quinta-feira, 31 de julho de 2014

André Couto no pódio com 'A Portuguesa'


O piloto português que corre com a bandeira de Macau André Couto subiu ao pódio depois de concluída a terceira corrida da temporada 2014 da Taça Audi R8 LMS em Fuji, no Japão, e, enquanto a bandeira da RAEM era hasteada, e para o espanto geral, ouviu-se o hino nacional português 'A Portuguesa' em vez da 'A Marcha dos Voluntários' (o hino nacional da China). O lapso protocolar não retirou o brilho da vitória de Couto, creio eu até muito pelo contrário (deve ter dado a sensação de que Macau tinha momentaneamente voltado a ser português). «Tenho vindo a correr no Japão desde há bastante tempo e Fuji é um dos meus circuitos favoritos», disse Couto.
Parabéns, André Couto!

Benfica derrota Sion

 
Depois de três derrotas consecutivas, o Benfica derrotou o Sion em Yverdon, na Suíça, por 2-0 e com uma exibição mais ou menos convincente, conquistando assim a Taça Valais. Ainda sem poder contar com Luisão e Jardel, ambos lesionados, Jorge Jesus teve que voltar a apostar na dupla de centrais composta por Sidnei e César (ex-Ponte Preta). Franco Jara e João Teixeira foram os marcadores dos golos benfiquistas. «Senti-me bem mas ainda me falta ritmo. As coisas estão a correr muito bem. Agora há que trabalhar para estar a 100 por cento quando chegarem os jogos oficiais. Fui contratado para ajudar o Benfica a alcançar os seus objectivos. Estou muito contente no Benfica, tem um plantel muito bom, e espero ficar mais contente ainda», afirmou Bebé em declarações aos jornalistas. Já André Almeida afirmou à Benfica TV que «A equipa está a trabalhar bem. Foi um jogo importante para ganharmos ritmo competitivo. A equipa esteve bem, tem vindo a melhorar, está a assimilar processos. Os jogos com Arsenal e Valência serão mais exigentes? A exigência no Benfica é sempre a mesma, é vencer e dar tudo».

Orlando Bloom deu um soco a Justin Bieber

 
No famoso restaurante Cipriani, em Ibiza, Espanha, o actor e cantor Orlando Bloom deu um murro ao cantor Justin Bieber depois deste ter feito um comentário desagradável sobre a sua ex-mulher, a top model Miranda Kerr. Segundo testemunhas, Justin abandonou depois o local sob aplausos dos que estavam presentes, entre eles Paris Hilton e Diddy.
O Justin Bieber foi esmurrado? É porque mereceu!

Vamos também ter a ETA na Madeira?

 
O tribunal do Funchal condenou os membros do PND (Partido da Nova Democracia) que ocuparam as instalações do Jornal da Madeira (JM) em 2011. Vai daí, os membros do partido decidiram convocar os jornalistas para uma declaração onde apareceram encapuzados e leram um comunicado no qual refere que «após uma longa discussão interna, o PND Madeira (que tem um deputado eleito no parlamento regional madeirense, Hélder Spínola de Freitas, ex-comunista) decidiu passar hoje à clandestinidade revolucionária, já que o opressivo regime político que vigora na região torna completamente impossível o exercício dos nossos legítimos direitos democráticos». Na parede por trás estava afixado um cartaz com a palavra «liberdade» escrita na língua basca (Askatasuna). Segundo eles, o JM é um «pasquim suportado por dinheiro públicos, utilizado pelo regime jardinista e a sua oligarquia com o único objectivo de se perpetuar no poder» através da perseguição aos adversários políticos e do controlo das massas.
O PND é um partido político conservador de Direita e eurocéptico fundado em 2003 por Manuel Monteiro, um dissidente do CDS-PP.

Noruega: ONG dos Direitos Humanos diz que é preciso travar a imigração!

Na Noruega, o grupo de defesa dos Direitos Humanos Human Rights Service publicou no seu sítio um artigo escrito pela sua dirigente, Rita Karlsen, que afirma que é preciso estancar a imigração porque o povo autóctone da Noruega está cada vez mais farto de imigrantes. «Oslo continua o crescimento a uma velocidade recorde, um crescimento derivado dos imigrantes e em que mais e mais áreas e escolas de Oslo têm uma maioria populacional de origem imigrante, especialmente de origem não ocidental. Parece que há uma tendência desagradável mas todavia real para que quanto mais gente de origem não ocidental houver num determinado distrito maior a emigração de noruegueses. E enquanto a população de origem norueguesa decresce muito rapidamente, a população de origem não ocidental aumenta na mesma proporção. É um facto conhecido que os imigrantes em Oslo se distribuem desigualmente nos bairros e o mesmo se verifica nos distritos (...). Argumentamos portanto que a segregação aumenta em Oslo, em contraste com o que diz a Estatísticas Noruega, que diz que diminuiu durante a década de 2000». Karlsen escreveu também que as pessoas tiram as crianças das escolas com muita «diversidade», alegando que esse procedimento é derivado sobretudo da «xenofobia», da chamada «fuga branca», baseada em suspeitas e suposições, e afirma que há gente com má experiência da presença imigrantes, como por exemplo os estudantes noruegueses que são vítimas das prioridades da elite na orientação das escolas ou dos nativos que pintam o cabelo de preto para parecerem menos noruegueses para poderem escapar à hostilidade por parte dos imigrantes. Acrescentou ainda que as crianças norueguesas estão a ser distribuídas em salas de aulas com filhos de imigrantes como forma de forçar a integração, promovida pela engenharia social, sem se preocupar com o bem comum. A organização conclui assim que, à pala desta política de imigração, o governo da Noruega está a deixar de ter o apoio da população, pois «a imigração em Oslo não é sustentável, e se o "melhor Oslo" é um objectivo, então a cidade deve legitimamente travar temporariamente a imigração».
Parece que o povo norueguês está a ficar cada vez mais semelhante ao seu compatriota Anders Behring Breivik. Para até uma organização de defesa dos Direitos Humanos admitir que é necessário travar a imigração então é porque algo podre se passa no reino da Noruega!

A imposição do mito de que a islamização é um mito

Esta posta é uma resposta a algumas questões que o meu amigo e camarada da blogosfera Leocardo, que não acredita na islamização, colocou no seu artigo intitulado Islamização: a imposição do mito.

Muçulmanos e cristãos festejam juntos a Primavera Árabe na Praça Tahrir...
Após a fatídica revolução primaveril, com o apoio do idiotismo útil do Ocidente, acabaram-se os regimes seculares dos bandidos ditadores que, imaginem, sabiam o que é que é proteger as minorias. Com efeito, no caso do Egipto, após a Primavera Árabe, os cristãos, que na foto de cima celebram juntamente com os muçulmanos sem saberem na altura o que é que o destino lhes reservaria, começaram a ser (ainda mais) perseguidos pelos islamitas que proporcionaram a bendita revolução. Desde a queda do presidente Hosni Mubarak, esse ditador tirano semelhante ao Khadafi ou ao Bashar al-Assad, os cristãos no Egipto deixaram de ter protecção estatal (garantia da liberdade de culto) e têm enfrentado uma onda de ataques islâmicos, incluindo assassinatos, violações, incêndios a igrejas e intimidação institucionalizada (fonte, entre outras).

