quinta-feira, 30 de junho de 2011

«Sharia» para a Bélgica

Em Bruxelas, a capital de um país europeu em estado avançado de islamização e também da União Europeia, sucedem-se os ataques aos homossexuais cometidos por muçulmanos.
Um imigrante homossexual, Carim Bouzian, diz que a situação em Antuérpia não é melhor que em Bruxelas e denuncia a existência de uma "polícia de moralidade" muçulmana, um grupo composto por homens mais velhos e jovens radicais que sentem ter o dever de "avisar" os homossexuais acerca dos "comportamentos erróneos". "Não sabes o que o Alcorão diz? Vais para o inferno", começa assim a abordagem dessas pessoas, entre insultos. Bouzian acrescenta que os casais homossexuais que vivem em bairros de imigrantes recebem constantemente na caixa de correio envelopes com versículos do Alcorão e um rato morto em jeito de ameaça. O mesmo acontece também por vezes em bairros socialmente mais elevados. Diz Bouzian que um amigo seu chegou a ser atacado em plena luz do dia no bairro onde vive.
A comunidade gay de Antuérpia já anda há um ano a alertar as autoridades para a situação. No parque Middenvijver, onde os gays fazem sexo pago com jovens imigrantes, os ataques têm sido uma constante. Também as raparigas que se vestem de forma mais ousada e provocante são alvos de ameaças, geralmente por parte de homens mais velhos, mas a polícia pouco ou nada pode fazer porque raramente recebe queixas sobre a "polícia de moralidade".
Os muçulmanos vieram não só para ficar na Bélgica como também para dominar. Parabéns, multiculturalismo! Parabéns, esquerdistas dum raio!

Grécia a ferro e fogo

A polícia grega foi obrigada a usar gás lacrimogéneo contra um grupo de cerca de 400 manifestantes algumas horas antes da aprovação das novas medidas de austeridade no parlamento.
Os confrontos com as autoridades sucederam-se nos dois últimos dias na Praça Sintagma, perto do parlamento helénico. Segundo a Associated Press, 26 polícias e 15 manifestantes foram transportados para hospitais devido a ferimentos graves e pelo menos 38 pessoas foram já detidas na sequência das manifestações.


A aprovação do novo pacote de medidas de austeridade agradou os executivos das várias nações da União Europeia, exigência sine qua non para que o país de Sócrates, Platão, Aristóteles e companhia possa merecer receber uma nova injecção urgente de milhões de euros para fazer face à crise.
Uma autêntica tragédia grega.

Raio mata 19 pessoas

A queda de um raio vitimou 18 estudantes e um professor numa escola em Runyanya, a cerca de 260 quilómetros de Campala, no Uganda, na terça-feira. A porta-voz da polícia local, Zura Ganyana, afirmou que 51 estudantes, com idades entre os sete e os 16 anos, tinham ficado feridos devido à queda do raio e que o professor que morreu no acidente estava a visitar a escola. Um funcionário de uma escola de Zombo, a cerca de 320 quilómetros a noroeste de Campala, afirmou que uma escola da zona também foi atingida por raios, que provocaram ferimentos em 37 estudantes e dois professores. Pelo menos 34 pessoas morreram devido à queda de raios em todo o país nas últimas semanas.

Chelsea apresentou André Villas-Boas

O Special Two foi oficialmente apresentado no Chelsea como o novo treinador.
"Special One? O meu título deixarei para vocês quando tiver sucesso. Isto não é um show de um só homem. Quero agrupar as pessoas à volta de um objectivo", disse André Villas-Boas, que deixou a "cadeira de sonho" e as juras de amor eterno pelo seu clube de coração (que também só deve ter uma cor como disse um dia o "mítico" João Pinto...) com um fax (com certeza que aprendeu com a saída do Mourinho e assim evitou o confronto com a guarda pretoriana do Pinto da Costa, ou seja, os Super Cabrões Dragões) e zarpou para Inglaterra em busca das apetecíveis libras esterlinas.
Parece uma ironia o facto do "mestre André" ter pagado na mesma moeda a quem tão habilmente sabe desviar jogadores praticamente assegurados noutros clubes, apanhando mesmo repentinamente toda uma estrutura do clube de surpresa.

Onde está o espanto?

O ex-jogador e jornalista Jorge Baptista disse na SIC Notícias que dentro da estrutura do Benfica existem chibos que informam o clube dos Andrades das mais variadas coisas, entre elas as negociações com jogadores, dando como exemplo o caso do Falcao. Alguém ligado ao Benfica terá dito aos lacaios do Pinto da Costa para contratarem o colombiano, mas, se todos nós tivermos boa memória, lembrar-nos-emos que também muitos outros jogadores, como o Alvaro Pereira ou o James Rodriguez, só para citar casos mais recentes, foram desviados da rota da Luz rumo ao Cabrão Dragão.
É o que dá haver não-benfiquistas, ou melhor, Andrades anti-benfiquistas com tachos no Benfica. De que é que estão à espera para benfiquizar o clube?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Angélico Vieira (1982-2011)

Angélico Veira acabou por morrer em consequência das graves lesões provocadas pelo acidente de viação do qual foi vítima. A falta de cinto de segurança provocou um traumatismo crânio-encefálico muito grave a que o jovem de 28 anos não resistiu.
De acordo com António Barros, acessor do Hospital de Santo António, o "óbito foi declarado após a confirmação do estado de morte cerebral", por volta das 23:50, e os órgãos de Angélico vão ser doados.
A polícia teve de vedar o acesso à entrada principal da unidade hospitalar no início da noite, obrigando os muitos fãs que ao longo do dia se foram concentrando a recuar e deixar aquele espaço apenas para os jornalistas.
Os fãs reagiram em silêncio à comunicação, contrastando com a tarde ruidosa em que cantaram músicas de Angélico, entre gritos, choros e cartazes com dedicatórias ao cantor junto da porta do hospital portuense.
Angélico teve o acidente a caminho da festa de Verão da TVI, onde ia apresentar o seu novo álbum, e morreu no mesmo dia do funeral do seu amigo Hélio Danilson Filipe, de 25 anos, que teve morte imediata no mesmo acidente. Arminda Leite, a rapariga de 17 anos, que também ficou ferida com gravidade, permanece internada com um prognóstico muito reservado. Apenas Hugo Pinto, que estava ao lado do Angélico no BMW, sofreu ferimentos ligeiros por ter sido o único que colocou o cinto de segurança.
Às famílias enlutadas, os meus sentimentos.

Naki, o cão com patas biónicas

Naki é o primeiro cão a receber quatro patas artificiais.
A veterinária Christie Pace encontrou Naki numa casa abandonada com a mãe morta e ele, ainda pequeno, com as patas congeladas por causa do frio. Depois de o acolher, Christie decidiu angariar dinheiro para testar duas próteses no animal e o fabricante acabou por lhe oferecer as outras duas próteses, tendo Naki recebido as quatro próteses em Denver, nos Estados Unidos.
"Acho que ajudámos Naki a ter uma vida mais confortável e mais longa", disse a veterinária Patsy Mich, que ajudou no processo. Graças a este avanço na medicina animal, Naki tem agora de voltar a aprender a andar. Por enquanto já consegue brincar e qualquer dia poderá até nadar. Cada prótese tem um custo estimado entre os 700 e os 2100 euros.
Há mesmo coisas fantásticas.

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Invisibilidade e Teletransporte

A invisibilidade e o teletransporte são possíveis! Quem o diz é o norte-americano de ascendência japonesa Michio Kaku (加來 道雄), um físico teórico, professor, escritor e co-criador da teoria de campos de corda, que é um ramo da teoria das cordas. 
O futuro está já aí!

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O quê, Marine Le Pen?

