terça-feira, 26 de agosto de 2014

O Papa é alvo do EI

 
De acordo com o jornal italiano Il Tempo, o Papa Francisco está na mira do Estado Islâmico (EI) porque o Sumo Pontífice é, no entender dos muçulmanos, "portador de uma verdade falsa". A Itália é vista como um ponto de partida dos "combatentes da guerra santa do islão" e "o desembarque contínuo de emigrantes acaba por provocar a formação de uma base para os extremistas do Ocidente". O mesmo jornal alerta para o facto do líder do EI, Abu Bakr Al Baghdadi, o autoproclamado califa, quer "superar a Al-Qaeda e os feitos do 'chefe do terror', Osama Bin Laden", recrutando "ocidentais convertidos ao islão" e "filhos de imigrantes nascidos em países europeus" que "optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico".
Ora, o Papa Francisco não é nenhum "portador de uma verdade falsa". Quando ele anuncia o Evangelho ele está a anunciar a Verdade (o problema é a forma dúbia como ele o faz, misturando muita coisa que é claramente contra a doutrina da Igreja) porque o Cristianismo é a Verdade, ao contrário do islão que não passa duma seita de origem pagã em forma de ideologia expansionista e destruidora. O Papa tem andado a apelar à paz no Médio Oriente, como aconteceu recentemente quando enviou uma mensagem dirigida a uma cerimónia que foi celebrada nos EUA em memória do jornalista católico James Foley que foi decapitado pelo muçulmano "ocidental" de ascendência egípcia, Abdel-Majed Abdel Bary.
É verdade que para os muçulmanos o Papa é um "portador de uma verdade falsa" porque o islão considera o Cristianismo uma seita pagã por "adorar a Trindade". O Alcorão fulmina claramente os que acreditam na Santíssima Trindade e na divindade de Jesus Cristo, que é simplesmente um profeta para o islão, por sinal inferior ao pedófilo e exterminador Maomé. Também não é nenhuma novidade que os muçulmanos verdadeiros têm o sonho de conquistar Roma - mais precisamente o Vaticano, o centro da Cristandade - e o EI tem claramente este objectivo, como já foi referido aqui. Resta é saber agora, uma vez que infelizmente já não existem mais as Cruzadas, quem é que vai defender a civilização ocidental, a superior civilização da humanidade que foi moldada pelo Cristianismo, das intenções do EI, que no fundo não passam da materialização fiel dos desígnios islâmicos contra todo e qualquer tipo de relativismo, ecumenismo macarrónico e suposta posição dos ditos "muçulmanos moderados". Será que é o Obama que vai travar o EI? Ou talvez a maçónica ONU? Ou a Rússia? A ver vamos o que é que o futuro nos reserva.


Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo, continua a enganar os povos. São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar; os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vénus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé, que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contacto com um monge ariano, formulou uma heresia nova. Conseguido o favor do seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu. Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas, onde expõe a sua religião (São João Damasceno, doutor da Igreja natural da Síria, sobre o islão e Maomé)

2 comentários:

Anónimo disse...

Eles sao patrocinados por maconicos..se kiserem ajuda contra esse traidor e so me dar uma dinamite kk e uma passagem pra roma

FireHead disse...

Sim, que tu depois fazes-te explodir depois de gritares "Allahu akbar", né? Também não fazes falta nenhuma então.