terça-feira, 25 de agosto de 2015

Estado Islâmico destrói mais um templo idólatra

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O Estado Islâmico (EI) destruiu no passado domingo mais um património da humanidade: o "templo" de Baal Shamin, datado do século I e erguido para adorar o deus fenício/cananeu das tempestades e chuvas fertilizantes, na cidade síria de Palmira, controlada pelos jihadistas desde Maio. A UNESCO reagiu e afirmou que os autores deste "crime de guerra" têm que ser condenados pelas suas acções.
Baal é uma "divindidade super cruel" combatido pelo profeta Elias e apesar de eu ser contra a idolatria, é óbvio que não sou a favor da destruição de património da humanidade. O problema é que para os jihadistas tudo o que é idolatria e mesmo o que não é idolatria, como é o caso do Cristianismo, é para ser varrido em nome duma única idolatria que é o islão. A destruição de património da humanidade começou no final do ano passado com a destruição de mesquitas dos seus "irmãos de fé separados", os xiítas, no Iraque, seguiu-se a destruição do museu assírio, as ruínas da fortaleza de Sargão II, mausoléus muçulmanos e o mosteiro de Santo Elias. O EI afinal de contas só está a fazer aquilo que o islão ordena e a seguir o exemplo dos talibãs que no passado também chegaram a destruir estátuas do Buda de Bamiyan, no Afeganistão.
Ora, como é que a UNESCO pretende que os jihadistas sejam condenados pelas suas acções se até agora o Ocidente ainda não se dignou em atacar, duma vez por todas, o EI? Enquanto ficam pelas palavras, muito mais património da humanidade vai com certeza ser destruído. Com a graça do ídolo não menos cruel Alá.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

O templo tinha um grave inconveniente: recordava aos muçulmanos que há outras religiões para além do seu Islão.

E como os escravos da Alá não acreditam nessas coisas do "diálogo de civilizações"...

FireHead disse...

Para estes gajos qualquer coisa religiosa que não seja islâmica é naturalmente algo passível de destruição. Mesmo eu que sou fundamentalista a nível religioso não acho tolerável destruir património da humanidade. Não é destruindo estas coisas que o mundo se esquece que existem outras formas de religião, pelo contrário, é preciso que elas existem precisamente para que se possa compreender o porquê de haver uma única e verdadeira religião.