sexta-feira, 17 de julho de 2015

Negócio sobre órgãos de fetos à mesa

video

O vídeo de cima foi tirado do blogue Lura do Grilo e mostra-nos como é que são verdadeiramente os psicopatas da ONG pró-aborto Planned Parenthood Federation of America, ou simplesmente Planet Parenthood. O vídeo, colocado online por um grupo anti-abortista, mostra-nos uma conversa à mesa entre a médica Deborah Nucatola, da Planet Parenthood, com uns compradores de órgãos humanos. Enquanto eles comiam, falavam dos órgãos de fetos abortados como se fossem uns produtos quaisquer, assim com a maior das naturalidades, descrevendo também como é que se extrai fetos sem danificar os órgãos. Mais sobre esta história macabra aqui.

8 comentários:

wind disse...

Isto eu sou contra!

FireHead disse...

Mas não és contra o aborto. E de certeza que és contra o abandono de bebés. Afinal de contas, para os abortistas a vida só é vida fora da barriga da mulher...

Afonso de Portugal disse...

Até fiquei maldisposto...

wind disse...

Sim, sou contra o abandono de bebés, não os querem, dêm para adopção, há muitos casais que querem filhos e não os podem ter.

FireHead disse...

Afonso de Portugal,

Qualquer pessoa ficaria...

FireHead disse...

Wind,

Então e uma mulher, mesmo que não queira ter o filho, não o pode dar primeiro à luz que é para depois entregá-lo à adopção? É que eu, na prática, continuo sem ver a diferença entre matar um bebé antes dele nascer e matar um bebé com ele já nascido.

wind disse...

Espera lá vamos ver no que sou a favor do aborto.
Quando há violação, quando há malformação, quando uma jovem de 14 ou 15 anos engravida porque não usou preservativo, o que vai ela fazer com uma criança e a todas as mulheres, e isto que fique bem claro (até aos 3 meses), que engravidam sem querer já na menopausa e não podem já ter os filhos e não querem.

FireHead disse...

Em relação à violação, por norma eu sou contra o aborto, porque o bebé, ainda que fruto dum crime, não tem culpa nenhuma e não merece ser aniquilado. Mas compreendo, por outro lado, o sofrimento pelo que passa uma mulher violada, pelo que aqui eu dou o benefício da dúvida.

Em relação à malformação, a norma para mim é a mesma, embora também dê o benefício da dúvida porque se está clinicamente confirmado que o bebé não conseguirá ter uma vida minimamente saudável e digna, o difícil seria mesmo deixá-lo viver. Mas isso não quer dizer que eu esteja a apelar para que os que sofrem de malformação sejam abortados. Simplesmente reconheço que é um caso bicudo como o da violação.

Agora se uma miúda de 14 ou 15 anos engravida porque não usou o preservativo (e se engravidar mesmo usando o preservativo?), isso é que não. Tivesse juízo. Eu sempre ouvi dizer que quando um não quer, dois não fazem. Aqui aplica-se a máxima "se tem idade para fazer filhos então também em idade para ser responsável".