sexta-feira, 31 de julho de 2015

Eva Vital campeã nacional dos 100 metros barreiras

 
Falando novamente de macaenses, segundo a página de Facebook da Federação Portuguesa de Atletismo, Eva Vital é campeã dos 100 metros barreiras em Portugal.
Muitos parabéns, minha patrícia!!

Notas soltas

 
Um estudo sobre a Política Demográfica apresentada ontem indica que daqui a 10 anos Macau terá uma população de mais de 750 mil pessoas. Ainda assim, o mesmo estudo refere que o crescimento será mais brando do que o registado nos últimos 30 anos. Segundo o coordenador do Gabinete de Estudo das Políticas, Lau Pun Lap, Macau vai ainda depender muito de mão-de-obra não-residente porque não há suficiente população activa local. "Talvez precise de uns 200 mil, mas é difícil dizer se esse número é certo no futuro", adiantou.
Entretanto, a maçónica ONU estima que a Índia tornar-se-á no país mais populoso do mundo a partir de 2022, chegando aos 1,4 mil milhões de habitantes e superando a China. A mesma organização maçónica acredita que a Nigéria vai tornar-se mais populosa que os Estados Unidos, alcançando o estatuto de terceiro país mais populoso do mundo em 2050.
 

O Paris Saint-Germain venceu a International Champions Cup da zona da América do Norte depois de derrotar o Manchester United por 2-0, golos de Blaise Matuidi e Zlatan Ibrahimović.
 

Mais um português no campeonato de futebol indiano: Hélder Postiga, avançado de 32 anos. Depois de Simão, Silas, Miguel Garcia e João Coimbra, Hélder Postiga assinou contrato com o Atlético de Kolkata, o actual campeão indiano. Miguel Garcia, também de 32 anos, diz que jogar na Índia "compensa financeiramente". "O único problema é a humidade". A emergente Superliga Indiana, que cada vez mais ameaça a popularidade do críquete, conta já com estrelas veteranas como os brasileiros Lúcio (37 anos) e Elano (34), o romeno Mutu (36), o francês Anelka (36) ou o espanhol Marchena (35). O italiano Marco Materazzi (41) e o brasileiro Roberto Carlos (42) acumulam o cargo de treinador com as funções de jogador.
Mas é claro que eles vão lá é pela massa... haveria de ser por causa do caril ou quê?


O português Nuno Silva, de 29 anos, transferiu-se dos açorianos do Santa Clara, da 2.ª liga, para o modesto Real Jaén, do terceiro escalão espanhol. O problema é que a sua apresentação no seu novo clube tornou-se viral depois de ter aparecido com uma camisola com a fronha do ditador espanhol Francisco Franco! "É inacreditável o que está a acontecer, as redes sociais têm sido inundadas com ameaças à minha pessoa! Peço desculpa. Eu nem sei quem é o Franco, não tenho ideais políticos e nunca votei na minha vida! Peço desculpa por não conhecer a história de Espanha, mas de facto não fazia a mínima ideia de quem era esta pessoa... até agora! Tenho muita pena do impacto que esta história está a ter", lamentou o novo reforço do Jaén. "Eles (os dirigentes do clube) perceberam de imediato que eu não tive intenção de ofender ninguém e prontificaram-se a publicar uma nota no site oficial do clube na qual eu pude fazer a minha defesa. Quero também agradecer a ajuda e a força que os meus companheiros de equipa me têm prestado nesta hora complicada".
Pois é, se fosse uma camisola com a fronha do Che Guevara ou do José Estaline já não haveria mesmo problema nenhum...
 

Alexandra Patrício, a mulher toxicodepedente de 28 anos que fugiu com o seu filho recém-nascido do hospital de Faro poucas horas após o parto, entregou-se na quinta-feira com o bebé na unidade de saúde de onde fugira. Uma hora antes do nascimento do filho, Alexandra, natural de Beja, consumiu heroína e tem um outro filho, de seis anos, que lhe foi retirado pela Segurança Social por alegados maus tratos e falta de condições sociais. Terá fugido por medo que lhe tirem também o segundo o filho, mas o mais provável é que aconteça isso mesmo, para o bem da criança.
 
 
Na Rússia, uma mulher foi filmada a passear num parque da cidade de Ekaterimburgo com uma criança presa com uma trela como se fosse um cão. "Eu estava a dar voltas ao campo de futebol e cruzei-me com a estranha dupla", contou ao Siberian Times Alexey Vlaskin, que conseguiu captar a cena. "Estive a observá-las durante dez minutos, a criança corria sempre 'de gatas'. Com muita habilidade", registou. "Não a vi pôr-se de pé. Outras crianças acenavam-lhe com pão e ela corria para lá como um cão". A reacção não se fez esperar e as autoridades já estão a investigar a mulher pelo caso "monstruoso" e "criminoso", conforme afirmou o responsável russo pelos direitos das crianças.
 

A neozelandesa estilista e maquilhadora Simone Anderson fartou-se das críticas de terceiros na redes sociais sobre o facto dela ter perdido 80 quilos quando há 11 meses atrás pesava 169 quilos, acusando-a de mentir, e partilhou uma foto em que mostra a pele que sobra depois da perda de peso. "Sim, tenho pele e estrias, mas não sinto necessidade de as mostrar a cada foto que publico", explicou na legenda, com frontalidade. Agora que chegou a um peso saudável, Simone já admitiu que fará uma cirurgia para se livrar do excesso de pele que fica depois da obesidade.
Tem que haver sempre más-línguas, que coisa...
 

No Reino Unido, o primeiro-ministro David Cameron afirmou que os imigrantes ilegais são como uma "praga", a propósito do que acontece em Calais, sempre com muitos imigrantes ilegais africanos a tentarem atravessar o túnel da mancha rumo aos benditos subsídios do Reino Unido, e imediatamente virou alvo de críticas, como já se estava à espera, por parte dos antiras e do esquerdume em geral. O líder dos trabalhistas, Harriet Harman, disse aos jornalistas que Cameron "não se deve esquecer de que está a falar de pessoas, não de insectos". Já o actual líder do anterior parceiro de coligação, o Partido Liberal Democrata, Tim Farron, veio a público dizer que o líder do governo britânico "não tem noção do estado de desespero em que uma pessoa tem de estar para subir para a um camião ou um comboio em busca uma vida melhor".
O Cameron tem toda a razão. Se esses ilegais não são insectos então porque é que se comportam como tal? E se eles procuram uma vida melhor, então porque é que deram cabo dos seus países com a libertação do jugo colonial? Queriam tanto ver-se livres dos colonizadores e querem agora ir chular precisamente para o pé dos colonizadores? A Europa não é obrigada a sustentar parasitas vindas de fora, mas também não é de admirar que tal esteja a acontecer, pois muitos foram os idiotas úteis que vibraram com a Primavera Árabe e a queda dos ditadores Saddam, Mubarak e Kadhafi (e ainda pedem o fim do regime sírio de Assad que vai fazendo frente ao Estado Islâmico!) que pelo menos controlavam os fluxos migratórios...

