sábado, 31 de maio de 2014

Como é o racismo contra portugueses em Macau

O texto seguinte é da autoria de um tal Ricardo Pinho:


A experiência subjectiva de xenofobia


O primeiro passo é admitir o problema

Os portugueses de Macau são incapazes de admitir aos portugueses de Portugal que aqui, em Macau, são vítimas de racismo. E que, por causa da crise económica que leva portugueses a emigrar, essa situação se encontra a piorar cada vez mais.

Antes que o leitor objecte com distinções ociosas entre «racismo», «xenofobia» ou «discriminação», tomemos como uso da expressão «discriminação racial» tal como é definida pelas Nações Unidas:

(…) the term “racial discrimination” shall mean any distinction, exclusion, restriction or preference based on race, colour, descent, or national or ethnic origin which has the purpose or effect of nullifying or impairing the recognition, enjoyment or exercise, on an equal footing, of human rights and fundamental freedoms in the political, economic, social, cultural or any other field of public life.

Por essa razão, ao longo deste texto, usarei a expressão racismo como sinónimo de xenofobia.

O problema é que os portugueses que emigram gostam de projectar uma imagem de sucesso, e não falam nunca das suas dificuldades como se isso lhes ficasse mal. Não fica. Pelo contrário, todos os outros portugueses agradeceriam saber das circunstâncias reais de como são recebidos em cada parte do mundo.

É pena também porque se isto fosse admitido na discussão pública, em jornais e nas relações bi-laterais políticas entre Portugal e a China, esta questão poderia ser denunciada e eventualmente resolvida.

Então fica aqui a minha parte: os portugueses em Macau são vítimas de racismo. Racismo por parte do governo e administração pública local, e racismo da parte da população. E racismo aberto, nem sequer implícito. Racismo aberto.

Para um português que cá vive, é comum ouvir gozo da população local do tipo:

Ai vocês em 1999 saíram de Macau, e agora estão a voltar para cá?

E depois gabam-se do crescimento económico da China, enquanto comparam com a crise que afecta os portugueses. Não sei como se consegue gozar ou sentir superioridade face ao desemprego e dificuldades de vida de outros seres humanos, mas pelos vistos consegue-se.

Um colega meu chinês que está a aprender português na Universidade de Macau ouviu, da professora chinesa doutorada em língua portuguesa que lhes ensina a língua, a seguinte pergunta:

Qual a cidade que acham que é mais evoluída: Zhuhai (uma cidade menor de Cantão, vizinha de Macau), ou Lisboa?

Os alunos chineses responderam, relata o meu amigo, «Lisboa, porque é a capital de Portugal», tal como a professora queria que respondessem, para logo a seguir lhes dizer:

Não, é Zhuhai, porque em Lisboa não tem prédios tão altos. É uma cidade pobre.

E os alunos chineses riram com a satisfação que a professora lhes queria imprimir, que o seu país é mais rico que o nosso.


A vítima age como vítima

Infelizmente relatos como estes fazem as delícias daqueles que, em Macau, gostam de saber do sofrimento dos antigos colonizadores:

“Sei que há muitos que estão a mandar os filhos de volta (para Macau) para procurarem uma vida melhor. Conheço uma família inteira de volta à terra natal (Macau). Se tiver oportunidade também escolheria voltar”, diz Teresinha Marques Noronha que se mudou para Portugal em 1998 e, como fisioterapeuta a trabalhar na função pública, sentiu a austeridade na carteira (…) “Para fazer face aos efeitos dos sucessivos cortes salariais e aumento dos impostos reduzimos as nossas viagens de lazer, deixámos de festejar o Natal, a Páscoa com os nossos familiares, até reduzirmos as nossas formações profissionais.”  -  in jornal Ponto Final.

Por isso vejo com apreensão relatos voluntários de quem aqui chega e se descreve como um desgraçado (deixaram mesmo de festejar o Natal?).

É o problema dos portugueses, descreverem-se sempre como desgraçados (embaraçando todos os outros portugueses; despromovendo assim todo um povo).


A vítima age como agressora

Go back to where you came from!

Um efeito interessante sociológico é a comunidade portuguesa reagir com agressividade a quem, dentre os seus pares, se queixe de xenofobia. Então, tornam-se elas mais as intolerantes e, com a agressividade e a frontalidade nunca vista na comunidade chinesa, dizem directamente a quem expressa a dificuldade: se não estás bem, vai-te embora, a versão portuguesa do go back to where you came from. E assim ficarão, na sua dissonância cognitiva, a experienciar a ilusão do privilégio, a correr com outros portugueses, esses mais estrangeiros que eles, e a serem, eles próprios, os piores racistas do tipo de correr com quem não tem um fervor patriótico e cego pela terra.


O racismo do Governo da RAE de Macau

O racismo e discriminação a nível governamental e da administração pública é um caso ainda mais intrigante.

Em 1987 é assinada, entre Portugal e a República Popular da China, a Declaração Conjunta Sino-Portuguesa sobre a Questão de Macau. Dado o facto de que a administração portuguesa, ao contrário da homóloga britânica de Hong Kong, dava nacionalidade portuguesa aos chineses que cá nascessem, decidiu-se agradecer aos portugueses dando-lhes cidadania de Macau, através da forma do Bilhete de Identidade de Residente de Macau, mesmo após a data de transição, em 1999, até 2049.

Apesar das regras claras  -  cidadão português que tenha obtido emprego em Macau  -  para a obtenção do Bilhete de Identidade de Macau, o Governo de Macau nega BIR a Portugueses com razões fora do âmbito dos regulamentos legais. A todos os outros que não nega, atrasa severamente a emissão do documento.

A (entidade que emite os BIR) recusou-se a comentar se a maior demora na resposta aos pedidos de autorização de residência tem como fim evitar uma grande vaga de chegada de portugueses.  - SAPO/Lusa

Delay is the deadliest form of denial  - C. Northcote Parkinson

A verdade é que não querem mais portugueses aqui. Não somos bem-vindos.

Ainda que um português com residência permanente possa teoricamente candidatar-se a cargos de função pública, dado que a sua língua é uma das duas oficiais, informalmente não são seleccionados para nada acima de quadros médios por não falar cantonês (apesar do bilinguismo reverso não ser exigido a quem fale cantonês como língua materna). Os portugueses ficam de fora de selecção de recrutamento público, às vezes tendo-lhes sido dito explicitamente que é por essa razão.


A língua como lip service

Adicionalmente, a língua portuguesa vigora, em conjunto com o chinês, como língua oficial de Macau até ao ano de 2049.

A definição de língua oficial é a língua que é usada oficialmente pelo Governo. Em Macau é o português e o chinês (na prática, o cantonês).

No entanto, é quase impossível ir a um serviço público e ser atendido em língua portuguesa, mesmo que peça uma senha solicitando o atendimento em português. O normal é aparecer alguém que não fala português de todo, pedindo para falar antes em inglês (que não é língua oficial), e ainda por cima em muito mau inglês. Dessa forma, os portugueses ficam pior servidos e com acesso de qualidade inferior à informação e aos serviços da função pública de Macau.

Como curiosidade, e para ver a enormidade do tratamento assimétrico, no Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, que é considerado território português, os seus funcionários falam cantonês.

A língua portuguesa é promovida pelo governo de Macau como um objectivo político, mas é pouco mais que lip service. É apenas para formar pessoal para que as empresas chinesas cheguem aos territórios do Brasil e Angola (por esta ordem de importância) e para nada mais.

Num outro exemplo, a Universidade de Macau, além duma retórica fortemente comunista e patriota chinesa que pode ser observada facilmente no seu sítio web, está a livrar-se de professores portugueses. Fundada por portugueses, a Universidade de Macau está a substituir os portugueses docentes por anglo-saxónicos para tudo, incluindo no departamento de História de Macau  - do qual as fontes primárias, além da cultura portuguesa ser melhor compreendida por portugueses, estão escritas nas línguas chinesas e portuguesa.

