quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PS Macau - O partido segregacionista que envergonha Portugal

A representação e os apoiantes do Partido Socialista em Macau mantêm em formol os comportamentos segregacionistas que os mesmos socialistas norte-americanos abandonaram a meados do século XX, ou então os mesmos praticados no colonialismo belga.
Estes são os socialistas portugueses neocolonialistas e xenófobos que vivem em Macau mas sem raízes nem sentimentos de pertença, verdadeiros garimpeiros mercenários e que estão a dar tudo para contrariar a livre manifestação eleitoral dos portugueses naturais de Macau e da China, por votarem à direita, num hostil acto segregacionista que seria certamente aplaudido pelo infame democrata e esquerdista norte-americano, George Wallace, e que defendeu um dia “Eu digo segregação hoje, amanhã e para sempre”.
Os anos que serviram para fazer de Macau conhecida em Portugal continental como o feudo do PS, afinal foram tão só e apenas os anos de extracção forçada das patacas e que já nem hoje sobram no Largo do Rato.
O Partido Socialista é hoje mais conhecido pelo partido falido material e moralmente, bancarrotista que por três vezes destruiu Portugal e que teima em querer repetir a bitola e manter Macau como o seu apêndice natural de exploração de riqueza e se necessário subjugando os naturais da outrora Cidade do Santo Nome de Deus, Macau e que não há outra mais leal.
Na semana em que se apresentou a lista de candidatos a deputado à Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, pudemos tomar boa nota dos dois candidatos efectivos e da primeira suplente, respectivamente
José Cesário, Carlos Páscoa e Maria João Ávila , que são excelentes quadros do PSD e que conhecem bem Macau e a China, para além do vasto oriente tão estratégico para Portugal e acima de tudo das nossas Comunidades Portuguesas, sejam eles os emigrantes ou os portugueses das Américas, Áfricas, Ásias ou da Oceânia.
A semana passada não deixou de ser chocante constatar a atitude do coordenador do secretariado do PS em Macau, pois quem sai aos seus não degenera, e por mais passado que possa ter de Macau não se livra da fama herdada das histórias convenientemente falhadas do combate à corrupção durante a administração portuguesa, sendo o recluso número 44 de Évora o seu exemplo e expoente máximo, ao se registar um descontrolo político e emocional deste expatriado que coordena o Partido Socialista em Macau contra as livres aspirações dos portugueses filhos da terra e naturais de Macau em participar nos assuntos da Pátria portuguesa.
O modo próprio de vida dos Macaenses ou Portugueses naturais de Macau, devido à proximidade cultural com Hong Kong e da tradição britânica da sociedade civil organizada e acarinhada, não deixou de criar as suas associações ou clubes que defendem os seus interesses na terra onde nasceram e viram acolher os outros, nunca deixando de amar e servir a Pátria Portuguesa e mantendo-se úteis à grande China e a Macau.
A Associação de Trabalhadores da Função Pública de Macau para gáudio dos Macaenses e inveja dos socialistas expatriados, devido à suprema capacidade de organização cívica e política em Macau, é hoje tanto para Portugal, como para Macau e para a China uma agremiação de matriz portuguesa no Oriente, fundada com o intuito de defender os funcionários públicos da administração do ocaso histórico da era imperial portuguesa no Oriente, e hoje uma organização cívica aberta também a todos os portugueses.
Se Dom Afonso de Albuquerque fosse hoje vivo saberia de certo reconhecer que os portugueses naturais de Macau são exactamente o resultado da sua multissecular estratégia imperial portuguesa, a da criação de laços de lealdades locais e assim, de pais para filhos, de avôs para netos. Assim, a força de Portugal na China reside sobretudo nos portugueses nascidos em Macau, Hong Kong e na China de um modo geral e quando a população portuguesa expatriada em Macau representa apenas uma ínfima minoria e que deve também ver os seus interesses acautelados e defendidos por todos nós.
A sede de poder do Partido Socialista ou Segregacionista em Macau é de tal ordem selvática que muitos dos seus responsáveis julgam viver num sistema colonial tão bem inspirado pelo iluminismo francês do século XIX onde se julga que os indígenas ou mestiços não devem tomar parte das decisões de governo da Cidade, neste caso da Pátria portuguesa.
Estes novíssimos expatriados socialistas além de, alguns há já várias décadas, se terem recusado a aprenderem as línguas locais e a conviverem integradamente no tecido social de Macau vão garantidamente ter pela frente a maior e feroz barragem dos portugueses naturais de Macau, arautos das antigas lusitanas liberdades e de sentido pátrio.
Estes socialistas expatriados em Macau envergonham qualquer socialista decente em Portugal, e além de não terem a mínima hipótese de eleição de sequer um deputado do círculo fora da Europa, estas atitudes são intoleráveis e que envergonham todo um Povo português, que é definido pelos portugueses que já morreram, dos que estão vivos e dos que estão para nascer.
Por todas estas situações ao longo dos anos e das décadas, o Partido Social Democrata e o CDS-PP sempre tiveram o apoio maioritário dos portugueses naturais de Macau, de Hong Kong e da China por serem partidos com programas sérios e patrióticos, representados por estadistas com civilidade e urbanidade. E para o bem da preservação do Cônsul-Geral de Portugal em Macau, que nem sonhe em se intrometer em disputas políticas.
 
Vitório Rosário Cardoso,
Conselheiro nacional do PSD
in Frente Oriental, semanário O Diabo

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