terça-feira, 6 de novembro de 2012

Islão: o que os outros dizem

Relatório da jihad - Outubro de 2012

Número de ataques jihadistas: 209
Número de países atacados: 26
Número de pessoas gravemente feridas: 1464
Número de mortos: 911


De olho na Jihad


Imigrantes em Paris: problemas que os franceses preferem calar

Os filmes do jornalista russo Alexander Rogatkin sobre a imigração provocaram uma reacção impetuosa na Rússia e no estrangeiro. O jornal francês Le Monde, em particular, sujeitou a críticas o filme Alheios – 2, que mostra os subúrbios de Paris controlados por imigrantes. A edição afirmou que os problemas exibidos no documentário são inventados.
Contudo, na opinião de peritos, os franceses não gostaram que alguém tenha focado o problema que eles próprios não conseguem resolver e preferem calar.
Hoje, cada visitante de Paris deve conhecer os bairros que têm que ser contornados. Todos os subúrbios da cidade com prédios pouco atraentes são uma zona perigosa. Uma equipa russa de filmagem trabalhou nomeadamente naqueles bairros. Fala Alexander Rogatkin: “Foi-nos dito que não conseguiriamos filmar nada nos bairros árabes, porque seríamos espancados logo que a câmara começasse a funcionar. Não acreditámos nisso. Mas, o nosso operador levou uma pancada na cara mal saímos do veículo”.
Agentes da polícia não têm poder real naqueles bairros e, frequentemente, receiam aparecer aí. O gueto é controlado por comunidades étnicas e traficantes de droga. Há muito que ali reinam regras orientais, disse a Alexander Rogatkin, Dmitri de Cochko, habitante de Saint-Ouen, um subúrbio de Paris, a norte da cidade: “A carne de porco frequentemente não é servida em refeitórios escolares. Às vezes, até se faz pressão sobre as crianças, que nem sempre são muçulmanas, obrigando-as a não comer carne suína”.
Segundo avaliações demográficas, hoje no país vivem cerca de seis milhões de imigrantes. Em resultado da crise, uma parte deles perdeu emprego e começou a praticar banditismo. Os franceses, naturalmente, não estão satisfeitos com esta situação. É pouco provável que o actual Governo socialista consiga resolver o problema da imigração, considera o dirigente do Centro de Pesquisas Históricas Francesas do Instituto de História Universal da Academia de Ciências da Rússia, Piotr Tcherkassov: “François Hollande chegou ao poder graças também aos votos dos novos franceses. Nos próximos anos, será muito difícil resolver estes problemas, porque o Partido Socialista no poder e o presidente terão de renunciar neste caso a muitos compromissos eleitorais neste sentido”.
Quase todos os países europeus enfrentam problemas análogos. No ano passado, teve lugar um colapso de imigração na ilha italiana de Lampedusa. A situação pode repetir-se em breve – 17 mil sírios encaminharam pedidos a departamentos diplomáticos dos países da UE, solicitando asilo. Os Parlamentos e políticos começam com urgência a elaborar leis pan-europeias que protejam a região contra imigrantes.


A quarta geração do califado europeu

A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme. As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na Primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestiniano. Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: "Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema".
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipa de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"
Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga. O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestiniano que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correcto do Corão. No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: "Agora o islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!"
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um "Não!" veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli. Em princípio, sabia-se desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, dedica-se muita atenção ao novo tipo de anti-semitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador deve-se aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras: "Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas".
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa. Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correcto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo. A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do islão radical com decisões económicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é afirmarem-se como os futuros donos da Europa.


Perigo Islâmico


Suíça: menino é vítima de bullying na escola por se recusar a converter-se ao islão

No primeiro ano, Peter e Ali davam-se muito bem. Não era importante o facto de 14 dos 19 alunos serem muçulmanos. Mas mais tarde Ali, filho de um imã muçulmano, quis converter Peter ao islão. Se ele (Peter) fosse muçulmano, poderiam ser amigos, disse-lhe Ali, cujo proselitismo ficou mais marcante à medida que o tempo passou. Ali gozou com o Cristianismo. Como pode Jesus ser o filho de Deus?, perguntou maliciosamente Ali. Quando a turma visitou uma mesquita durante uma aula de educação religiosa, Ali exigiu que Peter orasse a Alá. (...) Peter teve a coragem de dizer à turma que não iria converter-se ao islão e Ali disse-lhe: "Tu estás possuído pelo demónio". A partir daí, todos os colegas se afastaram de Peter.


Casal espanhol impedido de adoptar criança órfã marroquina para não se converter ao Cristianismo

Se Marrocos autorizar que famílias não-muçulmanas adoptem os seus órfãos, 30 mil crianças correrão o risco de ser evangelizadas nos próximos 20 anos, segundo o ministro da Justiça Mustapha Ramid. O Kafala, o regime de adopção em vigor em Marrocos, permite que famílias não-muçulmanas adoptem crianças marroquinas, mas, na prática, os estrangeiros não estão autorizados a adoptá-las, ou pelo menos não têm prioridade. Numerosos pedidos têm sido rejeitados pelas autoridades marroquinas. O principal motivo para estas rejeições é a religião, pois segundo o ministro, a maioria das crianças adoptadas seriam pressionadas a converter-se ao Cristianismo. (...) Em Marrocos cerca de 5000 crianças são abandonadas anualmente, mas há apenas 2500 pedidos de adopção por famílias marroquinas e estrangeiras.


Islam versus Europe


Síria: manifestantes gritam "Liberdade de expressão e paz para o Inferno, nós queremos o califado islâmico e muitas armas"

E com o apoio de Barack Obama à Irmandade Muçulmana, é mesmo isso que os sírios terão uma vez que Bashar al-Assad cair do poder.


Pais paquistaneses prenderam e mataram a sua filha de 15 anos por motivo de honra

O crime dela? Ter olhado para um rapaz, coisa que a sua família considera ser desonrosa para a família. O pai levou a rapariga para dentro de casa, bateu-lhe e jogou-lhe ácido com a ajuda da sua mulher, matando-a. (...) A Comissão dos Direitos Humanos do Paquistão informou que 943 mulheres morreram em crimes de honra no ano passado.


Bare Naked Islam

6 comentários:

dvr disse...

"Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!" se é isso que querem pode ser que apareça alguém que lhes satisfaça esse desejo.

FireHead disse...

dvr,

Resta é saber quem...

AC disse...

Algumas destas noticias dão-me nojo e uma profunda revolta. Há coisas que prefiro fazer como a avestruz e ignorar.

FireHead disse...

AC,

Só algumas?? :)

Fatyly disse...

Tremendamente revoltante e animalesco e mudar mentalidades demoram décadas...já que nascem, crescem, vivem e morrem debaixo de "extremismos ou seu lá o adjectivo correcto"!

FireHead disse...

Fatyly,

Não é extremismo. É a natureza verdadeira do islamismo. Não se pode tolerar quem não é tolerante.