Apesar do governo de Macau usar a língua portuguesa em textos produzidos pelo governo ou entidades públicas, é normal que aquele texto soe estranho e às vezes incompreensível. Isto porque o governo discrimina etnicamente contra portugueses, e os textos em português são escritos por pessoas não nativas na língua.

Num assunto acessório, parece que tem havido um certo retro-colonialismo em detalhes como os nomes de ruas e lugares: em vez de se traduzirem os nomes chineses para português, após 1999 os nomes escritos na versão portuguesa são apenas a romanização da pronúncia cantonesa. Por exemplo: Praia de 黑沙 é traduzido para Praia de Hac Sá, em vez de Praia da Areia Preta (黑 significa preto, 沙 areia).


Racismo-racismo

Gwailo!

Enquanto que um americano não pode mais referir-se a um afro-descendente como nigger, nem um português pode usar nenhum epíteto calão para se referir a qualquer etnia do mundo sem incorrer na punição social de ser chamado, e bem, de racista, no sul da China existe o termo gwailo (鬼佬) usado para chamar a pessoas de etnia caucasiana. Gwailo significa, literalmente, diabo branco.

Ainda que este epíteto não seja exclusivo para portugueses, não obstante faz parte da experiência dum português que cá viva. Ouvimos chamar-nos isso todos os dias, normalmente indirectamente. Sabendo a palavra, ouvimo-la e sabemos que se estão a referir a nós. Todos. os. dias.

É importante saber que esse termo não é punido socialmente no sul da China. Os locais usam-no com toda a descontracção possível. Ser racista, aqui, ainda não é sequer politicamente incorrecto.

Numa recente interacção com uma local numa loja de conveniência, pensei que estava a ter uma interacção social agradável até ao momento em que me despeço e ouço, ainda de saída, aquela lojista a começar a falar de mim à outra que acaba de chegar: «o gwailo isto e aquilo»...

No Monte da Guia eu observava umas tartarugas. Umas cinco ou seis velhinas, de fatos de seda cor de pérola e outros de cinza claro com motivos florais, conversavam. Quando uma me vê, comenta às outras «olhem o gwailo a olhar as tartatugas!».

Além de ser um termo negativo, é impossível uma pessoa sentir-se um ser humano individual quando todos os dias somos rotulados como sendo parte duma raça. Aqui, ou os expatriados convivem uns com os outros, ou nunca se integrarão com os locais: nunca seremos indivíduos.

Numa outra interacção com um local, tentei explicar que me magoava ser tratado assim, uma vez que não queria ser visto como um espécime negativo duma etnia, mas como pessoa. Foi-me negado o pedido. «Mas tu és gwailo. Não és um gwailo mau, mas és um gwailo». Isto numa situação análoga em Portugal seria algo como «sim, tu és um preto, mas um preto bom». Acabei por lhe dar uma lição sobre a noção de racismo que resultou na conclusão ligeira e perfeitamente pacífica por parte dele «então sou um racista». Sim, digo eu, e isso é mau. «Porque é que é mau?»

Alguns ocidentais tomam para si e assumem-se como gwailos, o que não retira a verdade racista ao epíteto, da mesma forma que afro-americanos nos EUA se chamam entre si de niggers: é apenas sinal de internalização do racismo, e tentativa de dominar esse código. Mas é sintoma de racismo na sociedade.


Nem todos são racistas, obviamente

Que fique claro que não quero de modo absolutamente algum passar a afirmação «os chineses são racistas», de Macau ou doutro sítio. Tal generalização seria, em si mesmo, racista.

Aliás, é grande a generosidade e a simpatia do povo chinês, quer da China continental quer dos chineses de Macau. Como o racismo não é uma tendência natural dos seres humanos, nem em sociedades onde se sente muito o racismo os racistas são, sequer, a maioria.

Mas cada racismo tem uma configuração, e perceber o problema é algo que creio interessar a todas as pessoas de bem duma sociedade.

Descartar este assunto dizendo que «há racistas em todo o lado do mundo» ou que «também há portugueses racistas» são thought-terminating clichés que infelizmente encerram muitas conversas sobre este problema.

Sabemos que a pervasividade do racismo não é a mesma em todo o lado do mundo, que a compleição do racismo não é a mesma em todo o lado do mundo, e que as sociedades não lidam com o racismo da mesma forma.

Estou inteiramente seguro que é inclusivamente do interesse das pessoas locais que não são racistas, essa maioria silenciosa, tomem conhecimento - será que eles sabem disto? - e que percebam o problema do racismo e discriminação dos seus compatriotas para que, sentindo eles vergonha do racismo local como eu sinto vergonha do racismo em Portugal, possam eles também fazer parte da acção para a mudança.

Além dos movimentos populares e associativos para o fim do racismo, importa também que o Governo de Macau tome para si essa missão. Claro que em Portugal e na União Europeia também há racismo, mas quando os governos nacionais e a Comissão Europeia se apresentam como tendo a missão de erradicar, poderemos ter a esperança de estarmos a caminhar para uma sociedade mais humanista.

The (European) Commission rejects and condemns all forms and manifestations of racism and xenophobia. They are incompatible with the values and principles upon which the EU is founded. - Comissão Europeia

It’s not your fault  -  Good Will Hunting

Em todo caso, fica aqui o aviso aos portugueses: ser português inclui ser vítima de racismo. Racismo aberto. Racismo quotidiano. É difícil, é desolador, é triste  -  mas é verdade, infelizmente.

O racismo retaliatório que os portugueses sofrem nas suas ex-colónias é uma tragédia do mundo contemporâneo.

Algumas das vítimas, por sofrerem de white guilt e outras formas de dissonância cognitiva, consideram o seu tratamento merecido. Alguns portugueses sofrem mesmo de lusofobia. Assim, se a população local desconhece o problema e os seus efeitos, e a população vítima o nega (um exemplo seria uma vítima reagir violentamente a este presente texto) torna-se difícil expor o problema, e tratá-lo.

É um argumento vazio dizer que também há portugueses racistas. É uma afirmação inútil para compreender este problema, em que outros portugueses se encontram na condição de vítimas.

Um outro argumento pior que vazio, mas um autêntico buraco negro, é defender este status quo com a justificação de que os portugueses aqui foram racistas no passado: porque alguém em 1987 foi maltratado na função pública por um português não tem de maltratar um português agora que ele pede um BIR. Tal lógica é a razão de guerras de gerações que assolam todo o planeta e o impedem de ser o lar pacífico de todos os humanos.

Forget the past  - Nelson Mandela

Talvez isto só venha a ser resolvido no futuro duma série de televisão de ficção científica:

“Q” (JUDGE): How plead you, criminal?

DATA: Objection, your honor. In the year 2016, the new United Nations declared that no Earth citizen could be made to answer for the crimes of their race or forbearers.  -  in Star Trek TNG ep. 1

Infelizmente o Estado Português não faz nada por isso, a pretexto das relações económicas com países como a China, Moçambique ou Angola, onde um editorial assim expressa o prazer das dificuldades de Portugal:

Milhares de portugueses desesperados formam diariamente filas intermináveis nos Centros de Emprego e outros largos milhares ainda é noite e lá vão para Alcântara na tentativa esperançosa de conseguir um visto para Angola, a nova Terra da Promissão. O povo português é tradicionalmente um povo pobre, povo de olhar o chão para ver se encontra centavos, tostões ou cêntimos. (…) De repente acabou a teta da loba, secou, voltou ao que era, como sempre foi: país muito pobre. Quase dois milhões no desemprego para o resto da vida.  - in Jornal de Angola.

Em espírito, este pensamento de Angola tem a mesma estrutura do pensamento vingativo que existe em Macau.

É pena que o Estado de Portugal não reaja em defesa da sua diáspora. Se tomarmos como analogia da diáspora portuguesa a judaica, veríamos que Israel não deixa passar ataques dessa natureza.

Quando o Estado Português tolera ataques à humanidade por motivos económicos, tal como os portugueses sofrem maus tratos por necessidades económicas, então os portugueses deixam de ser humanos.