Numa longa entrevista do jornal britânico Guardian feita à líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, a líder da Frente Nacional, que até então tinha o meu apoio (votaria nela se fosse francês), desiludiu. Marine Le Pen assume-se diferente do seu pai, sendo uma crítica do capitalismo e na posição de promover o Estado como protector do povo comum.
"Por muito tempo, a Frente Nacional manteve a ideia de que o Estado faz as coisas sempre do modo mais caro e menos bem feitas do que o sector privado. Mas estou convencida de que isso não é verdade. A razão é a inevitável busca do lucro, que é inerente ao sector privado. Há certos domínios que são tão vitais para o bem-estar dos cidadãos que têm a todo o custo de ser mantidos fora do sector privado e da lei da oferta e da procura".
Por outras palavras, o Estado tem de ter a seu cargo a saúde, a educação, os transportes, a banca e a energia. No que diz respeito à imigração, a senhora Le Pen inclui o secularismo como um sistema de valores que está a ser ameaçado, pretendendo defender também os judeus e os homossexuais. Diz Le Pen aos judeus: "Vocês têm de ter cuidado com os muçulmanos e eu estou aqui para vos defender". As mulheres e também os gays têm também de ser defendidos em nome da liberdade, do secularismo e da República - uma terceira dimensão para a política francesa.
Afinal a Marine Le Pen é nacional-socialista?

A invasão islâmica continua!

Enquanto a Itália continua a lidar com a constante invasão de imigrantes ilegais vindos do norte de África...

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... um arrogante imigrante ilegal tunisino garante que os invasores vão continuar a entrar ilegalmente em França, quer os franceses queiram quer não.

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E então, Europa? Já acabaste de cavar a tua própria sepultura ou ainda não?

Leite materno para os bófias!

Uma mulher norte-americana, Stephanie Robinette de 30 anos, residente em Ohio, foi presa por conduta imprópria após ter borrifado o seu próprio leite nos bófias quando estes tentavam tirá-la do seu carro!
De acordo com a polícia de Delaware, Stephanie foi também processada por violência doméstica e agressão relacionada a uma disputa doméstica, uma vez que o marido dela contou às autoridades que o casal assistia a uma casamento no passado sábado, dia 25, quando Stephanie ficou bêbeda e começou a discutir com ele agredindo-o várias vezes antes de se trancar no carro, à frente de um salão de festas.
O xerife Walter L. Davis III (que nome...) disse que, quando os bófias chegaram ao carro para tentar falar com ela, Stephanie começou a insultá-los e recusou-se a sair da viatura. "Quando os agentes tentaram removê-la do carro, ela alertou que era uma mãe que amamentava, tirou o seu seio direito de dentro do vestido e começou a borrifar leite neles e no carro", informou. Só com a chegada e a ajuda dos reforços é que os bófias conseguiram tirá-la do carro. "Esse é um excelente exemplo de como o álcool pode levar os indivíduos a fazer coisas que normalmente eles não fariam" (a sério?), disse o xerife.
O que o álcool faz não é nenhuma novidade para ninguém, mas o que é que ele faz ao leite?

Camisola alternativa benfiquista 2011/12

O Benfica apresentou ontem à tarde, segunda-feira, o novo equipamento alternativo para a época 2011/12. Confirma-se assim a camisola cujas fotos já circulavam na Internet.

A cerimónia de apresentação decorreu na loja da Adidas, a marca desportiva que continua a equipar o Benfica, em plena baixa lisboeta, e contou com o talento de modelo dos jogadores Franco Jara, David Simão, Miguel Rosa, Daniel Wass e Nico Gaitán.

Ao contrário de muitos benfiquistas fundamentalistas, eu acho a camisola alternativa bastante bonita. Qualquer trapo de qualquer cor fica sempre bonito com o emblema do Glorioso.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

«A dor mente - Tenho mas não todos os dias»

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Participem na campanha de sensibilização digital muito original de apoio à SPEM (Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla). Até 4 de Julho, por cada "gosto/like" ao vídeo no Facebook a SPEM recebe um donativo de 2 euros.

Islão: o que os outros dizem

Apenas 14% dos muçulmanos em solo dinamarquês consideram-se democratas...

Na Dinamarca, o político conservador de credo muçulmano Naser Khader começou em 2006 uma organização denominada Muçulmanos Democráticos. Uma sondagem indicou que apenas 14% dos muçulmanos da Dinamarca se identificam com esta organização e se vêem a si mesmos como «muçulmanos, democratas e dinamarqueses»...
Porque, de facto, o islão é incompatível com a democracia. E nem a «esmagadora maioria dos muçulmanos que são mui moderados e tolerantes» escapa a essa incompatibilidade...


Xeque egípcio defende escravatura sexual como direito consagrado pelo islão

No Egipto, um xeque - alta autoridade espiritual muçulmana, profundo conhecedor do islão - declarou este mês, num programa de televisão, o seguinte: "Quando quero uma escrava, vou simplesmente ao mercado e escolho a mulher de que gosto e compro-a".
Trata-se de Abu-Ishaq al-Huwayni, que causou polémica recentemente por ter
justificado a escravatura como saque de guerra islâmica contra o infiel. Posteriormente, numa entrevista telefónica transmitida pela estação televisiva al-Hikma, a 22 de Maio, declarou, numa resposta de aproximadamente vinte minutos, que as suas palavras tinham sido tiradas do contexto e que ele tinha era falado de um modo geral a respeito da "jihad" (guerra santa muçulmana) ofensiva...
Entre as coisas que disse, para clarificar as suas afirmações anteriores, encontra-se isto:
(...) É claro que a "jihad" ofensiva, da qual eu estava a falar naquela entrevista, o seu propósito é chamar gente ao islão, e não é permitido a ninguém esconder do povo a orientação divina, sob qualquer nome. Eles rejeitaram o islão e a "jyzia", pronto. O profeta Maomé disse: "Se eles recusarem, então busca a ajuda de Alá e combate-os." Se a batalha ocorrer, haverá um vencedor e um perdedor. Se o exército dos muçulmanos for vitorioso, irá tomar despojos. Tomar o saque de guerra é uma regra fixa do Alcorão. Alá permitiu-o no dia da Batalha de Badr, tal como está registado no Sura al-Anfal. (...) Alá todo-poderoso proibiu tomar despojos a todas as nações além de nós. (...) Quero dizer que não é de todo permitido tomar prisioneiros muçulmanos, mesmo que sejam heréticos, porque a regra de todos os muçulmanos é serem livres, não prisioneiros. A "jihad", tal como eu disse no início, é entre muçulmanos e não muçulmanos. Mas se dois muçulmanos lutam um contra o outro, como na guerra entre o Iraque e o Irão por exemplo, se o Iraque invadisse o Irão e o ocupasse, não seria permitido que um iraquiano tomasse uma mulher xiita (iraniana) como cativa, porque ela é muçulmana, mesmo sendo herética. (...) Portanto a "jihad" é entre muçulmanos e infiéis. (...) Despojos, escravos e prisioneiros só podem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos no passado conquistaram, invadiram e tomaram países. Todos os estudiosos estão de acordo nisto - não há desacordo entre nenhum deles, do mais pequeno ao maior, a respeito de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, o que inclui homens, mulheres, crianças, riqueza, etc..
Quando um mercado de escravos é aberto, que é um mercado no qual se vendem escravos se escravos sexuais, que são chamados no Alcorão "leite al-yamin", ou «aquilo que a tua mão direita tomar» (Alcorão 4:24). Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor e não foi abrogado. O "leite al-yamin" são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, vê a escrava sexual e compra-a. Ela torna-se sua mulher, mas não precisa de um contrato (de casamento) ou um divórcio como uma mulher livre, nem precisa de um "wali". Todos os especialistas concordam nisto - não há desacordo entre nenhum deles. A estes chamam-se escravos. O profeta Maomé falou sobre isso no "hadith" narrado por al-Bukhari no seu Livro da Jihad: «Alá deleita-se com pessoas que entram no Jardim acorrentadas.» Naturalmente, muita gente poderá não entender que alguém seja levado em correntes para entrar no Jardim. Isto é porque toda a gente, mesmo o pior dos descrentes, diz que o Jardim é para eles próprios e não para os outros. Correm para o Jardim sem que ninguém os puxe por correntes. O significado do "hadith" é este: estes escravos estavam noutra religião que não o islão. No entanto, quando foram conquistados, e derrotados, e tomados prisioneiros, vieram viver na terra do islão. Então quando testemunharam a justiça, a compaixão, a misericórdia do islão, tornaram-se muçulmanos. Estes não se converteram ao islão excepto através das grilhetas da guerra. Se não tivessem sido agrilhoados, presos, se a sua liberdade não lhes tivesse sido tirada, não se teriam convertido ao islão. Portanto este "hadith" é referente a estes escravos.
Estou muito chocado e surpreendido com os que dizem que nós permitimos a escravatura. Não chamamos as pessoas para que se tornem escravas. De facto, há votos para libertar os pescoços (dos escravos). O mesmo islão que nos permite tomar escravos, também nos incita a libertá-los. (...)
Estou muito chocado, por exemplo, por um país como os EUA ou outros que ocupam países. Não escraviza indivíduos, mas escraviza paises inteiros. O que está a ser feito ao Afeganistão? O que está a ser feito no Iraque? O que está a ser feito a respeito da divisão do Sudão? Aqueles que estão na Chechénia, ou na Eritreia, ou em qualquer país muçulmano, estão a ser queimados, e tomados e atirados às prisões e em Guantánamo e etc... Eles dizem que isto é uma guerra contra o terrorismo. Esta acção é a mesma coisa que a escravatura, mas é injustiça e agressão. (...)
Quando eu digo despojos, não me refiro apenas a dinheiro, mas também a escravos. Quando quero uma escrava sexual, vou simplesmente ao mercado e escolho a mulher que me agrada e compro-a. Escolho o homem de que gosto, com fortes músculos, ou se quero um rapaz para trabalhar em casa, e etc... Escolho um e pago-lhe um salário. Emprego-o numa variedade de diferentes tarefas e mais tarde vendo-o. (...)"
Falta agora que os sábios muçulmanos moderadíssimos do mundo inteiro venham agora desmentir tudo isto e garantir que o xeque acima citado é um mentiroso, um louco ou algum agente da CIA/MOSSAD para caluniar o islão...



