sábado, 22 de agosto de 2015

A verdadeira visão cristã sobre a imigração muçulmana

Enquanto na blogosfera dita nacionalista, ou melhor, "nazionalista", se passa tempo a atacar e condenar o Cristianismo pela sua tolerância (e, ironicamente, o seu simultâneo totalitarismo) em relação à imigração - essa coisa de dar a outra face ao "sagrado alógeno", abrir as fronteiras, as portas, os braços e até as pernas aos invasores -, nem que para isso a malta "nazionalista" tenha que se divertir citando afirmações infelizes ou descontextualizadas como do não sei quê bispo das Forças Armadas, líderes da Cáritas, São Paulo, São Justino o Mártir ou demais membros progressistas da actual apostasia que reina no seio da Igreja Católica que nem lobos disfarçados de cordeiros como é, aliás, o próprio Papa Francisco, eis que surgem, e ainda bem, verdadeiros membros da Igreja que constatam e afirmam o óbvio. O cardeal italiano Giacomo Biffi condenou a imigração exagerada e sem critérios religiosos num relatório que já tem uns anos mas que foi referido no blogue Mahound's Paradise a propósito das invasões na Europa a que podemos praticamente assistir diariamente por parte de imigrantes ilegais, na sua esmagadora maioria muçulmanos.
Ainda antes dos atentados do 11 de Setembro, o cardeal já dizia que os muçulmanos, salvo raras excepções, emigram para o Ocidente determinados em permanecer alheios à "nossa humanidade". "Eles têm um tipo de comida diferente (não que isso seja por si só um problema), feriados diferentes, leis familiares que são incompatíveis com as nossas, um conceito sobre mulheres muito diferente do nosso (ao ponto da poligamia). Acima de tudo eles têm um ponto de vista fundamentalisticamente rigososo sobre a vida pública, tanto que a interpenetração perfeita entre religião e política é parte da sua fé indubitável e irenunciável, mesmo que eles sejam sensatos o suficiente para esperar até que sejam a maioria numérica antes de se imporem contra nós. (...) Seja quão estranho para a nossa mentalidade e mesmo que seja paradoxal, a única maneira efectiva de promover o 'princípio da reciprocidade' por parte de um Estado verdadeiramente 'secular' desejoso de expandir as liberdades humanas seria fazer com que as instituições autorizadas permitam aos muçulmanos aqui apenas o que os países muçulmanos permitem aos outros lá".
Ora, o cardeal apenas constatou a verdade de que o islão tem uma visão completamente diferente da família, da mulher, da democracia, da política e da religião, sendo portanto os muçulmanos incompatíveis com a superior civilização ocidental que foi possibilitada pelo Cristianismo. Os imigrantes ilegais muçulmanos que arriscam as suas vidas para chegar aos magotes à Europa, e também os que imigram legalmente, contribuem para a destruição da matriz cristã do velho continente: na Europa já se constrói mais mesquitas que igrejas, havendo até igrejas que são destruídas para darem lugar a mesquitas ou mesmo transformadas em mesquitas! O próprio Papa Francisco, que já apelou aos países europeus para abrirem as portas aos imigrantes, esquece-se que é preciso que eles se adaptem à civilização ocidental nem vê que a Europa já tem problemas que cheguem causados precisamente por esses mesmos imigrantes. De facto, esta atitude é pouco ou mesmo nada cristã.
Ajudar é o dever de qualquer pessoa, não apenas dos cristãos. Mas juntamente com a ajuda está também a evangelização, ou seja, a verdadeira ajuda que um cristão pode dar aos outros é fazê-los ver que o Cristianismo é que é o caminho certo, de modo a que eles se convertam. Ajudar verdadeiramente os outros é tirá-los das trevas da mentira. Onde é que está a Igreja que não tinha problemas em atacar o islão, essa invenção demoníaca, algo que muitos dos seus santos já revelaram no passado? Será que o Concílio Vaticano II fez mesmo assim tanto mal? Quanto aos "nazionalistas", que comecem pois por convencer o líder do Partido Nacional Renovador, José Pinto-Coelho, que colabora aqui em Macau com o semanário católico O Clarim, a deixar de ser um fervoroso cristão porque o "Cristianismo é incompatível com o nacionalismo". Digam também aos restantes líderes nacionalistas europeus para se descartarem do Cristianismo com os seus argumentos da treta. Já agora, aproveitem para, de passagem, dizerem aos timorenses, irlandeses ou polacos, que viram no Catolicismo a sua senha de identidade contra os indonésios, britânicos ou comunistas, para deixarem também de ser católicos porque o Cristianismo é contrário às nações! Ou que o D. Afonso Henriques, que era temente a Deus, não fundou nenhuma nação graças à Igreja Católica - ele só era católico porque, enfim, naqueles tempos não se podia ser outra coisa, como por exemplo muçulmano, pagão ou ateu...

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