domingo, 16 de agosto de 2015

CRI DE DÉTRESSE

No vídeo que se segue podemos ver uma senhora francesa com a sua mãe em Calais, actualmente invadida por cerca de 3000 imigrantes ilegais que desejam atravessar o eurotúnel para chegarem ao Reino Unido. A sua mãe já vive há 45 anos em Calais com 600 euros mensais e nunca foi aconselhada pelo governo sobre a chegada dos migrantes à sua rua, que deveria ser chamada "Rua do Migrante", migrantes esses que "aterrorizam uma pessoa que vive sozinha", obrigando-a a instalar segurança em casa. 
"Eu não espero muito da polícia (...), (os polícias) tornaram-se invisíveis, excepto quando acompanham os migrantes para as suas refeições no centro. À noite ela (a mãe) está sozinha. Houve um motim no dia 30 de Maio. Ligámos o número de emergência duas vezes, houve uma 'guerrilha' entre 400 migrantes e bombas incendiárias. Nós ainda estamos à espera da polícia. Então eu vim sozinha às 03:00 com 50 imigrantes armados na rua. Eu não tinha escolha, e ela estava na cave. Sim, ela estava trancada na cave, a casa estava a ser apedrejada. A polícia estava no final da rua e disse-me: 'Não vá lá'. Mas era meu dever proteger a minha mãe, porque ninguém mais o faz. Eles disseram: 'Nós estamos à espera dos bombeiros, que não vão lá sem nós'. Então eu faço o trabalho de aplicação da lei, eu faço o trabalho do Estado, e eles não fazem nada? Eles (os imigrantes) é-nos dito que estão 'traumatizados'. Supostamente eles viram as suas famílias assassinadas diante dos seus olhos, é o que dizem... quando eu os vejo a jogar futebol, quando os vejo a rir, quando os vejo a cantar, eu acho que eles estão numa festa, afinal", pode ouvir-se no vídeo.
Lamentando o facto dos franceses "trabalharem duro" para que "esses migrantes vivam bem, melhor que nós", a senhora pergunta: "O que acontece quando os migrantes invadirem a casa da minha mãe? Será que vou chamar a polícia? Eles não vêm. Então eu faço o trabalho da polícia. Eu viro-me para os migrantes. Eu digo-lhes que eu vou buscar a minha arma, como uma brincadeira, mas também para expressar minha raiva, e então eu sou chamada perante a lei. Eles tomam o meu DNA, as minhas impressões digitais; eles tiram-me uma foto. Eu sou classificada como uma criminosa. Cá fora, os migrantes apedrejam-me e fazem sinal de que me vão decapitar e o caso é arquivado. É assim, em França. O que está a acontecer? França já não é dos franceses, eu estou com medo. É só para ajudar 'os outros'. Os franceses estão cá apenas para pagar".
É por estas e por outras que eu desejo sinceramente que a Frente Nacional de Marine Le Pen, o partido dos nazis, dos racistas e xenófobos, como se diz estupidamente por aí, vença as próximas eleições que é para tomar conta de França...

video

O testemunho chocante de uma residente em Calais cercada por 3000 imigrantes ilegais 

por Caroline Alamachère 

Este governo é a escória do nosso país, a vergonha da nossa nação! 

Para Hollande, (presidente da França) Valls, (primeiro-ministro francês), Cazeneuve, (ministro do Interior), Taubira (ministro da Justiça), e seus associados, e todos os outros que permitem que os franceses vivam com medo por causa da sua negligência e da sua submissão a ditames superiores de países estrangeiros que não vale a pena mencionar: 

Vocês põem as pessoas à mercê das hordas de bárbaros que vêm não se sabe de onde, de indivíduos que a Imprensa retrata como infelizes vítimas da guerra, para que possam ser alimentados com o dinheiro daqueles a quem aterrorizam. 

O testemunho de duas residentes Calais, mãe e filha, assustador na sua dureza, no seu horror, na sua sinceridade, no silêncio traumático de uma residente em Calais, encontrada um dia refugiada na sua cave, aterrorizada pelos tumultos dos ilegais - de quem até mesmo os polícias têm medo de se aproximar. 

A filha dela diz tudo, sem rodeios, freneticamente, com pressa, com angústia. E ela acusa. Ela acusa estes imprestáveis, estes idiotas, este lixo de governantes, por permitirem que este mal destrua tudo no seu caminho. 

Filhos da puta é o que vocês são, bandidos, cagalhões desprezíveis! 

Esta mulher corajosa diz, em poucos minutos, o inconcebível, a extrema pobreza da sua mãe, a segurança que teve que montar em torno da sua casa, onde só falta uma torre de vigia, os jogos dos imigrantes ilegais que se divertem e esquecem que lhes foi dito para fazerem olhar triste e abatido, a inacção dos agentes da polícia e do município para fazerem o seu trabalho, e no topo de tudo, o risco de uma acção judicial. Obrigado Taubira (ministro francês da Justiça)!

E os franceses, que sofrem as represálias, as agressões, e que são obrigados a pagar, pagar e pagar, uma e outra vez, até sangrar, até que não tenham o suficiente para comer, para que outros possam viver com fartura na nossa terra, à nossa custa, comprarem os últimos smart-phones, para que eles possam desfrutar do espaço, jogar futebol na rua, enquanto você está fechado no seu quarto, atrás da sua porta blindada, e os bombeiros esperam por um momento de calma antes de entrarem na cidade proibida, para não arriscarem as suas vidas, com a ajuda de polícias, os mesmos que nunca vêm quando são chamados, quando uma senhora idosa silenciada pelo medo está em perigo a ponto de ter de correr para a sua cave, como um rato, e a sua filha tem que vir sozinha, às 3:00 da manhã, para a ajudar. 

Hollande, Valls, Cazeneuve, Taubira, você são monstros, hidras. Vocês não têm legitimidade para governar o meu país, vocês são culpados das mortes diárias devido à vossa complacência, à vossa traição. 

E tu, povo francês, onde estás?! Vais finalmente acordar da tua apatia? Sim ou não? O que esperas, que o teu filho seja morto? Quantos ataques ainda, até que faças alguma coisa?

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