 
Israel acolheu mais de 200 judeus franceses que se juntaram aos mais de 20 mil que emigraram para o país ao longo dos últimos cinco anos. Estes franceses viajaram a bordo de um vôo especial organizado pela Agência Judaica para Israel e assim se cumpre uma das vontades do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanhyahu, que exortou para que os judeus regressassem ou emigrassem para Israel. No caso destes franceses, a emigração deve-se muito à crescente onda de anti-semitismo, grande parte dela devido mais aos muçulmanos do que propriamente aos apoiantes da ideologia esquerdista nacional-socialista.
 
 
O menino favelado Christiano, fotografado aos oito anos ao lado de Lula da Silva em 2008 como ilustração de um programa de ajuda a comunidades carentes, obra da então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, morreu com 15 anos vítima de overdose. Parece que o rapaz, que se tinha tornado momentaneamente numa celebridade na favela de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, deixou de estudar e viciou-se em crack...

A origem dos portugueses

De celtas a romanos, de lusitanos a fenícios, de suevos a visigodos, de árabes a judeus... A mistura de povos que explica a origem dos portugueses.


Os portugueses são fruto de uma mistura de povos que migraram para a Península Ibérica no decorrer dos séculos. A mistura básica ocorreu entre os iberos e celtas. Os iberos foram os habitantes indígenas de Portugal, provenientes do norte de África e sudeste da Europa.


Quatro mil anos depois, os celtas, oriundos do sudeste da Europa, invadiram a península e se mesclaram com a população ibera, formando os celtiberos, como os lusitanos, que são considerados os antepassados dos portugueses.


Misturas menores ocorreram com a chegada dos romanos, de onde se originou a língua portuguesa e com os mouros, principalmente berberes. Com a decadência do Império Romano, Portugal foi invadido por povos germânicos, como os visigodos e suevos. Influências pouco significativas vieram com gregos, fenícios, cartagineses, vândalos e os alanos.


Os celtiberos são o povo que resultou, segundo alguns autores, da fusão das culturas do povo céltico e a do povo ibero, nativo da Península Ibérica. Habitavam a Península Ibérica, nas regiões montanhosas onde nascem os rios Douro, Tejo e Guadiana, desde o século VI a.C.. Não há, contudo, unanimidade quanto à origem destes povos entre os historiadores.


Para outros autores, tratar-se-ia de um povo celta que adaptou costumes e tradições iberas. Estavam organizados em gens, uma espécie de clã familiar que ligava as tribos, embora cada uma destas fosse autónoma, numa espécie de federação. Esta organização social e a sua natural belicosidade permitiram a estes povos resistir tenazmente aos invasores romanos até cerca de 133 a.C., com a queda de Numância.


Deste povo desenvolveram-se, na parte ocidental da península, os lusitanos, considerados pelos historiadores como os antecessores dos portugueses, que viriam ser subjugados ao Império Romano no século II a.C..


Os dados sobre a composição genética dos portugueses apontam para a sua fraca diferenciação interna e base essencialmente continental europeia paleolítica.


É certo que houve processos démicos no Mesolítico (provável ligação ao norte de África) e Neolítico (criando alguma ligação com o Médio Oriente, mas bastante menos do que noutras zonas da Europa), tal como as migrações das Idades do Cobre, Bronze e Ferro contribuíram para a indo-europeização da Península Ibérica (essencialmente uma «celtização»), sem apagar o forte carácter mediterrânico, particularmente a sul e a leste. A romanização, as invasões germânicas, o domínio islâmico mouro, a presença judaica e a escravatura subsariana terão tido igualmente o seu impacto e a sua contribuição démica.


Podem mesmo listar-se todos os povos historicamente mais importantes que por Portugal passaram e/ou ficaram:

  • As culturas pré-indo-europeias da Península Ibérica (como Tartessos e outras anteriores) e seus descendentes (como os cónios, posteriormente «celtizados»);
  • Os protoceltas e celtas (tais como os lusitanos, galaicos, célticos);
  • Alguns poucos fenícios e cartagineses;
  • Romanos;
  • Suevos, búrios e visigodos, bem como alguns vândalos e alanos;
  • Alguns poucos bizantinos;
  • Berberes com alguns árabes e saqaliba (escravos eslavos);
  • Judeus sefarditas;
  • Fluxos menos maciços de migrantes europeus (particularmente da Europa Ocidental)


Todos estes processos populacionais terão deixado a sua marca, ora mais forte, ora só vestigial. Mas a base genética da população relativamente homogénea do território português, como o do resto da Península Ibérica, mantém-se a mesma nos últimos quarenta milénios: os primeiros seres humanos modernos a entrar na Europa Ocidental, os caçadores-recolectores do Paleolítico.

Estudo genético

Um estudo genético pormenorizou as origens geográficas dos antepassados dos actuais portugueses, sendo as seguintes:
  • 50,4% de contribuição ibero-itálica (originária da Europa mediterrânica);
  • 25% de contribuição noroeste-europeia (originária das Ilhas Britânicas. Europa Ocidental ou Escandinávia);
  • 9,1% de contribuição eslava-báltica (originária da Europa do leste e do centro e dos Balcãs);
  • 4,2% de contribuição norte-africana (originária do Magrebe e do deserto do Saara);
  • 2,6% de contribuição árabe (originária da Península Arábica e do nordeste de África);
  • 2,5% de contribuição leste-mediterrânica (originária dos actuais Chipre, Malta e de judeus europeus);
  • 1,2% de contribuição do Chifre de África (actuais Etiópia e Somália);
  • 1,9% de contribuição da Cordilheira do Cáucaso (actuais Rússia, Geórgia, Arménia, Azerbaijão, Irão e Turquia);
  • 1,0% de contribuição urálica (actuais Finlândia, norte da Rússia e montanhas urálicas)
Segundo um outro estudo, dos antepassados dos actuais portugueses:
  • 50% deles eram originários da Península Ibérica. Isso sugere uma origem predominantemente autóctone da população portuguesa, remontando aos primeiros habitantes humanos da Península Ibérica, talvez incluindo povos falantes de língua ibérica que ali chegaram em tempos pré-históricos.
  • 28,9% eram originários dos arredores da região chamada pelos romanos de Gália Belga, que hoje incluem os Estados da Bélgica, Holanda, Luxemburgo, norte de França e sudeste da Grã-Bretanha. Isso sugere uma migração de povos de cultura celta para a Ibéria, que também ocorreu em tempos pré-históricos.
  • 11,2% eram do norte de África, o que pode significar contacto directo com mercadores fenícios e cartaginenses, assim como resultado da invasão muçulmana da Península Ibérica ocorrida na Idade Média.
  • 4,5% eram fenícios, que pode ser resultado da migração de povos que estiveram em contacto directo com eles, como os godos e alanos, de povos do Báltico como os suevos ou dos saqaliba, que eram escravos eslavos trazidos para Portugal durante o domínio islâmico.
  • Outras migrações contribuíram com os restantes 5,4%.
Não existe de facto um consenso, sabendo-se no entanto que Portugal é habitado desde tempos imemoráveis.


