quarta-feira, 11 de março de 2015

Como tirar o "islâmico" ao EI??

Há uns dias atrás, a rainha da Jordânia, Rania Al-Abdullah, disse ao Huffington Post que o Estado Islâmico (EI) é "um bando de loucos" depois da morte de um piloto jordano e apelou à comunidade internacional para não confundir o EI com o islão, tirando a letra I que corresponde à palavra "Islâmica" do EI.
 

Este é o tipo de conversa que têm os politiqueiros correctos, os idiotas úteis, os relativistas, os esquerdistas ou as aberrações que são os muçulmanos ditos moderados. Acontece é que a verdade diz-nos, mostra-nos e impinge-nos a certeza de que o EI é mesmo islâmico. O EI está mesmo a cumprir com os preceitos islâmicos como muito bem explicou o senhor Graeme Wood, editor do The Atlantic, no mês passado à CNN: "A realidade é que o Estado Islâmico é islâmico. Muito islâmico e a religião pregada pelos seus mais ardentes seguidores das interpretações coerentes aprendidas do islão".
 
 
É curioso como o Alcorão ensina todos os muçulmanos a mentir: Suras 16:106, 3:28, 9:3, 66:2, 3:54. Também os hadiths ensinam a maneira de "suavizar as diferenças": Bukhari 94:857, Bukhari 84:64-65, Bukhari 50:369 ou Muçulmano 32:6303.
 
 
O EI quer a destruição de toda e qualquer forma de idolatria, pois isto é o que defende o islão (que também é verdadeiramente um culto idolátrico). O pregador islâmico do Koweit Ibrahim Al Kandari, afirmou, segundo o Al-Watan Daily, que as pirâmides e as esfinges do Egipto têm que ser destruídas porque é um "dever religioso". "O facto dos primeiros muçulmanos que estiveram entre os seguidores do profeta Maomé não terem destruído os monumentos dos Faraós quando entraram no Egipto não significa que não devamos fazê-lo", sublinhou.
 
 
A destruição de património histórico da Humanidade levada a cabo pelos muçulmanos não é de agora. Em 2001, a Al-Qaeda de Osama Bin Laden já tinha destruído estátuas do Buda de Bamiyan, no Afeganistão. Mais recentemente, no Iraque, o EI destruiu obras de arte com mais de 8000 anos no museu de Nineveh, em Mosul, a cidade assíria de Dur Sharrukin e a cidade de Nimrud.
 
 
O tipo da imagem de cima é um americano de nome Christoper Cornell que se converteu ao islão e que foi detido por planear um ataque em Washington contra a Casa Branca. "Eu estou com o Estado Islâmico. Sou muito dedicado ao estabelecimento da sharia (lei islâmica) na América, à guerra contra os infiéis e erguer o mundo de Alá sobre tudo", disse Cornell, ou melhor, Raheel Mahrus Ubaydah.
Se o islão não tem nada a ver com isso, então porque é que ele se converteu ao islão?
 
 
Também o australiano adolescente natural de Melbourne e que dá pelo nome de Jihadi Jake, entre dois camaradas de armas do EI, foi lutar por aquilo em que ele passou a acreditar desde que se converteu à seita em 2012: a jihad (guerra santa).
Se o EI não é mesmo islâmico então porque é que as pessoas que se juntam à organização terrorista são muçulmanos?
 
E mais alguns casos:
 
Um ex-cristão do Líbano converteu-se e fez-se explodir em nome do EI
Um ex-judia francesa aliou-se ao EI e até tentou matar os seus próprios pais
O americano Donald Morgan era católico e foi polícia antes de ser preso por tentar juntar-se ao EI
O actor russo Vadim Dorofeyev converteu-se ao islão, juntou-se a EI e abandonou a mulher e o filho
Porquê retirar o I de "Islâmico" do nome do grupo terrorista que é verdadeiramente islâmico? Há que chamar os bois pelos nomes, pá!

6 comentários:

Anónimo disse...

ISSO FEDE A CIA COMO A PROPRIA AL QAEDA

FireHead disse...

A verdade é mesmo assim: nua e crua.

Afonso de Portugal disse...

Excelente postal.

FireHead disse...

E parece que o tal de Jihadi Jake, com apelido que mais parece italiano, já foi com os porcos...

Anónimo disse...

ESSE ULTIMO LEMBRA UMA TRANSIÇÃO ENTRE ESLAVO E MEDIO ORIENTE

FireHead disse...

Normal, pois a Rússia está em dois continentes e o povo russo é multiétnico.