terça-feira, 26 de agosto de 2014

A vida dos franceses nas áreas colonizadas pelos muçulmanos

A revista francesa Valeurs Actuelles lançou uma série de artigos que falam da vida dos franceses étnicos nas áreas colonizadas pelos muçulmanos estacionados em França. Segundo o sítio DMF, os médicos e os carteiros não vão para essas áreas. Os cortejos funerários evitam também passar perto delas porque a cruz é um símbolo ofensivo para os muçulmanos. Recentemente, a Domino's Pizza de Poissy anunciou que ia deixar de fazer entregas em diversas zonas "sensíveis", o que é o mesmo que dizer zonas controladas pelos muçulmanos.


Entrevistada pela revista, uma mulher disse que deixou de usar jóias porque tem medo de ser assaltada. Uma outra, residente no bairro de Saint-Exupéry, contou que deixou de poder vestir-se como gostaria e receia que, aos 58 anos, tenha de passar a vestir-se como uma muçulmana verdadeira, isto é, coberta da cabeça aos pés. Em Nantes, Sylvie, de 28 anos e residente em Bellevue, queria abrir um salão de beleza mas a ideia foi abortada porque recebeu ameaças da parte dos muçulmanos que não aprovam que as mulheres se embelezem. "É calmo até ao meio-dia... a escumalha está a dormir", disse Sylvie. "Eu falei disso (da ideia de abrir um salão de beleza) com uma amiga argelina. O irmão dela disse-me que tornaria a minha vida miserável com o seu gang se eu seguisse em frente com isso. A irmã dele deixou de poder ver-me. Não é fácil ser mulher aqui..."


O senhor Roger, de 75 anos, afirma que não reconhece mais a localidade onde vive. "Nos anos 70 havia um bom ambiente. Os imigrantes começaram a chegar em massa nos anos 80... o Ramadão é o pior, com festa toda a noite, o receio de seres apanhado a comer durante o dia. E os casamentos deles: gente supostamente desempregada que conduz carros de luxo, tocando a buzina como se fosse louca, provocando engarrafamentos, com bandeiras estrangeiras..." E lamenta a falta de civismo dessa gente, que por exemplo atira o lixo pela janela. Para além disso, há ainda o tráfico de droga e pregadores islâmicos que ameaçam as pessoas com o fogo do Inferno caso estas não se convertam ao islão. "É a minha rotina. Aqui as pessoas idosas estão completamente perdidas. Eu estou à espera de morrer", desabafou. Por sua vez, uma padeira contou como durante o Ramadão havia um grupo de pessoas que estavam a fazer uma churrascada à frente do seu estabelecimento e que, quando ela mandou vir com os muçulmanos por causa da confusão por eles provocada, estes ameaçaram matá-la e queimar o seu carro.


Os idosos que vivem nos bairros islamizados têm que ter muita atenção à malta com potencial delinquente. "Ninguém os ajuda porque eles são franceses. Eles estão cada vez mais e mais isolados porque há cada vez menos lojas aqui, é muito difícil. O minimercado fechou há um ano atrás. O gerente era sempre perturbado. Batiam-lhe quase todos os dias. Contratou alguém do bairro que deixava as pessoas roubar à noite", disse um lojista. Um outro residente no bairro afirmou que a sua filha não pode mais lá viver porque é sempre assediada e insultada. Vale sempre a pena salientar que para os muçulmanos as mulheres não passam de meros objectos sexuais que servem para fazer filhos. As "infiéis", então, são presas legítimas para a violação. Segundo o Alcorão, cada muçulmano pode ter até quatro esposas legítimas, mas pode ter incontáveis escravas.


Como infelizmente em França já não existem grandes franceses como o Carlos Martel devido à apostasia que está a vitimar o país já há várias décadas, eu diria mesmo séculos, só resta aos franceses verdadeiros, e também a nós que nos preocupamos verdadeiramente com o futuro não só de França como também da Europa e do Ocidente em geral, o crescimento em força do nacionalismo, o verdadeiro, para acabar com o processo de destruição antes que seja demasiado tarde.

4 comentários:

Spaghetti disse...

A situação não devia ter chegado a esse ponto. Estes locais são como verdadeiros califados, onde a lei francesa não chega.

FireHead disse...

No dia em que isso acontecer também em Portugal (na verdade já há disso também, mas é em relação aos africanos e não propriamente com os muçulmanos), o nacionalismo expresso em apoio ao PNR poderá ser tanto como a FN em França. Quer dizer, digo eu!

Spaghetti disse...

Realmente, estes "guetos" tem de acabar. Espero que o povo português acorde para o problema o quanto antes.

FireHead disse...

Pois, mas os esquerdistas não vão permitir o fim desses guetos. Precisam deles, pois são uma importante base de apoio das suas ideias suicidas.