Grupos anti-racistas querem processar Estado holandês por causa da vitória da liberdade de expressão de Wilders

Como seria de esperar, a Inquisição Anti-Racista não desiste: as organizações que estão por detrás do processo inquisitorial levantado contra o político holandês anti-islamização Geert Wilders vão continuar a tentar castigá-lo por ter cometido o pecado capital. Assim, estes grupos vão agora recorrer ao Comité dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas para que Wilders seja punido. O advogado desta «gente», Ties Prakken, afirma que «o veredicto (que inocentou Wilders) danificou os direitos das minorias a serem protegidas contra a incitação ao ódio.» Uma das organizações, a Beweging to Herstel van het Respect («Movimento para trazer de volta o respeito», o tal «respeitinho que é muito bonito», ou seja, a mordaça na boca de quem quiser dizer coisas proibidas) disse: «o tribunal deu efectivamente a Wilders a permissão para passar das ameaças à acção e recusar aos muçulmanos a entrada no País, proibir a leitura do Alcorão na Holanda e pôr um travão à construção de mais mesquitas.» A organização anuncia por isso que vai levar o Estado holandês a tribunal para conseguir que se apliquem «medidas efectivas» que impeçam Wilders de levar a cabo as suas «ameaças».
Pudera - a Inquisição Anti-Racista (...) não descansa nunca, aquilo é realmente uma questão de credo, de fé, de convicção moral de contornos quase religiosos, esta espécie de infra-humanidade acredita mesmo que tem o direito a calar a boca e a intimidar quem diz verdades que contrariam o peganhento amor universal moralmente obrigatório.
E é por isso que os Nacionalistas não podem também baixar a guarda, nunca - o combate pela salvaguarda da Europa é essencialmente direccionado para o extermínio político de toda a hoste anti-racista. A camada imigrante é apenas um instrumento da hoste anti-racista para diluir os Povos da Europa - o maior dos inimigos é pois o traidor, aquele que, por tara ou doença, se vira contra a sua própria Gente; se vira, sobretudo, contra aqueles da sua própria Gente que estão dispostos a resistir à invasão e a defender o Organismo-Nós. A hoste anti-racista actua pois como autêntico vírus do SIDA: tenta destruir as defesas do Organismo-Nós, tenta impedir o Organismo-Nós, o Povo, a Nação, de se proteger contra todas e quaisquer ameaças externas e internas.
E tudo porque o raio do povinho é por natureza receptivo ao «racismo»... e Farid Azarkan, líder da associação dos Marroquinos da Holanda, gemeu por isso que temia ver a libertação de Wilders a encorajar outros a repetir os comentários do dito: «Vê-se que as pessoas sentem-se mais e mais encorajadas a dizer que as minorias não servem para nada.»
Pois é - se o povinho deixa de ser intimidado/envergonhado por sequer pensar maldades racistas, se o povinho começa a ter coragem de dizer que o rei vai nu, então aí é que a evangelização anti-racista cai completamente pela base...
Cabe por isso aos Nacionalistas dizer, alto e bom som, a todos os «racistas» da Europa: aguentem, resistam, votem em nós - vocês não estão sozinhos e a Resistência à iminvasão é possível, além de ser, acima de tudo, um dever.
Fonte: GLADIUS


Egipto: Centenas de muçulmanos cercam Igreja para matar o Padre

Segundo informa a AINA (Assyrian International News Agency), centenas de muçulmanos cercaram a Igreja de São Jorge na aldeia de Beni Ahmed, com a intenção de matar o padre George Thabet. O sacerdote celebrava a missa pela manhã e trancou-se na Igreja com os paroquianos após o ataque dos muçulmanos. Segundo relatos, as forças de segurança chegaram ao local apenas cinco horas depois do início do distúrbio e escoltou o Padre George para a diocese copta de Minya. "O Padre George deixou a Igreja no carro de polícia como se fosse um criminoso", disse uma das testemunhas. O jovem copta que foi assistir à missa permanceu dentro da Igreja para defendê-la do ataque dos muçulmanos. Testemunhas relataram que o grupo de muçulmanos gritavam "Nós vamos matar o padre, vamos matá-lo e ninguém nos irá impedir". Um dos líderes do grupo disse que iria "cortá-lo em pedaços".
Padre George havia retornado hoje à Igreja após os ataques dos muçulmanos no dia 23 de Março de 2011, quando teve que deixar a aldeia devido às ameaças a sua vida e a dos seus familiares e também a toda comunidade cristã. O motivo dos ataques que começaram no dia 23 de Março foi a renovação da licença da histórica Igreja que tem mais de 100 anos, e o início das reformas, o que os muçulmanos não aceitaram.
Após a multidão ser dispersada, os muçulmanos afirmaram que o Padre está proibido de retornar a Igreja, e que se for preciso os ataques serão repetidos após as orações de sexta-feira.