Isto pode melhorar

É pena que portugueses tenham de emigrar, e ir para sítios onde são maltratados. Espero que os portugueses que sejam vítimas de racismo tenham a força que a necessidade financeira lhes obrigou a aguentar os danos psicológicos causados pelo racismo, e que não deixem de falar disso nunca.

É importante não retaliar nem deixar que emoções de vingança venham ao de cima. Também isso seria justamente racista. Denunciar racismo não serve para invocar mais racismo. Ódios prolongados no tempo por vinganças históricas são uma das tristes manifestações da história humana.

Macau tem milhares de coisas positivas, milhares, e esta, que é negativa, tão fácil de resolver, estraga tanto. Macau teria muito a ganhar em ser um exemplo de verdadeira convivência  -  verdadeira mesmo, e não aquela da retórica governamental que na prática não se vê em lado nenhum.

Todos temos de participar para acabar com o racismo no mundo inteiro. Entretanto Portugal tem a ganhar com isto. Há racismo em Portugal e os portugueses podem crescer como pessoas ao viverem, enquanto não é resolvida, esta experiência.

Afinal de contas, podemos trazer para Portugal o resultado desta aprendizagem para que possamos tratar bem todas as pessoas do mundo que escolheram imigrar para Portugal e aí trabalharem e contribuirem para a nossa sociedade. Que os acolhamos e os integremos em Portugal, e que não deixemos haver mais racismo em Portugal.

Que os rigores que a nossa situação nos obriga nos façam melhores portugueses.

Que nos façam melhores pessoas.

Líderes do grupo "Nós Somos Igreja" excomungados


Segundo o Tiroler Tageszeitung, os líderes do grupo "Nós Somos Igreja", uma seita herética fundada na Áustria que se afirma católica mas que pretende subverter os princípios defendidos pela Igreja, o casal Gert e Martha Holzer, foram excomungados e o Papa Francisco já tem conhecimento da situação. Os dois líderes da seita que promove o esquerdismo, o homossexualismo, o feminismo, enfim, reformas liberais para a Igreja (coisas que não tarda muitos os próprios "católicos progres" vão também exigir), cometeram o supremo sacrilégio de simular uma missa, coisa que até faziam regularmente em casa com direito a uma falsa Eucaristia, o que é um delito muito grave no direito canónico, punido por latae sententiae (excomunhão). Martha, de 67 anos, quando soube que eles foram excomungados disse que ficaram "imensamente chocados" (não sabe ela que a simulação de um sacramento dá pena de auto-excomunhão? Eu é que não sei como é que eles não foram excomungados mais cedo!). O bispo de Innsbruck, Manfred Scheuer, declarou que os Holzers são os próprios responsáveis pela sua auto-excomunhão (mais nada!). O mesmo bispo disse também que a excomunhão "nunca é uma vitória, mas sempre uma derrota para a Igreja".
Pois é, o Papa Francisco, mesmo sendo tão bonzinho como parece querer demonstrar ser, nada pode fazer contra isso, o que é um enorme alívio! Agora para todos os efeitos já existem menos dois católicos da treta neste mundo.

Padre salvou Celine Dion


Sim, é verdade. A mãe da cantora canadiana, Thérèse, uma dona de casa, não queria que Celine nascesse porque ela já era a sua 14.ª criança. Foi a um padre dizer isso e o sacerdote disse-lhe que abortar é um grave pecado, e que a Igreja Católica não aceita o aborto. Thérèse recuou na sua decisão e hoje temos a Celine Dion entre nós, ela que é uma maravilhosa cantora. A própria cantora já chegou a afirmar em 2001 que a sua vida foi salva precisamente por um padre cujo nome não foi revelado.


Muitas pessoas estão muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças de África onde muitas delas morrem de fome, e assim por diante. Muitas pessoas também estão preocupadas com toda a violência neste grande país que são os Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas muitas vezes estas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão a ser mortos pela decisão deliberada das suas próprias mães. E isso é que é o maior destruidor da paz hoje - o aborto que coloca as pessoas em tal cegueira (Madre Teresa de Calcutá, nos Estados Unidos, sobre o aborto).

Maldição de Guttmann em 1963: O Benfica voltará a ser Campeão Europeu

Afinal a maldição é outra. Guttmann desejava que o Benfica fosse campeão europeu. E percebendo a personalidade de Guttmann - não era hipócrita, falava com o coração e fora de competição era sincero - desejava mesmo!


A entrevista de Cruz dos Santos foi publicada em 6 de Abril de 1963. Teve honras de chamada na 1.ª página e ocupou toda a página 5. Béla Guttmann vivia em Roma e ia a caminho de Montevideu para treinar o CA Peñarol. Aquando da entrevista, o Glorioso Benfica tinha eliminado o FK Dukla de Praga (quartos-de-final da Taça dos Clubes Campeões Europeus) em 3 de Março e nesse sábado (6 de Abril de 1963) derrotou, por 6-2, na 23.ª jornada (em 26) o Vitória SC Guimarães, na saudosa Luz. Faltavam três jornadas (seis pontos) para o Glorioso recuperar o título de campeão nacional perdido em 1962 por... Guttmann. O SLB tinha três pontos de vantagem para o FCP após a 23.ª jornada. Na 26.ª tinha oito! Aliás conquistou o título na 25.ª!


Guttmann desejava que o Benfica fosse campeão europeu já em 1963. Com Riera como treinador do Benfica, Guttmann que conhecia bem o Benfica e o AC Milan considerava que o Benfica era favorito! E era. Foi a única final da mais importante competição da UEFA, das sete disputadas, em que o Benfica era favorito. E colocou-se em vencedor, deixou o AC Milan empatar num contra-ataque e depois quando procurava reagir, aquele pontapé, por trás, por volta da hora de jogo, de Pivatelli (n.º 7) em Coluna deitou tudo a perder.


Na Taça dos Clubes Campeões Europeus, o Benfica preparava-se para jogar em 10 de Abril, na "Banheira: De Kuip", frente ao campeão holandês SC Feijenoord (era assim à portuguesa o nome do Feyenoord) a 1.ª mão das meias-finais. Depois de 0-0 em Roterdão, em Lisboa, a 8 de Maio, o 3-1 deu acesso à terceira final consecutiva. A tal que Guttmann desejava (e acreditava) que o Benfica venceria. O outro finalista (AC Milan) frente ao campeão escocês, Dundee FC, começaria mais tarde - 24 de Abril - em Milão (V 5-1), mas "despachou-se" mais cedo - 1 de Maio - com o campeão da Escócia a vencer por 1-0. Eram assim os encontros - desencontrados - nas competições europeias num tempo em que não havia aviões alugados para delegações e grupos excursionistas!


Obrigado Guttmann por respeitares o Benfica e o Benfiquismo. 


Alberto Miguéns

Fonte: Em Defesa do Benfica

Porra, é a música oficial da selecção nacional!!

A Federação Portuguesa de Futebol divulgou o vídeoclip da música oficial da selecção nacional para o Mundial do Brasil, intitulada "Vai Portugal" e interpretada pela cantora Kika.

video

Mas que mal é que nós portugueses fizemos? Socorro!!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Tony Carreira premiado nos World Music Awards


Nos World Music Awards, o cinquentão Tony Carreira, o delírio das senhoras e também de muita pitalhada, ganhou o prémio do artista português que mais vende no mundo.
Goste-se ou não do Tony Carreira, ou melhor, do António Manuel Mateus Antunes, aqui ficam os meus parabéns ao beirão!

video

Dentista brasileira assassinada

 
A dentista e empresária brasileira Luana Camargo, de 28 anos, e o seu marido Marcos, de 40, ambos naturais de São Paulo, abriram a clínica dentária Odonto Riso em Setembro passado em Lisboa. Após ter pedido o divórcio a Marcos depois de 7 anos de casados, Luana escreveu o seguinte no Instagram: "Não tenha medo da mudança. As coisas boas vão-se para que outras melhores possam vir". Quatro horas depois, foi brutalmente assassinada à facada pelo marido no gabinete da clínica, que fica na movimentada rua Augusta, onde estavam funcionários e clientes. Marcos dirigiu-se depois para uma esplanada a poucos metros e bebeu um café enquanto esperava pela polícia. Segundo alguns amigos e colegas de Luana, Marcos "era uma pessoa violenta, que não tinha emprego e vivia às custas" da vítima. "Ele gostava era de ginásio, era só músculos. Trabalhou como segurança na noite", disse um amigo. Luana é a 18.ª mulher morta em Portugal desde o início do ano, a maioria em casos de violência doméstica.

