quinta-feira, 13 de agosto de 2015

«Os ateus defendem o seu dogma com fervor religioso»

O professor de neurocirurgia e cientista médico norte-americano Michael Egnor não tem fé na teoria da evolução. "Como um estudante de graduação com especialização em bioquímica, sentia-me pouco à vontade com as explicações darwinianas para a complexidade biológica. Certamente que os seres vivos têm a aparência de terem sido criados, mas os biólogos evolutivos asseguravam que as evidências científicas eram mais do que claras: tudo na biologia poderia ser explicado através de mutações aleatórias e da selecção natural. Devido a isto, adoptei a explicação darwiniana. Eu olhava para as explicações religiosas para a biologia como não-científicas na melhor das hipóteses, e dogmas na pior das hipóteses. Mas as explicações de Darwin também eram um assunto de fé visto que não conhecia as evidências", começou por escrever assim Michael Egnor, que também é o vice-presidente do Departamento de Neurocirurgia da Universidade do Estado de Nova Iorque, em Stony Brook, para a Forbes.
"Há vários anos atrás, deparei com o livro de Michael Denton com o nome de Evolution: A Theory in Crisis. O argumento de Denton - de que as evidências em favor da teoria de Darwin eram muito mais fracas do que os biólogos evolucionistas afirmavam – voltou a acender as minhas dúvidas. Quão fortes eram as evidências de que toda a complexidade biológica havia surgido como consequência do acaso e da selecção natural? Li tudo o que consegui encontrar – Johnson, Dawkins, Wells, Berra, Behe, Dennett, Dembski – e isto foi o que fui capaz de apurar: as alegações dos biólogos evolutivos estavam muito para além do que as evidências demonstravam. O registo fóssil revela uma descontinuidade acentuada entre as espécies, e não as transições graduais que o darwinismo inerentemente espera. A teoria de Darwin não disponibiliza qualquer explicação coerente, fundamentada nas evidências, nem para a via evolutiva duma única molécula a partir de componentes primordiais. A origem do código genético desmente uma causalidade aleatória visto que todos os códigos conhecidos surgem como efeito dum agente inteligente. Biomoléculas complexas tais como as enzimas são operacionalmente tão complexas que é difícil ver como é que elas poderiam ter surgido através de mutações aleatórias. Consegui ver que o darwinismo era uma aldeia Potemkin (i.e. uma coisa enganadora), mas não era claro para mim o porquê dos biólogos evolucionistas serem tão apaixonadamente dedicados a uma ciência tão pálida, especialmente se levarmos em conta que as evidências de que o entendimento darwiniano para as origens biológicas é inadequado têm estado à nossa disposição há já algum tempo. Porque é que, quando o código genético foi desvendado, os cientistas não colocaram em causa a pressuposição de Darwin em torno da aleatoriedade? Porque é que os cientistas não fizeram as perguntas difíceis que são lançadas contra a sua teoria através da complexidade surpreendente da maquinaria molecular intra-celular? Porque é que os darwinistas alegam que a Teoria do Design Inteligente (teoria de que tudo é explicável devido a uma causa inteligente e não por causa de um processo não-direccionado) não é testável ao mesmo tempo que a classificam de 'errada'? Porque é que os darwinistas alegam que o design inteligente não é científico quando tanto esta teoria como o darwinismo mais não são que as respostas afirmativas e negativas às mesmas questões científicas? Será que há evidências de teleologia na biologia? Porque é que os cientistas darwinistas tentam usar os tribunais federais como forma de silenciar as críticas que são levantadas à sua teoria nas escolas públicas? O que há dentro do entendimento darwiniano das nossas origens que é tão frágil que não é capaz de resistir ao escrutínio por parte dos alunos?", questionou Michael Egnor.
"Quando fiquei a saber do ostracismo feito ao Dr. Richard Sternberg, um biólogo e editor duma revista científica no Smithsonian Institution e alguém que se atreveu a aprovar a publicação dum artigo que era favorável ao design inteligente, entrei em contacto com o Sternberg e expressei a minha simpatia e o meu apoio. Ele apresentou-me ao Discovery Institute, que é um grupo de reflexão dedicado a levantar as questões importantes relativas às origens biológicas, e comecei a publicar um blogue para eles. Vim a saber o porquê dos biólogos evolucionistas serem tão dedicados ao darwinismo. Fui atacado na Internet, e foram feitas chamadas ao meu escritório exigindo que eu fosse despedido. E a maior parte dos ataques eram ideológicos. A larga maioria dos biólogos evolucionistas é ateísta. Eu sou católico e a minha fé é ridicularizada pelos meus colegas cientistas. Muitos darwinistas expressam abertamente o seu ódio ao Cristianismo – o biólogo ateu P.Z. Myers profanou a hóstia da Eucaristia no seu site. Em 1989, o biólogo evolucionista de Oxford, Richard Dawkins, escreveu numa secção de crítica literária para o New York Times que as pessoas que não aceitam a teoria da evolução são 'ignorantes, estúpidas, doidas ou maldosas'. Ele descreveu a educação religiosa feita às crianças como 'abuso de crianças'. No seu livro com o título de Darwin’s Dangerous Idea, o filósofo e darwinista ateu e Daniel Dennett escreveu que 'a segurança exige que as religiões sejam também enjauladas, caso seja absolutamente necessário'. A luta contra a inferência em favor do design na biologia é motivada pelo ateísmo fundamentalista; os darwinistas odeiam a Teoria do Design Inteligente porque ela é compatível com a crença em Deus. Mas as evidências são indiscutíveis. A explicação científica mais razoável para a complexidade biológica funcional – o código genético e a complexa nanotecnologia que se encontra dentro das células vivas – é que elas foram construídas por um Agente Inteligente. Não existe qualquer evidência científica em favor da tese de que processos não-inteligentes podem criar estruturas e funcionalidades substancialmente novas. Não existe uma processo não-inteligente conhecido pela ciência que seja capaz de gerar códigos e máquinas. Eu ainda sou de opinião de que as explicações religiosas são, na melhor das hipóteses, não-científicas, e na pior das hipóteses, dogmas. Mas hoje entendo que o próprio darwinismo é uma crença religiosa mascarada de ciência. A teoria de Darwin em torno das origens biológicas é o mito da criação do ateísmo, e os ateus defendem o seu dogma com fervor religioso", concluiu.
De facto um dos grandes dogmas existentes da actualidade é a mentira de que a ciência e a religião (Igreja) andam de costas voltadas. Se não fosse a Igreja, não haveria o método científico ainda usado hoje em dia. Na verdade foi a Igreja que permitiu o desenvolvimento da ciência em várias áreas e são imensas as provas de que é a Igreja que está por detrás de muitas descobertas e progressos científicos (Nicolau Copérnico, Gregor Mendel, Pascal, Ampère, Pasteur, etc.). Durante 15 séculos a Igreja liderou a pesquisa científica, portanto não se sabe assim muito bem o porquê do ateísmo ter ocupado o lugar da Igreja na ciência quando uma coisa nada tem a ver com a outra, antes pelo contrário.