Líbano: Clérigos sunitas declaram a lei que pune o estupro e a violência doméstica como heresia

BEIRUTE - (
AFP) - A mais alta autoridade sunita do Líbano rejeitou na sexta-feira um projecto de lei que visa proteger as mulheres contra a violência doméstica e estupro conjugal, dizendo que levaria "à morte da família como no Ocidente."
"O islão é muito consciente e preocupado com a resolução de problemas, mas isso não deve acontecer pela clonagem das leis ocidentais que encorajam a desagregação da família e que não se adequam a nossa sociedade", disse o influente líder do Dar al- Fatwa (Tribunal Muçulmano Sunita) em um comunicado no seu
site.
O Dar al-Fatwa também criticou como "heresia" uma cláusula no projecto de lei que criminaliza o estupro conjugal, acusando os os criadores do projecto de "inventar novos tipos de crimes."
"Isso terá um impacto negativo sobre as crianças muçulmanas que verão as mães ameaçando os pais com a prisão, em desafio à autoridade patriarcal, que por sua vez, minará a autoridade moral dos pais", disse ele.
"Temos de continuar a seguir a "sharia" (lei islâmica) no que diz respeito à família muçulmana", acrescentou.
O projecto de lei, elaborado por organizações feministas, advogados e peritos forenses, foi aprovado pelo gabinete do Líbano em 2010 e está actualmente em estudo no Parlamento.
Caso seja aprovada, a lei viria sob o código penal - sob o qual os casos são encaminhados a um tribunal penal - ao invés de leis de status pessoal, que são julgados por autoridades religiosas do Líbano.
O projecto de lei criminaliza o estupro conjugal, em caso de abuso por parte do marido ou de outro membro da família a mulher deve denunciar as autoridades. Se for considerado culpado, os réus apanharão penas que variam desde a reabilitação a prisão em regime fechado.
A violência doméstica e o assédio continuam sendo tabu no Líbano, considerado o país mais liberal em meio aos conservadores países árabes, mesmo assim são poucas as mulheres que denunciam a violência e a polícia em geral fecha os olhos aos crimes.


Fonte: De Olho na Jihad


«Não se tratou de roubar a Palestina, mas de comprar Israel»por Daniel Pipes
National Review Online
21 de Junho de 2011
Original em inglês:
Not Stealing Palestine but Purchasing Israel
Tradução: Joseph Skilnik

Os sionistas roubaram terras palestinianas: é esse o mantra que tanto a Autoridade Palestiniana (AP) quanto o Hamas ensinam aos seus filhos e disseminam nos média: "Apresentar a criação do estado [israelita] como um acto de ladroagem e a continuação de sua existência como uma injustiça histórica serve como base da AP para o não reconhecimento do direito de Israel existir". A acusação de roubo também corrói a posição de Israel internacionalmente.

Contudo, essa acusação é verdadeira?

Não, não é. Ironicamente, a criação de Israel representa uma das mais pacíficas migrações e criações de um estado na história. Para entender porque, requer considerar o sionismo no contexto. Colocado de maneira simples, conquista é a norma histórica, em todos os lugares governos foram estabelecidos por meio de invasões, praticamente todos os estados se formaram às custas de alguém. Ninguém fica permanentemente no comando, as raízes de todo e qualquer indivíduo se originam em algum outro lugar.

Tribos germânicas, hordas da Ásia Central, czares russos e conquistadores espanhóis e portugueses redesenharam o mapa. Os gregos modernos têm apenas uma conexão ténue com os gregos da antiguidade. Quem é capaz de enumerar quantas vezes a Bélgica foi invadida? Os Estados Unidos foram criados com a derrota dos americanos nativos. Reis saquearam a África, os arianos invadiram a Índia. No Japão, os falantes do idioma Yamato eliminaram praticamente a todos, menos alguns minúsculos grupos como o Ainu.

O Médio Oriente, devido a sua centralidade e posição geográfica, viu a sua quota de invasões passar da conta, incluindo os gregos, romanos, árabes, cruzados, seljúcidas, timúridas e europeus modernos. Na região,
ressentimento e tormento dinástico fizeram com que o mesmo território – o Egipto por exemplo – fosse conquistado e reconquistado.

Imagística palestiniana: Um tubarão como Estrela de David devora a Palestina.

A terra que constitui o Estado de Israel de hoje, não é excepção. Em
Jerusalem Besieged: From Ancient Canaan to Modern Israel, Eric H. Cline escreve sobre Jerusalém: "Por nenhuma outra cidade se combateu de maneira tão implacável através de sua história". Ele fundamenta a alegação enumerando "pelo menos 118 conflitos distintos, em e por Jerusalém durante os últimos quatro milénios". Ele calcula que Jerusalém foi destruída por completo ao menos duas vezes, sitiada 23 vezes, capturada 44 vezes e atacada 52 vezes. A AP fantasia que os palestinianos de hoje são descendentes de uma tribo do antigo Canaá, os jebusitas; de facto, mas a maioria esmagadora é descendente de invasores e imigrantes à procura de oportunidades económicas.

Muitas guerras por Jerusalém: O imperador Tito celebra a sua vitória sobre os judeus em 70 d.C. com uma arca mostrando soldados romanos retirando uma menorá do Templo do Monte.
Contra esse quadro de conquistas, violência e golpes incessantes, o empenho sionista em construir uma presença na Terra Santa até 1948 se destaca como espantosamente moderada, mais mercantil do que militar. Dois grandes impérios, o otomano e o britânico governaram Eretz Yisrael; contrastando, os sionistas careciam de poder militar. Eles não poderiam alcançar a soberania por meio da conquista.

Como alternativa, compravam terras. Adquirir propriedade
quilómetro quadrado por quilómetro quadrado, fazenda por fazenda, casa por casa, estava no coração do espírito empreendedor sionista até 1948. O Fundo Nacional Judaico, fundado em 1901 com o objectivo de comprar terras na Palestina "para ajudar na formação de uma nova comunidade de judeus livres comprometidos com actividades produtivas e pacíficas", foi a instituição chave – e não a Haganah, a organização de defesa clandestina fundada em 1920.

Os sionistas também se concentraram na
reabilitação do árido e do considerado imprestável. Eles não só fizeram o deserto florescer como também drenaram os pântanos, limparam os canais de água, recuperaram terras devolutas, reflorestaram colinas despojadas, removeram rochas e retiraram sal do solo. O trabalho de recuperação e saneamento judaico reduziu radicalmente o número de mortes relacionadas a doenças.

Somente quando a potência mandatária britânica desistiu da Palestina em 1948, imediatamente seguida pelo ataque dos países árabes usando todos os recursos e meios disponíveis para esmagar e expulsar os sionistas, que eles tiraram a espada da baínha em legítima defesa e passaram a adquirir terras através da conquista militar. Mesmo então, segundo demonstra o historiador Efraim Karsh em
Palestine Betrayed, a maioria dos árabes fugiram de suas terras, sendo que um número extremamente reduzido foi forçado.

Essa história contradiz a
explicação palestiniana de que "gangues sionistas roubaram a Palestina e expulsaram a sua gente", que levou à catástrofe "sem precedentes na história" (de acordo com um livro escolar do 3º ano do ensino médio da AP) ou que os sionistas "pilharam as terras e os interesses nacionais palestinianos e estabeleceram o seu estado sobre as ruínas do povo árabe palestiniano" (conforme escreve um colunista no diário da AP). Organizações internacionais, editoriais de jornais e petições de faculdades reiteram essa falsidade em todo o mundo.

Os israelitas deveriam andar de cabeça erguida e salientar que a construção do seu país baseou-se no movimento menos violento e mais civilizado do que qualquer outro povo da história. Gangues não roubaram a Palestina, comerciantes compraram Israel.


Fonte: Nada Disto É Novo


Allen West: "Nunca existiu um Estado chamado Palestina"

E nem deveria nunca existir...



Boas notícias para a Bélgica: o sentimento anti-islâmico está maior que nunca

O aumento de casos de discriminação contra os muçulmanos vai provavelmente trazer à ribalta mais debates sobre a islamofobia na agenda política.
O seguinte vídeo explica-nos o porquê de os muçulmanos serem odiados na Bélgica:

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Grupo terrorista norte-americano CAIR diz que todas as cidades na América são virtualmente islamofóbicas

O Conselho para as Relações Islâmicas Americanas (CAIR), ligado aos terroristas do Hamas, em conjunto com a Universidade de Berkeley, publicou um artigo denominado "Same Hate, New Target" ("O mesmo ódio, um novo alvo") onde expressa o sentimento de islamofobia por parte de personalidades norte-americanas conhecidas.