... e deu-se início ao Inverno Cristão...
Dizer que algumas imagens são divulgadas nos média, que têm a credibilidade acima de suspeita, serve tanto para um lado como para o outro. O politicamente correcto está aí. Se há quem não acredita que os cristãos do Médio Oriente estão a enfentrar um genocídio às mãos dos muçulmanos então é porque quer viver num mundo cor-de-rosa do faz de conta, como muitos dos iludidos que parecem apenas ficar incomodados com as crianças palestinianas que morrem e não também com as israelitas (deve ser uma questão de quantidade ou de espectacularidade). Uma simples passagem mais prolongada aqui no meu blogue, que muitos dizem ser «extremista», «radical», «fundamentalista» e essas coisas todas, e também por tantos outros que são «islamofóbicos», pode permitir recolher algumas (muitas) provas de que efectivamente existe sim uma perseguição aos cristãos no mundo islâmico. É só preciso dar-se um pouco ao trabalho de o fazer em vez de criticar quem acredita por ter motivos para isso.

Uma entre muitas vítimas cristãs dos seguidores da «religião da paz»
Acreditar que a cultura islâmica acabará eventualmente por ser integrada na nossa cultura revela primeiro uma falta de conhecimento real acerca do islão e segundo um tremendo esquerdismo relativista, com uma gritante falta de capacidade de entendimento daquilo que é uma identidade.

Portugal, por exemplo, surgiu através dum movimento, curiosamente ligado à Igreja Católica, denominado Reconquista Cristã (daí as quinas da nossa bandeira mais os seus besantes que simbolizam a fidelidade à Cruz ou a traição mesquinha dos apóstatas). Uma cambada de gente chefiada por um tal de D. Afonso Henriques, esse valente de linhagem visigótica e que era um valoroso cavaleiro temente a Deus, escorraçou uma horda de muçulmanos conhecidos por mouros que habitavam na Península Ibérica (no centro e no sul, embora já antes tinham chegado sob o comando de Tariq até às Astúrias e mais tarde foram travados pelo grande Carlos Martel). Muito provavelmente os mouros que não foram mortos ou escorraçados acabaram eventualmente por se mesclar na constituição étnica do povo português, bem como integrar alguns dos elementos da cultura árabe (atenção, uma coisa é o árabe e outra coisa é o muçulmano), como por exemplo os nomes que nós temos e que começam por 'Al' (Alcântara, Alverca, Almada, Albano, etc.), mas não consta que o islão em si tenha passado a fazer parte da civilização portuguesa, pois o islão é contrário ao Cristianismo e o que vingou foi precisamente este último na afirmação da nação que é a nação portuguesa resultante da reconquista. É por isso que em Portugal ainda hoje não se apedreja mulheres adúlteras nem se amputa as mãos aos ladrões (e eu não vou nunca deixar de comer porco!).

Alegar racismo ou xenofobia quando o que está em causa é o islão, que não é uma raça nem uma etnia (não existem muçulmanos de raça branca, por exemplo, como os muçulmanos oriundos de países ocidentais que foram lutar pelos terroristas islâmicos da Síria? E não existirão ocidentais que se convertem ao islão?), é cometer um erro por demais básico.

Porque é que os muçulmanos «discriminados» dizem-se vítimas de «racismo» ou «xenofobia»»?
O segundo parágrafo do artigo revela claramente que o autor do mesmo não se dá ao trabalho, ou então é porque tem memória curta ou selectiva, de ler as coisas que eu escrevo aqui no blogue. Só quem conheceu este meu blogue hoje ou ontem é que ficaria estranhado por eu aqui falar de «alógenos», da «capital africana» de Portugal que é a Amadora ou do facto de a selecção francesa ter muitos jogadores negros (africanização da Europa). Pelo menos eu tanto falo da islamização como falo do multiculturalismo, tantas vezes selvagem e anti-ocidental, quando uma coisa pode nem sequer ter necesssariamente a ver com a outra (exemplo: há muitos africanos que vão para a Europa e que se comportam como «alógenos» mesmo professando a religião católica). Entendo que aqui não adianta estar a chover no molhado.

Se só os vegetarianos é que têm legitimidade para criticar o método de chacina de animais...
Dizer que os imigrantes têm o direito de trazer consigo a sua cultura, os seus hábitos, etc. é muito bom e até está certo. Até me estou a lembrar do caso dos nossos compatriotas portugueses que continuam a comer o bacalhau, a falar o português, a ir à Missa aos domingos, etc. longe de Portugal. O problema é que eles, os muçulmanos e não só, fazem disso uma ditadura para ser aplicada à maioria, ao contrário dos emigrantes portugueses que dificilmente obrigarão os outros a comer bacalhau ou a rir-se com as piadas sobre os alentejanos. No caso dos muçulmanos, se isso não se trata de islamização então é o quê? Porque é que eu sou obrigado a levar, por exemplo, com os muçulmanos na rua a «rezarem» com o cu virado para o ar e que me estorvam (na via pública)? Porque é que eu sou obrigado a comer carne halal (já lá iremos) se eu não sou muçulmano? Mas porque é que eu haveria de assobiar para o lado sabendo que muitos deles não se integram e querem que também nós que não somos muçulmanos não só os respeitemos como seguirmos também aquilo que supostamente é só para eles (sharia)? Quer dizer, eu estou em minha casa e abro a porta a uma pessoa e essa pessoa tem a lata de vir exigir como é que quer ser recebida e tratada? Recebo uma pessoa em casa e eu, que sou o anfitrião, é que tenho de me sujeitar a ela? Isto faz sentido?

Sim, isto é capaz de fazer sentido para o Leocardo, pois nós não podemos nem devemos ser como os outros são na terra deles que é para não sermos iguais ou piores que eles. O Leocardo é daqueles que vão jantar com uns amigos e, como um dos seus amigos é muçulmano, vão todos abster de comer carne de porco para não o ofender, pois carne de porco é haram. Mas nós comermos carne de animais abatidos, porque está-nos a ser imposta no Ocidente, da forma bárbara sem terem sido previamente atordoados e benzidos em nome do ídolo lunar de Meca Alá, isso já não há problema, pois afinal de contas eu não posso ter o direito de me reservar no direito (passe a redundância) de não comer alimentos sacrificados a um ídolo pagão no qual eu não acredito mas sim uma minoria populacional que anda com exigências. Safa, que sacrilégio.

Má é a Marine Le Pen, essa racista loira de meia tigela dum partido de «xenófobos» e da «extrema-direita» (Frente Nacional, por sinal a grande vencedora nas eleições europeias em França) que conseguiu fazer com que nas cantinas das escolas públicas de França se voltasse a ser servida carne de porco depois de os muçulmanos a terem conseguido boicotar. A islamização de França deu neste caso um passo atrás, mas o que tinha havido antes de a racista e xenófoba da Marine Le Pen ter feito algo pelos vistos não era nada de mal, era apenas um saudável intercâmbio cultural, pois vai na volta as crianças nativas francesas se calhar até nem gostam de comer carne de porco.

... então que porra é o halal vegetal? Plantas degoladas conscientes?
Quanto aos animais mortos através do abate kosher, dos judeus, não consta que os judeus andem a obrigar-nos a nós que não somos judeus a consumi-los. Os judeus têm o seu Direito Talmúdico, que se aplica entre eles, os cristãos têm o Direito Canónico, que é aplicado entre os cristãos, mas os muçulmanos têm a sharia (lei islâmica) que querem que seja aplicada a todos, inclusive aos «infiéis» porque o objectivo declarado do islamismo é a construção de um califado global. O facto de haver gente que, como eu, toma o partido de Israel, não é por causa do sionismo, que isso até me passa ao lado, mas apenas e só no que diz respeito à defesa dos valores ocidentais, que são judaico-cristãos, contra a barbárie islâmica.

E que diferença faz comer carne de animais conscientes ou inconscientes? Na prática, o que está em causa, uma vez mais, são os nossos valores. O método de abate tradicional ocidental implica que os animais sejam atordoados antes de mortos. Os próprios veterinários e defensores dos direitos dos animais admitem que o abate halal (ou kosher, já agora) é desumano, pois os animais enfrentam o abate conscientes e cheios de medo, sofrendo em agonia até à morte. Não se trata de ser a favor dos direitos dos animais, pois eu próprio como carne, a questão é simplesmente o método e a perda desta nossa maneira de abate pelo dos muçulmanos. Só mesmo um relativista é que não se importa com a maneira como a carne do bicho que está a comer foi abatido.