Imigrante herói


No dia 26 de Novembro do ano passado houve um incêndio provocado por um curto-circuito num apartamento na rua de Moçambique, em Olival Basto, Odivelas, durante a madrugada. Duas pessoas morreram e só não morreram outras duas porque um imigrante da Guiné-Bissau de nome Luís Enjai, de 54 anos, subiu à janela, retirou das chamas uma menina de 10 anos e a sua mãe e trouxe-as para baixo. "Salvei a Mónica como se fosse minha filha. Gritei com a mãe para ela confiar em mim e largar a filha. Ela não queria. Acabei por salvar as duas", disse Luís, um desempregado que é pai de cinco filhos, sendo um deles adoptivo porque é órfão. "Fazia tudo da mesma maneira. Não me lembro de ter medo. Apenas queria que a minha vizinha confiasse em mim. Às vezes penso que podia ter morrido, mas eu também já tenho 54 anos, já vivi muito, e aquela menina e a mãe ainda tinham muito para viver", acrescentou. "A menina já não vive ao pé da minha família, mas quando me vê dá-me sempre um beijinho".
Depois ainda há quem diga que todos os imigrantes que vêm de África não prestam... Este Luís é a prova de que não se pode generalizar. Antes um Luís destes que dois brancos que nada fariam para salvar alguém. E, já agora, arranjem-lhe um trabalho, se faz favor.

A ranhetice esquerdista saiu à rua em França

 
Eles eram socialistas, eles eram comunistas, eles eram ecologistas, eles eram sindicatos de estudantes, jovens e adultos, brancos e pretos, árabes e monhés, tudo ranhetice do esquerdume anti-democrática que marchou um pouco por toda a França (Lyon, Toulouse, Estrasburgo, Marselha e também outras cidades) contra a Frente Nacional (FN), o partido vencedor das eleições europeias nesse país. Segundo a polícia eles foram menos de 4500, mas para as organizações a manada atingiu os 8000. "A juventude aborrece a Frente Nacional", "F de fascista, N de nazi" ou ainda "Primeira, segunda, terceira geração: nós somos todos filhos de imigrantes" (e a FN é contra os imigrantes desde quando?) foram alguns dos slogans.
Como essa esquerdalha é tão anti-democrática! Quando ganha quem nós queremos, a democracia é porreira; quando não ganha, a democracia já é uma porra... Enfim, esquerdalhos, calem-se e chupem!

A modelo do vitiligo

 
Chantelle Brown Young é o nome artístico da modelo Winnie Harlow, de 19 anos. A jovem está a chamar a atenção no mundo da moda pela beleza e pela diferença: ela tem vitiligo, uma doença caracterizada pela despigmentação de pele. Canadiana de origem jamaicana, Chantelle afirma que chegou a ser vítima de discriminação durante a sua infância e confessa que já chegou a pensar no suicídio. Hoje cumpre o sonho de tentar ser uma top model da América.
 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

E a mulher mais sexy do mundo é a...

 
... Candice Swanepoel. A modelo sul-africana de 25 anos, afrikaner de ascendência holandesa, é uma das embaixadoras da marca Victoria's Secret e, para além do afrikaans, é fluente em português porque namora com o manequim brasileiro Hermann Nicoli. Atrás dela ficaram a actriz norte-americana Jennifer Lawrence, a actriz e top model Kate Upton e a cantora norte-americana Christina Aguilera. O segundo lugar foi para a actriz Scarlett Johansson, seguido pela cantora norte-americana Katy Perry e a manequim russa Irina Shayk, namorada de Cristiano Ronaldo.

Uma mulher e dois tigres

video
 
Janice Haley é uma mulher norte-americana da Flórida que em vez de ter cães ou gatos como animais de estimação em casa tem dois tigres de Bengala. Tudo começou há cerca de 20 anos atrás quando Janice, que tem um curso de treino com tigres, levou para casa o tigre Chuffer, que morreu em 2007. Em 2002, Janice comprou Janda, uma tigreza que, com 12 anos de idade, pesa 180 Kg. Para substituir Chuffer, Janice adoptou Saber, que tem agora 7 anos e pesa 270 Kg.
Este casal sul-africano também tem, ou pelo menos tinha, um em casa...

Tesouro californiano

video

Um casal da Califórnia (EUA) descobriu moedas de ouro enterradas no seu quintal no início de Março. Tudo graças ao seu cão que escavou e desenterrou oito garrafas de metal com 1400 peças de ouro num valor estimado de 10 milhões de dólares (7,35 milhões de euros). O casal pôs as peças à venda num leilão e já se tornou milionário. Segundo o jornal San Francisco Chronicle, o tesouro poderá ter sido roubado há mais de um século atrás à Casa da Moeda de São Francisco.
Se fosse em Portugal, talvez o Estado teria logo posto as mãos no tesouro...

Um grupo nacionalista europeu

 
Está próximo a criação de um grupo nacionalista internacional no Parlamento Europeu. A vencedora de França, Marine Le Pen, conseguiu para já reunir partidos nacionalistas de cinco diferentes países: Frente Nacional (França), Partido da Liberdade (Holanda), Partido da Liberdade da Áustria, Liga Norte (Itália) e Vlaams Belang (Flandres, Bélgica). Juntos representam 38 assentos parlamentares e precisam agora de mais dois partidos para alcançarem o mínimo de sete países, permitindo assim formar um grupo político e dar mais peso às intervenções de Marine Le Pen. "Vejam só as caras sorridentes que têm diante de vocês e entendam que não temos qualquer inquietação sobre a constituição deste grupo. Daqui a três semanas vamos apresentar-vos um grupo bonito e bem constituído", garantiu a francesa. "Eu sou francesa. Defendo o direito de cada uma das nações a ser livre. De não estar alinhada com qualquer outro país. A não receber ordens de outro país", afirmou. "A consequência da estupidez do comportamento da União Europeia de hostilidade em relação à Rússia é juntar esta à China, com a qual acaba de celebrar um contrato gigantesco e histórico, se não estou em erro, de 300 mil milhões de euros", acrescentou, dizendo que a Europa está a fazer "um erro geopolítico (e) um erro geoestratégico enorme".
Não é a primeira vez que os partidos nacionalistas europeus tentam organizar-se num grupo, mas a experiência não foi bem sucedida por causa das divergências que têm (lá está, o nacionalismo não é igual para todos; não se pode misturar nacionalistas de Direita com os do esquerdume). Seja como for, é sempre um bom princípio. A bem da Europa.

Mais 400 ilegais em Melilla

 
Houve mais uma forte tentativa de assalto em grupo em Melilla, uma cidade espanhola no norte de África que faz fronteira com Marrocos, envolvendo cerca de 1000 imigrantes ilegais e que conseguiu fazer com que cerca de 400 deles conseguisse com sucesso entrar em território espanhol.
Pelos vistos esses africanos também são ilegais nas suas próprias terras, tanto assim é que têm que fugir para o pé dos ocidentais (brancos)! Se as cercas fossem electrificadas ou se a Guardia Civil Espanhola atirasse a matar sempre que algum ilegal se atrevesse a entrar no mundo ocidental, como faziam os comunas alemães ou os norte-coreanos a quem quisesse fugir das suas terras para a "terra prometida" do capitalismo, de certeza que a fronteira já assustaria muita gente! Mas se a África é dos africanos e, como tal, os brancos foram corridos de África depois da "bendita" descolonização, porque é que querem tanto os africanos a Europa se a Europa é dos europeus? Porque é que os esquerdistas, que promoveram a descolonização com o direito à expropriação e assassínio de europeus que produziam riqueza em África, não só assobiam para o lado perante o passado como ainda têm a lata de apoiar a avalanche imigratória desenfreada que está a dar cabo da Europa, chamando "racistas", "xenófobos" ou "nazis" a todos aqueles que denunciam os problemas graves de tal situação, sendo muitos deles as próprias vítimas disso? As consequências estão à vista e só o mais crónico esquerdista é que teima em manter-se estúpido e desejoso da destruição da Europa, e do Ocidente em geral, porque deve ainda estar à espera de sofrer verdadeiramente à pala disso para eventualmente se arrepender amargamente de ter nascido para prejudicar os outros. O crescimento do nacionalismo na Europa é apenas a consequência desta merda. Semearam ventos, agora colhem tempestades!