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Muçulmanos perguntaram num funeral holandês: "Foi um muçulmano que morreu?" Quando ouviram que a resposta era um "não", um deles disse: "Ainda bem, é menos um cão"

Muçulmanos marroquinos estão pelos vistos a furar funerais holandeses...

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Fonte: Bare Naked Islam

Opiniões DN

Portugal socialista

Portugal é um país socialista. Os portugueses gostam de ter o Estado a acompanhar a sua vida, a regular, a tomar conta, a fornecer apoios e serviços, a prometer benesses. O ideal de vida da população média é o funcionário público, com trabalho à secretária, horário fixo, emprego seguro, promoção automática.
Esta verdade é antiga e manifestou-se de várias formas. Pombal chamou-lhe "despotismo esclarecido", Fontes Pereira de Melo "modernização e progresso", Salazar "Estado corporativo", mas era isto que queriam dizer. Fomos socialistas na Casa da Índia e na Casa do Douro, no condicionamento industrial, adesão à EFTA e mercado único.
Somos um país em que acusar alguém de "fins lucrativos" é ofensivo e a simples presença de privados na saúde e educação lança alarme. É verdade que depois todos dizem mal do Estado, escolas e hospitais públicos e acabam por ir à privada. Criticar o Governo, câmaras e serviços é desporto institucional. Os políticos são todos horríveis e os burocratas incompetentes e abusadores. Mas não vivemos sem eles.
Isto não é bom nem mau. É um facto. Nos séculos de socialismo tivemos épocas excelentes e terríveis, crescimentos e recessões. Hoje os nossos partidos, do Bloco ao CDS, são variantes deste socialismo, todos muito à Esquerda da realidade americana ou britânica. Tudo aponta para uma verdade simples: o liberalismo não floresce nestas terras. Fora de uma pequena elite, que gosta de lamentar o país, a sociedade é assumidamente estatista. E será durante séculos.
Vem isto a propósito da actual situação política e evolução próxima, que parecem pô-lo em causa. Acabaram mal os últimos 15 anos de governos assumidamente socialistas, que incluíram a sua única maioria. Agora sofremos a reacção. A emergência financeira trouxe o FMI, com um programa que pretende "assegurar condições concorrenciais equitativas e minimizar comportamentos abusivos de procura de rendimentos (rent-seeking behaviours), reforçando a concorrência" (Memorando de entendimento sobre as condicionalidades de política económica, 7.18) e "rever o sistema de prestações de desemprego (...) implementar reformas na legislação relativa à protecção ao emprego" (4). Será o fim do socialismo nacional?
A Esquerda usou já a campanha eleitoral para avisar do perigo do liberalismo desbragado (o que gerou o momento mais hilariante dos debates, a 17 de Maio na TVI, com Francisco Louçã a acusar Passos Coelho de "radicalismo extremista", que na sua boca deveria ser elogio). Omite-se a emergência financeira e refere-se só a perversidade congénita do FMI, monstro que se delicia a devorar direitos dos povos. Será também esse o tom da contestação que se prepara na rua, jornais e parlamento. O Governo será recorrentemente acusado de economicismo ideológico e fundamentalismo libertário. Mas vamos entrar mesmo na primeira experiência real de liberalismo lusitano?
Não se fazem voos picados com galinhas nem há tigres na charneca. Portugal é um país socialista. O que quer que se verifique nos próximos anos será uma forma de socialismo, com sindicatos e repartições, portarias e regulamentos, inspectores e impressos. Não se imagina o país sem Segurança Social, Serviço Nacional de Saúde e educação estatal. A CP, RTP, EDP, TAP permanecerão companhias majestáticas e continuará a pedir-se ao Estado que defina o desígnio nacional e decida os sectores estratégicos. Adoramos ter o Governo a regular, tomar conta, fornecer apoios, serviços e benesses.
Quer isto dizer que o FMI falhará? Pelo contrário. Somos o único país do mundo onde esses programas funcionam bem, como em 1978 e 1983. Porque, além de socialista, Portugal é um país comerciante. Os portugueses são realistas, cépticos e brilhantes improvisadores. Face à urgência, inven- tam mil formas de atingir as exigências e cumprir a obrigação. As metas serão satisfeitas. Mais ou menos, mas de forma suficiente. Vamos conseguir pagar as contas, ajustar detalhes e corrigir exageros. Sempre permanecendo no nosso alegre e pacato socialismo.


João César das Neves


Olhem lá, Bruxelas não era para unir?

Uma cidadezinha no calcanhar da bota italiana, onde o Adriático começa a transformar-se em mar Jónico, Trani. Esquecida, usada só em paragem breve para quem desce de Bari, mas querendo agora reerguer-se como a torre formidável da catedral de San Nicola Pellegrino. Aqui foi o porto de embarque preferido dos Templários, os religiosos guerreiros que foram nos tempos medievais os cavaleiros da Europa. É com essa tradição que Trani quer reatar: defender a Europa. Com as armas modernas da lei e contra os infiéis do momento: a agência de rating americana Moody's. No ano passado três analistas desta pandilha fizeram relatórios sobre a dívida italiana e a estabilidade do sistema bancário italiano que causaram um terramoto na Bolsa. O assunto era de toda Itália (aliás, não, era europeu), mas a pequena Trani armou-se em cavaleira por todos. O seu Ministério Público investigou os três analistas (é assim que se agarram os desembestadas, um a um), pediu pareceres a economistas prestigiados (um deles foi Mario Draghi, que acaba de tornar-se o presidente do Banco Central Europeu) e concluiu que os propagadores do bacilo E. coli nas finanças europeias "não se basearam em dados reais". O próximo passo, caso a Moody's continue "sistematicamente incorrecta", é propor a sua expulsão de Itália. Será conseguido? Só se a Europa ouvir. Que Tomar, que foi sede dos Templários portugueses, se junte a Trani. E mais e mais.

Ferreira Fernandes


O debate e o segredo de Estado

O debate político, sobretudo quando decorre animado pelo objectivo de alcançar o poder, tem sempre presente a questão da verdade, um tema fundamental. Temos leis a respeito do segredo de Estado e actividades do Estado que não podem ser desenvolvidas sem restrições em relação ao direito de aceder à informação que a administração aberta deve por regra satisfazer. Um tema que foi objecto desta sentença de Kant, no apêndice ao Projecto da Paz Perpétua, ao ocupar-se do conceito transcendental do direito público: "todas as acções relativas ao direito de outros homens cuja máxima não é compatível com a publicidade são injustas", palavras que os comentadores interpretam como publicidade de que a necessidade de reserva pode condicionar apenas quanto ao tempo certo. Por muito contingente que seja a determinação do tempo certo com razoabilidade, esta questão da reserva não limita o dever de a publicidade ser respeitadora da verdade, ou, na síntese de Celso Lafer, "numa democracia, teoricamente, a publicidade e a veracidade são a regra, e o segredo e a mentira são a excepção". Uma excepção que, ao longo dos tempos, procurou apoio nas arguições de Benjamin Constant, segundo o qual se tal princípio fosse assumido de maneira absoluta a sociedade seria impossível. E daqui a defesa inquieta da "mentira real", do conflito permanente da política com a ética, porque, no dizer de Platão, tal mentira pode ser benéfica como o remédio com que atalhamos um mal quando a usamos contra os inimigos, ou quando alguém dos que consideramos amigos tenta praticar uma acção má, seja por efeito de um ataque de loucura ou de outra perturbação qualquer: daqui o conceito maquiavélico de que há tempos em que o poder deve recorrer à força do leão e outras em que lhe é mais apropriado usar a astúcia da raposa. Trata-se, para simplificar, da questão da diferença, definida por Weber, entre a ética da responsabilidade que tem em vista resultados, e uma ética de convicções, em que a primeira atitude não é a racionalidade das intervenções mas sim a adequação entre os meios e os valores assumidos. Estas referências, tão sumárias quanto possível, destinam-se a suscitar, no que toca ao diálogo, quando esta palavra é justificada pelos factos, destinado à conquista do poder, que não seja manchado pelo uso da força de leão nem pelo uso da astúcia de raposa. De facto, as meditações sobre a quebra de relação entre a política e a ética, nos casos em que o pragmatismo defende a "mentira real", parecem sempre invocar a exigência do serviço a um interesse público legítimo da comunidade, e nunca ao interesse próprio de conquistar, manter, e exercer o poder. Discurso que visa excluir condenar o exercício da mentira, ou da dissimulação, o que o direito de informação dos governados definitivamente repudia, e não consente delongas de tempo, para a recta informação, quando exerce o poder de sufrágio. Os mais complacentes com a maleabilidade do respeito da ética pela política, onde se destaca Maquiavel, comparam o político com o soldado, porque embora este seja mandado na guerra atingir valores humanos, há coisas que um carácter virtuoso não tolerará. Nuremberga tornou isto claro. É por isso que o debate, em tempos de exercício em favor dos detentores do poder do sufrágio, não pode tolerar nem a mentira real, nem a dissimulação dos factos, nem a ausência da transparência da situação real do país, menos a soma de responsabilidades, ou o abuso da técnica, designadamente orçamental, para que a imagem criada seja mais animadora do que a realidade. Trata-se simplesmente de uma garantia constitucional, ou expressa ou implícita em todas as Constituições da União Europeia, do direito à informação dos cidadãos, que tão violada é pela mentira real, como pelo abuso do segredo de Estado, embora sejam coisas distintas no plano do interesse público. A resposta não deve ser a abstenção que é uma desistência, nem o voto útil que apenas é útil para quem o recebe, não para quem o usa.