Os simpáticos talibãs na terra deles...
Rejeitar uma cultura diferente é habilitarmo-nos a que outra cultura ainda mais evoluída que a nossa nos considere passíveis de rejeição, também.

O esquerdismo politicamente correcto aqui faz-se evidente. Então quer isso dizer que não podemos rejeitar uma cultura que permite a poligamia e a pedofilia como é a cultura islâmica? Quer isso dizer que devemos, por exemplo, respeitar o povo pigmeu da Nova Guiné que é canibal? Ou a excisão genital feminina africana que também é praticada na clandestinidade no Ocidente? Ou respeitarmos que os chineses comam cães e gatos porque isso faz parte da cultura deles? Tudo isso é cultura, portanto só temos é de respeitar todos aqueles que são diferentes de nós porque senão somos uns «intolerantes», «extremistas», «racistas», «xenófobos» e por aí fora, não é assim? E quando eles vão para os países ocidentais que os acolhem, ai de nós impedi-los de darem sequência à sua cultura. Nós não podemos impedi-los de serem o que são e sempre foram nas sua terras enquanto por exemplo no Irão todas as estrangeiras, sejam elas muçulmanas ou não, também têm que esconder o cabelo por baixo do véu, pois isto seria fazer com que nós sejamos tão maus ou piores que eles.

Jesus Cristo até pode ter dito que se dá a outra face a quem nos quer esbofetear mas aos cristãos também foi ensinado a exigir justiça, que será feita. Mas, lá está, como diz o Leocardo, temos que ser melhores que eles, portanto na terra deles os gajos podem fazer como quiserem, e na nossa terra... também! Só assim mostramos que somos tolerantes e amigos dos que são diferentes e que têm culturas e mentalidades completamente hostis à nossa civilização (como é que o multiculturalismo pode funcionar assim?). Já dizia muito bem o Karl Popper que não devemos tolerar os intolerantes porque assim «corremos o risco de destruição de nós próprios e da própria atitude de tolerância»...

... e ninjas num jardim algures no Ocidente. Eu não sei o que é que elas têm por baixo da capa...
Tudo bem, estou aqui a apelar à compreensão dos hábitos culturais de uma cultura que consideramos inferior à nossa, ou de características "medievais", que não atende a princípios que são tidos como uma conquista da nossa civilidade, e cuja aceitação consideramos um passo atrás nesse progresso, um regresso ao passado.

E depois dá um passo atrás? Então como é que é? Em que é que ficamos? Se está a considerar que há uma cultura inferior à nossa, bom, então já meteu o pé na argola: o Leocardo é um «racista», «xenófobo», «extremista», um sacana que considera que a sua cultura é superior à dos outros! A polícia do politicamente correcto e do multiculturalismo não o vai perdoar e agora vai persegui-lo até aos confins da Terra. É preciso ser coerente! Para que precisa então a nossa sociedade, supostamente superior, de indivíduos que têm uma cultura com característias «medievais» e que «não atende a princípios que são tidos como uma conquista da nossa civilidade»?

O eléctrico-porco, de Basileia, o transporte público ideal para quem não quer ter a companhia dos muçulmanos
Talibãs no autocarro? Na escola? Nos jardins? Não será apenas uma questão de tempo? E nas madrassas do Reino Unido, por exemplo, onde se ensina as crianças a ter ódio? Casos pontuais, certamente. Faz-me lembrar dos crimes cometidos à pala do multiculturalismo em que os principais média fazem de tudo para ocultar a identidade dos criminosos, em regra gente pertencente a minorias étnicas ou mesmo muçulmana. Se há pouco conhecimento acerca dos problemas que o multiculturalismo traz deve-se ao politiquismo correcto que nos quer impor a ideia de que o multiculturalismo é bonito e funciona, mesmo depois de líderes influentes como o Nicolas Sarkozy, o David Cameron ou a Angela Merkel terem dito precisamente o contrário.

Imagens do Ocidente como estas não perturbam porque «a islamização é um mito»...
Para que possamos agir antes que seja tarde demais, duplicam e triplicam os números reais das estatísticas que para eles significam que estamos em vias de acordar um dia numa república islâmica.

O Leocardo é a única pessoa que eu conheço, ainda que virtualmente, que coloca em causa as projecções demográficas. Mesmo assim, independentemente das décadas que isso puder levar, a questão é: atendendo à actual taxa de natalidade dos ocidentais nativos em comparação com à dos muçulmanos e aos fluxos migratórios, só acredita quem quer que a Europa vai continuar a ser como ainda é por muito mais tempo. Em termos mundiais, o Pew Research Center estima que nos próximos 20 anos a população islâmica aumentará cerca de 35% (fonte), isto porque a população islâmica cresce 10 vezes mais que a média (fonte). Isto é matemática. Se nada for feito para mudar a tendência, é assim que vai ser, e contra factos não há argumentos. Havendo mais população islâmica no mundo, as probabilidades de haver muçulmanos verdadeiros que queiram a sharia para todos também aumentam. É lógico.

Assim poderá ser a França no futuro, mas «a islamização é um mito»
Ninguém pensa por um segundo que estes imigrantes oriundos de países árabes onde não existe liberdade de culto, e onde se responde por crimes como a blasfémia, a apostasia ou o adultério sob o risco da pena de morte venham para o Ocidente um bocado fartos de tudo isso, e que procuram apenas um sítio onde possam ganhar a vida sem que ninguém os chateie.

Isso é possível na teoria se deixarem o islão, o que não é o caso (lembrete: segundo a sharia, deixar o islão é punido com a pena de morte). Ironicamente, são mesmo as pessoas que vêm desse mundo bárbaro que parecem estar a querer importar também isso para o Ocidente. Será que eles estão tão fartos que até querem destruir o Ocidente assim? E que dizer dos jovens já nascidos no Ocidente e que são ainda islamicamente mais fanáticos que os seus progenitores? Pois, a culpa é sempre dos outros, nunca da natureza do próprio islão, não é? De facto há gente que foge dos seus países islâmicos opressores para poderem usufruir da liberdade duma verdadeira civilização. É o caso das indonésias que vêm aqui para Macau e que se vestem à tomboys ou que até são fufas, coisas proibidas pelo islão. Mas o contrário também é verdade e disso não nos podemos esquecer: do mesmo modo que há pessoas que fogem da teocracia islâmica, há muitas outras que trazem-na consigo, como as muçulmanas imigrantes que continuam a usar o véu mesmo longe das suas terras e a observar os princípios islâmicos. Estes são os que verdadeiramente constituem o perigo e só ainda não o são porque são relativamente poucos. Se o número destes continuar a crescer, será apenas uma questão de tempo até começarem com exigências em prol do favorecimento do islamismo em terra acolhida, como já está a acontecer nos países europeus mais afectados pela islamização. E é por causa disso que nestes países o nacionalismo está a crescer (Suíça, França, Holanda, etc.), para escândalo e loucura dos esquerdistas relativistas e dos multiculturalistas, pois o povo está a abrir os olhos e a reagir. A democracia é mesmo fantástica porque tem destas coisas.

Algumas muçulmanas vítimas de «crimes de honra» na Europa
Mesmo que se mantenham fiéis à sua religião não vão certamente querer impôr os seus aspectos mais controversos, e quem sabe a razão pela qual deixaram o seu país.