Alemanha: turco agrediu enfermeira porque havia demasiados crucifixos no hospital


No Hospital St. Josef, em Schweinfurt, Alemanha, um turco de 48 anos com uma gripe insultou e agrediu uma enfermeira, chamando-lhe "cadela", "puta" e "fascista" porque no estabelecimento havia muitos crucifixos nas paredes (é um hospital católico, de que é que a merda do muslo estava à espera??). Da agressão verbal passou à física. O pessoal do hospital chamou a polícia e o alógeno acabou por ser detido, vindo-se a saber que ele afinal não tinha documentos de identificação. Para além disso, estava desempregado já há muitos anos (mas porque é que o parasita não voltou então para a Turquia??). Será acusado por difamação e permanência ilegal em território federal.
Os muçulmanos não crêem na divindade de Jesus Cristo e para eles as imagens religiosas são ofensivas porque são "idolatria" (neste aspecto são iguais aos hereges protestantes). Assim torna-se mesmo difícil, só para não dizer impossível, agregar muçulmanos na civilização ocidental que foi moldada pelo Cristianismo. E depois continuam os inúmeros histéricos dos esquerdistas, amantes do multiculturalismo apátrida e dos intolerantes muçulmanos, cada vez mais em pânico por causa do crescimento dos partidos nacionalistas um pouco por toda a Europa, como as recentes eleições europeias vieram a comprovar...

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Macau: manifestação contra o regime de garantias

 
Houve aqui em Macau uma concentração de manifestantes à frente da Assembleia Legislativa (AL) contra a proposta de lei que cria um regime de garantias para os ex-governantes da AL (um pacote de benefícios para o chefe de Executivo e titulares de outros principais cargos antes, durante e depois do exercício de funções), a maior manifestação local desde 1959. A votação da proposta acabou por ser suspensa mas não reprovada, pois apenas quatro deputados, entre eles o português José Pereira Coutinho, votaram a favor da retirada da mesma. Cerca de 7000 pessoas gritaram palavras de ordem como "lixo", cantaram uma mítica canção em cantonês da banda hongkie Beyond, "A Brighter Future", e pediram a demissão do chefe do Executivo, Fernando Chui Sai On. "O governo deve respeitar a opinião dos manifestantes. Se continuar a forçar a aprovação desta proposta vai criar a imagem de um governo corrupto (jura?!)", apontou Ng Kuok Cheong, um dos deputados da AL que estão contra a proposta. A própria agência oficial chinesa, a Xinhua, questionou a proposta de lei perguntando porque é que ela está a gerar tanta controvérsia e porque é que não foi submetida a consulta pública. "É difícil atingir o consenso porque há muitas vozes na sociedade. Atrasaria o processo e seria infrutífero", respondeu assim a segunda comissão permanente da AL.
 

Apesar de ter sido suspensa, a iniciativa pode voltar a ser tomada caso o governo decida insistir naquilo que o manifestante Sulu Sou, um dos principais representantes do protesto, qualificou de "lei gananciosa". Chui Sai On "não é um bom governante" e "só se preocupa com dinheiro para si mesmo", disseram os manifestantes em declarações ao jornal Ponto Final. O dinheiro que o governo dá todos os anos aos residentes de Macau (9000 patacas este ano, ou seja, quase 900 euros) já não chega para calar as vozes críticas (se calhar é preciso passar a dar mais dinheiro à malta). "Acha que isso é bom? Dar dinheiro mas não construir um hospital, não lidar com a escalada de preços no mercado imobiliário?", perguntou a senhora Leong. "Se não protestar hoje, viverei para sempre arrependido", afirmou um manifestante que não quis ser identificado.

 
Há quem acredite que esta manifestação foi apenas o pontapé de saída para outras futuras. De acordo com Miguel Senna Fernandes, advogado e presidente da Associação de Macaenses, "esta é a primeira de várias bolhas que irão rebentar dentro dos próximos tempos. A próxima grande bolha a rebentar vai ser no imobiliário e aí vai ser um descalabro". O governo central (de Pequim), ainda segundo Miguel Senna Fernandes, "quer uma 'democracia' controlada. Deixa-te dizer o que te apetece desde que ele conheça até onde possas ir. Pois se ele não souber, pura e simplesmente desapareces".
 
 
Enfim, Macau sã assi...

Angola: mais um português assassinado

 
Em Viana, nos arredores da capital angolana, um português de 48 anos que estava com a sua namorada foi espancado e esfaqueado até à morte num assalto que envolveu seis elementos. O casal estava a conversar quando foi abordado. Com um canivete, a vítima "conseguiu libertar a namorada, e foi depois agredido mortalmente pelos marginais, com um ferro e uma faca", disse o porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, Mateus Rodrigues, que acrescentou que os suspeitos já foram todos detidos.
Pois é, Angola é a terra do futuro, das oportunidades e tal... e os tugas que para lá vão estão por sua conta e risco. Um dos comentadores da edição online do Correio da Manhã perguntou o que é que seria se em vez de ser um branco assassinado em Luanda fosse um preto assassinado em Lisboa. Um outro escreveu que o que não falta em Portugal são angolanos e que "ainda só vamos em Maio e já lá vão três portugueses assassinados"...

Noruega: mulher mata-se depois de ter sido violada por alógenos

 
No bairro de Akerselva, na capital norueguesa, uma mulher foi agredida e brutalmente violada por dois imigrantes negros e muçulmanos provenientes da Nigéria na noite de 26 de Junho do ano passado. Segundo consta, a polícia não acreditou na queixa apresentada pela mulher e esta, que descreveu detalhadamente o sucedido no hospital e foi posteriormente encaminhada para um serviço de psiquiatria, acabou por se matar em Dezembro último. Os dois alógenos acabaram por ser detidos, tendo negado no início o crime que cometeram até surgirem as provas do DNA que confirmaram o mesmo. Cada um deles foi condenado a quatro anos e três meses de cadeia. Só é pena que a mulher, que foi apenas e só mais uma vítima da imigração muçulmana e africana criminosa, não tenha chegado a ver o desenlace do caso. Admirem-se depois porque é que o nacionalismo cresce triunfante...

Paquistão: jovem duplamente violada em grupo

 
Em Lahore, no Paquistão, uma rapariga de 19 anos foi violada por um grupo de muçulmanos na zona industrial de Quad-I-Azam. Segundo a vítima, dois dos homens que a violaram eram polícias. Como a polícia recusou-se a tomar uma medida em relação ao caso, a jovem decidiu apresentar uma queixa contra os agentes. Alguns dias depois, foi informada que tinha que se apresentar na esquadra de Lahore porque foi aberto um inquérito. Assim que chegou à estação de metro de Kalma Chowk, cinco dos mesmos violadores apareceram e violaram-na de novo, enfiando-lhe o formulário da queixa dentro da vagina. Uma fonte do Hospital Jinnah garantiu que a vagina da rapariga ficou seriamente lesionada.
Em Lahore tem havido uma onda de violações que passam ao lado dos média e das ONG's de defesa dos Direitos Humanos, vá-se lá saber porquê. Muito possivelmente a rapariga não é muçulmana e sabemos todos muito bem que para os muçulmanos as mulheres "infiéis" são presas legítimas para a violação...