Fonte: VORTEXMAG

Fé e Saber

Vamos analisar a proposição de Nietzsche : “crença é um desejo de não saber”; e depois a frase de Olavo de Carvalho : “fé não é crença: é confiança”.


Em primeiro lugar, uma das características de Nietzsche é a incoerência. Por exemplo, na “Vontade de Poder”, Nietzsche considera a busca de certeza1 e a procura de fundamento em epistemologia2 (quaisquer formas do Mito do Dado) inatingíveis e auto-ilusórias. Mas, por outro lado, quando Nietzsche diz que a “crença é um desejo de não saber”, coloca em oposição os conceitos de “crença” e o de “saber”, fazendo uma distinção positiva e até positivista entre os dois conceitos. 

Portanto, é preciso ter cuidado com Nietzsche porque ele sente orgulho na sua própria incoerência propositada. 

Há, de facto, uma diferença fundamental entre a simples crença, por um lado, e a fé, por outro lado. Veremos isso adiante. 

A solução para o problema de saber se existe saber, está exarado no enunciado do problema: se é um problema saber se existe saber, é porque o saber existe. O problema real é o de saber em que consiste esse saber. 

A resposta de Olavo de Carvalho a Nietzsche baseia-se na dicotomia entre fé (entendida como uma forma de crença) e o saber (que é considerado em oposição à crença e, portanto, uma não-crença). Mas a verdade é que o saber (científico, por exemplo) é apenas uma crença de grau superior. Como dizia S. Tomás de Aquino, “a verdade é a adequação do intelecto à realidade”. Portanto, nunca podemos conceber que conheceremos a verdade, mas apenas podemos conceber a possibilidade de aproximação à verdade. 

Na medida em que “a verdade é a adequação do intelecto à realidade”, e por isso uma aproximação à verdade, o conhecimento (o saber) é sempre uma forma de crença, embora de grau superior. Ou, por outras palavras: “as nossas teorias científicas, por melhor comprovadas e fundamentadas que sejam, não passam de conjecturas, de hipóteses bem sucedidas, e estão condenadas a permanecer para sempre conjecturas ou hipóteses” (Karl Popper). 

Por isso, a oposição de “crença” e de “saber” é redundante. 

A fé não é um saber; e por isso também não se reduz a uma simples crença. 

Muitas vezes, a fé opõe-se à crença (sendo que o saber é uma forma superior de crença). A crença crédula (por exemplo, a ideologia política) é “pensamento ajoelhado e em breve prostrado” (Alain), ao passo que, na fé, “é preciso crer primeiro e contra a aparência; a fé vai à frente, a fé é coragem” (idem). 

O objecto da fé não é demonstrável, mas exige um grau de confiança pelo menos idêntico ao que produziria uma demonstração. Enquanto a simples crença é, o mais das vezes, ingénua, a fé exige um empenhamento lúcido: para que haja fé é preciso que haja razões para crer — e neste sentido podemos dizer que a fé é racional. A fé é a exigência de crer quando se assume um empenhamento que implica riscos e responsabilidade. 

No sentido teológico, a fé significa confiança absoluta em Deus (mesmo sem qualquer apoio da razão). 

Enquanto que a simples crença conduz à credulidade e ao “sono do espírito” (Kant), em contraponto, a fé é uma crença consciente de ser crença mas que repousa sobre princípios e implica a decisão da vontade

Notas 
1. Nietzsche confunde “certeza”, por um lado, com “verdade”, por outro lado. 
2. ou teoria do conhecimento.


Fonte: perspectivas

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Timor e Vaticano assinam Concordata em Agosto

 
Timor-Leste e a Santa Sé vão assinar no próximo mês a Concordata, por ocasião dos 500 anos da evangelização do antigo território português no extremo Oriente, anunciou o governo local. "A Igreja Católica, ao longo de 500 anos, prestou um grande apoio espiritual, humano e material ao povo, tendo também contribuído de forma decisiva para o processo de libertação (da Indonésia muçulmana) do país. A sua acção é reconhecida e valorizada na Constituição da República. Com efeito, durante a luta pela independência, fomentou a resistência do povo e legitimou internacionalmente os propósitos da resistência", pode ler-se no comunicado oficial emitido pelo governo. "A Igreja Católica continua a ser uma referência fundamental para a população, pelo empenho que continua a manifestar em apoiar os caminhos do desenvolvimento nacional, sobretudo na área da educação. Tudo isso justifica que Timor-Leste seja o país com maior percentagem de população católica em todo o mundo", sublinhou o primeiro-ministro timorense, Rui Maria de Araújo.
Eu sou capaz de jurar que já li algures na blogosfera dita nacionalista que a Igreja é incompatível com o nacionalismo...

Exposição fotográfica dos 15 anos da RAEM

Realizou-se ontem nas instalações do Instituto Internacional de Macau (IIM) a Exposição de Fotografias dos 15 anos da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) apresentadas no Exterior, um projecto já lançado simultaneamente em Lisboa, Toronto e São Francisco, e que em Outubro estará no Brasil, estando agendadas quatro cidades: Santos, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
A inauguração da exposição, na qual eu participei por motivos profissionais, foi acompanhada com o lançamento do livro da autoria de Gonçalo César de Sá, "Macau - Festas e Festividades", e da exibição de dois vídeos: "Flying Over Macau", de Sérgio Perez, e "15 anos da Região Administrativa Especial de Macau", de Sylvie Lai e James Jacinto.
 
 
"Acho que nós todos queremos ver este Macau. Quando não estamos tão envolvidos com o ritmo e desenvolvimento da nossa cidade acho que convém olharmos para as coisas com uma perspectiva mais ampla e ver o que, para além disto tudo, nós temos de especial e de único", disse Sérgio Perez.
"De facto o crescimento tem os seus custos, mas apesar de tudo Macau continua a ser uma cidade bonita e foi o que quisemos mostrar neste vídeo", disse, por sua vez, Sylvie Lai.

 
O presidente do IIM, Jorge Rangel, disse que a exposição fotográfica, que tem o apoio da Fundação Macau e de várias Casas de Macau no estrangeiro, vai durante dois anos passar por várias entidades e cidades. "É uma forma de contribuirmos para divulgar a RAEM 15 anos depois", sublinhou. "A nossa ideia é, no próximo ano, ao mesmo tempo que a exposição faz um itinerância por cidades no Brasil, Portugal e América do Norte, chegar a África também", para um dos países africanos da lusofonia.

José Pereira Coutinho no Parlamento?

O macaense que poderá vir a dar muito que falar daqui a uns tempos é o deputado José Pereira Coutinho, presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM). O português de Macau e de ascendência goesa disse ao jornal Tribuna de Macau que pretende concorrer às eleições para a Assembleia da República Portuguesa a 4 de Outubro, mantendo-se em silêncio em relação ao partido ao qual poderá aliar-se. "Quando participamos em eleições é para ganhar, se não for, não vale a pena. Se não for para vencer, podemos gastar o nosso tempo com outras coisas mais importantes".
Sabemos que a formação política à qual o Coutinho está ligado aqui em Macau, Nova Esperança, parece reunir a simpatia do PSD, mas o facto dele ser de ascendência goesa tal como o súcia António Costa, e uma vez que no mundo da política o mais importante são os interesses, não me admira nada que o Coutinho se filie ao PS. Cá para mim o Coutinho sabe que Macau já deu o que tinha a dar, pelo que quer transferir-se para Portugal...