Já há «crimes de honra» no Ocidente. Só não acredita quem não quer que eles vão acontecendo na mesma no Reino Unido, na Alemanha, etc. indiferentes aos que não querem acreditar que eles acontecem. E, já agora, que dizer dos imigrantes muçulmanos que consideram legítima a violação de mulheres «infiéis» porque o islão o permite? E que dizer da taxa de violação nos países escandinavos como a Noruega?

Dantes não havia, mas agora há e muito, na Escandinávia: violações. Allahu Akbar!!
Quem está mal muda-se.

Esta foi mesmo directamente para mim. Bom, a questão tem que ser feita aos muçulmanos: porque é que eles, no Ocidente, procuram estabelecer na sociedade os motivos que os levam a fugir das suas terras? Seria esta a questão? Não é a mim que tem de dizer isso. Nem todos os muçulmanos seguem à risca os preceitos do islão, tal como nem todos os que se dizem católicos são católicos de verdade, e isso o próprio Leocardo foi capaz de admitir. Imaginemos agora então se todos os muçulmanos fossem de facto zelosos, como é que estaria a Europa? É que nem todos são como estes. O problema são os praticantes, não os não praticantes, como salientei anteriormente. Com estes últimos posso eu bem.

O Leocardo, tal como eu, está «preso» a Macau. Esperemos que o aumento do número de muçulmanos aqui (e muitos já são eles, principalmente indonésias - não as que não se comportam como muçulmanas mas sim as que se comportam como tal) não seja sinal para que este ditado se aplique. Bom, pensando bem, se a República Popular da China continuar a tratar os muçulmanos de Xinjiang como tem vindo a tratar, penso que não há motivos para temermos a islamização por estas bandas. Não é por acaso que eu acredito que o futuro ainda há-de ser chinês, pois os chineses não dão abébias aos muçulmanos. Antes um mundo chinês que islâmico.

Usar porcos contra a islamização: uma táctica que tem funcionado e que precisa de se expandir
Como se pode ver, é mais fácil fomentar o ódio do que apresentar soluções para o problema.

O difícil pelos vistos é procurar saber o porquê de existir alarmismo em relação à islamização. O melhor é antes de fazer a afirmação «é mais fácil fomentar o ódio» procurar primeiramente saber de onde é que parte verdadeiramente o ódio. Quanto ao «problema», a solução é fazer aplicar a lei longe das influências esquerdistas e do politicamente correcto e consciencializar as pessoas para a existência de um perigo real e iminente. Quem está contra a civilização do país que o acolhe, que seja recambiado. Quem comete crimes nos países acolhedores, que seja expulso. O que os média principais estão a fazer (terão a credibilidade acima de suspeita?) é precisamente passar-nos a ideia de que nada se passa de mal com os muçulmanos na Europa e que o multiculturalismo funciona e triunfa como triunfa o segundo sistema em Hong Kong e em Macau.

Um dos efeitos perversos do multicuturalismo
Sem crescimento populacional, o que propõe fazer quando forem precisos braços para trabalhar enquanto vocês "curtem" o modo de vida que tanto querem preservar mas sem aturar putos?

Braços para trabalhar? De quem, dos que vivem de subsídios ou dos que não se integram? A Europa nunca teve tanta gente como tem agora. É preciso que a população cresça ainda mais? Tipo até já não haver mais espaço para todos? Ou até que o povo europeu se transforme duma vez por todas daquilo que é e perder a sua própria identidade para agradar aos defensores maçónicos da Nova Ordem Mundial? Será muito bom um gajo ir a uma cidade europeia e ver por lá tudo menos europeus? Quererá alguma cidade europeia tirar o recorde de densidade populacional a Macau?

Há mesmo gente que anda obcecada com a Segurança Social e a pensão. A malta de agora, por este andar, já não terá direito à reforma! A solução é acolher mais gente vinda de fora para fazer o que não há, isto é, para ir para o desemprego e constituir mais uma parte do problema em vez da solução? E que putos estamos nós a falar? Os filhos dos não nativos? Se os países terceiro-mundistas estão como estão, a solução da Europa passa pela terceiro-mundialização? Eu e todos que têm bom senso desejam um Ocidente como tem sido sempre no passado, e não um Ocidente igual a uma África, uma América Latina ou um Sudeste Asiático (estas áreas é que deveriam copiar o modelo ocidental). Se isso acontecer, para onde quererão depois emigrar as pessoas que vivem com más condições? Para o espaço sideral?

Imigrantes que ajudam a desconfigurar a população nativa europeia
Enfim, se há gente que prefere viver no mundo cor-de-rosa do faz de conta, é com ela. Que acredite à vontade que «a islamização é um mito», pois se calhar o aumento da população islâmica no mundo, e não só na Europa, também deve ser um mito. As projecções e estatísticas só podem ser «racistas» ou «xenófobas».

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Dinamarca: imigração dificultada para os que não se integram

A política dinamarquesa Inger Støjberg quer regras mais restritivas em relação à imigração muçulmana, salientado que deveria haver uma diferença em como a Dinamarca recebe «um cristão americano ou sueco e um muçulmano somali ou paquistanês». Inger, do maior partido da oposição da Dinamarca, o Venstre, deixou assim bem claro durante o primeiro dia da celebração do fim do Ramadão (Eid al-Fitr) que a religião é fundamental na questão da imigração e que a Dinamarca deveria dificultar a vinda de pessoas que dificilmente se integram ou que simplesmente não o fazem. «Para sermos mais directos, são principalmente os imigrantes muçulmanos que não dão valor à democracia e à liberdade. Em certos ambientes, eles opõem-se a elas directamente». E acrescentou que «Muitos imigrantes não-ocidentais com backgrounds muçulmanos não querem o nosso modelo de sociedade baseado na liberdade» pelo que é importante no futuro «facilitar a entrada dos que tradicionalmente querem e se integram na Dinamarca enquanto se dificulta a entrada aos que não querem nem o fazem». Os nacionalistas dinamarqueses do Partido do Povo Dinamarquês (DF) congratularam-se com as palavras de Inger. «Se o Venstre apercebeu-se finalmente que é preciso diferenciar os imigrantes e limitar os imigrantes não-ocidentais, então estamos a ficar próximos uns dos outros», disse Martin Henriksen, do DF.
 
 
Nunca é tarde para acabar com a islamização. É fechar as portas aos muçulmanos e parar de sustentar essa escumalha.

«Quando vos encontrarmos, e nós vamos encontrar-vos, vamos garantir que vocês são enviados de volta ao país de onde vieram»


O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou numa entrevista à BBC que haverá uma série de novas medidas para reduzir a imigração e combater a imigração ilegal. «Quando vos encontrarmos, e nós vamos encontrar-vos, vamos garantir que vocês são enviados de volta ao país de onde vieram», disse Cameron aos imigrantes em situação irregular. Entre as medidas estão a limitação dos subsídios de desemprego e uma fiscalização mais aguda dos estabelecimentos de ensino superior para evitar fraude. Ainda assim, Cameron, apostado em lutar contra a imigração (lutar ou reduzir?), continua a ser criticado pelo partido nacionalista Ukip, do eurocéptico Nigel Farage.
Que tal endurecerem também a lei e expulsar do país todos os imigrantes que cometem crimes à imagem do que já acontece na Suíça, esse verdadeiro modelo de um país civilizado?

Rio ficou vermelho misteriosamente

 
O rio que atravessa Wenzhou, na província chinesa de Zhejiang, ficou vermelho sem mais nem menos de um momento para o outro, fenómeno que está a intrigar o mundo. Segundo relatos, o rio estava normal até quinta-feira de manhã, altura em que ficou completamente vermelho e com um cheiro «estranho». Os inspectores do departamento de protecção ambiental ainda não conseguiram encontrar a causa, mas já se sabe que as três indústrias que utilizam e produzem químicos ao longo do rio, uma de papel, uma de corantes e outra de vestuário, estão sob suspeita.
Não, isso não é o Rio Tinto, nem um rio do Benfica ou do partido comunista. Vai na volta o Moisés esteve por lá...