Uma Índia forte


O novo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi (नरेन्द्र मोदी), prometeu construir uma Índia forte depois de ser empossado numa cerimónia que contou com a presença de líderes regionais. "Eu, Narendra Damodardas Modi, juro em nome de Deus lealdade e obediência à Constituição da Índia (...) prometo manter a soberania e a integridade da Índia e desempenhar as minhas funções de primeiro-ministro com lealdade e conscientemente", declarou em hindi numa cerimónia conduzida pelo presidente Pranab Mukherjee. Modi, de 63 anos, do partido nacionalista hindu Bjaratiya Janata Party (BJP), obteve a maioria absoluta, pela primeira vez nos últimos 30 anos, na câmara baixa do parlamento nas legislativas, com a promessa de criação de empregos e relançamento do crescimento. "Juntos vamos escrever um futuro glorioso para a Índia (...) Vamos sonhar, em conjunto, com uma Índia forte, desenvolvida que, com a comunidade internacional, trabalha activamente para reforçar a paz no mundo", disse. O primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, líder da Liga Muçulmana do Paquistão, também esteve presente na cerimónia, acreditando que esta era "uma óptima ocasião" para tentar relançar as relações entre os dois países rivais, ambos potências nucleares. "Os dois países deviam livrar a região da instabilidade que nos afecta há décadas", afirmou Sharif.

Morreu o homem mais gordo do mundo


Morreu o mexicano Manuel Uribe Garza, considerado o homem mais gordo do mundo (entrou para o livro do Guinness em 2007), devido a complicações renais. Garza, de 48 anos, chegou a pesar meia tonelada antes de conseguir reduzir o peso para 394 quilos apesar de ter continuado a viver numa cama. A sua mãe, Otília Garza, disse à agência noticiosa Efe que o falecimento do seu filho foi uma surpresa para a família. "Ele era muito positivo, aproveitava tudo e estava a planear a sua festa de aniversário, pensava fazer uma carne assada", relatou.

terça-feira, 27 de maio de 2014

O Papa Francisco, o ecumenismo, o Holocausto e o celibato dos padres


Depois de ter visitado juntamente com os argentinos Abraham Skorka, um rabino, e Omar Abbud, o líder da comunidade islâmica argentina, a Esplanada as Mesquitas, o terceiro lugar mais importante para a seita muçulmana, e o Muro das Lamentações, o lugar mais sagrado do Judaísmo, o Papa Francisco voltou a agarrar-se à ideia do ecumenismo anticristão e convidou as pessoas dos três diferentes credos para serem "agentes da paz e da justiça". No museu dedicado às vítimas da Segunda Grande Guerra, o Memorial Yad Vashem, o Sumo Pontífice pediu para que "nunca mais se permita um horror como o do Holocausto, uma monstruosidade e um pecado de que os homens se devem envergonhar", e beijou as mãos de sete sobreviventes num acto muito simbólico e na presença do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e do presidente Shimon Peres, que aceitaram o convite do Papa para rezarem pela paz no Vaticano no dia 6 de Junho. "O presidente aceita o convite do Papa Francisco, sempre apoiou e vai continuar a apoiar qualquer iniciativa para promover a causa da paz", afirmou uma fonte próxima de Shimon Peres à agência EFE. Também o presidente da autoridade palestiniana, Mahmoud Abbas, aceitou o convite, confirmou o chefe das negociações da Palestina à AFP. No vôo de regresso a Roma, o Papa criticou o "sistema económico desumano" que causa níveis de desemprego jovem, classificando-o como uma "cultura de exclusão". "Excluem-se os idosos, também com a eutanásia oculta, os medicamentos só dão até um certo ponto", acrescentou. Esta "é toda uma geração de pessoas que não estuda nem trabalha", frisou e considerou que "esta cultura de exclusão é gravíssima. Não apenas na Europa, mas na Europa sente-se com força". E, em resposta a uma carta escrita por 26 mulheres que viveram ou vivem relações com sacerdotes, e que pretendem fazê-lo às claras, a solicitar a revisão da regra do celibato, instituída em 1139 pelo Concílio de Letrán, o Papa argentino admitiu que "a porta está sempre aberta" para tratar do tema. "O celibato não é um dogma de fé, é uma regra de vida, que aprecio muito e creio que é uma oferta à Igreja", disse, ao mesmo tempo que lembrou que há padres casados na Igreja, como os membros das igrejas orientais em comunhão com a Santa Sé (ou mesmo ex-pastores e bispos protestantes casados que se converteram ao Catolicismo, tendo sido aceites como excepções).

Karate girl kicks ass

Um matulão tentava rebocar o carro a uma jovem karateca mas esta mostrou que não papava grupos, nem mesmo a lei (se é que o homem tinha razão). "Do you wanna fight me?" (Quer lutar comigo?), perguntou-lhe a asiática. "Vim aqui com o meu colega rebocar o carro e ela começou lá com o Hong Kong chop suey shit por todo o lado", disse o homem à polícia...
 
video

Mais uma vítima do «bullying» virtual


A jovem universitária do primeiro ano de Biologia Alyssa Funke, de apenas 19 anos, matou-se depois de ter sido humilhada na Internet. Tudo começou quando a rapariga foi admitida na Universidade de Wisconsin e, como não tinha como pagar a frequência do curso, meteu-se no website Casting Couch-X, um programa que paga a maiores de idade aspirantes a uma carreira na indústria pornográfica pelos vídeos que fazem. Mesmo usando uma identidade falsa, Allysa acabou por ser descoberta pelos seus ex-colegas do liceu onde estudou e passou a ser alvo de chacota no Facebook e no Twitter. Chamavam-lhe "prostituta" e diziam que ela "aceitava dinheiro em troca de sexo". Tal conduziu-a a uma depressão e consequentemente ao suicídio. No passado dia 16 de Abril, enquanto passeava num barco com o seus tios em Stillwater, no Minnesota, Alyssa matou-se com um tiro de caçadeira.
Enfim, mais uma vítima do bullying internético.

Candidatos às europeias na Alemanha e na Bélgica

Uma equipa forte para Duisburgo
Quantas mulheres com o véu na cabeça podemos nós contar na foto de cima? Sim, isso é na Alemanha, mais precisamente em Duisburgo. E que dizer dos nomes que podemos ler nas seguintes listas dos partidos na Bélgica?
 
Partido Socialista: Yvan Mayeur, Faouzia Hariche, Karine Lalieux, Philippe Close, Mohamed Ouriaghli, Ahmed El Ktibi, Pascale Peraïta, Fatima Abid, Mohammed Boukantar, Sevket Temiz, Mounia Mejbar, Mustapha Amrani, Jean-Marie Amand, Rebecca Overloop, Khalid Zian e Naima Maati

CDH (Centro Democrático Humanista): Bertin Mampaka Mankamba, Said El Hammoudi, Christian Ceux, City Joëlle Milquet, Hamza Fassi-Fihri, Mohamed El Hamrouni, Didier Wauters, Fatima Moussaoui e Yusuf Ergen

ECOLO (Verdes Francófonos): Marie Nagy Patino, Zoubida Jellab, Catherine Lemaitre, Liesbet Temmerman e Michaël François

FDF (Democratas Federalistas Francófonos): Fabian Maingain e Amina Derbaki Sbaï
 
Groen (Ecologistas Flamengos): Bart Dhondt e Malika Abbad
 
Daqui a 10 anos pode ser que as coisas estejam muito mais diferentes...

Que nacionalismo cresce na Europa?