A macaense loira Cristiana Soares

E já que estou numa de falar de macaenses, a jovem Cristiana Soares é a carinha laroca da foto que podemos ver e que trabalha como Relações Públicas e Organizadora de Eventos Culturais do Instituto Cultural de Macau, sendo ela um exemplo invulgar: mudou-se com a família para Zhuhai, região chinesa vizinha de Macau, aos oito anos e por lá estudou até completar o secundário. Depois, no lugar de ir para Portugal ou Inglaterra tirar um curso como fazem muitos portugueses de Macau, foi para a Universidade de Macau fazer a licenciatura em Estudos Portugueses, regressando assim às origens. Depois esteve também na Universidade de Coimbra a fazer um estágio de meio ano.
"Falo inglês porque é a língua com que comunicamos em casa e mandarim e português porque aprendi mais tarde", contou Cristiana ao jornal Hoje Macau. "É muito engraçado quando, em trabalho, se combina alguma coisa com alguém por telefone, em chinês, e depois se chega ao sítio e a pessoa não nos reconhece porque não parecemos a pessoa que atendeu a chamada", acrescentou, entre risos.
Para Cristiana, Macau é uma cidade internacionalizada, pois há "sempre coisas a acontecer, lojas e restaurantes a abrir numa cidade que actualmente pouco pára". "Antes, relacionava muito Macau à herança cultural portuguesa e a Portugal, porque a diferença entre Macau e Zhuhai, mesmo sendo as duas zonas chinesas, é muito diferente. Mas hoje em dia, associo Macau a toda a indústria do turismo, aos grandiosos hotéis e casinos. (...) Para pessoas que procuram um emprego e uma vida mais atarefada, este é um sítio melhor" apesar de ser um "pouco insuportável para se viver" porque "é um pouco confuso, com muita gente e trânsito". "Gosto muito desta cidade para viver e trabalhar, mas não me imagino a criar família e ter filhos aqui, por isso projecto uma próxima etapa da minha vida noutro sítio e os EUA ou Portugal são duas das possibilidades".
O jornal Hoje Macau afirma que Cristiana Soares tem "dupla nacionalidade", sendo uma delas a chinesa como é óbvio, até por causa das suas raízes, mas tal teoricamente não é possível porque a China não reconhece esse princípio. O que ela tem é o mesmo que eu e muitos portugueses de Macau também temos que é o salvo-conduto chinês e que nos permite entrar sem restrições na China, podendo até ficar lá o tempo que quisermos, porque tornamo-nos automaticamente cidadãos chineses para todos os efeitos quando atravessamos a fronteira enquanto que os estrangeiros têm que pagar Visa.

«É tempo de mudança»

 
Tomei conhecimento através do blogue Bairro do Oriente que o cantor macaense João Caetano lançou o seu primeiro single: "É tempo de mudança".
 
 
A letra da canção é bastante actual e a música também não é nada má. Macau tem, definitivamente, talentos.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Macanese

 
O Blogue do FireHead hoje faz publicidade gratuita ao novo e primeiro álbum do cantor macaense Adriano Jorge, ou simplesmente AJ: Macanese (ou seja, Macaense em português). No álbum, o meu patrício, de raízes portuguesas como é claro, faz uma fusão musical entre as tradições portuguesas e o pop chinês. De acordo com a produtora SP Entertainment, "o AJ quer mostrar e promover o seu background macaense, incorporando no seu álbum Macanese elementos de azulejos, no seu estilo e design, mas também tentando misturar a língua portuguesa no canto pop. A fusão de diferentes culturas e as características sensoriais vão sem dúvida proporcionar uma experiência refrescante às audiências das regiões vizinhas".
 
AJ cantando a sua canção portuguesa favorita,
"Jardins Proibidos", de Paulo Gonzo, em Maio passado
 
Quem estiver em Macau e estiver interessado pode dirigir-se à Fundação Rui Cunha no próximo dia 4 de Agosto ao final da tarde para assistir a uma actuação do AJ como parte de promoção do seu álbum. Também os cantores macaenses chineses Hyper Lo e Josie Ho aproveitarão a ocasião para promoverem respectivamente o álbum "Ho Chi Meng", da mesma produtora, e o livro My Driving Experience from Hong Kong to UK com um álbum que tem 12 músicas. A entrada é livre.

Escola alemã avisa pais por causa dos refugiados muçulmanos

 
Na Baviera, no sul da Alemanha, uma escola enviou um recado em forma de carta aos pais dos alunos: as suas filhas não devem usar roupas "reveladoras" (provocadoras, penso eu de que...) porque o estabelecimento escolar vai receber cerca de 200 refugiados sírios muçulmanos, que vão ficar acomodados junto ao ginásio.
O reitor, Martin Thalhammer, disse o seguinte: "Para os refugiados, o acesso aos jardins e edifícios escolares é estritamente proibido. O mesmo se aplica ao pátio escolar durante o dia. O número de professores em serviço durante os intervalos foi aumentado (...) Os cidadãos sírios são sobretudo muçulmanos e falam árabe. Os refugiados são marcados pela sua própria cultura. Devido ao facto de a nossa escola estar ao lado de onde eles vão ficar, deve-se aderir a vestuário modesto, de modo a evitar discrepâncias. Tops, camisas ousadas, calções curtos ou minissaias podem levar a mal-entendidos".
Alguns pais não gostaram do que leram, mas um político local que não quis ser identificado disse que essa tomada de medidas era "absolutamente necessária": Quando os adolescentes muçulmanos vão para piscinas ao ar livre, vêem-se assoberbados quando deparam com raparigas com biquinis. Estes rapazes, que vêm de uma cultura em que às mulheres é proibido mostrar a pele nua, perseguem as raparigas e perturbam-nas sem disso se aperceberem. Obviamente que isto para nós é uma preocupação".
Hmmm, sim senhor, pelo menos têm a decência de avisar as raparigas que é para estas não se tornarem vítimas dos muçulmanos que os próprios alemães acolhem no seu país, que giro... Esta notícia surge ainda antes de uma jovem francesa ter sido espancada por um grupo de raparigas muçulmanas por usar um biquini num parque público na cidade de Reims, algo considerado "imoral" para os muslos! O mais incrível é que o SOS Racismo desta vez mostrou-se solidário com a vítima que não pertence a nenhuma minoria protegida!!

