sábado, 23 de agosto de 2014

Avante, anti-islamismo russo!


Vladimir Putin está mesmo disposto a mostrar quem é que manda. Agastado com a violência muçulmana na Crimeia, Putin ordenou à polícia para que reviste todas as mulheres que usam o véu, todos os homens barbudos e também as escolas islâmicas. Além disso, em 2015 a Rússia vai proibir a literatura islâmica por ser "extremista" e "perigosa" para a sociedade, isso depois da intenção de Putin de proibir a tradução do Alcorão. Para além do governo de Moscovo, a luta contra o cancro que é o islão tem o forte apoio da Igreja Ortodoxa local que, apesar de ser gnóstica e pseudo-cristã, sempre está mais próxima do Catolicismo do que por exemplo o protestantismo, e isso é uma boa chapada sem mãos para certos palermas com a mania do nacionalismo étnico e pagão que são capazes de jurar a pés juntos que o Cristianismo é a favor do multiculturalismo e do expansionismo do islão no Ocidente. Bem pelo contrário até, pois a expansão do islão, do multiculturalismo e do marxismo cultural no Ocidente só se tornou possível graças à ditadura do relativismo, uma coisa clara e puramente maçónica, ou seja, de essência pagã, depois dos ocidentais terem apostatado e separado a Igreja do Estado. Os muçulmanos da Crimeia, principalmente da etnia tártara de origem turcomana (segundo consta, o canato [principado, tribo, reino, etc.] da Crimeia foi fundado no século XV por um descendente de Gengis Khan, Hacı I Giray), constituem cerca de 13% da população da região que tem mais a ver com a Rússia do que com a Ucrânia. E não tem certamente nada a ver com um país muçulmano.

2 comentários:

Anónimo disse...

Quando a Russia tiver os problemas sociais que a Europa e Portugal têm, aí é que se terão de aplicar. Existem cancros piores que os muçulmanos na Europa.

FireHead disse...

Tipo quê, racistas, xenófobos, esquerdistas e demais imbecis? Isso sei eu.