O súcia François Hollande
O bardamerda inútil do François Hollande, o presidente francês socialista, instado a comentar sobre as projecções que davam a vitória à Frente Nacional (FN) nas eleições europeias (os socialistas ficaram atrás da FN e da UMP), disse que "A União Europeia é ilegível e deve retirar-se das áreas de onde não é necessária. A Europa, tornou-se ilegível, distante, incompreensível, mesmo para os Estados". "Isto não pode continuar, a Europa deve ser simples, clara, para ser eficaz onde se espera que o seja e para que retire de onde não é necessário", acrescentou. O súcia constatou que "a União Europeia conseguiu ultrapassar a crise na zona euro, depois de ter estado próxima do fracasso, mas a que preço: o da austeridades, que acabou por desencorajar os povos" e prometeu que "a prioridade é o crescimento, o emprego, o investimento". "A Europa não pode avançar sem a França, mas o futuro da França é na Europa". E garantiu: "Eu sou europeu, o meu dever é o de reformar a França e de reorientá-la para a Europa".

Marine Le Pen e Geert Wilders
Coitado do Hollande, esse fiasco incompetente e aldrabão, que vê agora a Marine Le Pen a dar-lhe forte e feio. A FN passou de 3 a 24 deputados, sendo de facto o partido vencedor em França. Não fosse a merda do socialismo e a Europa certamente que estaria bem melhor agora, sem a necessidade da ascenção dos extremistas, mas pronto, quiseram assim e a democracia fez das suas.

Vitória da Nova Aliança Flamenga
O nacionalismo triunfou na Europa nos ditos países ricos, ao passo que nos países intervencionados pela troika, como Portugal e Grécia, venceram os partidos de esquerda, sendo que na Grécia ganhou a esquerda radical Syriza, de Alexis Tsipras, e em Portugal os comunas da CDU conseguiram um "bom resultado". Na Bélgica, os nacionalistas flamengos da Nova Aliança Flamenga venceram as eleições, aproveitando-se muito certamente do declínio de outro partido nacionalista (e independentista) flamengo, o Vlaams Belang. "Os partidos separatistas registaram um certo recuo", sublinhou o presidente do PS francófono, Paul Magnette. Na Holanda, e contrariamente ao que estavam à espera, o Partido da Liberdade de Geert Wilders não ficou em quarto lugar mas sim em segundo, juntamente com o partido progressista D66. Na Áustria, a extrema-direita quase duplicou a sua votação nas eleições europeias, ficando em terceiro lugar. Nesse país, terra natal de Adolf Hitler, o partido fundado pelo nacional-socialista Jorg Haider, que morreu num acidente de carro, quase que desapareceu da cena política por ter só conseguido 0,5% dos votos. Na Alemanha, os nacionalistas do Partido Nacional Democrático (NPD), que estava constantemente a ser ameaçado de extinção, conseguiu pela primeira vez eleger um deputado para o Parlamento Europeu. Na Suécia, o partido dos Democratas Suecos (Sverige Demokraterna), que quer cortar em 90% os refugiados no país, conseguiu dois lugares com uma subida histórica, maior do que estava prevista nas sondagens, bem como o partido nacionalista Finlandeses Verdadeiros na Finlândia.
 
A neonazi Aurora Dourada
É preciso sempre ter muito cuidado na análise do nacionalismo. É que nem todos os partidos nacionalistas que estão a crescer na Europa são de Direita (coisa boa). Partidos como a Aurora Dourada (Grécia) ou o Jobbik (Hungria) são neonazis (nacional-socialistas, i.e., extrema-esquerda, uma coisa má). A própria Frente Nacional, que para mim tem tiques de nacional-socialista, absorveu o Partido Comunista de França. Já nos tempos do Hitler, 90% do Partido Nazi era composto por membros de esquerda depois de no último ano da república de Weimar as transferências de filiados entre o Partido Comunista Alemão e as SA, as milícias nazis, terem chegado aos 80% do conjunto dos membros de ambas as organizações. "Por que eu iria forçar essas criaturas a submeterem-se a uma disciplina rígida, da qual não conseguem escapar? Eles podem ter tantas terras ou usinas quanto querem, o importante é que o Estado, por intermédio do partido, decida quanto às acções e atitudes, pouco importando, assim, que sejam proprietários ou operários. Compreendem, agora, que tudo isso não significa mais nada? O nosso socialismo tem uma forma de agir mais profunda. Não modifica a ordem das coisas, não faz senão mudar as relações dos homens com o Estado (...) Que significado têm a partir de agora as expressões 'propriedade' e 'renda'? Porque teremos a necessidade de socializar os bancos e as usinas? Nós socializamos os homens!", afirmou Hitler acerca do socialismo defendido pelos nazis. Também no País Basco, os partidos pró-independência da região são nacionalistas de esquerda (quem afirmou isso foi uma deputada do Bloco do Esquerdume, Joana Mortágua): Aralar, Sortu e Eusko Alkartasuna, sendo que Sortu é herdeiro do Batasuna. Na Catalunha, o movimento independentista tem o apoio da Esquerda Republicana da Catalunha. Os nacionalismos dentro da nação espanhola (que para esses esquerdistas amantes do nacional-socialismo não se trata de uma nação porque a Espanha não é um Estado-nação) são de inspiração esquerdista. Segundo Henrique Raposo, do Expresso, o nacionalismo começou na verdade por ser uma invenção de esquerda contra a Europa aristocrata e imperial do século XIX. Depois, no século XX, o nacionalismo passou para a Direita, sendo que ainda hoje o termo nacionalismo é anexado, de imediato, ao termo "Direita" mesmo que esse nacionalismo seja do lado oposto. Bruxelas é vista hoje como o novo centro do "imperialismo", pelo que há muita esquerda que quer recuperar, e está a conseguir, o nacionalismo contra a "aristocracia" da União Europeia que oprime as nações.
 
Bruxelas, sede da União Europeia
O que difere a Direita da esquerda é que a primeira defende o capitalismo e o modelo conservador ao passo que a segunda defende o socialismo (marxismo) e o controlo estatal massivo. E, como a esquerda é sempre de evitar, não se pode desejar que a Europa, e o Ocidente em geral, um dia volte a sofrer os horrores tanto do comunismo como do nacional-socialismo.
 
Portugal, nação valente e imortal
O nacionalismo que aqui o dono deste blogue defende e sempre defendeu é o nacionalismo integral (e não o rácico ou étnico como defendem os nazis) teorizada por Charles Maurras e que influenciou António de Oliveira Salazar. O integralismo é uma doutrina política inspirada na Doutrina Social da Igreja Católica e é contra as doutrinas igualitárias e esquerdistas (maçónicas, i.e., pagãs) paridas pela Revolução Francesa. Em Portugal, o nacionalismo do Estado Novo - a única forma de nacionalismo que houve e que alguma vez haverá no país porque é a única que faz sentido - defende a protecção dos valores nacionais (História, tradição, cultura, costumes, a Igreja), a harmonia, a livre iniciativa e competição (característica da Direita), contra as greves e as lutas de classe (esquerdismos), e a união social. Curiosamente, hoje em dia, no Portugal abrilesco, já não existe mais aquilo que ainda havia antes da revolução dos cravos: a Pátria.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A ascenção do extremismo na Europa


Um pouco por toda a Europa verificou-se o sucesso do nacionalismo, o que está a deixar a escumalha dos esquerdistas apátridas tremendamente precupados. Em França, a Frente Nacional foi a grande vencedora (38 deputados). "Neste caso em particular (vitória da Frente Nacional), sim, penso que deveríamos estar inquietos face a estes desenvolvimentos no resto da Europa. É por isso que considero ser importante que a próxima Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o próximo Parlamento Europeu compreendam a mensagem segundo a qual existe um descontentamento crescente e tensões de diferentes tipos na Europa", defendeu William Hague, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, do Partido Conservador que foi ultrapassado pelo UKIP do eurocéptico Nigel Farage (36 eleitos). "É preciso uma União Europeia mais flexível, mais competitiva, menos centralizada". Na Dinamarca, o Partido Popular Dinamarquês, que é contra a imigração, ficou também em primeiro lugar, com 26,7% dos votos. Na Áustria, o FPÖ ficou em terceiro lugar (20,5% dos votos). Depois há também os eurofóbicos: os polacos do pequeno partido Congresso da Nova Direita entraram no Parlamento Europeu com 4 deputados, bem como os alemães da Alternativa para a Alemanha. Na Grécia, para variar, é o partido de extrema-esquerda Syriza, amigo do Bloco do Esquerdume, que levou vantagem sobre a Nova Democracia (da Direita) e os neonazis (esquerdistas) do Aurora Dourada, que ficou em terceiro. Em Portugal, o Partido Nacionalista Renovador conseguiu um crescimento absoluto de 2000 votos (e de percentagem acima dos 0,4%) face às Europeias de 2009. "Estamos a semear e os resultados vão-se fazendo notar. Assim sendo, apelo a que todos os que votaram em nós continuem a fazê-lo e mobilizem mais votação pois o nosso próximo objectivo começará a ser trabalhado desde já, cada vez mais suportado nos núcleos, e visa as Legislativas 2015!", escreveu assim José Pinto-Coelho no seu Facebook.
A democracia é mesmo assim. Viva a democracia!