'Selfie' com pistola apontada à cabeça deu morte

 
Mais uma selfie estúpida com um final infeliz: o jovem mexicano Oscar Otero Aguilar, de 21 anos, tentava fotografar-se com uma pistola verdadeira apontada à cabeça quando esta disparou acidentalmente e arrebentou-lhe os miolos. Segundo o jornal mexicano Excelsior, Óscar teria andado a beber com os amigos.
Premiu o botão errado. Paciência. Da próxima vez já não acontecerá com ele.

«Queria matar alguém para ver como era»

 
Eis o crime que está a chocar o Japão: uma aluna japonesa estrangulou e decapitou uma colega, Aiwa Matsuo (na foto), porque «Queria matar alguém para ver como era». A autora do crime que ocorreu no sábado à noite em Sasebo, nos arredores de Nagasaky, tem 16 anos e confessou o crime sem revelar qualquer sinal de perturbação ou de arrependimento. De acordo com o diário Yomuri, o abdómen de Aiwa foi aberto e a mão esquerda foi cortada. A criminosa é tida como uma excelente aluna e boa desportista, mas já lhe tinham sido detectados comportamentos violentos, sendo que ela até dissecava animais frequentemente. A imprensa japonesa afirma que a jovem ficou perturbada com a morte da mãe, há um ano, e com o casamento do pai com outra mulher pouco depois.

Bonita demais para jogar vólei?

 
A cazaque Sabina Altynbekova (Сабина Алтынбекова), de 17 anos, estudante de Humanidades e Direito e jogadora da selecção de voleibol de sub-19 do Cazaquistão (Қазақстан), fez furor não pelas suas qualidades desportivas mas... pelos seus atributos físicos (1,82 metros e 59 quilos). Até o próprio treinador, Nurlan Sadikov, afirmou que a Sabina é uma «distracção» e «prejudicial» à equipa. «É impossível trabalhar assim», garantiu o homem. «O público comportou-se como se ela fosse a única jogadora no campeonato», disse a propósito do recente campeonato da modalidade realizado em Taiwan. A verdade é que a popularidade de Sabina, que pouco jogou, disparou em flecha apesar de o Cazaquistão ter ficado em 7.º lugar na competição. Para quem quiser conhecer melhor a moça, aqui está a sua conta do Twitter.

Sabina, n.º 20, com a selecção do seu país, onde se destacam as etnias cazaque e eslava (russa)

terça-feira, 29 de julho de 2014

A 1.ª derrota do Sporting da pré-época

 
O Sporting despediu-se do estágio na Holanda com uma derrota por 0-2 frente ao Twente, a primeira ao fim de sete jogos disputados. Num jogo com poucos motivos de interesse, destacam-se os golos que deram a vitória ao conjunto holandês que foram marcados por Castaignos logo aos 5' e por Promes aos 90' e a expulsão de Maurício aos 72' que acabou com a reacção sportinguista. Agora segue-se o jogo de apresentação do Sporting aos sócios em Alvalade esta sexta-feira frente à Lázio de Roma.

E o restaurante McDonald's mais bonito do mundo é...

... o McDonald's Imperial, que fica nos Aliados, na cidade do Porto!
 

Segundo o site 9 GAG, o restaurante da conhecidérnima cadeia americana de fast-food dos Aliados, mesmo ao pé da câmara municipal, foi considerado o mais bonito do mundo por causa da preservação do património histórico dos anos 1930. Inaugurado em 1995 e reaberto em 2008, este restaurante do McDonald's tem cerca de 181 lugares em grandes cadeiras de pele e um tecto do bar de vidro fosco e cristal.
 
 
Em cima da entrada, na fachada do prédio, está uma águia imperial de bronze. Lá está, I'm loving it...

Avó viaja pelo mundo em carro octogenário

 
A senhora alemã Heidi Hetzer, de 77 anos, decidiu aventurar-se pelo mundo ao volante de um carro clássico, um veículo 'vintage' da marca Hudson. Partindo de Berlim com o seu companheiro Jordane Schoenfelder, um fotógrafo de 25 anos sem carta de condução e escolhido pela idosa a partir de uma lista de 150 candidatos, vão ambos percorrer 56 países durante dois anos. Heidi, que tem dois filhos e é avó, trabalhava como mecânica quando era jovem e foi proprietária de vários concessionários Opel.
Boa viagem!

Jovens atiram-se ao rio para não pagar na discoteca

 
Dois jovens estrangeiros com idades entre os 25 e 30 anos, de nacionalidade italiana e sueca, atiraram-se ao rio Tejo para fugir ao pagamento do consumo da discoteca Urban Beach, em Santos-o-Velho, Alcântara. Ambos foram encontrados pela Polícia Marítima e assistidos pelo INEM.
Bom, partindo do princípio que tanto o italiano como o sueco são fenotipicamente parecidos com a maioria do povo português, é de concluir que também existe um certo grau de alogenia entre os europeus na Europa...

A islamização da Europa é um mito?

O futuro da Bélgica (com quase 1/4 de população islâmica) poderá ser assim
O professor Raphael Liogier, do Instituto de Estudos Políticos de Aix-en-Provence (França) e autor do livro «O Mito da Islamização, Ensaio sobre a Obsessão Colectiva», «desmascarou a ameaça da islamização». Segundo Liogier, a sociedade europeia limita as possibilidades dos imigrantes muçulmanos, o que causa a rejeição pelos últimos dos valores europeus. Disse ele o seguinte: «Na verdade, a islamização da Europa é um mito inventado por habitantes nativos do continente, que está ficando velho. Temendo desaparecerem e perderem a sua identidade, os povos europeus começaram uma busca frenética de ameaças à sua originalidade». O pior é que infelizmente há gente que concorda com Liogier, ou seja, gente que acredita que a islamização da Europa é um mito.

Ruas de Paris numa sexta-feira, dia «sagrado» para os muçulmanos

Em relação à afirmação de Liogier, vale a pena salientar o que escreveu o militante do PNR (Partido Nacionalista Renovador) Celso Nuno Carvalhana, o blogueiro Caturo, no seu blogue GLADIUS: «Uma aldrabice pegada que quem alguma vez tenha ouvido falar da imigração portuguesa em França, por exemplo, facilmente detecta. Os portugueses na França dos anos sessenta viviam se calhar pior que "rejeitados" - desprezados pela sua pobreza e atraso, alguns chegavam mesmo a sub-viver em condições sub-humanas, nomeadamente nos chamados "bidonville", bairros de lata que se tornaram famosos em toda a Europa. Ora os Portugueses, mercê da sua similitude identitária com os Franceses, puderam ser integrados, até porque, de resto, não tinham as "costas quentes" com a questão da discriminação, isto é, não podiam gritar "racismo!!!" sempre que alguém lhes não fazia a vontade... Porque os imigrantes portugueses não têm talvez a atitude impositiva dos alógenos oriundos da margem sul do Mediterrâneo... É de recordar uma reportagem que aqui há uns anos largos saiu no jornal Expresso, a respeito da imigração portuguesa em França, que a dada altura dizia qualquer coisa como "os imigrantes portugueses não são auto-afirmativos como os seus congéneres norte-africanos, que se impõem culturalmente na sociedade francesa; um português pode viver trinta anos em França mas continua a dizer 'não estamos no que é nosso' (sic)"».

