sábado, 1 de agosto de 2015

Violações nas noites lisboetas

O Afonso de Portugal abordou lá no seu blogue os "casos estranhos de violação" que têm acontecido nas noites lisboetas, algo que parece estar a tornar-se cada vez mais numa espécie de moda na capital portuguesa. Em regra estas violações são colectivas e cometidas por «jovens» oriundos de bairros problemáticos. Segundo esta fonte, que cita uma fonte judicial, "deverá haver na realidade muitos mais porque muitas das vítimas destes crimes não chegam a apresentar queixa por vergonha da família ou por questões culturais" e falou dum caso recente que envolveu dois portugueses, ou talvez «portugueses», emigrados na Suíça e mais outros dois não-portugueses igualmente radicados no país helvético. Estes quatro jovens, ou «jovens», meteram-se com duas turistas britânicas, ou, sei lá, «britânicas», de 20 e 23 anos, na famosa discoteca Luanda - para quem não sabe, este é o nome da capital de Angola, país esse que parece ser um El Dorado que já entrou em colapso e que se está a pôr a jeito para a colonização chinesa -, levaram-nas para um apartamento da linha de Sintra, onde vivem muitos africanos ou descendentes destes. Alcoolizadas, foram ambas violadas em grupo, apresentaram queixa e a Polícia Judiciária foi a tempo de deter os quatro alógenos, com idades entre os 16 e 23 anos, antes deles regressarem à Suíça.
Não posso deixar de dar razão ao Afonso de Portugal. Quando uma notícia dos mainstream mé®dia diz coisas como "questões culturais" a propósito de uma violação, repete sistematicamente a palavra "jovens" e faz referência a discotecas como a Luanda e sítios como a linha de Sintra, enfim, penso que não precisamos de desenhos para percebermos do que é que se trata. E para não sermos catalogados de racistas o melhor é ficarmos por aqui.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Grato por mais uma referência! É curioso como este caso não foi reportado por nenhum dos jornais de referência cá do burgo...

FireHead disse...

Nem mesmo o Correio da Manhã? É estranho, muito estranho...