Ganhou o PS, pois claro!

 
O povo português mostrou uma vez mais que tem memória curta e uma amnésia selectiva ao fazer o que sempre faz, isto é, penalizar o partido (ou os partidos) do governo votando no maior partido da oposição, no caso o PS, como se isso resolvesse os problemas. Com uma abstenção de 66,09% (viva a democracia que permite o "cagamento" para ela própria"...), os socialistas ganharam mas não de forma como esperavam (31,45%), elegendo sete deputados nas eleições europeias, mais um que os partido da coligação (27,71%). Os comunas elegeram dois deputados, o MPT (uma surpresa!) e o BE conseguiram ambos um (dados do DN). Os socialistas, uns mais eufóricos que outros, disseram que a Direita foi derrotada. "O governo chegou ao fim", garantiu António José Seguro. "Ganhámos e a Direita tem derrota histórica", garantiu Assis. António Costa disse que a vitória socialista "soube a pouco". Do lado da Direita, ou da falsa Direita, Marques Mendes afirmou que o PS não soube capitalizar o descontentamento. Marcelo Rebelo de Sousa disse que a coligação levou uma "sova monumental", Morais Sarmento sublinhou "votos de penalização" e Paulo Rangel assumiu a derrota, dizendo que não se tratou "duma vitória estrondosa" do PS, mas que mesmo assim os "resultados são interessantes". Da parte do governo, Pedro Passos Coelho sublinhou que "nem a vitória do PS foi tão grande como se prognosticou, nem a derrota da Aliança Portugal foi tão folgada como foi anunciada", adiantando que "aqueles que julgavam que as eleições europeias seriam um plebiscito em relação ao governo e que o resultado das legislativas seria hoje (ontem) decidido mostraram estar profundamente equivocados". Já Paulo Portas sublinhou que "estes resultados incidem num terço do colégio eleitoral" e que "o PS terá ganho com uma percentagem que andará pelos 32%", aconselhando "prudência" aos adversários. "Para quem pediu uma maioria absoluta, que pretendeu fazer destas eleições europeias uma primeira volta das legislativas e que até apresentou um programa de governo não me parece que seja razoável qualquer triunfalismo".
Não vou perder o meu tempo a falar agora aqui da restante esquerdalha porque seria uma simples perda de tempo.

Mulher mata as suas três filhas bebés

 
Na Califórnia, EUA, Carol Coronado, de 30 anos, matou as suas três filhas bebés à facada. Antes de cometer o crime, Carol ligou para a sua mãe avisando-a que estava a enlouquecer, e a avó das crianças foi para o local assim que pôde, tendo-se deparado com a Carol sem roupa e com uma faca na mão aos lado das três netas já sem vida. "Ela matou as minhas filhas", gritou o pai, Rodolfo Coronado, que estava perto de casa a reparar o carro quando o crime aconteceu. Carol tentou matar-se logo de seguida. Acabou detida e foi transportada para o hospital.
Paz às almas das pobres crianças.

FCP quer Jesus fora do Benfica

 
Pelo menos é isso que diz o Correio Sport. Pinto da Costa ter-se-á reunido com o empresário Jorge Mendes, que sugeriu Lopetegui para o comando dos dragões, para que colocasse o técnico da Amadora no estrangeiro. Já agora, como estamos na silly season, Jorge Jesus já terá sido contactado pelo AC Milan, informou o jornal italiano Il Corriere della Sera. "Tenho um ano de contrato e estou num dos maiores clubes da Europa em termos de história e desportivos. Acreditaram sempre muito em mim e estou muito agradecido", disse Jorge Jesus antes de assistir à final da Liga dos Campeões no Estádio da Luz. "No futebol há muitas coisas que mudam. Não quero dizer que fico para depois ir embora amanhã. Mas posso dizer que estou de corpo e alma no Benfica", asseverou.
Se a notícia do CRAC for mesmo verdade então só prova que realmente o CRAC é um clube reles. Mas espera lá, onde é que está a novidade??

Benfica de Macau esmaga Kei Lun

 
O Benfica de Macau segue firme na liderança da Liga Elite. Na 14.ª jornada, os encarnados do território despacharam o lanterna vermelha Kei Lun por 8-0, golos apontados pelo português Nicolas Torrão (hat-trick), pelo brasileiro William Gomes (bis) e pelos macaenses de nacionalidade portuguesa Vinício Morais Alves (bis) e Iuri Capelo. O Sporting venceu o Lai Chi por 4-1, o Ka I bateu o Chau Pak Kei igualmente por 4-1 e o Monte Carlo venceu por 3-1 os Sub-23. A Polícia folgou.

domingo, 25 de maio de 2014

Papa quer solução para o Médio Oriente


O espectacular Papa Francisco está em Amã, na Jordânia, onde apelou à urgência duma solução pacífica e justa para a Síria e a Terra Santa. Na sua primeira visita ao Médio Oriente, o Sumo Pontífice quer apostar no ecumenismo (diálogo inter-religioso) como forma de "aproximar campos políticos irreconciliáveis" e provar que a religião não é "um factor de ódio" (o islão que o diga!). "A liberdade religiosa é um direito fundamental e nós esperamos que esta seja tida em consideração em todo o Médio Oriente. Tal (liberdade) inclui a liberdade individual e colectiva de seguir a sua própria consciência em matéria religiosa: ou seja, a liberdade de culto, a liberdade de escolher a religião que cada um acredita ser verdadeira e de expressar publicamente a própria fé", sublinhou o Papa perante o rei Abdullah II da Jordânia, antes de se dirigir para o rio Jordão, onde Jesus Cristo foi baptizado. Seguirá, depois disso, para Belém, na Cisjordânia.

"A União Europeia vai destruir a Europa"


José Gil considera que a União Europeia não existe no sentido de criar uma nação europeia: "Se olharmos para a Europa no estado actual é o contrário: uma desunião." Daí que o filósofo nunca tenha acreditado "na maneira como a união política, através de normas e tratados, se estava a operar". Por essa razão afirma: "Estou convencido de que a União Europeia vai destruir a Europa."

Segundo o filósofo, o que se tem vindo a fazer na construção europeia não é uma unidade específica própria: "Não se vai a tempo de corrigir o rumo. Vai-se a tempo de corrigir é o rumo que desde o princípio enviesou para uma direcção pior do que aquela que se esperava, a de culminar num Estado político unitário europeu." 
Para José Gil, o provável crescimento da extrema-direita e da extrema-esquerda na representação no Parlamento Europeu não está a ter resposta suficiente: "Vejo pouca reacção e pouco desejo de afirmação da democracia por parte dos democratas europeus relativamente a esses partidos da extrema-direita que estão a nascer como cogumelos em toda a parte".
Quanto ao aparecimento do populismo em Portugal, José Gil considera que "depois das eleições, se a abstenção for muito grande, é possível que comece a aparecer um terreno próprio da demagogia e propício ao populismo". 
Quanto ao legado de Portugal na União Europeia, o filósofo prevê que seja o do "desvanecimento" devido à "continuação da política que prolonga ou piora por uma outra década o que está a ser feito do ponto de vista social no país".