Lorde britânico da ética vai às putas e snifa coca

 
Depois de ter publicado fotos da pequena rainha Isabel II a fazer a saudação nazi, o jornal britânico The Sun revelou agora um vídeo em que o barão John Sewel, o responsável por assegurar o cumprimento das normas de ética lá na câmara dos lordes e ex-ministro de Tony Blair, foi apanhado a snifar cocaína ao lado de duas prostitutas a quem terá pagado 200 libras (mais ou menos 280 euros). O homem da bonita idade dos 69 anos, casado pela terceira vez em 2005 e do partido trabalhista (o equivalente à dos súcias em Portugal), já renunciou ao cargo mas recusa-se a perder o título vitalício depois do escândalo que, garantem as mulheres que estiveram com ele, não foi o primeiro envolvendo sexo e drogas. O primeiro-ministro David Cameron já veio dizer que o velho ou se demite ou é expulso da câmara dos lordes por causa da quebra do código de conduta, algo que, curiosamente, foi decretado pelo próprio John Sewel. O próprio já veio pedir desculpa pela "dor e embaraço" que causou à instituição.
É tudo ético, tudo muito ético...

Pedro Proença é o novo presidente da Liga!

Pedro Proença à direita, ao lado do líder dos Super Cabrões Dragões, Fernando Madureira
O ex-árbitro internacional Pedro Proença, que dizem que é sócio do Benfica mas prejudicava quase sempre o Benfica sobretudo nos jogos frente ao Futebol Corrupto do Porto, foi eleito presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. O Sporting e, como é óbvio, o Futebol Corrupto do Porto, apoiaram este gajo contra Luís Duque. "Só unindo esforços conseguiremos trabalhar em prol do futebol português. Estarei sempre disponível para ouvir, definir estratégias e procurar soluções para os vários desafios que se avizinham e contribuir para a resolução dos problemas de fundo do futebol português. Serei de hoje em diante o presidente de todos os clubes. Sem excepção", esclareceu o ex-árbitro.

Real goleia Inter


Em Guangzhou, o Real Madrid venceu o Inter de Milão por 3-0 sem resposta para a International Champions Cup. Debaixo de um imenso calor húmido que se fez sentir e com a arbitragem do chinês Fu Ming perante 58 mil espectadores no Tianhe Stadium, os merengues de Rafael Benítez não deram hipóteses nenhumas aos nerazzurri de Roberto Mancini: Jesé, Varane e James apontaram os golos da vitória. Parece que o sistema de jogo do treinador espanhol já começou a dar resultado: o Real defende melhor e joga também melhor no contragolpe, isso comparado com o Real de Carlo Ancelotti.

Finalmente uma vitória... nos PK!

 
O Benfica venceu finalmente um jogo nesta pré-época, mas mesmo assim apenas no desempate dos penáltis por 4-3. Frente ao Club América no mítico Estádio Azteca, na Cidade do México a 2250 metros de altitude, os encarnados não fizeram uma exibição de encher o olho, longe disso, mas podiam perfeitamente ter resolvido o jogo durante os 90 minutos. O brasileiro Jonas desperdiçou uma grande penalidade aos 16 minutos e na segunda parte, apesar das muitas alterações efectuadas por Rui Vitória, o Benfica continuou por cima, e ainda mais por cima ficou depois da expulsão do lateral-direito Burón que entrou duro sobre o grego Samaris. Nos penáltis, Gaitán falhou, mas o guarda-redes Ederson, que substituiu Júlio César, defendeu o remate de Martínez e ainda viu uma bola chutada para as nuvens. "Este foi um jogo em que demos mais um passo. Começámos bem o encontro, falhámos um penalty, tivemos uma postura boa em situações difíceis, e a sorte acabou por sorrir-nos nas grandes penalidades. Parabéns aos jogadores. Não foi um jogo perfeito, mas fomos uma equipa personalizada", disse Rui Vitória, garantindo que no jogo da Supertaça, diante do Sporting, a equipa estará pronta: "Há já um corpo estável, mas temos aproveitado para observar e lançar outros jogadores. Todos têm tido um comportamento fantástico e no dia 9 de Agosto estaremos preparados".
Ainda há muito trabalho pela frente.

terça-feira, 28 de julho de 2015

«O Silêncio Culpado»

Não é novidade nenhuma para ninguém que neste mundo existem pessoas que estão a viver a perseguição na sua própria pele por causa da sua fé enquanto muitos que têm o poder e o dever de fazer algo permanecem impávidos e serenos.
Os benfeitores da fundação internacional católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) lançou o seguinte excelente vídeo no sentido de se unirem ao gemido dos perseguidos. Tal como os cristãos primitivos, muitos destes perseguidos são os mártires da actualidade. Quantos é que vão continuar a apostar no silêncio culpado e na banalidade do mal?
 

Saiba como ajudar no sítio internético da AIS.

Os mé®dia reciclam imagens


À esquerda, uma bomba despejada pelos russos na Ucrânia. No centro, uma bomba ucraniana na Rússia. À direita, uma bomba de Israel em Gaza. 
A mesma bomba, o mesmo lugar. Maravilhas dos meios de comunicação.

Muçulmano nas ruas de Milão

Agora uma "experiência social" parecida, mas com um muçulmano vestido a rigor nas ruas de Milão, no norte de Itália, mesmo a jeito de se fazer de vítima.
 

 
Se fosse um padre vestido com o cabeção, ou mesmo um frade capuchinho vestido a rigor, a percorrer as ruas de Riade, na Arábia Saudita, de certeza que não haveria apenas insultos...

Experiência gay na Rússia e na Ucrânia

Um vídeo de dois homens de mãos dadas a passear em Moscovo e a serem insultados e agredidos tornou-se viral no Youtube em menos de 24 horas. O que aconteceu foi uma "experiência social" num país onde, ao contrário de alguns países do Ocidente, até aprovou há dois anos atrás uma lei anti-gay.


Inspirados pelos russos, dois gays tentaram fazer a mesma gracinha em Kiev, a capital da vizinha Ucrânia. Depois de um deles se sentar no colo do outro, uns quantos homens descritos como "neonazis" atacaram-nos com gás pimenta e aos pontapés. "O que é que podemos concluir? Que na nossa sociedade há muito poucos radicais homofóbicos agressivos que estejam prontos a atacar. As outras pessoas não querem saber, desde que não os afecte directamente", disse Zorian Kys, um dos gays da parelha. "E essa pequena minoria tenta obrigar toda a gente a jogar pelas suas regras".


"E essa pequena minoria tenta obrigar toda a gente a jogar pelas suas regras"?? Penso que esta frase pode e deve ser entendida doutra maneira.

Mulher morre depois de ser sugada por escada rolante

 
Em Hubei, na China, a senhora Xiang Liujuan, de 30 anos, subia as escadas rolantes com o seu filho de dois anos num centro comercial, no passado domingo, quando foi sugada depois de um painel de metal se ter soltado e caído. Xiang Liujuan só teve tempo para afastar o seu filho, tendo o seu corpo sido recuperado cerca de quatro horas mais tarde já sem sinais de vida pelos bombeiros que tiveram de partir a máquina. A justificação dada para a tragédia é o facto do painel de metal não ter sido seguro com parafusos depois da última manutenção, pelo que se encontrava solto. Nas redes sociais houve um enorme descontentamento, com gente a exigir que a empresa responsável pela escada rolante e também o centro comercial se responsabilizem pelo acidente.