Não, não é um mito: os muçulmanos na Europa exigem a sharia para toda a gente
Há pessoas que parecem não querer acreditar nas projecções demográficas, preferindo até pô-las em causa ou mesmo manipulá-las para reduzir o tamanho do problema que é a islamização. Só quem insiste em usar palas nos olhos é que não acredita que a islamização cresce na Europa. O próprio Muammar Khadafi já dizia que o islão conquistaria a Europa para a transformar na Eurábia. Acontece que agora já não seria mais necessário o recurso às armas: basta a demografia que é favorável aos muçulmanos (Khadafi falava das barrigas das mulheres muçulmanas). Enquanto os ocidentais têm uma média de 1,3 filhos por família, os muçulmanos, muitos deles poligâmicos, têm cerca de 7,6. Isto é simples matemática: os muçulmanos, por este andar, serão mais do que os não muçulmanos na Europa. É tudo uma questão de tempo. E, como eles são muito agarrados ao islão, a sua cosmovisão é passada de geração em geração.

Muita gente prefere acreditar que os jovens muçulmanos já nascidos no Ocidente são seculares e que não ligam nenhuma à religião dos seus progenitores ou antepassados. Ora, isto é uma tremenda mentira: pelo contrário até, os jovens são cada vez mais fanáticos e usam o islão como uma senha de identidade e factor de união contra a cultura adversa que é a civilização ocidental fundada pelo Cristianismo. O grupo islâmico inglês Muslims Against the Crusades («Muçulmanos contra as Cruzadas») demonstra bem que eles têm memória e que não se esquecem que se não fossem os valorosos cavaleiros cruzados (da Igreja Católica, para quem não sabe), a Europa há muito que já se tinha transformado na Eurábia (escusado será dizer que os muçulmanos até chegaram inclusive a estar, com o Império Otomano, às portas de Viena, tendo sido travados pela Santa Aliança liderada pelo rei Jan Sobieski). Pensam alguns que os filhos dos imigrantes muçulmanos podem sempre converter-se por exemplo ao Cristianismo. Isso é verdade, mas convém não nos esquecermos qual é o preço a pagar pela traição que é deixar o islão (apostasia). E os «crimes de honra» que têm acontecido na Europa são a prova disso mesmo, por muito que os queiram encobrir como se tapa o sol com a peneira, ou relativizando-os dizendo que se tratam de casos pontuais e sem expressão.

Aquilo que o Reino Unido já é, um país que já não é cristão...
Já em 1990, o então cardeal Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, hoje Papa emérito, afirmou que a Europa caminhava para o «lento suicídio» por causa do envelhecimento da população autóctone e da substituição dos recém-nascidos nativos pelos imigrantes que não assimilam os princípios ocidentais. Também o seu então secretário pessoal, Monsenhor Georg Gaenswein, declarou que a Europa está a sofrer um processo forçado de islamização e que essas tentativas não podem ser ignoradas, lançando um apelo para que não sejam esquecidas as raízes cristãs da Europa.

Como não esquecer as raízes cristãs da Europa se o velho continente está a ficar cheio de esquerdistas, agnósticos, ateus, globalistas e multiculturalistas? Até o ex-muçulmano convertido à Igreja Católica, o político ítalo-egípcio Magdi Cristiano Allam, que conhece muito bem a natureza expansionista e violenta do islão, disse que a Itália deveria sair da maçónica União Europeia em vez de se descristianizar. Já o seu compatriota Pe. Yoannis Lahzi afirmou que o islão é uma «cultura de morte». E depois ainda há idiotas, muitos deles ainda por cima travestidos de «nacionalistas», que afirmam que o Cristianismo é responsável pela islamização por ser contra o nacionalismo, enfim...

Tower Hamlets, Londonistão, futuro Islamabad
London Times diz que a população muçulmana no Reino Unido
aumentou mais de 10 vezes entre 2004 e 2008
Já há patrulhas que impõem a sharia (lei islâmica) em Londres:


A Europa já tem cerca de 52 milhões de muçulmanos. 80% deles não trabalha e vive à custa dos contribuintes e da marginalidade.


A integração dos muçulmanos é, segundo o psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels, impossível. Regra geral, os muçulmanos odeiam os «infiéis», considerando-os iguais aos cães.

Em França, os muçulmanos representam cerca de 5,5 milhões de pessoas, ou seja, 8% da população, e há aproximadamente 2100 lugares de culto islâmico no país (dados de 2009).

A Alemanha vem em segundo lugar, atrás da França, no ranking dos países europeus a respeito do número de muçulmanos (cerca de 3,3 milhões), mas é o país com o maior número absoluto de mesquitas (pelo menos 2600).

No Reino Unido, a proporção de mesquitas é significativa se levarmos em conta que os muçulmanos, cerca de 2,4 milhões, possuem mais de 1000 mesquitas. Também é possível encontrar, com frequência, quartos de «oração» islâmica e outras formas de instalação religiosa em aeroportos, centros comerciais e locais de encontro de vários tipos, incluindo os estádios de futebol (sim, no Reino Unido!).

A Bélgica, ou melhor, o Belgistão, é o país mais islamizado da União Europeia (curiosamente, a Bélgica é também o coração da maçónica organização europeia que permite a islamização como forma de destruição do Cristianismo, o que serve à Nova Ordem e ao marxismo cultural).

A Europa já se encontra islamicamente ocupada e ainda há quem queira acreditar que a islamização é um mito? Aqui mais algumas imagens da notória islamização que não é um mito coisa nenhuma:

Uma família de muçulmanos somalis subsídio-dependentes na Suécia. Eles exigem os seus «direitos»...

De acordo com o blogue Amigo de Israel, a táctica da islamização é a seguinte: quando o número de muçulmanos está abaixo dos 2% (Estados Unidos, Canadá, Portugal, Brasil, China, etc.), os muçulmanos são considerados, na maior parte, como uma minoria que ama a paz e que não constitui ameaça nenhuma para os cidadãos. Quando atingem os 5% (Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Espanha, etc.), os muçulmanos começam a fazer proselitismo de outras minorias étnicas e grupos descontentes, fazendo muitas vezes recrutamentos nas prisões e entre gangues de rua. De 5% para cima (França, Suécia, Suíça, Holanda, etc.), eles exercem uma influência excessiva na proporção da sua percentagem da população: exigem a introdução de alimentos halal (comida de acordo com os preceitos islâmicos) e trabalham no sentido de o governo no poder lhes permitir governar-se a si mesmos (dentro dos seus guetos) sob a sharia.

A Europa sucumbiu à carne halal para agradar os muçulmanos
Os animais são degolados conscientes - é assim o abate halal
A McDonald's e outras cadeias de fast-food do Ocidente têm carne halal. Não há islamização?
O objectivo final da islamização é, como é óbvio, a transformação da terra não islâmica em terra islâmica e estabelecer a sharia em todo o mundo.

Quando o número de muçulmanos se aproximar os 10% da população, os muçulmanos tendem a aumentar a ilegalidade como um meio de reclamação sobre as suas condições. Em França, por exemplo, já podemos ver carros queimados quando os muçulmanos se sentem revoltados (ou nem por isso). Qualquer acção não muçulmana ofende o islão, e resulta em revoltas e ameaças, como em Amesterdão, com a oposição a desenhos animados e filmes sobre o islão e Maomé.

Depois de os muçulmanos atingirem 20%, as nações podem esperar tumultos com armas, formações das milícias jihadistas, assassinatos esporádicos, e queimas de igrejas cristãs e sinagogas judaicas, como nos países do Médio Oriente e africanos.

De 60% ​​para cima, as nações experimentam perseguição desenfreada dos não crentes de todas as outras religiões (incluindo os muçulmanos não conformes), limpeza étnica (genocídio) e o uso da sharia como uma arma, a jizya (o imposto colocado sobre os infiéis) como em países como a Albânia (que fica na Europa), a Malásia, o Qatar ou o Sudão.

