Sexta-feira, 1 de Julho de 2011

É preto? Tenciona converter-se ao islão?

1. A escravização dos pretos por parte dos muçulmanos durou 14 séculos e continua a existir nos dias de hoje em países como a Mauritânia, a Arábia Saudita ou o Sudão.

2. Mais de 17 milhões de escravos (na sua maioria mulheres e crianças) foram levados de África por comerciantes islâmicos. Cerca de 85 milhões terão perdido a sua vida durante a viagem.

3. O "profeta" Maomé praticou e encorajou a escravatura.

4. O Alcorão tem mais versículos sobre a escravatura (os homens têm o direito de ter escravas sexuais) do que versículos que pedem a oração.

5. A palavra árabe para preto Abd é sinónimo de "escravo".

6. O padrasto de Maomé, Umar, declarou que os árabes não podiam ser escravos, fazendo com que os muçulmanos capturassem escravos em África, na Europa e na Ásia.

7. Os ocidentais usaram os escravos para trabalhos árduos. Os muçulmanos usaram-nos para fins militares, sexuais e produção de futuros muçulmanos.

8. Muitos muçulmanos têm haréns de centenas (ou milhares) de jovens raparigas não-muçulmanas e mulheres para servirem os seus desejos.

9. A conversão ao islão não garante automaticamente a liberdade ao escravizado, mas sim o aumento do seu valor para o dono (do escravo).

10. Segundo os tribunais islâmicos, o dono dos escravos pode tratá-los como bem entender sem ser punido por isso.

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2 comentários:

Martini Bianco disse...

Bem ilucidativo!

FireHead disse...

É histórico que os primeiros a escravizar as pessoas foram os muçulmanos e o que muita gente não sabe é que os primeiros escravos nem sequer foram os pretos, mas sim os brancos. Os muçulmanos tratam, de acordo com a «sharia», os não-muçulmanos, os infiéis, como lixo, portanto não é de admirar que tenham sido eles que começaram a escravização, tanto assim é que ainda continuam com esta prática desumana.