4 comentários:

Ivan Baptista disse...

"Fui atacado na Internet, e foram feitas chamadas ao meu escritório exigindo que eu fosse despedido. E a maior parte dos ataques eram ideológicos. A larga maioria dos biólogos evolucionistas é ateísta. Eu sou católico e a minha fé é ridicularizada pelos meus colegas cientistas. Muitos darwinistas expressam abertamente o seu ódio ao Cristianismo "

É curioso, quando se é radical nalgum tipo de ideologia seja lá o que for, seja ela aplicada por maioria ou minoria, existe uma certa intolerância ou censura .
Isso existe em todo tipo de forma de expressão (bem não sou nenhum santo, tabem faço as minhas jokes de vez em quando).


"De facto um dos grandes dogmas existentes da actualidade é a mentira de que a ciência e a religião (Igreja) andam de costas voltadas. Se não fosse a Igreja, não haveria o método científico ainda usado hoje em dia. Na verdade foi a Igreja que permitiu o desenvolvimento da ciência em várias áreas e são imensas as provas de que é a Igreja que está por detrás de muitas descobertas e progressos científicos (Nicolau Copérnico, Gregor Mendel, Pascal, Ampère, Pasteur, etc.). Durante 15 séculos a Igreja liderou a pesquisa científica, portanto não se sabe assim muito bem o porquê do ateísmo ter ocupado o lugar da Igreja na ciência quando uma coisa nada tem a ver com a outra, antes pelo contrário. "

Ora tá aqui um belo exemplo que eu desconhecia, é que na "4 classe", andam para ai a ensinar ás crianças ou jovens exactamente o contrário!