Depois de 80%, esperam intimidação diária e jihad violenta, limpeza étnica executada pelo Estado, e até mesmo genocídio, uma vez que estas nações expulsam os «infiéis» e movem-se em direcção a uma sociedade 100% muçulmana, como tem sido experimentado no Bangladesh, no Egipto, em Gaza, na Indonésia, no Irão, no Iraque, na Jordânia, no Paquistão, etc.

Com 100% de muçulmanos inaugura-se a paz de Dar-es-Salaam («Casa da Paz Islâmica»). Aí sim, é suposto haver paz, mas isso é porque todos são muçulmanos, as madrassas são as únicas escolas e o Alcorão é a única palavra (Afeganistão, Arábia Saudita, Somália e Iémen). O problema é que a paz nunca é alcançada, pois mesmo nesses Estados 100% muçulmanos, os mais radicais intimidam, espumam ódio e matam os muçulmanos menos radicais por uma variedade de motivos.

Ilustração de Maomé a mostrar como se degola. É este o exemplo a seguir...
Muçulmanos contra cristãos no passado. Se não fosse a Igreja Católica,
os esquerdalhos, agnósticos e ateus de hoje seriam todos muçulmanos
As pretensões de islamizar a Europa já existem há séculos. Esse objectivo não foi nunca abandonado pelos muçulmanos, pois é parte integrante da sua ideologia a conquista do mundo (Umah), que é camuflada religiosamente. O que acontece é que a Igreja Católica, completamente enfraquecida devido à apostasia, hoje já não consegue defender a Europa dos invasores. Hoje em dia existem na Europa (e não só) inúmeros cavalos de Tróia (esquerdistas, multiculturalistas, ateus, agnósticos, gnósticos, etc.), todos eles mais ou menos favoráveis à islamização, ou que não fazem da islamização um caso como se isso fosse uma «histeria» por parte dos alarmistas (que são uma cambada de «islamofóbicos»), e que lutam pela destruição do Cristianismo e consequentemente da superior civilização ocidental assente nos princípios judaico-cristãos dos quais todos directa ou indirectamente comungam e que hoje desprezam como um cão que morde a mão de quem lhe dá de comer.

O caro leitor acredita, depois de ter lido isto, que a islamização da Europa (e, já agora, do mundo) é mesmo um mito?


Há dez anos, o perigo de a Europa se tornar, dentro de uma ou duas gerações, maioritariamente islâmica era uma fantasia. Hoje em dia, é uma perspectiva bastante realista (embora não certa), porque a Europa renunciou aos seus valores judaico-cristãos e está dominada, por uma cultura de culpa e de morte, por um suicídio civilizacional colectivo (Alexandre del Valle, politólogo e jornalista franco-italiano).

Fim do Ramadão no Martim Moniz, Lisboa

 
Muçulmanos de todo o mundo festejam o fim do jejum de Ramadão (Eid ul-Fitr - عيد الفطر), uma celebração que começou no dia 28 e que se prolonga durante três dias. De acordo com a Wikipédia, «este festival é assinalado com uma oração comunal a meio da manhã, geralmente realizada em praças ou recintos de feiras, uma vez que as mesquitas não possuem espaço para tantas pessoas». Em Portugal realiza-se no Martim Moniz, em Lisboa, o epicentro por excelência do multiculturalismo do país. Curiosamente, o nome da localidade, Martim Moniz, pertence a um nobre cavaleiro de D. Afonso Henriques, um mártir cristão que sacrificou a sua própria vida para impedir que os portões do castelo dos mouros se fechassem e permitir que os seus companheiros invadissem e conquistassem o mesmo. Ironia do destino: os muçulmanos estão de volta para reclamar o que já foi deles.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Em defesa da Portugalidade

"Pela Portugalidade", pintura de Gabriela Marques da Costa
Nem da Latinidade – termo que nada significa, por amplo de mais; nem da Hispanidade, que nos absorve e confunde; nem da Lusitanidade, que nos abastarda. Não somos latinos, nem somos hispanos, nem somos lusitanos, somos portugueses!
A Latinidade é uma categoria histórica, sem base concreta; a Hispanidade tem Castela por centro; a Lusitanidade tem por lar a Lusitânia que não é toda nossa.
Só a Portugalidade é inteiramente nossa, característica e tipicamente nossa.
Portugalenses, portugaleses, portugueses, assim nos chamamos e nos chamaram, ao nascer; assim nos chamamos e nos chamaram, durante séculos, até que a pedantaria dos humanistas nos crismou de – lusitanos. Portugueses nascemos, portugueses devemos morrer. Doutrinador de Portugalidade – eis o sector da minha multiforme actividade intelectual, que, como íman fatídico, atrai as dedicações luminosas que me cercam, aqui, e lá fora, e encandeia os ódios e os rancores que me seguem a sombra...
Porque doutrinador de Portugalidade – católico, não católico progressivo, à maneira de Maritain e os seus sequazes portugueses, mas católico português, como sempre foram os portugueses católicos que nunca se envergonharam de o ser, e nunca se esconderam sacrílega e comodamente atrás do termo equívoco, confuso e neutro de cristão, como nunca aceitaram que lhes estendessem a mão os inimigos da sua Fé. Sou católico, intemeratamente fiel ao Credo fixado na Profissão fidei tridentina, em 13 de Novembro de 1534; católico conscientemente informado no Syllabus; católico português, empregando todos os meus esforços para que a Nação regresse à sua missão de Fidelíssima, mas não tocada dum Fidelismo progressivo, e anarquizante das consciências.
(...)
Porque doutrinador de Portugalidade – inimigo do Liberalismo político que matou as liberdades profissionais ou corporativas, e as regalias municipais – preanunciando o Standardismo comunista.
Porque doutrinador de Portugalidade – adversário do Parlamentarismo que é a falsificação do Supremo Interesse Nacional.
Porque doutrinador de Portugalidade – amigo do Povo, cheio de carinhos para as suas desditas, cheio de entusiasmo fervoroso para as suas glórias, ríspido, às vezes, para os seus desmandos, mas sempre zeloso das suas virtudes, e, consequentemente, inimigo declarado e implacável dos exploradores das suas paixões e dos seus instintos, dos que, sistematicamente, fazem dele degrau para as suas ambições mais depravadas, e para a satisfação dos seus interesses mais inconfessáveis.
Porque doutrinador de Portugalidade – defensor do Povo contra os Mitos que o fascinam e pervertem, contra as nuvens que o embriagam e corrompem, contra as Miragens que o seduzem e estrangulam.
Porque doutrinador de Portugalidade – nacionalista integral, pondo acima de tudo, e de todas as considerações, o Interesse legítimo, o Prestígio honesto, a grandeza eterna, e a honra Imaculada da Pátria (...).
E é ainda porque doutrinador de Portugalidade, que páro, a escutar e a interpretar as vozes que vêm de lá de fora e da distância – pela repercussão que possam ter nos destinos da minha Pátria.
 
Alfredo Pimenta in Em Defesa da Portugalidade

Casa do Salazar por 5,5 milhões de €

 
Alguém quer comprar a casa de António de Oliveira Salazar que fica no n.º 64 da Rua Bernardo Lima, um terreno com 1410 m² no Marquês de Pombal (centro de Lisboa), num edifício tipicamente fin de siècle actualmente em ruínas e que custa 5,5 milhões de euros? Segundo o agente imobiliário Sérgio Pires, o terreno tem um «enorme potencial» e condisse com a «dignidade da função» de um presidente de Conselho de Ministros. Segundo o historiador João Madeira, Salazar, durante o trajecto habitual para a Missa dominical depois de ter saído dessa casa, sofreu um atentado do qual escapou sem um arranhão por pura sorte, em 1937 (relatado no livro «1937 - O atentado a Salazar - A frente popular em Portugal»). O atentado, uma enorme explosão, provocada por membros do Partido Comunista Português, abriu uma cratera larga e funda na rua e «só não fez vítimas por um erro de cálculo dos responsáveis». Para uma maior protecção, Salazar mudou-se depois para o palácio de São Bento, criado como «residência oficial do chefe do Governo, devidamente resguardada de intenções subversivas», onde viveu até à sua morte a 27 de Julho de 1970, quase quatro anos antes da fatídica revolução dos cravos que destruiu Portugal.