AC Milan vence dérbi milanês em Shenzhen


Um golo espectacular do francês Philippe Mexès foi quanto bastou ao AC Milan para levar de vencida o seu velho e eterno rival Inter de Milão em Shenzhen, que faz fronteira com Hong Kong. Antes disso, o jogador do Inter Samuele Longo introduziu a bola na baliza, mas o golo foi mal anulado pelo árbitro. Este jogo foi a contar para o torneio chinês da International Champions Cup.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Memorabilia

Debbie Gibson - Lost in Your Eyes (Electric Youth, 1988)
 

Notas soltas


O Benfica fez o pleno de derrotas nesta pré-época: três jogos, três desaires. Desta vez frente ao New York Red Bulls, por 1-2. O bicampeão nacional até começou bem, mas o capitão Luisão esteve em dia não e permitiu o empate dos americanos quando o Benfica estava em vantagem no marcador, golo de Pizzi. "Metade das oportunidades dariam para termos ganho o jogo", lamentou Rui Vitória. "Não há drama", acrescentou. "Temos de melhorar a finalização", garantiu o central argentino Lisandro López. "Jogámos bem, mas não vencemos. Esse é um problema muito grande porque o Benfica é uma equipa que está sempre habituada a vencer", afirmou o sérvio Đuričić (Djuricic).
Pronto, já não vai dar para sermos campeões da pré-época uma vez mais...


O encontro entre o Benfica e o New York Red Bulls contou com um espectador especial: Mike Tyson, que apoiou o Benfica com a camisola do Glorioso vestida. Rui Costa e Rui Vitória receberam o antigo campeão de boxe no estádio, levando-o ao balneário para cumprimentar os jogadores. Entretanto, Lima já deve ter rescindido contrato com o Benfica para representar o Al-Ahli do Dubai e fala-se agora do interesse encarnado no uruguaio Abel Hernández, avançado de 24 anos dos ingleses do Hull City, para colmatar a saída do brasileiro.
Vamos lá ver que equipa é que vamos ter para atacarmos o tricampeonato e também as taças, todas elas...


Metade da equipa masculina de hóquei de Cuba, que competia nos Jogos Pan-Americanos em Toronto, no Canadá, fugiu para os Estados Unidos. "Toda a gente sabe o que aconteceu com a nossa equipa, sete deles estão nos Estados Unidos", disse Roger Aguilera, que faz parte da equipa, após um jogo contra a Trinidad e Tobago. Este não é o primeiro caso de cubanos que fogem durante os Jogos Pan-Americanos, com quatro remadores a desaparecerem na semana passada, incluindo o vencedor de uma medalha de prata, Orlando Sotolongo. Também em 1999, quando a competição se realizou em Winnipeg, oito membros da delegação cubana fugiram.
Esses cubanos já se estão a aproveitar bem do recente e histórico reatar de relações diplomáticas entre os dois países...


O leão Cecil, conhecido por posar para as fotos na região de Hwange, no Zimbabué, foi abatido com um tiro na cabeça, decapitado e feito troféu. O leão que durante longos 13 anos fez as delícias dos participantes de safaris no Parque Natural de Hwange foi caçado por um caçador espanhol que caça por lazer e que faz parte da Associação de Caçadores e Guias Profissionais do Zimbabué (ZPHGA), uma entidade autorizada! A ZPHGA alegou que Cecil foi abatido fora do parque, em terra privada, mas a polémica se instalou porque supostamente Cecil teria uma coleira de identificação, logo não deveria ter sido considerado um alvo para os caçadores e foi aberto um inquérito.
Os caçadores deviam era caçar as feras sem o auxílio de armas. Isso é que era de valor...


A senhora norte-americana Laura Ruffino, de branco em primeiro plano na foto, cumpriu a promessa feita à sua amiga Elizabeth Diamond, que morreu de cancro no cérebro, e adoptou as quatro filhas menores desta. A mãe solteira quando descobriu que só lhe restavam alguns meses de vida temeu pela vida das suas filhas, mas Laura, a sua amiga desde o 5.º ano de escolaridade, prometeu ficar com elas caso algo acontecesse. A família da Laura, que era composta por ela, pelo seu marido e por duas filhas, passou agora a ser de oito pessoas. O gesto da Laura emocionou a comunidade local de Orchad Park, em Nova Iorque, e foram angariados 80 mil dólares (mais de 72 mil euros) para a ajudar nas suas novas despesas.
O prometido é devido. Muito bem, Laura!


António Godinho, o homem de 50 anos que assassinou a sua antiga companheira de 45 anos mais o filho de cinco anos à porta do prédio onde viviam em Ermesinde, foi encontrado morto no sábado na cela da cadeia anexa às instalações da Polícia Judiciária do Porto. Não se sabe se se tratou de suicídio ou se ele terá morrido com algum ataque fatal relacionado com os problemas cardíacos que tinha. Sabe-se apenas que ele costumava ameaçar a sua ex-companheira e o filho quando todos eram vivos.
Se não fosse português de gema, eu diria que ele era um alógeno...


A chanceler alemã Angela Merkel decidiu castigar a malta da PEGIDA - Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente - ao espetar com 2000 imigrantes ilegais também conhecidos por "refugiados", na sua esmagadora maioria muçulmanos, em Dresden, cidade onde tem acolhido manifestações contra a islamização. O parque da cidade já está a ser preparado para a colocação de tendas que irão acolher os potenciais criminosos vindos do norte de África e do Médio Oriente.
Ah, pois é, refugiados só nos países ocidentais, onde vive a esmagadora maioria dos irmãos brancos, que isso dos multiculturalismos, melting pots, etc. não são conceitos válidos nos países de maioria populacional não-branca, como já todos bem sabemos...


O supremo líder iraniano Ayatollah Khamenei publicou no Twitter uma imagem da sombra daquele que parece ser o seu parceiro de negócios favorito, o Barack Hussein Obama, a apontar uma pistola à sua própria cabeça.
Com que então o Irão seria capaz de fazer frente ao poderio militar norte-americano? O muçulmano xiíta de certeza que anda a fumar umas merdas das boas...
 

O académico canadiano Daniel A. Bell, radicado em Pequim onde dá aulas de ética e filosofia política na Universidade Qinghua, é um convertido ao "modelo chinês" e considera que o sufrágio universal directo não é necessariamente o melhor sistema para escolher os líderes politicos de um país. "O conceito de democracia é muito mais complexo que isso", observou o académico de 51 anos numa entrevista ao China Daily, dizendo que nos países ocidentais "não se compreende os aspectos meritocráticos do sistema chinês". "A força do sistema chinês é a experimentação", afirmou, salientando as "zonas económicas especiais", Hong Kong e Macau, para demonstrar a gradual conversão do país à iniciativa privada e à economia de mercado, tendo a China conseguido um ritmo de crescimento inédito na história e se tornado na segunda potência económica mundial. Radicado há 10 anos na China, Daniel A. Bell acabou de lançar o seu novo livro: The China Model: Political Meritocracy and the Limits of Democracy.
É óbvio que a China não poderia nunca ser um país democrático como os países do Ocidente. Aliás, democracia para quê, se podemos perfeitamente ver o estado em que se encontram as coisas por exemplo em Portugal graças, precisamente, à democracia? O problema da China não é ter um "princípio cardial" do "papel dirigente" de um só partido no poder. O problema é que esse mesmo partido é o dos comunas! Se fosse antes o nacionalista, que fugiu para Taiwan, é que era...