Adriano Moreira


As incógnitas que nos esperam

Pedro Passos Coelho não enganou ninguém. Ao longo dos meses foi dizendo ao que vinha. E até publicou um livro, no qual revelava o essencial do que queria para o País. A lógica na qual repousa o seu projecto assenta na ideia de que a sociedade portuguesa e o mundo só conseguirão sobreviver se o Estado for reduzido, ou mesmo removido, e os "privados", o "mercado", a "competição" tomarem o seu lugar. É um empreendimento demolidor. Não substitui o paradigma sob o qual temos vivido: liquida-o; e a alternativa é uma incógnita, pois nem sequer no-lo é proposta. Esta ausência de programa e a profusão de declarações produzidas, algumas insensatas, outras decisivamente tolas, não impediram os portugueses de votar no PSD de Passos Coelho.
Procura-se as razões que os levaram a proceder assim. Estavam exaustos com Sócrates, eis uma explicação. Seja como for, o PS foi escorraçado do poder; e um novo "ciclo", parece que redutor de incertezas, surge com uma outra moral e outra filosofia. Um novo plano de regras irá surgir. Pedro Passos Coelho, peremptório, ambiciona ir mais longe do que as exigências da tróica. Mas Passos sempre falou de mais, para, a seguir, se desdizer e remendar o que disse, ou fazer com que Miguel Relvas vá corrigir o soneto.
As coisas não vão ser um mar de rosas para o Governo. E a "coligação" não é tão sólida quanto os sorrisos aparentam. A não-aceitação de Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República constitui uma humilhação para o médico e uma derrota política e pessoal para Passos Coelho. Ficou claro que os diferendos que opõem PSD ao CDS repousam num modelo de decisões e de poder que não corresponde à amabilidade dos abraços. Os atritos emergirão. Tanto mais que a obstinação de Passos é gémea da obstinação de Portas. O inevitável medir de forças, tão ao gosto do presidente do CDS, vai esclarecer-nos sobre o equilíbrio que se tenta estabelecer entre as diferentes componentes desta "associação" de opostos.
A composição do Governo é, aliás, engraçadíssima. O número foi abreviado. Não se sabe bem para quê: há ministros sobrecarregados de pastas, cujas funções não possuem relação entre si. A barafunda não corresponde a nenhuma situação particular e vai exigir um dispêndio de energias e um conjunto de decisões acrescidas cujo sentido nos parece absurdo e abstruso.
Aceite o que se verifica e regista, expostas as fissuras existentes num corpo desejadamente coeso, esquecidos os sorrisos e os abraços, logo-assim a poalha pirotécnica desapareça, as coisas retomarão a sua densidade e os problemas as suas exactas dimensões. Os representantes da tróica tocam- -nos no batente de três em três meses, no varejo que acautela o dinheiro dos empréstimos. Que ninguém conte com a solidariedade europeia. É uma fraude e uma farsa.


Baptista-Bastos

Talibãs usam menina de 8 anos em ataque suicida

Uma menina de oito anos foi usada pelos talibãs para transportar um saco cheio de explosivos em direcção a uma esquadra da polícia no sul do Afeganistão.
"Os insurgentes deram um saco com bombas caseiras a uma rapariga de oito anos e pediram que ela o levasse à polícia. À medida que ela se aproximava da polícia, a bomba explodiu e matou a criança. Nenhum polícia foi morto", declarou o ministro do Interior.
Em Maio passado a polícia deteve quatro crianças que tinham sido "recrutadas" pelos talibãs nas aldeias do Paquistão. Uma delas disse que os terroristas lhes tinham prometido que sobreviveriam ao ataque suicida.

Violada por mais de 200 homens

Segundo o Bairro do Oriente, uma adolescente indiana de 17 anos de Kerala foi forçada pelo seu próprio pai a ter relações sexuais com mais de 200 homens. A polícia deteve o pai e mais 29 outros suspeitos por abuso de menor e violação na forma continuada.
A jovem contou às autoridades que o pai ameaçou matar a família inteira caso alguém denunciasse o caso à polícia. A rapariga foi violada pelo pai, que a fazia passar fome e ter relações com outros homens.
As autoridades estão à procura dos restantes violadores, que alegadamente pagaram ao homem pelo sexo com a sua filha. Uma unidade especial foi designada para encontrar pelo menos 70 homens já identificados pela vítima. Entre os suspeitos encontram-se construtores, produtores de cinema e até polícias.
"O meu pai violava-me quando a minha mãe não estava em casa. Mais tarde levou-me a outros sítios onde me encontrava com vários homens, com a promessa de que faria uma carreira no cinema", contou a rapariga a um canal de televisão. Segundo ela, o seu pai foi figurante em alguns filmes malaios e começou por abusar dela antes de permitir que os seus companheiros da indústria cinematográfica e outros desconhecidos fizessem o mesmo. Quando a sua mãe descobriu o que se estava a passar, o homem ameaçou matar toda a família caso não guardassem segredo.
O chefe da polícia de Kerala, Oommen Chandy, prometeu encontrar os suspeitos e levá-los à justiça: "A polícia está na pista destes suspeitos. O governo não vai deixar que escapem sem castigo". M.K. Muneer, ministro da segurança social, diz que o Governo vai fazer o possível para reintegrar a jovem na sociedade: "Ela quer completar os estudos e viver uma vida normal. Isto é difícil para quem diz que foi violada por mais de 200 homens. É chocante e gela a consciência", afirmou.

River Plate na segunda divisão

O histórico River Plate, o clube de 110 anos com mais títulos da Argentina (33 títulos de campeão), desceu à segunda divisão argentina pela primeira vez na história.
No encontro da segunda mão do playoff de manutenção, no estádio Monumental, frente à equipa do Belgrano de Córdoba, os "milionários" não conseguiram anular a desvantagem de dois golos trazida do jogo da primeira mão, não tendo indo para além de um empate a uma bola. Mariano Pavone ainda deu esperança aos adeptos da casa logo aos 9 minutos quando fez o 1-0, mas aos 62 minutos Varre empatou a partida, fazendo com que a equipa visitante regresse ao principal escalão do futebol argentino. Aos 70 minutos Pavone desperdiça uma grande penalidade e o juíz da partida foi obrigado a terminar o jogo mesmo antes do apito final devido aos violentos confrontos dos adeptos do River Plate.
A violência que se seguiu provocou uma autêntica batalha campal que resultou em vários feridos, bem como pilhagem de lojas e o apedrejamento de carros.