Há e mais uma coisa, eu lembro-me que essa teoria da evolução, foi e de uma alguma forma ainda hoje é, aplicada!

Vivemos preocupados com a competitividade e isso é uma formula nos dias de hoje para se falar em aptos e inaptos, quem ou o quê, vende pouco ou nada , é passar a ser-se alguma coisa como , de bestial a besta..e se vende muito, é porque é de qualidade !
É a mesma coisa com as modas, tens elites que pegam nas modas como sendo algo de muito bom, se vende muito , é porque é de qualidade..
Eu explico, no passado as pessoas comiam espinhas e ossos porque era aquilo que havia!
Hoje em dia, tens elites a passar a vender isso como algo de conceituado.. Há e tal eu gosto é de trincar espinhas, porque é de qualidade snob e elitista e coiso...
É como os vinhos e os charutos..
Pá, um bom vinho, não é o da tasca do srº Abílio porque sabe a zurrapa, tem que ter aquela qualidade Gourmet certificada e conceituada, um bom charuto, teem que ser daqueles cubanos..

Bah, mesmo eu sabendo que tudo isso é um maleficio dos diabos, não fico lá muito convencido com isso.
Há quem compre isso, mas ainda perfiro é de uma boa febra assada ou de um bom bife do lombo com arroz, qual caviar qual quê..
Só porque tá na moda comer espinhas e ossos, eu não vou nessa cantiga

Ivan Baptista disse...



"É curioso, quando se é radical nalgum tipo de ideologia seja lá o que for, seja ela aplicada por maioria ou minoria, existe uma certa intolerância ou censura "

O Darwin tabem foi ridicularizado, secalhar por ser demasiado radical para o seu tempo, penso eu de que.. Por isso é que eu disse que quando se é demasiado radical nalgum tipo de ideologia, seja ela lá no que for, existe uma certa intolerância ou censura

" Ora tá aqui um belo exemplo que eu desconhecia, é que na "4 classe", andam para ai a ensinar ás crianças ou jovens exactamente o contrário! "

Foi só uma Joke, nao ligues.. no entanto desconhecia essa parte da historia..:)

O resto que eu escrevi, é porque estava com uma BuBa que até misturei vinhos, charutos, Febras e caviar, com economia.. Foi tipo , eu é mais Bolos ;(
Mesmo assim, na economia tens um pouco disso, quando se fala em inadaptados, falasse em pessoas que nao contribuem para a sociadade! Mas aqui é que está o problema, será só por culpa delas mesmas ?
Já se inventou tantos modelos sociais mas nenhum deles é eficas, quando as pessoas escolhem os seus lideres, estao a escolher pessoas, nenhum humano é perfeito, ninguem é perfeito ..:(

Ivan Baptista disse...

Curiosamente no livro de Moisés Genesis, na criaçao da Terra, falasse em Baleias , Aves, repteis e Bestas-Feras, uma invençao que coincide com os milhoes de anos de algumas destas especies..

FireHead disse...

Porque é que estás assim tão surpreendido com o que se (des)aprende hoje nas escolas?? Muito daquilo que é a História foi reescrito. A prova disso é que conseguiram com sucesso eliminar a importância do Cristianismo da História da Humanidade e fazer com que ele seja visto como algo mau, que atrasou o desenvolvimento da ciência e da Humanidade, por causa das Cruzadas, da Inquisição, do horror que foi a Idade das Trevas, etc.

O Darwin era ele próprio membro da seita anglicana antes de se tornar agnóstico, o que não é o mesmo, pelo menos teoricamente, que um ateu.

Ninguém é perfeito... mas há sempre uns que são mais perfeitos que outros! É como o dinheiro que não é a coisa mais importante do mundo... mas ajuda!

O livro do Génesis, meu caro, não deve ser interpretado de forma literal. Acima de tudo, a Bíblia não é nenhum livro de ciência, nem é um livro que pretende explicar como se faz ciência. A Bíblia é fundamentalmente um livro de fé.