e obrigam os Estados-membros da União Europeia a aceitar os refugiados). O objectivo desta "guerra" contra a Europa é semelhante às revoluções como as da Primavera Árabe. A Europa, como poder político, económico e cultural, tem que ser destruída através de um caos e ficar sem identidade nacional. Essa destruição dos Estados-nações fará com que a Europa fique à mercê da Nova Ordem Mundial das oligarquias financeiras. Acrescenta Thomas Barnett que "as fronteiras nacionais devem ser dissolvidas, as raças misturadas, e assim os valores e as religiões serão abolidos; o caminho para a Nova Ordem Mundial tem de ser alisado".

Como se explica o facto dos refugiados, supostamente pobres, conseguirem pagar a travessia do Mediterrâneo, na ordem dos 10 mil euros, aos traficantes? Segundo o jornal Info Direkt, um funcionário do Ministério da Defesa austríaco (Österreichischen Abwerhamts) revelou que "existem elementos que atestam que organizações situadas nos Estados Unidos criaram um modelo de co-financiamento e contribuem substancialmente para os pagamentos exigidos pelos traficantes, pagando-lhes para transportarem milhares de pessoas para a Europa". A mesma fonte insiste num assunto tabu: o papel dos Estados Unidos cuja geoestratégia consistiria em inundar a Europa sob a maré migratória. "Dispomos de indicações a demonstrarem que organizações dos Estados Unidos criaram um sistema de co-financiamento e contribuem de modo substancial para pagar os custos da viagem. A maior parte dos candidatos refugiados pagaria 11 mil euros em dinheiro sonante. Ninguém se pergunta de onde vem o dinheiro?" Razão tem o presidente russo Vladimir Putin quando acusou os Estados Unidos de ter uma responsabilidade directa nesta crise dos refugiados.

De acordo com o El Confidencial, as máfias que traficam pessoas já lucraram cerca de 16 mil milhões de dólares, ao passo que os países europeus, para deterem migrantes, repatriarem e tentarem travar a vinda de migrantes ilegais já esbanjaram mais de 13 mil milhões de dólares (o Geert Wilders já tinha falado dos custos desta crise dos refugiados para os contribuintes europeus). Empresas associadas a essas políticas de combate à migração ilegal são por exemplo a Airbus, a Thales, ou a Indra, e todas elas já lucraram imenso (o capitalismo selvagem promove a imigração em massa). Em Espanha, manter as barreiras de Ceuta e Melilla custa anualmente aos espanhóis 10 milhões de euros por ano desde 2005.

No passado dia 13 do corrente, o Movimento Nacional da Sérvia realizou na capital Belgrado uma manifestação que contou com a participação de uma jovem síria que expressou a verdade sobre o que está a acontecer na Síria e sobre a crise dos refugiados:

"Permitam-me fazer estas perguntas: se o Ocidente não quer que os refugiados morram no mar, por que levantam as suas sanções contra o povo sírio que já gerou 143 biliões (mil milhões) de dólares em perdas? Por que não ajudam os sírios a ficarem em casa para que colaborem com o exército nacional sírio na sua luta contra o terrorismo e tornarem a Síria novamente num país seguro? Por que o restante dos sírios que não migraram permanece no seu país e resiste? As pessoas da Síria continuam a ser as únicas que podem reconstruir o país. Isso passa por acabar com a Síria e o povo sírio. Por um lado, busca-se a fuga de cérebros (brain drain), levando os seus médicos e os melhores estudantes. E, por outro lado, as empresas multinacionais querem mão-de-obra barata. Até o momento, perdemos 100 mil soldados que lutaram contra os extremistas. Não vi o Ocidente chorar por aqueles que deram as suas vidas para defender a nação e deixaram as suas famílias que também necessitam de ajuda. O Ocidente ajuda as pessoas que fogem de seu país. Muitas delas são jihadistas e eles pagam milhares de euros para eles. Deixem-me dizer-lhes que o dinheiro que gastam para vir para a Síria é suficiente para comprar uma casa num lugar seguro na Síria para uma família de cinco pessoas e ter um pequeno trabalho e viver bem. Estes não são refugiados. Estes são migrantes económicos. O que acontece na Síria é semelhante ao que ocorreu na Sérvia; o seu objectivo é destruir a identidade, a unidade e a soberania síria. Queridos amigos, o que pedimos é que fiquem connosco. Mostrem o seu apoio à nossa luta justa e às nossas forças armadas porque se perdermos esta guerra, a jihad não vai parar após vencer a Síria. Vamos resistir juntos até a vitória!" (podemos ouvir o testemunho completo da síria no vídeo que se segue).

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A Alemanha já começou a instalar refugiados do Bangladesh e do Norte de África que chegaram ao país em Janeiro passado... num antigo campo de concentração chamado Buchenwald, onde morreram imensos judeus (11 mil em cerca de 56 mil pessoas), enfurecendo a opinião pública israelita (mas então o sionismo não anda de mãos dadas com a Nova Ordem Mundial?)! Uma mulher idosa de 77 anos de nome Miriam Spitzer, de Telavive e sobrevivente do Holocausto, declarou com profunda decepção que o lugar lhe deu uma "sensação terrível" e a imprensa local afirmou que ele deveria ter permanecido como um museu. Apesar do primeiro-ministro da Renânia do Norte de Vestefália, Hannelore Kraft, ter pedido ao presidente da câmara local, da União Democrata Cristã como a Angela Merkel, para abandonar o plano, o governo alemão foi avante na sua intenção. Como é que o mundo pode tolerar um movimento como este da Alemanha em pleno 2015? Quem não parece ter ficado minimamente incomodado com isso é o refugiado eritreu Abdurahman Massa, de 20 anos, que disse que "para mim isto é uma boa acomodação"...


As elites reinantes apátridas, multiculturalistas e relativistas da Europa e dos Estados Unidos estão a cozinhar algo obscuro. Muito possivelmente, infelizmente, a Europa deverá assistir a mais atentados terroristas, ainda por cima em simultâneo em vários países, e aí será o desejado caos da Nova Ordem Mundial. Esta crise dos refugiados poderá mesmo ter sido fabricada. Estamos diante do maior número de refugiados da História desde a II Grande Guerra. Nunca foi tão grande o fluxo de pessoas que fogem para a Europa. Isto não é um fenómeno espontâneo. O crescimento do número de refugiados e imigrantes faz acelerar o multiculturalismo, dilui a soberania nacional dos países que sofrem com ele e facilita a criação da "nova sociedade", homogénea e inerte como é desejada pelos globalistas. Os artífices da Nova Ordem Mundial vão continuar a financiar e promover o fluxo desenfreado dos povos, seja pela fome e miséria, seja através da guerra.

2 comentários:

Ivan Baptista disse...

a esperança tá alternativa que poderá existir nos states, mas, acho que isso de alternativas não existe nesse país, o Donaldo tramp(a), afirmou que entre o ISIS e o Bashar Al-Assad , estão bem um para o outro, isto só demonstra o quanto decadente aquela democracia é.
E olha que até simpatizava com o Donaldo, a cabeleira do homem é estilosa, mas prontos , quando abre a boca.. enfim

FireHead disse...

Mesmo assim eu continuo a preferi-lo a todos os outros candidatos presidenciais norte-americanos. O que ele conhece do Bashar al-Assad deve ser tanto como ele conhece por exemplo de Portugal. Nos EUA, sempre republicanos, nunca democratas.