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Javier Saviola, jogador do Benfica, lamentou a descida de divisão do River Plate: "Vi com muita tristeza, é um clube com muita história, da qual sou antigo jogador" (tal como o Pablo Aimar). "Que possa rapidamente voltar à primeira divisão", acrescentou.
O River Plate é um clube enorme, mas não é como, por exemplo, o clube portuense dos corruptos do Contumil que, graças às boas relações que tinha com o antigo regime, conseguiu evitar a descida de divisão em 1939/40 e em 1941/42. Seja como for, tenho a certeza que o River Plate estará de regresso à primeira divisão muito em breve.

Notas soltas

Um indiano com enormes dreads foi fotogrado num templo hindu na cidade de Guwahati, no nordeste da Índia. Aproveitando-se do festival hindu anual de Ambubachi, que atrai milhares de pessoas ao templo de Kanakhya, o homenzinho exibiu os seus dreads para pedir e arrecadar esmolas.

Também na Índia, um agricultor de 65 anos, Kailash Singh, está há 37 anos sem tomar banho! Kailash não se lava desde que se casou, em 1974, porque um místico lhe revelou que ele teria um filho varão se não tomasse banho. Mesmo sem tomar banho desde então, Kaliash conseguiu fazer com que a sua mulher, Kalavati Devi, de 60 anos, não se importasse com o seu cheiro e produzisse gente com ele, só que na verdade a revelação do místico não passou duma enormíssima treta: só tiveram filhas, sete no total. De acordo com Kalavati, ela e as suas filhas bem que já tentaram obrigar Kaliash a tomar banho no rio, mas ele conseguiu sempre esgueirar-se. "As crianças insultam-me quando ando de bicicleta na aldeia. Não entendem que esta decisão não é minha, mas de Deus", diz Kalish. "Não tive um filho herdeiro, portanto acho que nunca vou tomar banho. Talvez noutra vida..."

O gato da foto ladra em vez de miar. O vídeo do felino fez furor no Youtube, como não podia deixar de ser.

O vocalista cego da banda de música folclórica "Quadrilha", Sebastião Antunes, foi abandonado pela namorada na A1, junto à freguesia de Nogueira da Regedoura, em Santa Maria da Feira, depois duma discussão. Quem alertou as autoridades foi a própria mulher que pediu aos guardas da Brigada de Trânsito da GNR para recolherem o invisual à auto-estrada.

Cinco pessoas ficaram feridas por um touro durante a tradicional largada de touros das festas de Benavente. Três estão em estado grave. O animal terá reagido mal à provocação de um espectador. Sem querer deixar de lamentar o sucedido, acredito que há seres humanos que são capazes de ser ainda mais irracionais que os touros. Onde é que está a piada em provocar um bicho desses?

Homens e mulheres, mas mais as mulheres, saíram às ruas da capital portuguesa em forma de protesto contra a violência sexual da qual as mulheres são vítimas e também a mentalidade de todos aqueles que acreditam que são as mulheres que provocam essa mesma violência sexual (e isso é, por acaso, mentira?). "Não é não", foi o mote lançado pelas mulheres pelo direito de vestir-se da forma que lhes apetecer (e por acaso estão elas proibidas de se vestir como querem?) e pela repulsa por uma sociedade que "diz às mulheres para não serem violadas, em vez de dizerem aos homens para não violarem".

Annie Hawkins-Turner, mais conhecida por Norma Stitz, é norte-americana, tem 53 anos, foi modelo e actriz porno, e tem o maior par de mamas naturais do mundo. Cada uma das suas mamas pesa 25 quilos e a clivagem mede 90 centímetros. Fotos (assustadoras) aqui.

Uma pesquisadora da Universidade de Exeter, Reino Unido, descobriu nas ilhas Scilly, a oeste do País de Gales, uma espécie de morcego considerada perdida. Fiona Mathews, bióloga, encontrou um exemplar de morcego-pipistrela (Plecotus Auritus), uma fêmea grávida, que já não era vista na ilha nos últimos 40 anos. Esses morcegos são também conhecidos por "morcegos sussurrantes" por usarem as suas longas orelhas para captar sons de lagartas e outros insectos que fazem parte da sua alimentação.

O chinês Liang Chi, o homem que ia fazer o exame de admissão à universidade pela 15ª vez, voltou a chumbar. O empresário de 44 anos teve 64 pontos no exame, número insuficiente para conseguir aprovação (a marca para passar é 416 pontos num total de 750 pontos). Não tenho dúvidas de que ele vai voltar a tentar a sua sorte.

Xu Minyu e Xiao Ying conheceram-se enquanto estudavam na Universidade de Ciência e Tecnologia e já namoravam durante quatro anos quando resolveram separar-se com uma festa de despedida. Xu, do curso de arquitectura, vai cumprir serviço militar em Hangzhou e Xiao, do curso de gestão, vai para Pequim trabalhar numa empresa. Como ambos não acreditaram que o amor deles tinha futuro, decidiram organizar uma festa de separação na noite da passada quinta-feira com direito a velas, flores e um pedido de separação! Depois de dois minutos de silêncio, Xiao aceitou as flores e disse "sim" ao pedido de separação.

domingo, 26 de junho de 2011

Mais casos de melanoma

De acordo com a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), podem surgir este ano em Portugal mais de 10 mil casos de melanoma, o cancro de pele mais agressivo.
Segundo um representante da APCC, Osvaldo Correia, os números são "preocupantes", quer a nível nacional quer internacional. Apesar da "sensibilização e a prevenção" serem a melhor arma contra esta doença e a população "estar mais sensível e alertada", regista-se mesmo assim, em média, cerca de 10 mil casos em Portugal. "Uma em cada cinco pessoas corre o risco de ter cancro da pele, e uma em 50 poderá ter melanoma", sublinhou. As pessoas podem estar, agora, "a pagar erros cometidos no passado, às vezes, há mais de 20 ou 30 anos" porque, "na altura, ao contrário de agora, não se conheciam os efeitos nocivos da exposição prolongada aos raios solares nem as consequências de escaldões e queimaduras solares".
Ainda bem que eu não vou à praia. Prezo demasiado a minha saúde e não quero que a minha pele passe pelo processo de envelhecimento precoce, só mesmo para não falar do risco de contrair melanoma. Pelo menos neste aspecto os pretos são melhores que nós, pois eles têm mais melanina na pele que nós. E que saudades que eu já tenho do frio!

Perseguição policial em Queluz

A PSP realizou na passada madrugada uma perseguição iniciada em Queluz e que terminou com a colisão do veículo perseguido num poste de iluminação em Barcarena. Na viatura, roubada na Amadora, iam quatro pessoas, sendo que uma delas conseguiu escapar e encontra-se a monte. A PSP encontrou haxixe para consumo na viatura e a apreensão resultou de uma operação STOP realizada no IC 19, junto à saída do Palácio de Queluz, tendo na acção sido apreendidas mais três viaturas e 14 pessoas, 11 por excesso de álcool no sangue (as pessoas simplesmente nunca aprendem...), duas sem habilitação legal para conduzir (palermas...) e uma por furto de veículo (fora da lei...).
Portugal é cada vez mais um país de bandidos. Volta, Salazar...