O blogueiro Orlando Braga, autor do perspectivas, voltou a atacar o padreco modernista Anselmo Borges falando da sua "filho-da-putice" e também do seu "papa Francisco" ainda a propósito da recente ida do Sumo Pontífice à América Latina. Tratando Anselmo Borges por "ex-padre", Orlando Braga enumerou algumas evidências bíblicas para comprovar que "Jesus Cristo não foi um revolucionário marxista como é o Anselmo Borges e o 'papa Francisco'. A realidade humana, das desigualdades, foi aceite por Jesus Cristo como sendo natural, embora eivada de imperativos éticos que decorrem da sensibilidade moral do indivíduo - 'porque sabendo nós que Deus se preocupa com o indivíduo, não devemos esquecer que Ele parece preocupar-se pouco com a humanidade' (Nicolás Gómez Dávila)". O blogueiro terminou depois com a seguinte frase: "A filha-da-putice do Anselmo Borges e do seu (dele) 'papa Francisco' é a de transformar Jesus Cristo em um marxista".
Não sei porque é que o Anselmo Borges não deixa de ser padre duma vez por todas, pois é mais que evidente que ele não é um católico...

Não nos esqueçamos da Asia Bibi!


A católica paquistanesa Asia Bibi, condenada à morte por supostamente ter ofendido o pseudo-profeta Maomé e por negar converter-se à seita islâmica, continua viva, embora presa, graças à pressão internacional sobre as autoridades paquistanesas, mas continua com a vida em perigo porque a sentença de morte ainda não foi revogada, ou seja, a fatwa (ordem de lei islâmica) que pesa sobre ela ainda vigora. A CitizenGo produziu um documentário sobre o terrível e injusto drama sofrido pela Asia Bibi e a sua família e está a angariar fundos para fazer e distribuir gratuitamente mais cópias do DVD que documenta o caso em colégios, igrejas e organismos internacionais para que haja cada vez mais mediadores para ajudar à libertação da católica ao fim de seis anos privada da companhia do seu marido e filhos. Asia Bibi poderia já ter sido libertada se tivesse aceitado converter-se ao islão, mas diz ela que prefere morrer a deixar de seguir a Cristo: "Prefiro morrer como cristã a sair da prisão como muçulmana".
Quem puder ajudar, agradeço que ajude. Não nos esqueçamos da Asia Bibi, este grande exemplo de resistência e de Fé!

Os enganados

Já todos passámos por aquele penoso momento em que nos interrogámos se vale ou não a pena dizer a alguém que se está a enganar a si mesmo e que era melhor parar de fazer de conta que está tudo bem. Pior, qualquer ser humano desde que saiu do colo da mãe já passou por aquele cruel instante em que se confrontou a si mesmo com o facto não só de ter sido enganado mas também de ter querido enganar-se.

Até aqui nada de novo: errar é humano e querer persistir no erro também. Daqui para a frente é que a humanidade diverge: de um lado estão aqueles que assumem os seus erros e do outro aqueles que. saltando por cima dos seus erros, invariavelmente culpam os outros por os terem enganado.

Eles nunca erram, as suas intenções são sempre as melhores. Os outros é que os enganam. O desenrolar dos acontecimentos na Grécia tem levado a que muitos daqueles que em Janeiro faziam declarações ditirâmbicas com a vitória da esquerda radical na Grécia agora procurem apagar esse mau momento. Como? Reflectindo sobre o seu erro? Tirando conclusões? Nada disso. Simplesmente culpam o mesmo Syriza e o mesmo governo grego que há meses incensavam. Quem declarou que “A estratégia do Syriza foi perdedora desde o início” ou que “Governo grego foi de uma enorme imprudência” foram respectivamente os mesmos Ricardo Paes Mamede e António Costa que antes declaravam “Syriza já conseguiu mais do que qualquer Governo bem comportado na Europa” e “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha”.

Deixando para outra oportunidade o destrinçar da confusão entre a táctica e a estratégia que levou o líder do PS e boa parte desse partido a achar que desgastavam o governo português congratulando-se com a derrota estrondosa do partido socialista grego e colando-se a uma vitória da esquerda radical, há aqui uma auto-indulgência que já cansa. A esquerda nunca erra. Desilude-se. Nunca se engana. É enganada. Mesmo quando confrontada com os resultados mais catastróficos, o máximo que se lhes ouve é um desalentado “Foi um sonho que acabou mal.” O facto de muitos dos movimentos de esquerda e, no caso particular de Portugal, o PS acolherem, quais bíblicos filhos pródigos, todos os provenientes da esquerda radical afecta ao PCP acentua esta auto-indulgência. É espantoso como gente culta, viajada e informada declara, quando confrontada com as atrocidades do comunismo que apoiou, que as desconhecia ou mais perturbantemente ainda que o partido, entendendo aqui por partido o PCP, as enganava. Na verdade eles quiseram enganar-se. Não foram os únicos mas em geral os outros admitem que foram eles mesmos que se quiseram enganar. E assim o viver de enganos que devia ser um factor de reflexão, torna-se numa circunstância que poetiza aquele que a invoca.

A direita erra igualmente mas felizmente não lhe é permitido o discurso do sonho que acabou em desengano, da ilusão que se desfez, da utopia que não foi. É erro. É crime. É disparate. E ponto final. E esta pequena enorme diferença face ao erro explica muita coisa. Explica por exemplo que à esquerda o anunciado seja sempre mais importante que os resultados. Explica também que, por essas bandas, aqueles que se tinham como exemplo ontem se tornem inconvenientes dias depois sem que ninguém estranhe tal transfiguração. E sobretudo torna social e mediaticamente aceitável a quase candura com que pessoas alinhadas nessa espécie de reiki da política que dá pelo nome de progressismo dão conta da sua irresponsabilidade.

Neste campo o caso mais óbvio na crise grega é o de Paul Krugman que em Janeiro escrevia “O problema com os planos do Syriza poderá ser que não sejam suficientemente radicais” ou “O resto da Europa deveria dar uma oportunidade [a Tsipras] para acabar com o pesadelo do país” e que agora declara surpreendido, como quem olha para o ar pesado da cor que escolheu para as paredes da sala, com a presente crise grega: “Talvez tenha sobrestimado a competência do Governo grego”. Mais espantosamente ainda o Nobel da Economia confessa “Não calculei que pudessem tomar uma posição sem ter um plano de urgência”. Não só é espantoso que Krugman não tenha calculado que esse plano não existia como que não tenha percebido que a existir um plano desses iria fazer da Grécia um estado pária sob tutela da China, da Rússia ou do Irão. Como a Rússia não tem dinheiro, a China tem mais com que se preocupar e o Irão anda atarefado a negociar o fim das suas próprias sanções, nenhum desses países se mostrou interessado em arranjar (mais) problemas com a UE, para mais por causa da pouco confiável Grécia. Logo, o plano B, com prisão do governador do banco central grego incluído (já agora o que ia acontecer à liberdade de imprensa?) ficou (por enquanto) na gaveta.