Xi Jinping nos Açores

 
O presidente chinês Xi Jinping (习近平) esteve nos Açores depois de ter estado na América Latina, onde se encontrou com o vice-primeiro-ministro português Paulo Portas, mais precisamente na ilha Terceira. Ambos abordaram temas internacionais e bilaterais, «com uma ênfase particular no reforço da nossa cooperação económica». 31 empresas portuguesas de lacticínios foram certificadas pela China, visando o aumento das exportações portuguesas para o gigante asiático, que passaram «de 220 milhões de euros, em 2009, para 660 milhões de euros, em 2013». Macau não foi esquecido: o presidente chinês realçou o papel do Fórum Macau (Fórum para a Cooperação entre a China e os Países Lusófonos). Portas disse que Macau foi um bom exemplo de superação de questões históricas entre os dois países, prometendo aproximar a China aos países latino-americanos e também africanos. Xi Jinping disse tratar Portugal como «um bom amigo e parceiro na União Europeia», esperando que Portugal facilite a entrada de empresas e também de cidadãos chineses no território para, quem sabe, um dia vir a tomar conta de Portugal. É esta a estratégia chinesa de dominação global.

'Post' dedicado aos idiotas úteis do Ocidente

Como o islão é e como querem que ele seja
Vós que sois uns multiculturalistas imbecis, esquerdistas com um só neurónio, ecologistas da treta, politicamente correctos do caraças, ranhosos defensores dos ditos e supostos Direitos Humanos, anti-racistas patológicos, amigos histéricos da imigração desenfreada, chanfrados da diversidade, feministas desmioladas, ateus, agnósticos, cristãos e demais religiosos progressistas, etc., quando é que meteis na cabeça duma vez por todas que o islão tem ódio e desprezo por tudo aquilo que não é muçulmano? Quando é que tomais consciência que também vós fazeis parte do grupo dos não muçulmanos, ou seja, potenciais vítimas dos muçulmanos? Vós sois uns desiquilibrados, sofreis de uma doença que é uma mistura de síndrome de Estocolmo e complexo de culpa frente a tudo o que não é europeu e ocidental, e isto é um transtorno mental que quereis que seja extensivo ao resto da sociedade para que todos nós paguemos pelos vossos delírios. Que tal deixardes a vossa boa e confortável existência no Ocidente e a troqueis por uma experiência enriquecedora e intensa sob os maravilhosos valores do islão? Será que não credes na realidade da suposta bondade daquilo que quereis impor aos demais? Se a vida no Ocidente vos parece tão criticável, porque é que não vos submeteis às condições de vida de qualquer país muçulmano? Ali de certeza que podereis gozar de todas as vantagens da vossa condição de dhimmis (ذمي‎ - outra maneira de dizer não muçulmanos), e não de cidadãos, de seres impuros para o islão sem nenhum direito e à mercê da brutal barbaridade dos vossos amos. Ide para a Arábia Saudita, a Somália, o Sudão, a Mauritânia, o Paquistão, autênticos paraísos que ficam a umas horas de avião... As portas do decadente Ocidente estão escancaradas, nada vos detém nem vos impede de ir no encalço da felicidade que vós não conseguis encontrar nas vossas terras...

Os tolerantes também só são tolerantes até ao dia
Nesses paraísos vós podeis desfrutar das delícias do verdadeiro racismo, da verdadeira discriminação, do insuperável rebaixamento da condição das mulheres, das verdadeiras desigualdades sociais, da miséria perante o luxo desmedido, do abuso e da prepotência como sistema instaurado, e apreciareis a companhia dos homens que preferem os seus camelos à(s) sua(s) esposa(s)... Lá podereis ser cúmplices dos crimes contra a infância, cúmplices dos crimes sexuais contra meninas que são entregues ao apetite sexual pedófilo dos machos alfas. Nesses países as mulheres não têm o direito de andar em liberdade. Nessas terras elas são violadas e depois são culpadas da sua própria violação. Lá as mulheres morrem por causa dos famosos «crimes de honra» que desgraçam as suas famílias. Há países onde as mulheres são lapidadas como se apedreja «Satanás» numa «peregrinação» a Meca (se bem que Satanás está na verdade com os muçulmanos como uma representação - Alá - e nos actos cometidos e permitidos por Maomé [que a merda esteja sobre ele]). As mulheres muçulmanas nas suas próprias terras são equiparadas a lixo. A liberdade de consciência é considerada uma apostasia que é castigada com a morte. Nesses países, com um pouco de sorte, vós acabareis crucificados ou decapitados por qualquer motivo. Assim talvez vós podeis compeender melhor o verdadeiro sentido do islão: um Inferno na Terra para qualquer ser humano digno desse nome. Quem tem dúvidas disso é só ver os inúmeros exemplos que nos chegam dos países islâmicos.

Menina cristã síria decapitada por muçulmanos, claro!
Em alguns países muçulmanos, uma rapariga de 20 anos pode já ser considerada velha e trocada por uma miúda de 10 anos, com toda a legalidade. Se a rapariga causar repúdio ao marido, este pode ir ao mercado vendê-la e comprar outra como quem compra uma cabra ou um camelo. Um velhote de 80 anos pode casar com uma menina de 8 anos, já que o próprio Maomé (que a merda esteja sobre ele) também foi um grande pedófilo. Não dizeis que o amor não escolhe idade, sexo ou cor? Se derramais baba perante estes exemplos vivos dos vossos mais doentios ideais, ide já a correr para abraçar os perfeitos costumes da estupenda sociedade muçulmana!

No futuro todas as mulheres poderão ser assim...
No Ocidente não se ensina as crianças a compreender o culto de morte e de ódio que é o islão, ao contrário do que acontece nos países muçulmanos em relação ao Cristianismo e ao Judaísmo, por exemplo. Nesses países, a morte é o verdadeiro sentido da vida, e esta deve ser entregue como sacrifício ao ídolo Alá, a meta suprema do ideal muçulmano. A violência está nos genes do islão desde a sua génese, pois foi assim que o islão se expandiu, através da matança e da imposição e não através do diálogo, sendo um pilar da própria seita, e onde a morte é o único horizonte para a juventude e as mulheres. Para essa gente, a vida confunde-se com a morte. Não existe nenhum outro exemplo de sociedade neste mundo em que a morte é um modus vivendi para todo o ser humano. O islão é mais do que a lei, é uma obrigação moral que proíbe toda a forma de criatividade, de arte, de música, etc. Viver debaixo da lei bárbara da sharia ( شريعة‎ - código moral e legislação do islão conforme o Alcorão) sob condições de vida degradantes e infra-humanas faz do islão um vale de lágrimas, um conjunto de terras de desolação, um campo de ruínas, enfim, um mundo de merda. Abandonai o Ocidente e ide para os países islâmicos, seus amantes tontos e inúteis do islão! Vós sois escória que não interessa a ninguém!
 
Sim, é assim que são os verdadeiros muçulmanos...
Já não basta a merda islâmica no Ocidente, é preciso o Ocidente levar também com os amigos dos muçulmanos, quais cavalos de Tróia que estão a destruir a civilização de gente! E depois, para facilitar ainda mais a vida aos muçulmanos invasores, ainda há quem acredite mesmo que a islamização é um mito! Há mesmo malta que insiste em permanecer cega e não ver os factos...