Viadagem no Terreiro do Paço

Um dia depois de Nova Iorque ter legalizado o casamento entre pessoas do mesmo sexo, gente de gostos trocados de todas as idades e condições afluíram ontem ao Terreiro do Paço para o Arraial Pride 2011. A capital portuguesa ficou desgraçadamente "pintada" com as cores do arco-íris e o «qué frô» do presidente da município lisboeta, António Costa, até elogiou a iniciativa, cabendo-lhe a "honra" de fazer a inauguração oficial do "evento".
Para o monhé, a iniciativa é importante para uma cidade que se quer "de diversidades": "É uma forma de viver e entender a cidade como um espaço plural". Paulo Côrte-Real, o presidente (gay?) da ILGA (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero), descreveu o arraial como "uma grande celebração de orgulho na igualdade", não escondendo que um dos actuais cavalos de batalha da associação é a questão da parentalidade. O jovem António Gomes, uma bicha, expressou o "muito orgulho de ser homossexual": "Quem veste uma camisola não a tira por nada deste mundo" (nem para a lavar? Coitado...). A brasileira Ângela, simpatizante dos virados, disse que foi lá para dar o seu apoio aos gajos, pois "eles merecem": "No fundo todo o mundo tem (preconceitos) e acho que abre um pouco a cabeça das pessoas".
Também não faltaram vozes discordantes. Valdemiro Sousa, de 70 anos, mora perto do Terreiro do Paço e disse que na sua geração "não se ouvia falar nisso, nem os gays eram tantos " e que fica triste "ver que o mundo está a ficar pervertido": "A comunidade gay deve seguir o rumo que escolheu, mas sem grandes alaridos".
Há muito que o mundo está perdido...

Composição da Comissão Disciplinar da Liga

O presidente do clube madeirense Marítimo, Carlos Pereira, já provou ser um homem que não tem medo de enfrentar o sistema há muito instalado no futebol português. A Comissão Disciplinar da Liga decidiu arquivar o processo que opunha o clube insular ao CRAC por alegado aliciamento deste ao brasileiro Kléber. Carlos Pereira não se fez de rogado e disparou: "Houve branqueamento. A Comissão Disciplinar agiu como o sabão numa máquina de lavar. Como diz o anúncio publicitário de uma marca de sabão, 'branco mais branco não há' e foi isso mesmo que eles fizeram". O Marítimo já fez queixa à FIFA.
A agremiação corrupta da ETAR do Freixo tem as costas bem largas desde que o bi-bota de ouro e adepto portista Fernando Gomes foi eleito para a Liga de Clubes. Já agora, vale também a pena sabermos a composição da Comissão Disciplinar da Liga:

1. Presidente da Comissão Disciplinar e Juíz Conselheiro Herculano Lima (sócio, ex-basquetebolista e ex-dirigente e administrador da SAD do CRAC e com lugar cativo no estádio do Cabrão Dragão)
2. Instrutora Dr.ª Alexandra Gonçalves Ribeiro, domicílio profissional no Porto
3. Instrutor Dr. António Paes de Faria, domicílio profissional no Porto
4. Instrutora Dr.ª Elsa Moreira, domicílio profissional no Porto
5. Instrutor Dr. João Paulo Almeida Costa, domicílio profissional em Matosinhos
6. Instrutora Dr.ª Maria João Soares Ribeiro, domicílio profissional em Vila Nova de Gaia
7. Instrutora Dr.ª Paula Alexandra Liz de Castro, domicílio profissional em Lisboa
8. Instrutor Dr. Pedro Rafael Coelho Simões, domicílio profissional em Coimbra
9. Instrutora Dr.ª Sandra Patrícia Fernandes Pereira, domicílio profissional em Lisboa

De facto salta logo à vista o equilíbrio da representatividade nacional desta Comissão: seis elementos do Norte, um do Centro e dois do Sul. Mais democrático que isto não podia ser. É o sistema.

Suécia: muçulmanos indignados com doação

Na Suécia, a Svenska Spel, monopólio nacional de apostas, faz todos os anos uma doação das suas receitas a grupos comunitários. O Quadro Nacional Sueco de Assuntos Juvenis recebe 66% do seu orçamento anual directamente do dinheiro perdido pelos apostadores nos casinos tradicionais e virtuais do país. Desta vez uma das comunidades visadas foi a organização dos Jovens Muçulmanos, que ficou indignada por ter recebido o donativo de milhões de euros! Tudo porque, de acordo com o presidente da organização muçulmana sueca, Muhammad Harraki, o donativo é proibido pela lei islâmica por ser um haram. 
Para os muçulmanos, grande parte das formas de jogo a dinheiro é proibida, excepto, claro, as que o pedófilo e assassino Maomé encorajou: corridas de cavalos e de camelos, e competições de arco e flecha. Harraki diz que o donativo é uma falta de respeito para com o islão e exige que a Suécia passe a ter um conselheiro muçulmano nas suas instituições de forma a evitar que no futuro se repita a gracinha. Além disso, a organização muçulmana, que é inteiramente financiada por uma instituição da Arábia Saudita, exige uma indemnização ao governo sueco pela ofensa (recusam dinheiro duma maneira e exigem-no doutra...) e quer também que milhões de euros sejam usados para financiar a islamização da Suécia através de "aulas de tolerância" e workshops sobre o islão!
A parasitagem hostil muçulmana no seu melhor rumo à conquista da Europa...

Jovem mártir católico do Cairo

Abanob Karam é um jovem católico egípcio que morreu com um tiro no Cairo durante os distúrbios anticristãos atiçados pelos fundamentalistas islâmicos. Segundo o Pe. Renzo Leonarduzzi, quando Abanob "chegou a casa, percebeu que havia problemas na igreja vizinha, de São Minas. Deixou a sua mochila e saiu para defender a sua Igreja".
As "revoluções primaveris" do mundo árabe aparentemente não visaram acabar com a ditadura e implementar a democracia naquelas regiões do globo. Palavras como "democracia" ou "liberdade" estão a ser pregadas ironicamente por grupos muçulmanos radicais, como a Irmandade Muçulmana, com o claro objectivo de instaurarem um verdadeiro califado de domínio da lei islâmica, a sharia. E o pior é que esses grupos estão a crescer, bem como a intolerância para com os cristãos.
Ao contrário de um mártir muçulmano, o pobre e corajoso fiel Abanob não levou com ele milhares de outras vidas inocentes. O seu martírio não será de certeza em vão. Requiescat in pace.

A cadela Yoda

Chama-se Yoda, é uma rafeira com mistura de Chihuahua, tem 16 anos, olhos tortos, língua pendurada, orelhas pontiagudas, pêlo raso e ganhou o título de cão mais feio do mundo de 2011 em Petaluma, na Califórnia. A família Schumacher, que descobriu e adoptou Yoda quando ela era bebé abandonada num descampado na Califórnia, recebeu cerca de 700 euros e uma noite no hotel Sheraton local. Já Yoda ganhou vários produtos para animais e uma sessão fotográfica.

Ictiose lamelar

Vera Beleza, de 31 anos, nasceu com ictiose lamelar, um dos tipos mais graves de perturbação genética e rara que torna a pele escamosa. A mulher de Matosinhos está desempregada há oito anos, pois não consegue arranjar trabalho devido a várias mazelas a nível físico, e sobrevive com a ajuda de amigos.
"Já trabalhei como repositora e secretária num escritório, locais onde não estava em contacto directo com o público. É muito complicado arranjar emprego porque as pessoas olham-me de lado. Já basta ter este problema, quanto mais ter de enfrentar as pessoas", lamentou Vera.
Na adolescência teve de amputar os dedos dos pés porque "com a doença os dedos enrolaram e não conseguia andar". Vera tem de usar roupa 100% de algodão para não irritar a pele e gasta 400 euros por mês em cremes, essenciais para melhorar a qualidade de vida. Com uma reforma por invalidez de 200 euros, está agora a angariar dinheiro para receber tratamento para a pele nas Termas de Monfortinho, em Castelo Branco. Para além disso, fundou a Associação Portuguesa de Portadores de Ictiose e conseguiu que fosse aprovado um projecto-lei para comparticipar os cremes.