Há anos que isto é assim: as almas progressistas do ocidente apoiam os mais diversos radicalismos por esse mundo fora (perturbante mas profundamente verdadeira a descrição efectuada por Gabriel Mithá Ribeiro do papel desempenhado pelos brancos portugueses”revolucionários” na perseguição aos brancos portugueses”colonialistas” e na destruição da economia e da sociedade, no caso em Moçambique mas que foi comum a outros países africanos). Depois, quando os resultados do desastre se mostram óbvios eles dizem-se surpreendidos. Declaram que foi uma falsa boa ideia. Que nunca tinham pensado que ia ser assim. Ou, pior, que a sua utopia sempre generosa não é compatível com a espécie humana invariavelmente egoísta, ressalvada a tribo ou o povo que nesse momento os faz crer que agora é que vai ser. Nunca é mas isso para eles não interessa nada.


PS. Desde já manifesto o meu absoluto apoio à reivindicação de Heloísa Apolónia de nos debates televisivos ter um tratamento equiparado ao dos outros líderes, nomeadamente Paulo Portas. Eu sei que já escrevi que os Verdes nunca foram a votos e que, como tal, não podem ser considerados um partido no verdadeiro sentido dos termos. Nada disso me interessa agora e volto já com a palavra atrás. Desde que a equidade no tratamento aos Verdes leve a que seja agendado um debate Heloísa Apolónia versus Jerónimo de Sousa. Não sei aliás como vou conter a impaciência até que chegue esse momento. Desde o frente a frente Soares-Cunhal em 1975 que o País não vê nada de tão esclarecedor!

 
Helena Matos
in Observador

Aborto

“Somos todos contra o aborto”. Quem acompanhou de perto a campanha que antecedeu o referendo de 2007 lembra-se bem do slogan que muitos defensores da liberalização proclamavam à boca cheia. Ninguém acha que o aborto seja um bem e todos entendem ser a demografia um dos principais problemas de Portugal. Certo é que, desde então, os poderes públicos não tomaram iniciativas que visassem pôr cobro a este flagelo, dando um efectivo direito de escolha às mulheres que vêem no aborto não um derradeiro recurso mas a primeira solução para angústias que nos deviam fazer corar de vergonha. 

Independentemente da posição que tenhamos sobre a liberalização do aborto, devíamos estar todos mobilizados para que as mulheres tivessem condições de poder ter os seus filhos. Eis que oito anos volvidos sobre esse marcante referendo, a coligação governamental, tentando responder ao apelo da iniciativa legislativa de cidadãos pelo “direito a nascer”, entregou na semana passada no Parlamento uma proposta legislativa, tornando obrigatórias as consultas de acompanhamento social e psicológico antes de se fazer um aborto (eufemisticamente apelidado de Interrupção Voluntária da Gravidez). 

Antes do referendo de 2007, assim como em todas as ocasiões em que alguém se atreveu a propor alterações à lei que foi aprovada após o referendo, cujo conteúdo extravasa o âmbito da pergunta que então nos fizeram, muitos defensores do aborto livre insurgiram-se contra qualquer tentativa de mitigação dos efeitos nefastos da liberalização desta prática, que atingem sobretudo as mulheres que ao aborto recorrem, preferindo igualmente ignorar as suas consequências sociais, num país cada vez mais envelhecido. 

A este propósito, não é de mais relembrar que o Governo de então, chefiado por José Sócrates, prometia uma legislação que acompanhasse as melhores práticas europeias na matéria. O Presidente da República, o que está ainda em funções, optou por deixar passar uma lei que, ao invés do prometido, instituiu, até às dez semanas, um dos regimes mais progressistas e liberais em matéria de aborto e que pela sua cúmplice promulgação, aceitou as dezenas de milhares de abortos que se verificaram entre 2007 e 2015, todos patrocinados pelo Estado, à custa de um cada vez mais magro erário público. 

Não pretendo, neste espaço, discutir a “bondade” da prática do aborto, mas apenas salientar a hipocrisia de todos aqueles que, por mera propaganda, sempre defenderam o aborto como um mal necessário e que vêm agora manifestar o repúdio por uma iniciativa de cidadãos eleitores que, não pretendendo pôr em causa o resultado do referendo de 2007, visa informar as mães que ponderam recorrer ao aborto, tornando a sua decisão consciente e informada e dar conta das alternativas que existem a um acto disruptivo e insusceptível de ser anulado. 

Numa altura em que existe uma cada vez maior consciência social para questões como a defesa dos direitos dos animais e do ambiente, não deixa de ser caricato que, com o apoio do Estado, se opte por manter a prática do aborto na clandestinidade, evitando dizer às mães que, frequentemente num acto de puro desespero, vêem nele a única solução para um problema aparentemente sem solução ou alternativa. 

“Olhos que não vêem, coração que não sente”, diz a sabedoria popular, havendo ainda muitas pessoas que apostam no desconhecimento e na desinformação para formar consciências sociais, em nome de um alegado progressismo ou modernidade que mais não é do que puro experimentalismo social e arma de arremesso de quem, hipocritamente, se apoia na ignorância e no obscurantismo para impor a sua ideologia. Não posso, por isso, deixar de acolher com satisfação esta iniciativa que, apesar de tímida, caso venha a ser efectivamente implementada, traz esperança a quem, como eu, considera o aborto uma prática intrinsecamente má. 


Rui Tabarra e Castro
Advogado da FCB&A

Fonte: OJE Digital

domingo, 26 de julho de 2015

Baphomet e Washington

Baphomet, 2015
A estátua de Baphomet, um demónio pagão que representa Satanás para o satanismo, e que tem duas crianças a adorarem-no, foi ontem finalmente apresentada, mediante convite, em público em Detroit, nos EUA, conforme promessa feita pelo grupo Templo Satânico, que cobrou bilhetes, mesmo perante os protestos da população local. "Estou aqui para manifestar contra este ser (Baphomet) na cidade de Detroit. Nós não entregaremos a nossa cidade aos satânicos. É um espírito violento que se está a mudar para a cidade e que está a infiltrar-se. Nós mandá-lo-emos embora daqui", afirmou o bispo Corletta Vaughn, da Catedral do Espírito Santo de Detroit.

George Washington, 1840
O curioso é como esta estátua satânica de bronze é parecida com a de George Washington, o primeiro presidente norte-americano que era um grão-mestre da Maçonaria, tal como 1/3 dos presidentes dos EUA. Na verdade essa estátua mais antiga de Washington é que é uma espécie de cópia da posição de Baphomet conforme o ocultista francês Eliphas Levi, como podemos ver nestas representações. Tal não é de admirar, pois a Maçonaria adora Baphomet, o deus chifrudo (Cernunnos, Pã, Hathor, Puck, corruptela do nome Maomé, etc.), e quem quiser pode ter acesso a mais informações aqui. Curioso mesmo é haver ignorantes que dizem que a Maçonaria tem a ver com o Cristianismo por existirem padrecos ligados a essa seita que é de essência cabalística pagã... Enfim, o mundo está mesmo perdido...